Tag: Fraudes

  • Famosos que perderam dinheiro com criptomoedas: uma história de ganância e ilusão

    Famosos que perderam dinheiro com criptomoedas: uma história de ganância e ilusão

    As criptomoedas são um fenômeno que atraiu a atenção de muitas pessoas nos últimos anos, especialmente as celebridades. Muitos famosos se envolveram com projetos, empresas e moedas digitais, buscando lucrar com a alta volatilidade e o potencial de inovação desse mercado.

    No entanto, nem tudo são flores no mundo cripto. Alguns famosos acabaram perdendo muito dinheiro com investimentos mal feitos, fraudes ou quedas bruscas de preços. Veja alguns casos:

    • Gisele Bündchen e Tom Brady: O ex-casal de supermodelos e astro do futebol americano recebeu cerca de R$ 233 milhões em ações da FTX, uma das gigantes das criptomoedas, em 2021. Eles se tornaram embaixadores da corretora e fizeram propaganda da segurança e confiabilidade da empresa. Porém, em novembro de 2022, a FTX pediu falência e seu fundador, Sam Bankman-Fried, foi acusado de fraude. As ações da FTX se tornaram sem valor e Brady e Bündchen foram processados por clientes que se sentiram lesados pela corretora. Além disso, eles tiveram que pagar impostos sobre as ações recebidas, mesmo sem terem vendido ou lucrado com elas.

    • Kim Kardashian: A socialite e empresária foi multada em US$ 1,26 milhão pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por não fazer divulgações adequadas quando endossou o token EthereumMax em junho de 2021. Ela publicou em seu Instagram uma propaganda do token, que prometia ser uma versão melhorada do Ethereum, para seus mais de 200 milhões de seguidores. Porém, o token se revelou um esquema fraudulento que roubou milhões de dólares dos investidores. A SEC considerou que Kardashian violou as leis ao não informar que recebeu uma compensação pelo post e ao não alertar sobre os riscos do investimento.

    • Leandro Narloch: O jornalista e escritor foi um dos prejudicados pelo escândalo da Atlas Quantum, uma empresa brasileira que prometia rendimentos acima do mercado com arbitragem de criptomoedas. Narloch contou em um podcast que investiu na Atlas em 2018 e chegou a lucrar muito dinheiro com o negócio. Porém, em 2019, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) de operar no país por suspeita de pirâmide financeira. Desde então, os clientes da Atlas não conseguem sacar seus saldos em criptomoedas e estão na Justiça para tentar reaver seus valores.

    Esses são apenas alguns exemplos de famosos que perderam dinheiro com criptomoedas. Eles mostram que esse mercado é arriscado e exige cautela e conhecimento antes de investir. As criptomoedas podem oferecer oportunidades de ganhos, mas também podem trazer prejuízos e decepções.

    No entanto, nem tudo são flores no mundo cripto. Alguns famosos acabaram perdendo muito dinheiro com investimentos mal feitos, fraudes ou quedas bruscas de preços. Veja alguns casos:

    • Gisele Bündchen e Tom Brady: O ex-casal de supermodelos e astro do futebol americano recebeu cerca de R$ 233 milhões em ações da FTX, uma das gigantes das criptomoedas, em 2021. Eles se tornaram embaixadores da corretora e fizeram propaganda da segurança e confiabilidade da empresa. Porém, em novembro de 2022, a FTX pediu falência e seu fundador, Sam Bankman-Fried, foi acusado de fraude. As ações da FTX se tornaram sem valor e Brady e Bündchen foram processados por clientes que se sentiram lesados pela corretora. Além disso, eles tiveram que pagar impostos sobre as ações recebidas, mesmo sem terem vendido ou lucrado com elas.

    • Kim Kardashian: A socialite e empresária foi multada em US$ 1,26 milhão pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por não fazer divulgações adequadas quando endossou o token EthereumMax em junho de 2021. Ela publicou em seu Instagram uma propaganda do token, que prometia ser uma versão melhorada do Ethereum, para seus mais de 200 milhões de seguidores. Porém, o token se revelou um esquema fraudulento que roubou milhões de dólares dos investidores. A SEC considerou que Kardashian violou as leis ao não informar que recebeu uma compensação pelo post e ao não alertar sobre os riscos do investimento.

    • Leandro Narloch: O jornalista e escritor foi um dos prejudicados pelo escândalo da Atlas Quantum, uma empresa brasileira que prometia rendimentos acima do mercado com arbitragem de criptomoedas. Narloch contou em um podcast que investiu na Atlas em 2018 e chegou a lucrar muito dinheiro com o negócio. Porém, em 2019, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) de operar no país por suspeita de pirâmide financeira. Desde então, os clientes da Atlas não conseguem sacar seus saldos em criptomoedas e estão na Justiça para tentar reaver seus valores.

