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  • Explosão de celular: 5 atitudes que podem aumentar o risco de um celular explodir

    Explosão de celular: 5 atitudes que podem aumentar o risco de um celular explodir

    O celular é um aparelho indispensável para muitas pessoas, mas você sabia que ele pode explodir em algumas situações?

    Embora seja um fenômeno raro, há casos registrados de celulares que pegaram fogo ou causaram queimaduras nos usuários. Mas o que faz um celular explodir e como evitar esse perigo?

    A culpa é da bateria

    Segundo especialistas, a principal causa das explosões de celulares é o superaquecimento das baterias de íons-lítio, que são as mais usadas nos aparelhos modernos. Essas baterias contêm dois metais que produzem energia ao entrarem em contato com um líquido chamado eletrólito. Se houver algum defeito na bateria, como uma rachadura ou um curto-circuito, os metais podem se tocar e gerar uma reação química que libera calor e gás. Esse processo pode fazer a bateria inchar, vazar ou até explodir.

    Fatores de risco

    Além dessas falhas internas, existem alguns fatores externos que podem aumentar o risco de explosão da bateria, como:

    • Usar acessórios não originais: carregadores, cabos e baterias piratas podem não ter os dispositivos de segurança adequados para controlar a tensão e a corrente elétrica que chegam ao celular. Isso pode fazer com que a bateria receba mais energia do que suporta e se aqueça excessivamente. Por isso, é recomendável usar sempre os acessórios originais do fabricante ou certificados pela Anatel.

    • Expor o celular ao calor ou à umidade: temperaturas elevadas ou ambientes úmidos podem danificar os componentes internos do celular e da bateria, favorecendo o surgimento de curtos-circuitos ou corrosões. Por isso, é aconselhável evitar deixar o celular no sol, dentro do carro, perto de fontes de calor ou em locais molhados, como banheiro e cozinha.

    • Deixar o celular na tomada por muito tempo: embora os celulares e os carregadores tenham sistemas que interrompem a carga quando a bateria está cheia, há casos em que esse mecanismo pode falhar e causar um superaquecimento da bateria. Por isso, é prudente não deixar o celular na tomada durante a noite ou por períodos prolongados.

    • Utilizar aplicativos com elevada performance gráfica: jogos, vídeos e outros aplicativos que exigem muito do processador e da memória do celular podem consumir mais energia e gerar mais calor. Isso pode sobrecarregar a bateria e fazer com que ela se desgaste mais rápido. Por isso, é recomendável fechar os aplicativos em segundo plano e evitar usar o celular enquanto ele está carregando.

    • Danificar o celular por impacto ou perfuração: quedas, batidas ou objetos pontiagudos podem causar danos físicos ao celular e à bateria, comprometendo a sua integridade e funcionamento. Por isso, é importante proteger o aparelho com capinhas e películas e evitar colocá-lo em bolsos apertados ou junto com chaves e moedas.

    Como prevenir e agir em caso de emergência

    Para prevenir as explosões de celulares, além de evitar as atitudes citadas acima, é importante ficar atento aos sinais de que a bateria está com problemas, como:

    • Aquecimento excessivo do aparelho

    • Descarga rápida da bateria

    • Desligamento repentino do celular

    • Estufamento ou deformação da bateria

    Se você notar algum desses sintomas, é recomendável desligar o celular imediatamente, retirá-lo da capinha de proteção e deixá-lo em um local fresco e ventilado até que ele esfrie. Em seguida, leve-o a uma assistência técnica autorizada para trocar a bateria ou verificar se há outros danos.

    Se você presenciar uma explosão de celular, seja sua ou de outra pessoa, siga estas orientações:

    • Afaste-se do aparelho e das chamas

    • Não tente apagar o fogo com água ou outros líquidos, pois isso pode piorar a situação

    • Use um extintor de incêndio adequado para equipamentos elétricos, como o de classe C

    • Se houver vítimas com queimaduras, ligue para o serviço de emergência e preste os primeiros socorros

    As explosões de celulares são eventos raros, mas que podem causar graves consequências para os usuários e para o meio ambiente. Por isso, é fundamental tomar cuidado com o uso e a manutenção dos aparelhos e dos acessórios, seguindo as recomendações dos fabricantes e das autoridades. Assim, você pode aproveitar as vantagens do seu celular com mais segurança e tranquilidade.

    Embora seja um fenômeno raro, há casos registrados de celulares que pegaram fogo ou causaram queimaduras nos usuários. Mas o que faz um celular explodir e como evitar esse perigo?

