Tag: Golpe

  • Como evitar cair no golpe do e-mail falso da Receita Federal

    Como evitar cair no golpe do e-mail falso da Receita Federal

    Você já recebeu um e-mail dizendo que há erros na sua declaração do imposto de renda e que você precisa corrigi-los por meio de um link? Cuidado, isso pode ser um golpe!

    A Receita Federal alertou que criminosos estão enviando mensagens falsas para os contribuintes, aproveitando o período de entrega da declaração do IR, que termina na quarta-feira (31).

    O objetivo dos golpistas é roubar informações fiscais e pessoais das vítimas, que podem ser usadas para fraudes e extorsões.

    Para não cair nessa armadilha, é preciso ficar atento a alguns sinais:

    • A Receita Federal não envia e-mails ou mensagens de texto pedindo que eventuais erros na declaração sejam corrigidos por meio de links.
    • Os e-mails falsos costumam ter erros de português, imagens de baixa qualidade e remetentes suspeitos.
    • Os links maliciosos podem levar a sites que pedem dados como CPF, senha e número de cartão de crédito, ou que instalam vírus no computador ou celular.

    Se você receber um e-mail desse tipo, não abra nem responda. Apague imediatamente da sua caixa de entrada.

    Se você tiver dúvidas sobre a sua declaração do IR, acesse o site oficial da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal) ou o portal e-CAC (https://cav.receita.fazenda.gov.br/), onde você pode consultar o extrato da sua declaração e verificar se há pendências ou inconsistências.

    Lembre-se: a melhor forma de evitar cair em golpes é se informar e se proteger.

    A Receita Federal alertou que criminosos estão enviando mensagens falsas para os contribuintes, aproveitando o período de entrega da declaração do IR, que termina na quarta-feira (31).

    O objetivo dos golpistas é roubar informações fiscais e pessoais das vítimas, que podem ser usadas para fraudes e extorsões.

    Para não cair nessa armadilha, é preciso ficar atento a alguns sinais:

    • A Receita Federal não envia e-mails ou mensagens de texto pedindo que eventuais erros na declaração sejam corrigidos por meio de links.
    • Os e-mails falsos costumam ter erros de português, imagens de baixa qualidade e remetentes suspeitos.
    • Os links maliciosos podem levar a sites que pedem dados como CPF, senha e número de cartão de crédito, ou que instalam vírus no computador ou celular.

    Se você receber um e-mail desse tipo, não abra nem responda. Apague imediatamente da sua caixa de entrada.

    Se você tiver dúvidas sobre a sua declaração do IR, acesse o site oficial da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal) ou o portal e-CAC (https://cav.receita.fazenda.gov.br/), onde você pode consultar o extrato da sua declaração e verificar se há pendências ou inconsistências.

    Lembre-se: a melhor forma de evitar cair em golpes é se informar e se proteger.

  • Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Você já imaginou receber uma ligação de um familiar ou amigo pedindo dinheiro emprestado com urgência? E se a voz fosse idêntica à da pessoa que você conhece?

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.

  • Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Você já recebeu algum e-mail ou mensagem oferecendo um desconto incrível para limpar seu nome no Serasa?

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.
  • 5 pirâmides financeiras atuais que você deve evitar a todo custo

    5 pirâmides financeiras atuais que você deve evitar a todo custo

    Pirâmides financeiras são esquemas fraudulentos que prometem rendimentos altos e rápidos, mas que na verdade dependem da entrada de novos participantes para pagar os antigos.

    Quem entra por último acaba perdendo todo o dinheiro investido.

    As pirâmides financeiras são ilegais e podem levar a até dois anos de prisão. Além disso, elas prejudicam a economia e a confiança dos investidores. Por isso, é importante saber identificar e evitar esses golpes.

    Neste artigo, vamos apresentar cinco casos recentes de pirâmides financeiras no Brasil que foram denunciados ou investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Confira:

    1. Unick Forex: essa empresa do Rio Grande do Sul oferecia investimentos em bitcoin com a promessa de dobrar o capital em seis meses. Em outubro de 2019, os principais sócios foram presos e tiveram seus bens apreendidos. Estima-se que a Unick Forex tenha movimentado mais de R$ 2 bilhões.

    2. Wolf Trade Club: esse suposto investimento prometia lucro de 50% sobre o capital investido. Essa era a proposta da Wolf Trade Club, cujos sócios também foram presos pela PF em outubro de 2019. A empresa do Paraná é acusada de dar um golpe de R$ 30 milhões em cerca de 200 clientes.

