Tag: inflamação crônica

  • Descoberta de inflamação pode retardar o envelhecimento e prevenir doenças relacionadas à idade

    Descoberta de inflamação pode retardar o envelhecimento e prevenir doenças relacionadas à idade

    A inflamação crônica é um dos principais fatores que contribuem para o envelhecimento e as doenças relacionadas à idade, como doenças cardíacas, diabetes, câncer e distúrbios cerebrais.

    Mas o que causa a inflamação crônica e como podemos preveni-la ou revertê-la?

    Uma nova pesquisa da Universidade da Virgínia revelou um mecanismo molecular que liga a inflamação crônica ao envelhecimento celular. Os pesquisadores descobriram que certas células imunes chamadas macrófagos, que são responsáveis por eliminar patógenos e detritos celulares, perdem sua capacidade de regular o cálcio dentro de suas mitocôndrias à medida que envelhecem. As mitocôndrias são as usinas de energia das células, que produzem ATP, a molécula de energia universal.

    O cálcio é um importante sinalizador celular que controla muitas funções celulares, incluindo a produção de energia, a morte celular programada e a resposta inflamatória. Quando as mitocôndrias dos macrófagos não conseguem absorver e usar o cálcio adequadamente, elas se tornam disfuncionais e liberam moléculas pró-inflamatórias chamadas citocinas, que causam inflamação crônica em todo o corpo.

    Os pesquisadores demonstraram que aumentar a captação de cálcio pelas mitocôndrias dos macrófagos pode restaurar sua função normal e reduzir a inflamação. Eles usaram um composto chamado RU360, que se liga especificamente ao canal de cálcio mitocondrial, para aumentar o fluxo de cálcio para as mitocôndrias. Eles observaram que o tratamento com RU360 melhorou a função mitocondrial e reduziu a produção de citocinas nos macrófagos envelhecidos.

    Esse achado sugere que a sinalização de cálcio nas mitocôndrias é um alvo terapêutico potencial para prevenir ou tratar a inflamação crônica e suas consequências negativas. Ao melhorar a saúde das mitocôndrias dos macrófagos, podemos viver mais e com mais saúde, e prevenir doenças relacionadas à idade que afetam nosso coração, cérebro e outros órgãos.

    Fonte: Link.

    Mas o que causa a inflamação crônica e como podemos preveni-la ou revertê-la?

    Uma nova pesquisa da Universidade da Virgínia revelou um mecanismo molecular que liga a inflamação crônica ao envelhecimento celular. Os pesquisadores descobriram que certas células imunes chamadas macrófagos, que são responsáveis por eliminar patógenos e detritos celulares, perdem sua capacidade de regular o cálcio dentro de suas mitocôndrias à medida que envelhecem. As mitocôndrias são as usinas de energia das células, que produzem ATP, a molécula de energia universal.

    O cálcio é um importante sinalizador celular que controla muitas funções celulares, incluindo a produção de energia, a morte celular programada e a resposta inflamatória. Quando as mitocôndrias dos macrófagos não conseguem absorver e usar o cálcio adequadamente, elas se tornam disfuncionais e liberam moléculas pró-inflamatórias chamadas citocinas, que causam inflamação crônica em todo o corpo.

    Os pesquisadores demonstraram que aumentar a captação de cálcio pelas mitocôndrias dos macrófagos pode restaurar sua função normal e reduzir a inflamação. Eles usaram um composto chamado RU360, que se liga especificamente ao canal de cálcio mitocondrial, para aumentar o fluxo de cálcio para as mitocôndrias. Eles observaram que o tratamento com RU360 melhorou a função mitocondrial e reduziu a produção de citocinas nos macrófagos envelhecidos.

    Esse achado sugere que a sinalização de cálcio nas mitocôndrias é um alvo terapêutico potencial para prevenir ou tratar a inflamação crônica e suas consequências negativas. Ao melhorar a saúde das mitocôndrias dos macrófagos, podemos viver mais e com mais saúde, e prevenir doenças relacionadas à idade que afetam nosso coração, cérebro e outros órgãos.

    Fonte: Link.

  • Como uma proteína inflamatória acelera o envelhecimento da pele

    Como uma proteína inflamatória acelera o envelhecimento da pele

    A pele é o maior órgão do corpo humano e tem diversas funções importantes, como proteger contra infecções, regular a temperatura e permitir a sensibilidade.

    Para manter essas funções, a pele precisa se renovar constantemente, graças às células-tronco que existem na epiderme (a camada mais externa da pele) e nos folículos pilosos (as estruturas que produzem os pelos).

    No entanto, com o passar dos anos, a pele sofre uma série de alterações estruturais e funcionais que contribuem para o seu envelhecimento. A pele envelhecida tem uma menor capacidade de se regenerar, cicatrizar feridas e atuar como barreira. Além disso, a pele envelhecida apresenta um estado inflamatório crônico, que pode afetar a qualidade de vida das pessoas.

    Os cientistas espanhóis investigaram quais são os fatores que causam esse estado inflamatório na pele e como eles afetam o envelhecimento. Eles usaram uma técnica chamada sequenciamento de RNA de célula única, que permite analisar a expressão gênica de milhares de células individuais ao mesmo tempo. Assim, eles conseguiram identificar as mudanças que ocorrem nos diferentes tipos de células da pele com o envelhecimento.

    Eles descobriram que alguns tipos de células do sistema imunológico, como as células T auxiliares, as células T gama delta e as células linfoides inatas, aumentam significativamente na pele envelhecida. Essas mesmas células também começam a expressar altos níveis de uma proteína chamada IL-17, que é um tipo de citocina pró-inflamatória.

    A IL-17 é uma proteína que faz parte da resposta imunológica do organismo contra infecções e danos teciduais. No entanto, quando produzida em excesso ou de forma desregulada, ela pode causar inflamação crônica e doenças autoimunes.

    Os cientistas demonstraram que a IL-17 tem um papel central no envelhecimento da pele. Eles observaram que bloquear a função dessa proteína durante o envelhecimento reduz o estado inflamatório da pele e retarda o aparecimento de vários sinais de envelhecimento. Eles também mostraram que a IL-17 sinaliza através de uma via chamada NF-κB nas células da epiderme, prejudicando as suas funções homeostáticas e promovendo um estado inflamatório.

    Os resultados do estudo indicam que a pele envelhecida apresenta sinais de inflamação crônica e que o aumento da sinalização da IL-17 poderia ser alvo para prevenir ou tratar algumas doenças relacionadas ao envelhecimento da pele.

    Fonte: Link.

    Para manter essas funções, a pele precisa se renovar constantemente, graças às células-tronco que existem na epiderme (a camada mais externa da pele) e nos folículos pilosos (as estruturas que produzem os pelos).

    No entanto, com o passar dos anos, a pele sofre uma série de alterações estruturais e funcionais que contribuem para o seu envelhecimento. A pele envelhecida tem uma menor capacidade de se regenerar, cicatrizar feridas e atuar como barreira. Além disso, a pele envelhecida apresenta um estado inflamatório crônico, que pode afetar a qualidade de vida das pessoas.

    Os cientistas espanhóis investigaram quais são os fatores que causam esse estado inflamatório na pele e como eles afetam o envelhecimento. Eles usaram uma técnica chamada sequenciamento de RNA de célula única, que permite analisar a expressão gênica de milhares de células individuais ao mesmo tempo. Assim, eles conseguiram identificar as mudanças que ocorrem nos diferentes tipos de células da pele com o envelhecimento.

    Eles descobriram que alguns tipos de células do sistema imunológico, como as células T auxiliares, as células T gama delta e as células linfoides inatas, aumentam significativamente na pele envelhecida. Essas mesmas células também começam a expressar altos níveis de uma proteína chamada IL-17, que é um tipo de citocina pró-inflamatória.

    A IL-17 é uma proteína que faz parte da resposta imunológica do organismo contra infecções e danos teciduais. No entanto, quando produzida em excesso ou de forma desregulada, ela pode causar inflamação crônica e doenças autoimunes.

    Os cientistas demonstraram que a IL-17 tem um papel central no envelhecimento da pele. Eles observaram que bloquear a função dessa proteína durante o envelhecimento reduz o estado inflamatório da pele e retarda o aparecimento de vários sinais de envelhecimento. Eles também mostraram que a IL-17 sinaliza através de uma via chamada NF-κB nas células da epiderme, prejudicando as suas funções homeostáticas e promovendo um estado inflamatório.

    Os resultados do estudo indicam que a pele envelhecida apresenta sinais de inflamação crônica e que o aumento da sinalização da IL-17 poderia ser alvo para prevenir ou tratar algumas doenças relacionadas ao envelhecimento da pele.

    Fonte: Link.