    A culpa é da bateria

    Segundo especialistas, a principal causa das explosões de celulares é o superaquecimento das baterias de íons-lítio, que são as mais usadas nos aparelhos modernos. Essas baterias contêm dois metais que produzem energia ao entrarem em contato com um líquido chamado eletrólito. Se houver algum defeito na bateria, como uma rachadura ou um curto-circuito, os metais podem se tocar e gerar uma reação química que libera calor e gás. Esse processo pode fazer a bateria inchar, vazar ou até explodir.

    Fatores de risco

    Além dessas falhas internas, existem alguns fatores externos que podem aumentar o risco de explosão da bateria, como:

    • Usar acessórios não originais: carregadores, cabos e baterias piratas podem não ter os dispositivos de segurança adequados para controlar a tensão e a corrente elétrica que chegam ao celular. Isso pode fazer com que a bateria receba mais energia do que suporta e se aqueça excessivamente. Por isso, é recomendável usar sempre os acessórios originais do fabricante ou certificados pela Anatel.

    • Expor o celular ao calor ou à umidade: temperaturas elevadas ou ambientes úmidos podem danificar os componentes internos do celular e da bateria, favorecendo o surgimento de curtos-circuitos ou corrosões. Por isso, é aconselhável evitar deixar o celular no sol, dentro do carro, perto de fontes de calor ou em locais molhados, como banheiro e cozinha.

    • Deixar o celular na tomada por muito tempo: embora os celulares e os carregadores tenham sistemas que interrompem a carga quando a bateria está cheia, há casos em que esse mecanismo pode falhar e causar um superaquecimento da bateria. Por isso, é prudente não deixar o celular na tomada durante a noite ou por períodos prolongados.

    • Utilizar aplicativos com elevada performance gráfica: jogos, vídeos e outros aplicativos que exigem muito do processador e da memória do celular podem consumir mais energia e gerar mais calor. Isso pode sobrecarregar a bateria e fazer com que ela se desgaste mais rápido. Por isso, é recomendável fechar os aplicativos em segundo plano e evitar usar o celular enquanto ele está carregando.

    • Danificar o celular por impacto ou perfuração: quedas, batidas ou objetos pontiagudos podem causar danos físicos ao celular e à bateria, comprometendo a sua integridade e funcionamento. Por isso, é importante proteger o aparelho com capinhas e películas e evitar colocá-lo em bolsos apertados ou junto com chaves e moedas.

    Como prevenir e agir em caso de emergência

    Para prevenir as explosões de celulares, além de evitar as atitudes citadas acima, é importante ficar atento aos sinais de que a bateria está com problemas, como:

    • Aquecimento excessivo do aparelho

    • Descarga rápida da bateria

    • Desligamento repentino do celular

    • Estufamento ou deformação da bateria

    Se você notar algum desses sintomas, é recomendável desligar o celular imediatamente, retirá-lo da capinha de proteção e deixá-lo em um local fresco e ventilado até que ele esfrie. Em seguida, leve-o a uma assistência técnica autorizada para trocar a bateria ou verificar se há outros danos.

    Se você presenciar uma explosão de celular, seja sua ou de outra pessoa, siga estas orientações:

    • Afaste-se do aparelho e das chamas

    • Não tente apagar o fogo com água ou outros líquidos, pois isso pode piorar a situação

    • Use um extintor de incêndio adequado para equipamentos elétricos, como o de classe C

    • Se houver vítimas com queimaduras, ligue para o serviço de emergência e preste os primeiros socorros

    As explosões de celulares são eventos raros, mas que podem causar graves consequências para os usuários e para o meio ambiente. Por isso, é fundamental tomar cuidado com o uso e a manutenção dos aparelhos e dos acessórios, seguindo as recomendações dos fabricantes e das autoridades. Assim, você pode aproveitar as vantagens do seu celular com mais segurança e tranquilidade.

  • Como as explosões solares podem afetar os celulares e outros dispositivos eletrônicos

    Como as explosões solares podem afetar os celulares e outros dispositivos eletrônicos

    O Sol é uma estrela que produz energia através de reações nucleares em seu núcleo. Essa energia é transportada pela superfície do Sol, onde forma manchas solares, que são regiões mais frias e escuras onde o campo magnético é mais intenso.

    Às vezes, o campo magnético do Sol se torna instável e libera grandes quantidades de radiação e partículas em todas as direções. Esses fenômenos são chamados de explosões solares.