    3. Alcateia Investimentos: essa empresa captava recursos de investidores para aplicar em criptomoedas, bolsa de valores, forex e outros mercados. A promessa era de retorno de até 15% ao mês. Em fevereiro de 2019, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da empresa em São Paulo e em outros estados.

    4. JJ Invest: essa empresa se tornou conhecida por patrocinar times e personalidades do futebol, como o Vasco da Gama e o Zico. A JJ Invest captava recursos dos clientes para investir em fundos exclusivos, com rentabilidade entre 5% e 15% ao mês. Em fevereiro de 2019, a CVM emitiu um alerta ao mercado sobre a atuação irregular da empresa, que deixou de pagar os investidores e sumiu com o dinheiro.

    Como você pode ver, esses casos têm algumas características em comum: promessas irreais de lucro, falta de transparência sobre os produtos oferecidos, ausência de registro na CVM ou em outros órgãos reguladores, pressão para atrair novos clientes e dificuldade para

    Quem entra por último acaba perdendo todo o dinheiro investido.

    As pirâmides financeiras são ilegais e podem levar a até dois anos de prisão. Além disso, elas prejudicam a economia e a confiança dos investidores. Por isso, é importante saber identificar e evitar esses golpes.

    Neste artigo, vamos apresentar cinco casos recentes de pirâmides financeiras no Brasil que foram denunciados ou investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Confira:

    1. Unick Forex: essa empresa do Rio Grande do Sul oferecia investimentos em bitcoin com a promessa de dobrar o capital em seis meses. Em outubro de 2019, os principais sócios foram presos e tiveram seus bens apreendidos. Estima-se que a Unick Forex tenha movimentado mais de R$ 2 bilhões.

    2. Wolf Trade Club: esse suposto investimento prometia lucro de 50% sobre o capital investido. Essa era a proposta da Wolf Trade Club, cujos sócios também foram presos pela PF em outubro de 2019. A empresa do Paraná é acusada de dar um golpe de R$ 30 milhões em cerca de 200 clientes.

    3. Alcateia Investimentos: essa empresa captava recursos de investidores para aplicar em criptomoedas, bolsa de valores, forex e outros mercados. A promessa era de retorno de até 15% ao mês. Em fevereiro de 2019, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da empresa em São Paulo e em outros estados.

    4. JJ Invest: essa empresa se tornou conhecida por patrocinar times e personalidades do futebol, como o Vasco da Gama e o Zico. A JJ Invest captava recursos dos clientes para investir em fundos exclusivos, com rentabilidade entre 5% e 15% ao mês. Em fevereiro de 2019, a CVM emitiu um alerta ao mercado sobre a atuação irregular da empresa, que deixou de pagar os investidores e sumiu com o dinheiro.

    Como você pode ver, esses casos têm algumas características em comum: promessas irreais de lucro, falta de transparência sobre os produtos oferecidos, ausência de registro na CVM ou em outros órgãos reguladores, pressão para atrair novos clientes e dificuldade para

  • Golpe do dia das mães: Criminosos prometem kits, presentes e até estadia falsa em hotéis de luxo

    Com a proximidade do dia das mães a quantidade golpes nas redes sociais e no WhatsApp registrou um aumento considerável.

    Criminosos estão usando contas no Instagram, Facebook e WhatsApp prometendo diárias grátis em hotéis de luxo, kits do Boticário e presentes como smartphones e aparelhos de TV.

    Na maioria das vezes, uma mensagem prometendo alguma coisa leva o usuário para um link malicioso que pede CPF, nome e endereço da vítima. No caso do Instagram, um perfil falso do hotel, criado pelos criminosos, entra em contato com a vítima dizendo que ela foi selecionada para uma diária grátis.

    O conteúdo em áudio foi produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante. Você pode ter conteúdos como este na sua rádio, site ou blog. Saiba mais aqui.


    Ouça a W:

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    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

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    Veja também:


    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Vazamento expõe senhas de 900 mil brasileiros com golpe do boleto atrasado

    O conteúdo em áudio foi produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante. Você também pode ter conteúdos como este na sua rádio, site ou blog. Saiba mais aqui.


    Ouça a W:

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Golpe da recarga grátis fez 20 mil vítimas em menos de 24 horas

    Um novo golpe praticado através do WhatsApp está fazendo um estrago gigantesco e pegou até famosos e influenciadores digitais. Prometendo dar R$ 70 em crédito de recargas para celular, o golpe já fez mais de 20 mil vítimas em menos de 24 horas.

