Tag: gás de cozinha

  • Como a nova alíquota do ICMS afeta o preço dos combustíveis

    Como a nova alíquota do ICMS afeta o preço dos combustíveis

    A partir de hoje, 1º de junho de 2023, entra em vigor a alíquota única e fixa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a gasolina e o etanol. A cobrança será de R$ 1,22 por litro em todo o território nacional. Atualmente, as alíquotas são proporcionais ao valor e são definidas…

    Essa mudança na regra tributária foi instituída pela Lei Complementar nº 192, de 2022, com o objetivo de simplificar a cobrança do imposto e evitar a variação quinzenal dos preços dos combustíveis nas bombas. O ICMS é um imposto estadual e compõe o preço da maioria dos produtos vendidos no país.

    Mas o que isso significa para o consumidor final? Na prática, o valor fixado acabou sendo superior ao pago pelos contribuintes em muitos estados. Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), na segunda quinzena de maio, apenas no Amazonas, Piauí e Alagoas os preços com as alíquotas variáveis eram maiores e, agora, devem ter redução nos valores nas bombas.

    Nos demais estados, os preços devem subir ou se manter estáveis, dependendo da política de cada distribuidora e revendedora. A Fecombustíveis estima que o impacto médio da nova alíquota será de um aumento de R$ 0,12 por litro na gasolina e de R$ 0,08 por litro no etanol.

    A mudança também afeta o diesel e o gás de cozinha, que já estão sendo cobrados com alíquotas fixas desde 1º de maio. O diesel tem uma cobrança de R$ 0,94 por litro e o gás de cozinha tem uma cobrança de R$ 1,28 por quilo.

    A nova forma de tributação dos combustíveis tem gerado polêmica entre os governos estaduais e o governo federal. Os estados alegam que a medida fere a autonomia federativa e pode causar perda de arrecadação. O governo federal argumenta que a medida visa dar mais transparência e previsibilidade aos preços dos combustíveis.

    O assunto ainda pode ser alvo de questionamentos judiciais. O Supremo Tribunal Federal (STF) já recebeu duas ações diretas de inconstitucionalidade contra a Lei Complementar nº 192, movidas pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O relator das ações é o ministro Gilmar Mendes.

    Enquanto isso, os consumidores devem ficar atentos aos preços praticados nos postos de combustíveis e pesquisar as melhores opções antes de abastecer seus veículos.

    Essa mudança na regra tributária foi instituída pela Lei Complementar nº 192, de 2022, com o objetivo de simplificar a cobrança do imposto e evitar a variação quinzenal dos preços dos combustíveis nas bombas. O ICMS é um imposto estadual e compõe o preço da maioria dos produtos vendidos no país.

    Mas o que isso significa para o consumidor final? Na prática, o valor fixado acabou sendo superior ao pago pelos contribuintes em muitos estados. Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), na segunda quinzena de maio, apenas no Amazonas, Piauí e Alagoas os preços com as alíquotas variáveis eram maiores e, agora, devem ter redução nos valores nas bombas.

    Nos demais estados, os preços devem subir ou se manter estáveis, dependendo da política de cada distribuidora e revendedora. A Fecombustíveis estima que o impacto médio da nova alíquota será de um aumento de R$ 0,12 por litro na gasolina e de R$ 0,08 por litro no etanol.

    A mudança também afeta o diesel e o gás de cozinha, que já estão sendo cobrados com alíquotas fixas desde 1º de maio. O diesel tem uma cobrança de R$ 0,94 por litro e o gás de cozinha tem uma cobrança de R$ 1,28 por quilo.

    A nova forma de tributação dos combustíveis tem gerado polêmica entre os governos estaduais e o governo federal. Os estados alegam que a medida fere a autonomia federativa e pode causar perda de arrecadação. O governo federal argumenta que a medida visa dar mais transparência e previsibilidade aos preços dos combustíveis.

    O assunto ainda pode ser alvo de questionamentos judiciais. O Supremo Tribunal Federal (STF) já recebeu duas ações diretas de inconstitucionalidade contra a Lei Complementar nº 192, movidas pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O relator das ações é o ministro Gilmar Mendes.

    Enquanto isso, os consumidores devem ficar atentos aos preços praticados nos postos de combustíveis e pesquisar as melhores opções antes de abastecer seus veículos.

  • Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    A política de paridade internacional de preços da Petrobras é uma forma de definir o valor dos combustíveis vendidos pela estatal com base nos preços praticados no mercado internacional, considerando também o câmbio e os custos de importação.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.

  • Semana começa com mais um reajuste no preço do gás de cozinha


    Nesta segunda-feira (14), o preço médio do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) sofreu reajuste de 5,9% nas distribuidoras. Produto teve aumento 5 vezes maior que a inflação no ano.

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  • Petrobras reduz o preço do gás de cozinha às distribuidoras

    O preço do gás de cozinha, o GLP, foi reduzido pela Petrobras às distribuidoras. O botijão de 13 quilos (kg) foi reajustado para baixo em R$ 1,03, passando de R$ 23,16 para R$ 22,13. A redução passa a valer a partir desta quinta-feira (5), mas não leva em consideração os tributos e a margem de lucro na comercialização do produto.

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    Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas filiadas à entidade foram comunicadas nesta quarta-feira (4) sobre os novos valores para os botijões de até 13 kg.

    “A redução oscilará entre 5,1% e 3,7%, de acordo com o polo de suprimento. Pelos cálculos do Sindigás, o ajuste anunciado deixa o preço praticado pela Petrobras para as embalagens de até 13 kg aproximadamente 2,2% acima do preço paridade internacional”, informa o sindicato.

    A Petrobras explicou, em sua página na internet, que o preço de venda às distribuidoras não é o único determinante do preço final ao consumidor. “Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final, que incorpora impostos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização, como distribuidores e revendedores”.