Tag: imunoterapia

  • Cientistas identificam genes em células imunes que influenciam o resultado do câncer e podem indicar a sobrevida dos pacientes

    Cientistas identificam genes em células imunes que influenciam o resultado do câncer e podem indicar a sobrevida dos pacientes

    Um novo estudo revelou uma maneira de prever o resultado de pacientes com câncer com base na expressão de dois genes em um tipo de célula imune que vive dentro dos tumores.

    Esses genes também estão relacionados a uma rede complexa de outros genes que são ativados ou desativados por diferentes tipos de células no ambiente do tumor, e que podem influenciar o crescimento ou a regressão do câncer. Os pesquisadores esperam que essa descoberta possa ajudar a desenvolver novas estratégias de tratamento e diagnóstico para os pacientes.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Ludwig Cancer Research, uma organização internacional dedicada à pesquisa do câncer, e publicado na revista Science. Eles analisaram 52 tumores de 51 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, usando uma técnica chamada análise de célula única, que permite medir a expressão de milhares de genes em cada célula individualmente.

    Os pesquisadores se concentraram em um tipo de célula imune chamada macrófago, que pode ter efeitos pró ou anti-tumorais, dependendo do seu estado de ativação. Eles descobriram que dois genes, chamados CXCL9 e SPP1, eram os mais importantes para determinar o estado dos macrófagos. O gene CXCL9 estava associado a um estado anti-tumoral, em que os macrófagos atacam as células cancerosas e recrutam outras células imunes para ajudar. O gene SPP1 estava associado a um estado pró-tumoral, em que os macrófagos apoiam o crescimento do tumor e inibem as respostas imunes.

    Os pesquisadores também descobriram que a razão entre a expressão desses dois genes nos macrófagos (chamada de razão CS) era um bom indicador do resultado dos pacientes. Pacientes com uma razão CS alta, ou seja, com mais expressão de CXCL9 do que SPP1, tinham uma sobrevida melhor do que aqueles com uma razão CS baixa. Além disso, a razão CS estava correlacionada com a expressão de outros genes em outros tipos de células no ambiente do tumor, como fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Esses genes também estavam envolvidos em processos que podem favorecer ou dificultar o câncer, como inflamação, angiogênese e metástase.

    “Isso significa que, apesar da sua enorme complexidade, os ambientes dos tumores são governados por um conjunto claro de regras. Nós descrevemos uma delas neste estudo”, disse Mikaël Pittet, o líder do estudo e membro da Ludwig Lausanne.

    Os pesquisadores acreditam que a razão CS pode ser usada como um marcador molecular para prever o prognóstico dos pacientes e orientar as decisões terapêuticas. Por exemplo, pacientes com uma razão CS baixa podem se beneficiar de tratamentos que alteram o estado dos macrófagos ou das outras células no ambiente do tumor para torná-los mais hostis ao câncer. Esses tratamentos podem incluir imunoterapia, que visa estimular o sistema imune a reconhecer e eliminar as células cancerosas.

    Os pesquisadores pretendem continuar investigando as redes de expressão gênica no ambiente do tumor e como elas interagem com a razão CS. Eles também querem testar se a razão CS pode prever o resultado dos pacientes prospectivamente ou avaliar as prováveis respostas a várias terapias.

    “A grande questão é: quais são as melhores maneiras de interferir terapeuticamente com essa rede, com o objetivo de beneficiar o paciente?”, disse Pittet.

    Fonte: Link.

    Esses genes também estão relacionados a uma rede complexa de outros genes que são ativados ou desativados por diferentes tipos de células no ambiente do tumor, e que podem influenciar o crescimento ou a regressão do câncer. Os pesquisadores esperam que essa descoberta possa ajudar a desenvolver novas estratégias de tratamento e diagnóstico para os pacientes.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Ludwig Cancer Research, uma organização internacional dedicada à pesquisa do câncer, e publicado na revista Science. Eles analisaram 52 tumores de 51 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, usando uma técnica chamada análise de célula única, que permite medir a expressão de milhares de genes em cada célula individualmente.

