Tag: IBGE

  • Pelo quinto ano seguido, Brasil fechou mais empresas do que abriu


    De 2013 a 2018, o Brasil teve uma redução de 382 mil empresas e de quase 3 milhões de ocupados assalariados. O comércio foi o setor que mais sofreu.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Produção industrial cresceu 3,2% em agosto


    Segundo o IBGE, essa é a quarta alta seguida do setor. No entanto, no acumulado do ano, a produção registra queda de 8,6%.

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  • Boletim W com as principais notícias do dia em 1 minuto


    Confira na edição de hoje do Boletim W.

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    Veja os destaques dos principais jornais do país:


    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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  • Maior demanda do mercado externo pressiona preços na indústria que têm maior inflação desde 2014


    A inflação de agosto no Índice de Preços ao Produtor (IPP) chegou a 3,28%, maior alta mensal desde janeiro de 2014, segundo o IBGE.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:


    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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  • Com pandemia, desemprego vai a 40% e atinge 13,7 milhões de brasileiros


    Segundo o IBGE, o número de desempregados no país cresceu 39,7% entre maio e agosto.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Após dois meses de deflação, preços no país voltam a subir

    O resultado se distancia de abril e de maio, que sofreram impactos maiores pela pandemia do novo coronavírus.

    Ouça os destaques do dia no Conexão W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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  • IBGE: registros de nascimento voltam a crescer após queda devido à epidemia de zika

    Mais de dois milhões e oitocentos e sessenta sete bebês nasceram e foram registrados no país no ano de 2017.

    Os registros de nascimentos cresceram 2,6% em relação a 2016 e demonstram a recuperação dos nascimentos no país após um ano de queda possivelmente em consequência da epidemia do zika vírus.

    As informações são da Estatística do Registro Civil 2017 divulgadas nesta quarta-feira (31) pelo IBGE.

    O único estado com redução no número de nascimentos registrados foi Rio Grande do Sul.

    Os estados com crescimento acima de 5% nos registros foram Tocantins, Mato Grosso do Sul, Acre, Espírito Santo, Rondônia, Rio de Janeiro e Sergipe.

    Outra característica dos registros é a queda na proporção de nascimentos de filhos de mães com idade menor do que 30 anos e aumento na faixa etária entre 30 a 34 anos.

    A coordenadora da pesquisa, Klivia Oliveira, explica que o aumento não significa incremento da taxa de natalidade.

    Ela acrescenta também que o Brasil vem avançando muito nas estratégias para garantir o registro de todas as crianças, em parte pelas políticas sociais implementadas nos últimos anos.

    Em mais de 98% dos casos das crianças nascidas com vida o local de nascimento são os hospitais ou estabelecimentos de saúde sem internação.

    As estatísticas mostram também aumento do registros de óbitos. O crescimento foi de 23,5% nos últimos 10 anos.

    Segundo o IBGE, o resultado se deve à redução da mortalidade infantil o que possibilitou que mais pessoas morressem ao envelhecer.

    Até os 14 anos, houve queda na mortalidade tanto para meninos, quanto para meninas, sendo que as mulheres mantém trajetória de queda até os 29 anos. Já na população masculina, entre 15 e 39 anos, houve mais registros de mortes, com exceção do grupo de 25 a 29 anos.

    As mortes por causas externas, ou seja, aqueles causados por acidentes ou violência, aumentaram mais em relação aos óbitos por causas naturais e explicam o maior número de mortes entre a população masculina.

    Em 2017, um indivíduo do sexo masculino de 20 anos tinha 11 vezes mais chance de não completar os 25 anos do que se fosse do sexo feminino.

  • Cresce em 10% o número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo

    A pesquisa Estatísticas do Registro Civil divulgada hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) mostra que, comparando os anos de 2016 e 2017, houve um aumento de 10% no número de registros de união entre pessoas do mesmo sexo.

    O movimento vai em oposição às uniões entre pessoas de sexo oposto, que teve queda de 2,3% no ano passado.

    De acordo com o estudo, o aumento foi puxado especialmente pela alta de 15% do número de casamentos entre mulheres, maior que o de 3,7% entre homens.

    Ao todo, houve no ano passado 2.500 casamentos entre homens e 3.387 entre mulheres. O aumento foi de 5.354, em 2016, para 5.887, no ano passado.

    Os casamentos entre cônjuges femininos representaram 57,5% das uniões civis dessa natureza em 2017.

    Enquanto os registros de casamento entre cônjuges masculinos cresceram 3,7%, os casamentos entre cônjuges femininos aumentaram 15,1%.

    Pelos dados divulgados, o número de divórcios cresceu 8,3% em 2017, comparando com o ano anterior. É o equivalente a 2,48 divórcios para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais no país. A Região Sudeste apresentou o maior percentual geral de divórcio (2,99%).

  • Decreto regulamenta 5% das vagas de concurso para pessoas com deficiência

    Decreto editado pelo governo cria regras para permitir a participação dos candidatos com deficiência nos concursos públicos e cumprir a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), que reserva uma cota de 5% dos cargos e empregos para esta parcela da população. Para garantir os direitos previstos na legislação, o Senado analisa uma série de projetos que buscam permitir a entrada destas pessoas no mercado de trabalho. Uma das propostas (PLS 316/2016) estabelece que as pesquisas populacionais feitas pelo IBGE deverão gerar dados e informações sobre a aptidão para o trabalho das pessoas com deficiência. Mais informações com o repórter George Cardim, da Rádio Senado.

  • Setor de serviços registra queda de receita e de postos de trabalho em 2016, segundo IBGE

    O setor de serviços no Brasil apresentou uma retração de 3,4% na receita operacional líquida em 2016 na comparação com 2015. E o resultado atingiu os trabalhadores, com redução de 3,2% no número de postos de trabalho e de 1,6% no salário médio real.

    Os números são da Pesquisa Anual de Serviços divulgada, nesta sexta-feira (24), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, as mais de 1,3 milhão de empresas do setor geraram R$ 1,5 trilhão de receita líquida em 2016, empregando 12,3 milhões de pessoas que obtiveram quase R$ 328 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações.