Tag: idosos

  • A crise da solidão entre idosos e como combater o isolamento

    A crise da solidão entre idosos e como combater o isolamento

    Pesquisas revelam como a sensação de inutilidade e isolamento afetam a saúde dos idosos, destacando a necessidade de conexões significativas para uma vida mais longa e feliz.

    A sensação de solidão entre os idosos tem se tornado uma preocupação crescente em todo o mundo. Idosos em diversos países estão enfrentando sentimentos intensos de solidão e inutilidade. Apesar de muitos estarem fisicamente sozinhos, a questão vai além da presença ou ausência de companhia. Sentir-se sozinho é uma experiência subjetiva que pode ocorrer mesmo em meio a outras pessoas.

    Estudos recentes realizados em nações como Japão, Finlândia, França e Estados Unidos destacam esse fenômeno como um problema contemporâneo, intensificado nos últimos anos devido a mudanças sociais e demográficas. A raiz do problema está na perda de laços afetivos e papéis sociais significativos. A aposentadoria, o falecimento de entes queridos, os filhos deixando o lar e limitações físicas podem levar os idosos a questionar seu propósito de vida. Sem sentir-se necessário ou valorizado, o senso de identidade e autoestima pode diminuir drasticamente.

    Pesquisas japonesas revelam que idosos que se sentem inúteis têm o dobro de chances de falecer em um período de seis anos. Na França, aqueles que não se sentem úteis são mais propensos a desenvolver incapacidades. Estudos semelhantes na Finlândia e nos Estados Unidos corroboram esses dados alarmantes, mostrando a ligação direta entre a sensação de utilidade e a longevidade.

    Para enfrentar esse desafio, é essencial fomentar conexões sociais de qualidade. Programas comunitários, atividades de voluntariado e espaços de convivência podem ajudar a reintegrar os idosos à sociedade, proporcionando-lhes um sentido renovado de propósito. Além disso, incentivar a participação ativa dos idosos em suas comunidades ajuda a reforçar a importância de seus papéis e experiências de vida.

    A diferença entre estar sozinho e sentir-se sozinho é profunda. Enquanto o primeiro é um estado físico, o segundo é uma condição emocional que pode ter sérias implicações para a saúde mental e física. Reconhecer e abordar essa distinção é crucial para melhorar a qualidade de vida na terceira idade.

    Em última análise, todos nós temos um papel a desempenhar. Cultivar relacionamentos significativos, valorizar as contribuições dos idosos e assegurar que cada indivíduo sinta-se necessário pode fazer toda a diferença.


    A sensação de solidão entre os idosos tem se tornado uma preocupação crescente em todo o mundo. Idosos em diversos países estão enfrentando sentimentos intensos de solidão e inutilidade. Apesar de muitos estarem fisicamente sozinhos, a questão vai além da presença ou ausência de companhia. Sentir-se sozinho é uma experiência subjetiva que pode ocorrer mesmo em meio a outras pessoas.

    Estudos recentes realizados em nações como Japão, Finlândia, França e Estados Unidos destacam esse fenômeno como um problema contemporâneo, intensificado nos últimos anos devido a mudanças sociais e demográficas. A raiz do problema está na perda de laços afetivos e papéis sociais significativos. A aposentadoria, o falecimento de entes queridos, os filhos deixando o lar e limitações físicas podem levar os idosos a questionar seu propósito de vida. Sem sentir-se necessário ou valorizado, o senso de identidade e autoestima pode diminuir drasticamente.

    Pesquisas japonesas revelam que idosos que se sentem inúteis têm o dobro de chances de falecer em um período de seis anos. Na França, aqueles que não se sentem úteis são mais propensos a desenvolver incapacidades. Estudos semelhantes na Finlândia e nos Estados Unidos corroboram esses dados alarmantes, mostrando a ligação direta entre a sensação de utilidade e a longevidade.

    Para enfrentar esse desafio, é essencial fomentar conexões sociais de qualidade. Programas comunitários, atividades de voluntariado e espaços de convivência podem ajudar a reintegrar os idosos à sociedade, proporcionando-lhes um sentido renovado de propósito. Além disso, incentivar a participação ativa dos idosos em suas comunidades ajuda a reforçar a importância de seus papéis e experiências de vida.