    Os pesquisadores se concentraram em um tipo de célula imune chamada macrófago, que pode ter efeitos pró ou anti-tumorais, dependendo do seu estado de ativação. Eles descobriram que dois genes, chamados CXCL9 e SPP1, eram os mais importantes para determinar o estado dos macrófagos. O gene CXCL9 estava associado a um estado anti-tumoral, em que os macrófagos atacam as células cancerosas e recrutam outras células imunes para ajudar. O gene SPP1 estava associado a um estado pró-tumoral, em que os macrófagos apoiam o crescimento do tumor e inibem as respostas imunes.

    Os pesquisadores também descobriram que a razão entre a expressão desses dois genes nos macrófagos (chamada de razão CS) era um bom indicador do resultado dos pacientes. Pacientes com uma razão CS alta, ou seja, com mais expressão de CXCL9 do que SPP1, tinham uma sobrevida melhor do que aqueles com uma razão CS baixa. Além disso, a razão CS estava correlacionada com a expressão de outros genes em outros tipos de células no ambiente do tumor, como fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Esses genes também estavam envolvidos em processos que podem favorecer ou dificultar o câncer, como inflamação, angiogênese e metástase.

    “Isso significa que, apesar da sua enorme complexidade, os ambientes dos tumores são governados por um conjunto claro de regras. Nós descrevemos uma delas neste estudo”, disse Mikaël Pittet, o líder do estudo e membro da Ludwig Lausanne.

    Os pesquisadores acreditam que a razão CS pode ser usada como um marcador molecular para prever o prognóstico dos pacientes e orientar as decisões terapêuticas. Por exemplo, pacientes com uma razão CS baixa podem se beneficiar de tratamentos que alteram o estado dos macrófagos ou das outras células no ambiente do tumor para torná-los mais hostis ao câncer. Esses tratamentos podem incluir imunoterapia, que visa estimular o sistema imune a reconhecer e eliminar as células cancerosas.

    Os pesquisadores pretendem continuar investigando as redes de expressão gênica no ambiente do tumor e como elas interagem com a razão CS. Eles também querem testar se a razão CS pode prever o resultado dos pacientes prospectivamente ou avaliar as prováveis respostas a várias terapias.

    “A grande questão é: quais são as melhores maneiras de interferir terapeuticamente com essa rede, com o objetivo de beneficiar o paciente?”, disse Pittet.

    Fonte: Link.

  • Novo método de imunoterapia contra o câncer usa gel com células imunes e anticorpo

    Novo método de imunoterapia contra o câncer usa gel com células imunes e anticorpo

    Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo método para aumentar a imunoterapia contra o câncer usando biomateriais que liberam dois tipos de moléculas imunológicas.

    O método consiste em injetar um gel que contém células imunes modificadas geneticamente e um anticorpo que bloqueia um freio imunológico chamado PD-1. O gel protege as células imunes da degradação e permite que elas se multipliquem e migrem para os tumores, onde ativam outras células imunes para atacar o câncer.

    O estudo, publicado na revista Science Advances, mostrou resultados promissores em camundongos com melanoma e câncer de mama, reduzindo o tamanho dos tumores e aumentando a sobrevivência. Os pesquisadores esperam que o método possa ser testado em humanos no futuro e que possa ser combinado com outras formas de imunoterapia.

    A imunoterapia é uma estratégia que visa estimular o sistema imunológico a reconhecer e eliminar as células cancerosas. No entanto, existem vários desafios para tornar essa abordagem mais eficaz e segura, como a baixa persistência das células imunes injetadas, a supressão do ambiente tumoral e os efeitos colaterais sistêmicos.

    O novo método busca superar esses desafios usando um gel biodegradável que libera lentamente as células imunes e o anticorpo. As células imunes são chamadas de CAR-T, pois expressam um receptor quimérico de antígeno (CAR) que as torna capazes de reconhecer um antígeno específico nas células cancerosas. O anticorpo é chamado de anti-PD-1, pois se liga ao receptor PD-1 nas células imunes e impede que ele seja inibido por uma molécula chamada PD-L1 nas células cancerosas.

    Os pesquisadores injetaram o gel sob a pele dos camundongos com tumores em locais distantes. Eles observaram que o gel formou um depósito localizado que durou cerca de duas semanas. Durante esse período, as células CAR-T se proliferaram e migraram para os tumores, onde recrutaram outras células imunes, como as células T auxiliares e as células matadoras naturais (NK). O anticorpo anti-PD-1 também se espalhou pelo corpo e bloqueou o sinal inibitório nas células imunes.

    Os resultados mostraram que o método foi capaz de reduzir significativamente o crescimento dos tumores e aumentar a sobrevida dos camundongos em comparação com os grupos controle que receberam apenas as células CAR-T ou o anticorpo anti-PD-1. Além disso, o método não causou toxicidade sistêmica ou inflamação excessiva.

    Os pesquisadores acreditam que o método pode ser adaptado para diferentes tipos de câncer e diferentes moléculas imunológicas. Eles também esperam que o método possa ser usado em combinação com outras formas de imunoterapia, como as vacinas contra o câncer ou os inibidores de checkpoint imunológico.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Bill e Melinda Gates.

    Fonte: Link.

    O método consiste em injetar um gel que contém células imunes modificadas geneticamente e um anticorpo que bloqueia um freio imunológico chamado PD-1. O gel protege as células imunes da degradação e permite que elas se multipliquem e migrem para os tumores, onde ativam outras células imunes para atacar o câncer.

    O estudo, publicado na revista Science Advances, mostrou resultados promissores em camundongos com melanoma e câncer de mama, reduzindo o tamanho dos tumores e aumentando a sobrevivência. Os pesquisadores esperam que o método possa ser testado em humanos no futuro e que possa ser combinado com outras formas de imunoterapia.

    A imunoterapia é uma estratégia que visa estimular o sistema imunológico a reconhecer e eliminar as células cancerosas. No entanto, existem vários desafios para tornar essa abordagem mais eficaz e segura, como a baixa persistência das células imunes injetadas, a supressão do ambiente tumoral e os efeitos colaterais sistêmicos.

    O novo método busca superar esses desafios usando um gel biodegradável que libera lentamente as células imunes e o anticorpo. As células imunes são chamadas de CAR-T, pois expressam um receptor quimérico de antígeno (CAR) que as torna capazes de reconhecer um antígeno específico nas células cancerosas. O anticorpo é chamado de anti-PD-1, pois se liga ao receptor PD-1 nas células imunes e impede que ele seja inibido por uma molécula chamada PD-L1 nas células cancerosas.

    Os pesquisadores injetaram o gel sob a pele dos camundongos com tumores em locais distantes. Eles observaram que o gel formou um depósito localizado que durou cerca de duas semanas. Durante esse período, as células CAR-T se proliferaram e migraram para os tumores, onde recrutaram outras células imunes, como as células T auxiliares e as células matadoras naturais (NK). O anticorpo anti-PD-1 também se espalhou pelo corpo e bloqueou o sinal inibitório nas células imunes.

    Os resultados mostraram que o método foi capaz de reduzir significativamente o crescimento dos tumores e aumentar a sobrevida dos camundongos em comparação com os grupos controle que receberam apenas as células CAR-T ou o anticorpo anti-PD-1. Além disso, o método não causou toxicidade sistêmica ou inflamação excessiva.

    Os pesquisadores acreditam que o método pode ser adaptado para diferentes tipos de câncer e diferentes moléculas imunológicas. Eles também esperam que o método possa ser usado em combinação com outras formas de imunoterapia, como as vacinas contra o câncer ou os inibidores de checkpoint imunológico.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Bill e Melinda Gates.

    Fonte: Link.

  • Vacina de RNA mensageiro pode ajudar no tratamento do melanoma 

    Vacina de RNA mensageiro pode ajudar no tratamento do melanoma 

    O melanoma é um tipo de câncer de pele que se origina nas células que produzem pigmento, chamadas melanócitos. É considerado o mais grave e letal entre os cânceres de pele, pois tem alta capacidade de se espalhar pelo corpo e formar metástases. A cirurgia é o principal tratamento, mas muitas vezes não é suficiente…

    Uma nova esperança para os pacientes com melanoma vem da tecnologia de RNA mensageiro (RNAm), a mesma usada nas vacinas contra a Covid-19. Pesquisadores das empresas Moderna e Merck estão testando uma terapia que combina uma vacina personalizada de RNAm com um medicamento de imunoterapia, chamado Keytruda. O objetivo é estimular o sistema imunológico a reconhecer e atacar as células cancerígenas com base nas mutações específicas de cada tumor.

    Em um estudo de fase 2, apresentado na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), os cientistas mostraram que essa abordagem reduziu em 65% o risco de metástases ou morte em comparação com o uso isolado do Keytruda. O ensaio envolveu 157 pacientes com melanoma de alto risco, nos estágios III e IV, que fizeram a terapia após a cirurgia.

    Os resultados são promissores e animadores, pois indicam que a vacina personalizada pode aumentar a eficácia da imunoterapia e oferecer uma chance maior de cura ou controle da doença. Os pesquisadores pretendem avançar para a fase 3 do estudo ainda neste ano e testar a terapia em outros tipos de câncer, como o de pulmão.

    A vacina personalizada funciona da seguinte forma: os antígenos específicos do câncer de cada paciente são identificados em laboratório e usados para produzir uma molécula de RNAm que codifica essas proteínas. Essa molécula é injetada no paciente, que passa a produzir os antígenos em suas próprias células. Isso faz com que o sistema imunológico reconheça essas proteínas como estranhas e as ataque, junto com as células tumorais que as expressam. O Keytruda, por sua vez, é um anticorpo que bloqueia uma via que impede o sistema imunológico de combater o câncer.

    A tecnologia de RNAm é uma das mais inovadoras e versáteis da biotecnologia atual. Além das vacinas contra a Covid-19, ela pode ser usada para tratar diversas doenças, como infecções, alergias, doenças genéticas e câncer. A vantagem é que o RNAm pode ser facilmente modificado para codificar diferentes proteínas, conforme a necessidade de cada paciente ou situação.

    Uma nova esperança para os pacientes com melanoma vem da tecnologia de RNA mensageiro (RNAm), a mesma usada nas vacinas contra a Covid-19. Pesquisadores das empresas Moderna e Merck estão testando uma terapia que combina uma vacina personalizada de RNAm com um medicamento de imunoterapia, chamado Keytruda. O objetivo é estimular o sistema imunológico a reconhecer e atacar as células cancerígenas com base nas mutações específicas de cada tumor.

    Em um estudo de fase 2, apresentado na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), os cientistas mostraram que essa abordagem reduziu em 65% o risco de metástases ou morte em comparação com o uso isolado do Keytruda. O ensaio envolveu 157 pacientes com melanoma de alto risco, nos estágios III e IV, que fizeram a terapia após a cirurgia.

    Os resultados são promissores e animadores, pois indicam que a vacina personalizada pode aumentar a eficácia da imunoterapia e oferecer uma chance maior de cura ou controle da doença. Os pesquisadores pretendem avançar para a fase 3 do estudo ainda neste ano e testar a terapia em outros tipos de câncer, como o de pulmão.

    A vacina personalizada funciona da seguinte forma: os antígenos específicos do câncer de cada paciente são identificados em laboratório e usados para produzir uma molécula de RNAm que codifica essas proteínas. Essa molécula é injetada no paciente, que passa a produzir os antígenos em suas próprias células. Isso faz com que o sistema imunológico reconheça essas proteínas como estranhas e as ataque, junto com as células tumorais que as expressam. O Keytruda, por sua vez, é um anticorpo que bloqueia uma via que impede o sistema imunológico de combater o câncer.

    A tecnologia de RNAm é uma das mais inovadoras e versáteis da biotecnologia atual. Além das vacinas contra a Covid-19, ela pode ser usada para tratar diversas doenças, como infecções, alergias, doenças genéticas e câncer. A vantagem é que o RNAm pode ser facilmente modificado para codificar diferentes proteínas, conforme a necessidade de cada paciente ou situação.

  • Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    A cantora Rita Lee, que anunciou em maio de 2021 que foi diagnosticada com câncer de pulmão, morreu nesta segunda-feira (8).

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

  • Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    O estudo da UCLA revelou como as células imunológicas chamadas macrófagos podem ser treinadas para responder de forma mais agressiva e potente a ameaças virais e bacterianas.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.