O Twitter, uma das maiores redes sociais do mundo, adotou uma postura polêmica em relação à imprensa. Segundo o CEO da empresa, Elon Musk, o endereço de e-mail que a plataforma usa para atender os profissionais da mídia agora envia respostas automáticas com um emoji de fezes.
A informação foi divulgada por Musk em seu perfil no Twitter no dia 19 de março de 2023.
A decisão gerou críticas e protestos de jornalistas, parlamentares e figuras públicas, que acusam o Twitter de apoiar massacres e disseminar extremismo. A hashtag #TwitterApoiaMassacres chegou a ser uma das mais comentadas na rede social, mas não apareceu nos Trending Topics, que mostram os assuntos mais falados do momento.
Musk não explicou os motivos para a mudança, mas já havia manifestado sua insatisfação com a mídia em outras ocasiões. Em 2018, ele anunciou que iria criar um site chamado Pravda, em que o público poderia avaliar a veracidade de qualquer artigo e acompanhar a credibilidade de cada jornalista, editor e publicação. Em 2022, ele lançou o projeto Notas da Comunidade, que permite aos usuários do Twitter apontar correções em publicações na rede social.
O Twitter não se pronunciou oficialmente sobre as acusações de apoiar massacres e disseminar extremismo. A empresa também não informou se possui uma assessoria de comunicação no Brasil ou se pretende rever sua postura em relação à imprensa.
A informação foi divulgada por Musk em seu perfil no Twitter no dia 19 de março de 2023.
A decisão gerou críticas e protestos de jornalistas, parlamentares e figuras públicas, que acusam o Twitter de apoiar massacres e disseminar extremismo. A hashtag #TwitterApoiaMassacres chegou a ser uma das mais comentadas na rede social, mas não apareceu nos Trending Topics, que mostram os assuntos mais falados do momento.
Musk não explicou os motivos para a mudança, mas já havia manifestado sua insatisfação com a mídia em outras ocasiões. Em 2018, ele anunciou que iria criar um site chamado Pravda, em que o público poderia avaliar a veracidade de qualquer artigo e acompanhar a credibilidade de cada jornalista, editor e publicação. Em 2022, ele lançou o projeto Notas da Comunidade, que permite aos usuários do Twitter apontar correções em publicações na rede social.
O Twitter não se pronunciou oficialmente sobre as acusações de apoiar massacres e disseminar extremismo. A empresa também não informou se possui uma assessoria de comunicação no Brasil ou se pretende rever sua postura em relação à imprensa.
