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  • Correios suspende reajuste em frete para compras no Mercado Livre

    O Mercado Livre armou o barraco e a justiça acatou. Os Correios acabaram de suspender a cobrança tarifas das encomendas PAC e Sedex, para o Mercado Livre. A medida começaria a valer a partir de terça-feira, (06/03).

    A Justiça Federal deu medida liminar em favor da companhia Mercado Livre, que alegou que a cobrança era indevida, tendo um aumento maior que a inflação. Relembre aqui.

    A decisão foi da juíza federal Rosana Ferri, da 2.ª Vara Federal Cível de São Paulo.

    Ainda segundo a decisão, os Correios ainda está proibido de reajustar as tarifas acima dos índices oficiais de inflação, bem como de impor acréscimos nos valores relativos aos envios de pacotes “não quadrados” ou nas áreas de risco, e, por fim, de estabelecer qualquer outra medida que represente uma sobrecarga ou redução de direitos ao Mercado Livre.

  • Com reajuste em frete, compras online devem ficar mais caras

    Os Correios anunciaram nessa terça-feira (28/02) um reajuste médio de 8% no valor do frete. Desta forma, o transporte de encomendas irá ficar mais caro e comprar pela internet poderá não ser tão vantajoso.

    O percentual de aumento se refere especificamente aos objetos postados entre capitais brasileiras e nos âmbitos local e estadual.

    O Mercado Livre, empresa de comércio eletrônico que depende profundamente dos serviço postal ficou tão insatisfeito com a mudança, que iniciou uma campanha chamada #FreteAbusivoNao. Segundo a empresa, o aumento de 8% anunciado conta apenas uma parte da história: o aumento de preço pode chegar a até 51% dependendo das localidades envolvidas na entrega.

    “O aumento máximo do frete acontecerá justamente para vendedores que moram ou atendem clientes fora dos grandes centros, podendo chegar a 51%. Quer um exemplo? O valor de frete de um produto enviado de São Paulo para Joinville, que hoje custa cerca de R$ 40,00, passará a ser R$ 57,00”, diz o site da campanha.

    Os Correios, por sua vez, afirmam que o reajuste é parte de uma revisão anual dos preços, “baseada no aumento de custos relacionados à prestação de serviços, incluindo transporte, pagamento de pessoal, aluguéis de imóveis, combustíveis, contratação de recursos para segurança, entre outros”.

    Além disso, a transportadora julgou a campanha falaciosa e amparada em dados tendenciosos. “Comparar o preço de frete praticado no Brasil com os países vizinhos, como faz o site, é tendencioso e pode levar o consumidor a acreditar em uma falsa premissa. O maior dos países citados – a Argentina – tem cerca de um terço da extensão territorial do Brasil e 40% de toda a sua população concentrada na região metropolitana de Buenos Aires.”