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  • Ciclone extratropical deixa rastro de destruição no RS com chuva e vento acima de 100 km/h

    Ciclone extratropical deixa rastro de destruição no RS com chuva e vento acima de 100 km/h

    Um ciclone extratropical que se formou no litoral norte de Santa Catarina na quinta-feira (15/6) avançou para o nordeste do Rio Grande do Sul na madrugada de sexta-feira (16/6), causando chuvas intensas e ventos fortes em várias cidades do estado.

    O fenômeno meteorológico aumentou o risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas, destelhamentos, danos nas redes elétricas e quedas de árvores e galhos.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as rajadas de vento chegaram a 110 km/h em algumas regiões, especialmente na faixa leste do estado. O mar também ficou agitado, com ondas de até 4 metros de altura. O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e se caracteriza por ventos mais fracos e duração menor em comparação aos ciclones tropicais.

    Entre os municípios mais afetados pelo ciclone extratropical estão Capão da Canoa, no Litoral Norte, onde o Hospital Santa Luzia ficou inundado pela água que invadiu a unidade até mesmo pelas janelas; Porto Alegre, onde houve alagamentos em diversas vias e bairros; e São Francisco de Paula, na Serra, onde uma ponte foi arrastada pela correnteza do rio.

    O ciclone extratropical também provocou estragos no campo, principalmente em áreas de pequenos e médios agricultores. Houve relatos de erosões, deslizamentos, perda de plantações e morte de animais. As culturas mais atingidas foram as hortaliças, as frutas e as pastagens.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que está monitorando a situação e prestando auxílio às famílias afetadas pelo ciclone extratropical. O órgão também emitiu alertas para a população evitar áreas de risco e seguir as orientações das autoridades locais. A previsão é que o tempo melhore no fim de semana, com diminuição da chuva e do vento.

    O fenômeno meteorológico aumentou o risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas, destelhamentos, danos nas redes elétricas e quedas de árvores e galhos.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as rajadas de vento chegaram a 110 km/h em algumas regiões, especialmente na faixa leste do estado. O mar também ficou agitado, com ondas de até 4 metros de altura. O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e se caracteriza por ventos mais fracos e duração menor em comparação aos ciclones tropicais.

    Entre os municípios mais afetados pelo ciclone extratropical estão Capão da Canoa, no Litoral Norte, onde o Hospital Santa Luzia ficou inundado pela água que invadiu a unidade até mesmo pelas janelas; Porto Alegre, onde houve alagamentos em diversas vias e bairros; e São Francisco de Paula, na Serra, onde uma ponte foi arrastada pela correnteza do rio.

    O ciclone extratropical também provocou estragos no campo, principalmente em áreas de pequenos e médios agricultores. Houve relatos de erosões, deslizamentos, perda de plantações e morte de animais. As culturas mais atingidas foram as hortaliças, as frutas e as pastagens.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que está monitorando a situação e prestando auxílio às famílias afetadas pelo ciclone extratropical. O órgão também emitiu alertas para a população evitar áreas de risco e seguir as orientações das autoridades locais. A previsão é que o tempo melhore no fim de semana, com diminuição da chuva e do vento.