    Esses são apenas alguns exemplos de famosos que perderam dinheiro com criptomoedas. Eles mostram que esse mercado é arriscado e exige cautela e conhecimento antes de investir. As criptomoedas podem oferecer oportunidades de ganhos, mas também podem trazer prejuízos e decepções.

  • Polícia Federal desarticula em São Paulo fraudes em madeireiras

    Um esquema de fraude na homologação de depósitos de madeireiras, os chamados pátios, foi desarticulado pela Polícia Federal (PF) em parceria com o Ibama, nesta quinta-feira (24), em São Paulo.

    O esquema fraudava madeira de origem ilegal e manipulava o sistema de controle de irregularidades administrativas do Ibama.

    A estimativa é de que cerca de 8.000 metros cúbicos de créditos em madeira fictícios foram gerados por um servidor do Ibama envolvido no esquema. O valor corresponde a 325 caminhões carregados com madeira.

    Foram cumpridos 13 mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão em cinco cidades paulistas: na capital, em São Bernardo do Campo, em Osasco, em Tietê e em Piracicaba.

    As investigações começaram há dois anos, em Bauru, depois de o Ibama ter identificado um documento relatando a suspeita do esquema criminoso envolvendo um servidor do órgão.

    Este servidor teria recebido vantagens indevidas para, junto com consultores e intermediários que atuam em empresas do ramo madeireiro, praticar atos relacionados à aprovação de pátios de empresas madeireiras pelo Ibama, no sistema denominado Sisdof. Tudo feito para burlar a fiscalização.

    Os créditos são um meio para que o Estado contabilize os produtos florestais produzidos e comercializados pelas empresas autorizadas.

    Os investigados responderão por crimes como associação criminosa, falsidade ideológica e corrupção e podem pegar penas que variam de 1 a 12 anos de prisão, sem prejuízo dos decorrentes crimes ambientais. Com informações da Radioagência Nacional.

  • PF investiga grupo que fraudava fundos de Previdência de municípios do Pará

    A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (11) a Operação Colinas de Rocha, para concluir investigação envolvendo fraudes cometidas por um grupo empresarial criminoso em fundos de Previdência de servidores de municípios do estado do Pará.

    Segundo a PF, o grupo agia irregularmente no mercado financeiro, “captando recursos de institutos de Previdência de servidores municipais para aplicação no Sistema Financeiro Nacional”.

    O Fundo de Previdência de Oeiras do Pará foi um dos alvos do grupo criminoso. As investigações constataram desvios de mais de R$ 14 milhões. A quantia equivale a mais da metade dos recursos do instituto de previdência do município.

    Os policiais federais cumprem dez mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em endereços nos estados do Pará, do Amapá, de Tocantins e de Santa Catarina. Por Agência Brasil

  • Fiscalização encontra fraudes em embalagens de pescados

    Em 9,3 % das amostras de peixe analisadas pelo serviço de inspeção federal do Ministério da Agricultura houve fraude do tipo de pescado declarado nas embalagens. Ou seja, o peixe ensacado não era o peixe anunciado no rótulo do produto.

    Já nas inspeções feitas nos estabelecimentos sob responsabilidade dos Serviços de Inspeção nos estados e municípios o número é bem maior e chega a 55%.

    Ainda segundo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura foram analisadas 140 amostras de pescados em 12 estados e no Distrito Federal.

    Dos produtos fiscalizados pelo Serviço de Inspeção Federal, que têm o selo SIF, 77 amostras foram de produtos nacionais e 20 de empresas estrangeiras. Neste universo, 9 empresas estavam adulteradas.

    As mostras nacionais foram de pescados provenientes de 34 empresas, sendo que sete tinham produtos fraudados. Das sete empresas, três são reincidentes e até já tiveram registro cancelado no ano passado.

    Outras 36 amostras foram colhidas em estabelecimentos com inspeções estadual ou municipal. Destas mostras, 20 estavam adulteradas o que representa 55% de fraude nas espécies de peixes.

    As empresas serão notificadas do resultado. Caberá aos serviços de inspeção definir a destinação dos lotes de produtos fraudados.

    As empresas ainda poderão solicitar análise oficial da amostra de contraprova para possíveis questionamentos.

    O Ministério da Agricultura não divulgou o nome das empresas que apresentaram irregularidades. Por: Radioagencia Nacional

  • Professores do DF são alvos de operação contra fraude em concursos públicos

    Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal nomeados no último concurso são alvos de mandados de prisão da Polícia Civil do Distrito Federal na manhã desta terça-feira (28).

    Esta é a Operação Magister, a terceira fase da Operação Panoptes deflagrada em agosto de 2017.

    As investigações apontaram a existência de grupos criminosos especializados em fraudar concursos públicos e vender vagas para concurseiros aliciados.

    Ao todo, são 11 mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em diversas regiões do Distrito Federal.

    Acompanhe a reportagem e saiba mais.

    Por: EBC