    A diferença entre estar sozinho e sentir-se sozinho é profunda. Enquanto o primeiro é um estado físico, o segundo é uma condição emocional que pode ter sérias implicações para a saúde mental e física. Reconhecer e abordar essa distinção é crucial para melhorar a qualidade de vida na terceira idade.

    Em última análise, todos nós temos um papel a desempenhar. Cultivar relacionamentos significativos, valorizar as contribuições dos idosos e assegurar que cada indivíduo sinta-se necessário pode fazer toda a diferença.


  • Acidentes domésticos na terceira idade: causas, consequências e cuidados

    Acidentes domésticos na terceira idade: causas, consequências e cuidados

    Os acidentes domésticos são uma das principais causas de lesões e mortes entre os idosos, especialmente as quedas, que podem provocar fraturas, traumatismos cranianos e hemorragias.

    Além disso, outros tipos de acidentes, como cortes, queimaduras, engasgos, intoxicações e choques elétricos, também podem ocorrer com frequência dentro de casa.

    Para evitar esses riscos, é importante adotar algumas medidas de prevenção, como:

    • Manter a casa bem iluminada, limpa e organizada, evitando objetos e fios soltos pelo chão;

    • Instalar barras de apoio, tapetes antiderrapantes e assentos elevados no banheiro;

    • Preferir móveis com cantos arredondados e fixá-los na parede para evitar tombamentos;

    • Guardar objetos cortantes, produtos químicos e medicamentos fora do alcance dos idosos;

    • Usar protetores nas tomadas e evitar o uso de benjamins e extensões;

    • Ajustar a temperatura da água do chuveiro e do fogão para evitar queimaduras;

    • Oferecer alimentos adequados à capacidade de mastigação e deglutição dos idosos, evitando engasgos;

    • Acompanhar os idosos nas atividades diárias, especialmente se eles tiverem algum problema de saúde que afete o equilíbrio, a visão ou a cognição.

    Além disso, é importante que os cuidadores e familiares dos idosos saibam como agir em caso de acidentes domésticos, seguindo as orientações de primeiros socorros. Por exemplo:

    • Em caso de queda, verificar se o idoso está consciente e se tem alguma fratura ou sangramento. Não movimentar o idoso se houver suspeita de lesão na coluna ou na cabeça. Chamar uma ambulância ou levar o idoso ao hospital mais próximo;

    • Em caso de corte, pressionar o local com um pano limpo para estancar o sangue. Lavar o ferimento com água corrente e sabão neutro. Cobrir o ferimento com um curativo estéril. Se o corte for profundo ou infectado, procurar atendimento médico;

    • Em caso de queimadura, colocar a área afetada em água fria por pelo menos 15 minutos. Não furar as bolhas nem aplicar pomadas ou produtos caseiros. Cobrir a queimadura com um pano limpo e úmido. Se a queimadura for extensa ou grave, procurar atendimento médico;

    • Em caso de engasgo, realizar a manobra de Heimlich, que consiste em abraçar o idoso por trás e pressionar o abdômen com as mãos em forma de punho. Repetir a manobra até que o objeto seja expelido. Se o idoso perder a consciência, iniciar a massagem cardíaca e chamar uma ambulância;

    • Em caso de intoxicação, identificar o produto ou alimento ingerido pelo idoso. Não induzir o vômito nem dar nada para beber. Ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800 722 6001) ou para o SAMU (192) e seguir as orientações recebidas;

    • Em caso de choque elétrico, desligar a fonte de energia ou afastar o idoso do fio com um objeto isolante, como uma vassoura ou um pedaço de madeira. Verificar se o idoso está respirando e se tem pulso. Iniciar a massagem cardíaca se necessário e chamar uma ambulância.

    Os acidentes domésticos podem ser evitados com medidas simples e cuidados constantes. Os idosos merecem viver com segurança, conforto e qualidade de vida em suas próprias casas.

    Além disso, outros tipos de acidentes, como cortes, queimaduras, engasgos, intoxicações e choques elétricos, também podem ocorrer com frequência dentro de casa.

    Para evitar esses riscos, é importante adotar algumas medidas de prevenção, como:

    • Manter a casa bem iluminada, limpa e organizada, evitando objetos e fios soltos pelo chão;

    • Instalar barras de apoio, tapetes antiderrapantes e assentos elevados no banheiro;

    • Preferir móveis com cantos arredondados e fixá-los na parede para evitar tombamentos;

    • Guardar objetos cortantes, produtos químicos e medicamentos fora do alcance dos idosos;

    • Usar protetores nas tomadas e evitar o uso de benjamins e extensões;

    • Ajustar a temperatura da água do chuveiro e do fogão para evitar queimaduras;

    • Oferecer alimentos adequados à capacidade de mastigação e deglutição dos idosos, evitando engasgos;

    • Acompanhar os idosos nas atividades diárias, especialmente se eles tiverem algum problema de saúde que afete o equilíbrio, a visão ou a cognição.

    Além disso, é importante que os cuidadores e familiares dos idosos saibam como agir em caso de acidentes domésticos, seguindo as orientações de primeiros socorros. Por exemplo:

    • Em caso de queda, verificar se o idoso está consciente e se tem alguma fratura ou sangramento. Não movimentar o idoso se houver suspeita de lesão na coluna ou na cabeça. Chamar uma ambulância ou levar o idoso ao hospital mais próximo;

    • Em caso de corte, pressionar o local com um pano limpo para estancar o sangue. Lavar o ferimento com água corrente e sabão neutro. Cobrir o ferimento com um curativo estéril. Se o corte for profundo ou infectado, procurar atendimento médico;

    • Em caso de queimadura, colocar a área afetada em água fria por pelo menos 15 minutos. Não furar as bolhas nem aplicar pomadas ou produtos caseiros. Cobrir a queimadura com um pano limpo e úmido. Se a queimadura for extensa ou grave, procurar atendimento médico;

    • Em caso de engasgo, realizar a manobra de Heimlich, que consiste em abraçar o idoso por trás e pressionar o abdômen com as mãos em forma de punho. Repetir a manobra até que o objeto seja expelido. Se o idoso perder a consciência, iniciar a massagem cardíaca e chamar uma ambulância;

    • Em caso de intoxicação, identificar o produto ou alimento ingerido pelo idoso. Não induzir o vômito nem dar nada para beber. Ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800 722 6001) ou para o SAMU (192) e seguir as orientações recebidas;

    • Em caso de choque elétrico, desligar a fonte de energia ou afastar o idoso do fio com um objeto isolante, como uma vassoura ou um pedaço de madeira. Verificar se o idoso está respirando e se tem pulso. Iniciar a massagem cardíaca se necessário e chamar uma ambulância.

    Os acidentes domésticos podem ser evitados com medidas simples e cuidados constantes. Os idosos merecem viver com segurança, conforto e qualidade de vida em suas próprias casas.

  • Aspirina pode aumentar o risco de anemia em idosos saudáveis, diz estudo

    Aspirina pode aumentar o risco de anemia em idosos saudáveis, diz estudo

    Um novo estudo analisou os dados do ASPREE, um ensaio clínico internacional que investigou os efeitos da aspirina em baixa dose na prevenção de doenças em pessoas com 70 anos ou mais.

    Os resultados mostraram que o uso prolongado de aspirina aumenta o risco de anemia em 20% nesse grupo etário.

    A anemia é uma condição comum entre os idosos, que pode afetar o funcionamento geral e aumentar a fadiga, as deficiências, os sintomas depressivos e os problemas cognitivos. A anemia ocorre quando há uma redução dos glóbulos vermelhos ou da hemoglobina, a proteína que transporta o oxigênio no sangue.

    O estudo, publicado na revista Annals of Internal Medicine, acompanhou 18.153 participantes inicialmente saudáveis na Austrália e nos Estados Unidos e registrou os casos de anemia ao longo de uma média de 4,7 anos. O risco de desenvolver anemia foi 20% maior no grupo que tomou aspirina em comparação com o grupo que tomou placebo.

    Foi o maior estudo a investigar a anemia em idosos como parte de um ensaio clínico randomizado e controlado. Metade dos participantes tomou um placebo e a outra metade uma dose diária baixa (100 mg) de aspirina.

    Além de um maior risco de anemia, os exames de sangue revelaram uma queda mais rápida da hemoglobina e uma redução dos níveis de ferritina (uma proteína que carrega ferro) no grupo da aspirina em comparação com o grupo do placebo.

    A autora principal, a professora associada Zoe McQuilten, da Escola de Saúde Pública e Medicina Preventiva da Universidade Monash, disse que, embora o sangramento fosse um efeito colateral conhecido da aspirina, poucos estudos anteriores haviam examinado o efeito do uso prolongado de aspirina no desenvolvimento progressivo de anemia em idosos.

    “Este estudo dá uma imagem mais clara do risco adicional de se tornar anêmico com o uso de aspirina e o impacto é provavelmente maior em idosos com doenças subjacentes, como doença renal”, disse a professora McQuilten.

    Ela disse que os novos dados davam aos médicos uma visão do risco de anemia pelo uso prolongado de aspirina por seus pacientes idosos.

    Os pesquisadores sugeriram que o monitoramento regular da anemia seja considerado para os idosos que tomam aspirina em baixa dose e que discutam qualquer preocupação sobre sua saúde ou medicamentos com seu médico.

    Fonte: Link.

    Os resultados mostraram que o uso prolongado de aspirina aumenta o risco de anemia em 20% nesse grupo etário.

    A anemia é uma condição comum entre os idosos, que pode afetar o funcionamento geral e aumentar a fadiga, as deficiências, os sintomas depressivos e os problemas cognitivos. A anemia ocorre quando há uma redução dos glóbulos vermelhos ou da hemoglobina, a proteína que transporta o oxigênio no sangue.

    O estudo, publicado na revista Annals of Internal Medicine, acompanhou 18.153 participantes inicialmente saudáveis na Austrália e nos Estados Unidos e registrou os casos de anemia ao longo de uma média de 4,7 anos. O risco de desenvolver anemia foi 20% maior no grupo que tomou aspirina em comparação com o grupo que tomou placebo.

    Foi o maior estudo a investigar a anemia em idosos como parte de um ensaio clínico randomizado e controlado. Metade dos participantes tomou um placebo e a outra metade uma dose diária baixa (100 mg) de aspirina.

    Além de um maior risco de anemia, os exames de sangue revelaram uma queda mais rápida da hemoglobina e uma redução dos níveis de ferritina (uma proteína que carrega ferro) no grupo da aspirina em comparação com o grupo do placebo.

    A autora principal, a professora associada Zoe McQuilten, da Escola de Saúde Pública e Medicina Preventiva da Universidade Monash, disse que, embora o sangramento fosse um efeito colateral conhecido da aspirina, poucos estudos anteriores haviam examinado o efeito do uso prolongado de aspirina no desenvolvimento progressivo de anemia em idosos.

    “Este estudo dá uma imagem mais clara do risco adicional de se tornar anêmico com o uso de aspirina e o impacto é provavelmente maior em idosos com doenças subjacentes, como doença renal”, disse a professora McQuilten.

    Ela disse que os novos dados davam aos médicos uma visão do risco de anemia pelo uso prolongado de aspirina por seus pacientes idosos.

    Os pesquisadores sugeriram que o monitoramento regular da anemia seja considerado para os idosos que tomam aspirina em baixa dose e que discutam qualquer preocupação sobre sua saúde ou medicamentos com seu médico.

    Fonte: Link.

  • Estudo mostra que quedas podem sinalizar Alzheimer antes de aparecerem os sintomas


    Artigo publicado no Journal of Alzheimer’s Disease mostra que idosos, sem problemas cognitivos, que sofrem quedas podem ter neurodegeneração não detectada, o que as coloca em alto risco de desenvolver Alzheimer.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui