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  • Desmatamento na Amazônia quase triplica no primeiro trimestre de 2023

    Desmatamento na Amazônia quase triplica no primeiro trimestre de 2023

    O desmatamento na Amazônia é um grave problema ambiental que ameaça a maior floresta tropical do mundo e a sua rica biodiversidade.

    Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), de janeiro a março de 2023, foram derrubados 867 km² de floresta, um aumento de 197% em relação ao mesmo período de 2022. Esse é o segundo pior trimestre desde 2008, quando o Imazon começou a monitorar o desmatamento por meio do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).

    As principais causas do desmatamento na Amazônia são a expansão da agropecuária, a mineração ilegal, a especulação fundiária, a construção de grandes obras de infraestrutura e a falta de fiscalização e controle ambiental. Além da perda de vegetação, o desmatamento também provoca a degradação florestal, que é causada pela extração de madeira e pelas queimadas. A degradação afeta a saúde e a estrutura da floresta, reduzindo a sua capacidade de armazenar carbono e regular o clima.

    O estado do Amazonas foi o que mais desmatou no primeiro trimestre de 2023, com 342 km², seguido pelo Pará, com 253 km², e pelo Mato Grosso, com 114 km². Duas unidades de conservação no Pará registraram juntas perdas de floresta equivalentes a 800 campos de futebol somente em março: a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu e a Floresta Nacional do Jamanxim.

    O desmatamento na Amazônia tem consequências graves para o meio ambiente e para a sociedade. A floresta é responsável por produzir chuva, regular o clima, abrigar milhões de espécies de plantas e animais, fornecer serviços ecossistêmicos e garantir o bem-estar e a cultura dos povos indígenas e comunidades tradicionais que vivem na região. A derrubada da floresta também contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa, que são os principais causadores das mudanças climáticas e dos eventos extremos, como secas, enchentes e incêndios.

    É urgente que o governo federal e os governos estaduais tomem medidas efetivas para combater o desmatamento na Amazônia e proteger esse patrimônio natural do Brasil e da humanidade. É preciso fortalecer as políticas públicas de conservação, fiscalização e controle ambiental, incentivar o desenvolvimento sustentável da região, valorizar os povos e comunidades da floresta e cumprir os compromissos internacionais assumidos pelo país para reduzir as emissões de carbono.

    Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), de janeiro a março de 2023, foram derrubados 867 km² de floresta, um aumento de 197% em relação ao mesmo período de 2022. Esse é o segundo pior trimestre desde 2008, quando o Imazon começou a monitorar o desmatamento por meio do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).

    As principais causas do desmatamento na Amazônia são a expansão da agropecuária, a mineração ilegal, a especulação fundiária, a construção de grandes obras de infraestrutura e a falta de fiscalização e controle ambiental. Além da perda de vegetação, o desmatamento também provoca a degradação florestal, que é causada pela extração de madeira e pelas queimadas. A degradação afeta a saúde e a estrutura da floresta, reduzindo a sua capacidade de armazenar carbono e regular o clima.

    O estado do Amazonas foi o que mais desmatou no primeiro trimestre de 2023, com 342 km², seguido pelo Pará, com 253 km², e pelo Mato Grosso, com 114 km². Duas unidades de conservação no Pará registraram juntas perdas de floresta equivalentes a 800 campos de futebol somente em março: a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu e a Floresta Nacional do Jamanxim.

    O desmatamento na Amazônia tem consequências graves para o meio ambiente e para a sociedade. A floresta é responsável por produzir chuva, regular o clima, abrigar milhões de espécies de plantas e animais, fornecer serviços ecossistêmicos e garantir o bem-estar e a cultura dos povos indígenas e comunidades tradicionais que vivem na região. A derrubada da floresta também contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa, que são os principais causadores das mudanças climáticas e dos eventos extremos, como secas, enchentes e incêndios.

    É urgente que o governo federal e os governos estaduais tomem medidas efetivas para combater o desmatamento na Amazônia e proteger esse patrimônio natural do Brasil e da humanidade. É preciso fortalecer as políticas públicas de conservação, fiscalização e controle ambiental, incentivar o desenvolvimento sustentável da região, valorizar os povos e comunidades da floresta e cumprir os compromissos internacionais assumidos pelo país para reduzir as emissões de carbono.

  • Desmatamento na Amazônia Legal cresce 406% em novembro de 2018, segundo Imazon

    O desmatamento na Amazônia Legal no mês de novembro de 2018 teve um aumento de 406% em relação ao mesmo período de 2017. O levantamento é do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e é feito via satélite. Foram 287 quilômetros quadrados desmatados.

    O estado campeão em áreas desmatadas foi o Pará, representando 63% da área total. Em seguida vem Amazonas, com 12%; Rondônia, com 9%; e Mato Grosso, com 7%.

    Já as áreas de degradação, que possuem uma perda qualitativa em biodiversidade e estrutura, sofreram redução. Foram 11 quilômetros quadrados degradados em novembro de 2018, uma diminuição de 73% em relação a novembro de 2017, quando a degradação florestal detectada totalizou 40 quilômetros quadrados.

    As áreas privadas ou sob posse respondem a 53% das áreas desmatadas. Terras indígenas representam apenas 5% do desmatamento e Unidades de Conservação, 4%.

    O Ibama não comentou os dados do Imazon, mas, em nota, repassou dados oficiais apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais sobre o desmatamento entre agosto de 2017 e julho de 2018. Nesse período, o sistema registrou aumento de 13,7% no desmatamento do bioma.