    As explosões solares podem ter efeitos variados na Terra, dependendo da sua intensidade e direção. A radiação emitida pelas explosões solares pode chegar à Terra em cerca de 8 minutos, viajando na velocidade da luz. Essa radiação pode interferir nas comunicações por rádio, especialmente nas frequências mais altas, e nos sinais de satélite, como GPS e TV. Isso pode causar blecautes temporários ou perda de qualidade nas transmissões.

    Além da radiação, as explosões solares podem gerar outro fenômeno mais perigoso: as ejeções de massa coronal. Essas são nuvens gigantescas de plasma e campos magnéticos que são lançadas pelo Sol em alta velocidade. As ejeções de massa coronal podem levar de algumas horas a vários dias para atingir a Terra, dependendo da sua velocidade e distância.

    Quando uma ejeção de massa coronal chega à Terra, ela encontra o campo magnético terrestre, que funciona como um escudo protetor contra o vento solar. O campo magnético terrestre se deforma e se reconecta em resposta à pressão do campo magnético solar, criando correntes elétricas no espaço e na atmosfera. Essas correntes podem causar belos espetáculos de luzes coloridas nos céus das regiões polares, conhecidos como auroras boreal e austral.

    No entanto, as correntes elétricas também podem ter efeitos negativos nos sistemas tecnológicos da Terra. Elas podem induzir tensões e correntes nas linhas de transmissão de energia, causando sobrecargas, curtos-circuitos e apagões. Elas também podem danificar os satélites em órbita, afetando seus circuitos eletrônicos, suas baterias e seus painéis solares. Além disso, elas podem alterar a densidade da ionosfera, uma camada da atmosfera que reflete as ondas de rádio, dificultando as comunicações de longa distância.

    Os celulares e outros dispositivos eletrônicos também podem ser afetados pelas explosões solares e pelas ejeções de massa coronal. Os celulares dependem dos sinais de satélite para funcionar, então eles podem sofrer interferências ou perda de conexão durante esses eventos. Além disso, os celulares têm baterias que podem superaquecer se forem expostas a altas temperaturas ou a cargas excessivas. O superaquecimento das baterias pode levar à sua expansão, vazamento ou até explosão.

    Para evitar que os celulares explodam por causa das explosões solares ou por outros motivos, é recomendável seguir algumas dicas:

    • Use carregadores originais ou compatíveis com o seu celular, pois eles têm mecanismos de proteção contra sobrecarga.

    • Não deixe o celular carregando por muito tempo ou durante a noite, pois isso pode aumentar o risco de superaquecimento.

    • Não use o celular enquanto ele está carregando, pois isso pode gerar mais calor e consumir mais energia.

    • Não deixe o celular exposto ao sol ou em locais muito quentes, como dentro do carro ou perto de fontes de calor.

    • Troque a bateria do seu celular se ela estiver inchada, danificada ou vencida, pois isso pode indicar um problema interno.

    • Descarte as baterias usadas em locais adequados, seguindo as orientações ambientais.

    As explosões solares são fenômenos naturais que fazem parte do ciclo de atividade do Sol, que dura cerca de 11 anos. Estamos entrando no máximo do ciclo atual, que deve atingir o seu pico em 2024. Isso significa que podemos esperar mais explosões solares nos próximos anos, e que devemos estar preparados para os seus possíveis efeitos na Terra e nos nossos dispositivos eletrônicos.

    Às vezes, o campo magnético do Sol se torna instável e libera grandes quantidades de radiação e partículas em todas as direções. Esses fenômenos são chamados de explosões solares.

    As explosões solares podem ter efeitos variados na Terra, dependendo da sua intensidade e direção. A radiação emitida pelas explosões solares pode chegar à Terra em cerca de 8 minutos, viajando na velocidade da luz. Essa radiação pode interferir nas comunicações por rádio, especialmente nas frequências mais altas, e nos sinais de satélite, como GPS e TV. Isso pode causar blecautes temporários ou perda de qualidade nas transmissões.

    Além da radiação, as explosões solares podem gerar outro fenômeno mais perigoso: as ejeções de massa coronal. Essas são nuvens gigantescas de plasma e campos magnéticos que são lançadas pelo Sol em alta velocidade. As ejeções de massa coronal podem levar de algumas horas a vários dias para atingir a Terra, dependendo da sua velocidade e distância.

    Quando uma ejeção de massa coronal chega à Terra, ela encontra o campo magnético terrestre, que funciona como um escudo protetor contra o vento solar. O campo magnético terrestre se deforma e se reconecta em resposta à pressão do campo magnético solar, criando correntes elétricas no espaço e na atmosfera. Essas correntes podem causar belos espetáculos de luzes coloridas nos céus das regiões polares, conhecidos como auroras boreal e austral.

    No entanto, as correntes elétricas também podem ter efeitos negativos nos sistemas tecnológicos da Terra. Elas podem induzir tensões e correntes nas linhas de transmissão de energia, causando sobrecargas, curtos-circuitos e apagões. Elas também podem danificar os satélites em órbita, afetando seus circuitos eletrônicos, suas baterias e seus painéis solares. Além disso, elas podem alterar a densidade da ionosfera, uma camada da atmosfera que reflete as ondas de rádio, dificultando as comunicações de longa distância.

    Os celulares e outros dispositivos eletrônicos também podem ser afetados pelas explosões solares e pelas ejeções de massa coronal. Os celulares dependem dos sinais de satélite para funcionar, então eles podem sofrer interferências ou perda de conexão durante esses eventos. Além disso, os celulares têm baterias que podem superaquecer se forem expostas a altas temperaturas ou a cargas excessivas. O superaquecimento das baterias pode levar à sua expansão, vazamento ou até explosão.

    Para evitar que os celulares explodam por causa das explosões solares ou por outros motivos, é recomendável seguir algumas dicas:

    • Use carregadores originais ou compatíveis com o seu celular, pois eles têm mecanismos de proteção contra sobrecarga.

    • Não deixe o celular carregando por muito tempo ou durante a noite, pois isso pode aumentar o risco de superaquecimento.

    • Não use o celular enquanto ele está carregando, pois isso pode gerar mais calor e consumir mais energia.

    • Não deixe o celular exposto ao sol ou em locais muito quentes, como dentro do carro ou perto de fontes de calor.

    • Troque a bateria do seu celular se ela estiver inchada, danificada ou vencida, pois isso pode indicar um problema interno.

    • Descarte as baterias usadas em locais adequados, seguindo as orientações ambientais.

    As explosões solares são fenômenos naturais que fazem parte do ciclo de atividade do Sol, que dura cerca de 11 anos. Estamos entrando no máximo do ciclo atual, que deve atingir o seu pico em 2024. Isso significa que podemos esperar mais explosões solares nos próximos anos, e que devemos estar preparados para os seus possíveis efeitos na Terra e nos nossos dispositivos eletrônicos.

  • Explosão em posto de gasolina fere 4 pessoas em São Paulo

    Uma explosão destruiu hoje (17) de manhã um posto de gasolina na Casa Verde, zona norte paulistana. Quatro pessoas ficaram feridas. Uma delas foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e as demais pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

    Parte da cobertura do posto desabou e a loja de conveniência que funcionava no local ficou destruída.

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    Dois veículos que estavam no posto também foram atingidos. Os bombeiros que fizeram uma busca por outras possíveis vítimas nos escombros informaram que havia um forte cheiro de gás. A corporação usou 14 viaturas com apoio de helicóptero para atender o caso.

    Uma equipe da Defesa Civil compareceu ao local e acrescentou que, até o momento, não houve necessidade de interdição nas proximidades do local a explosão.

    De acordo com a Secretaria das Prefeituras Regionais, o posto tem licença de funcionamento. Uma escola estadual próxima ao posto teve as aulas suspensas e 700 alunos foram dispensados. A Secretaria de Educação informou que não houve feridos na escola. Com informações da Agência Brasil

  • MP denuncia suspeitos por explosão em bueiro no Rio

    Após dois anos de investigação, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou três funcionários da Light pela explosão de um bueiro que matou uma pessoa na Lapa, região central do Rio, em setembro de 2016.

    Os funcionários indiciados são Cleison da Silva Mendonça, Antônio de Araújo Santos e Rafael Esteves de Andrade. Na noite da explosão, uma equipe formada por Cleison e Antônio, supervisionada por Rafael, foi acionada por causa da falta de luz na região.

    No laudo, os peritos apontam como causa do acidente a energização de uma linha paralela a outra, que já estava “ligada”. Dizem ainda que os funcionários deveriam ter percebido o problema e questionam o motivo desse tipo de situação ocorrer diante de tanta tecnologia.

    Os três funcionários vão responder na Justiça por crimes previstos no Código Penal, cuja pena pode ultrapassar mais de 10 anos de prisão para cada um. O acidente foi na esquina da Rua do Senado com a Avenida Gomes Freire.

    Segundo a polícia, 11 pessoas ficaram feridas na explosão. Entre elas a socióloga Aline Barreto Paes, que estava sentada em um bar, do outro lado da rua. Aline teve queimaduras em 75% do corpo e morreu depois de ficar mais de um mês internada. Por: Radioagencia Nacional