    Segundo informa a empresa de cibersegurança PSafe, ele funciona assim:

    A vítima recebe uma mensagem em seu WhatsApp vinda de um de seus contatos. Na mensagem há um link malicioso que, ao clicar nele, a vítima é levada a um site cheio de depoimentos falsos. Entre os depoimentos vemos algo como “Consegui de primeira e já fiz várias vezes” e “Nunca mais compro crédito, agora só convidando amigos”.

    Ao clicarem no link, as vítimas são incentivadas a compartilharem a mensagem com um determinado número de amigos. Durante o processo uma barra de progresso vai enchendo mostrando quanto falta para receber os créditos grátis.

    Depois de completar o golpe, a vítima recebe uma mensagem de que o recebeu os R$70, mas na realidade é tudo mentira. Além de perder tempo, correr riscos quanto a segurança do aparelho e de ter seus dados roubados, quem cai nesse golpe acaba contribuindo para dissemina-lo ainda mais.

    Veja Mais:
    Presidente do Facebook reconhece que plataforma precisa ser regulada
    Camiseta Star Wars da Chico Rei com estampa que brilha no escuro!

    Antes de clicar em qualquer link que chega por e-mail, WhatsApp ou Facebook, é altamente recomendado que você verifique se é seguro ou algum tipo de golpe. Existe uma ferramenta capaz de PSafe que te informa se o linke é seguro ou não. Para acessar, basta clicar aqui.

  • Novo golpe do WhatsApp espalha promoção da marca ‘O Boticário’

    Mais um golpe anda rondando o WhatsApp. Só que dessa vez utiliza a marca ‘O Boticário’. A empresa está divulgando uma linha nova de produtos e os cibercriminosos estão usando a novidade para roubar dados e informações das vítimas.

    Está funcionando assim:

    Ao clicar no link enviado por mensagem, o usuário é redirecionado para uma página que questiona se ele gostaria de receber a amostra grátis. Quando clica na resposta “Sim, claro”, a pessoa, na verdade, está concedendo a permissão de receber notificações futuras do hacker, que podem ser utilizadas posteriormente para realizar outros golpes.

    Depois disso, a vítima é levada a responder três perguntas e compartilhar a falsa promoção com os contatos do WhatsApp.

    Para evitar cair neste tipo de golpe, é importante que a pessoa verifique a veracidade da promoção. O link divulgado pelos cibercriminosos, por exemplo, é diferente do link da campanha original. Além disso, a mensagem enviada por WhatsApp possui erros gramaticais e no nome da empresa citada.

  • Fátima Bernardes é pressionada por fãs em bloco de carnaval: “Foi golpe ou não?”

    Fátima Bernardes curtia o carnaval carioca com o namorado Túlio Gadelha quando foi surpreendida por um grupo de foliões, imitando uma equipe de reportagem da Globo, animados em conseguir uma entrevista com a apresentadora do ‘Encontro’.

    A apresentadora entrou na brincadeira e aceitou ser “entrevistada” pelos foliões. Em clima descontraído, o “repórter” fez uma série de perguntas aleatórias “Pelé ou Maradona?”, “Biscoito ou bolacha?”, finalizando com a mais polêmica: “Foi golpe ou não?”.

    A resposta, no entanto, ficou por conta de Túlio ao perceber que a sua amada não ia responder. Assim, ele pegou o microfone e disparou: “Foi golpe!”

    Veja essa saia justa abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=29&v=G8Il8vNdIN8

  • Novo golpe do WhatsApp oferece um ano de plano de saúde gratuito

    Mais uma fraude anda rolando no WhatsApp. Dessa vez a falsa promoção oferece um ano de plano de saúde gratuito, em nome da empresa Unimed.

    Junto a oferta, a mensagem traz também um link que direciona para um questionário disfarçado de pesquisa, seguindo da opção de compartilhamento para chamar ainda mais amigos.

    O objetivo dos criminosos seria ganhar dinheiro com tráfego e instalações de apps ilegítimos.

    A mensagem foi denunciada pelo pesquisador de segurança sênior da Kaspersky Fabio Assolini. Segundo ele, o golpe tem origem em três sites enganosos, que solicitam o envio de notificações via navegador.Em seguida, é emitido um alerta de que o usuário seria o ganhador de um ano de plano de saúde gratuito.

    Se você receber alguma mensagem suspeita de algum contato ou grupo do WhatsApp, a recomendação é jamais clicar em qualquer link anexado e tampouco fornecer dados pessoais. Na dúvida, acesse o site oficial da empresa em questão e veja se há alguma referência à suposta promoção.

    A campanha maliciosa foi retirada do ar após a denúncia de Fabio Assolini no Twitter. Procurada pelo Olhar Digital, a Unimed não respondeu até o fechamento desta reportagem.