Tag: investigação

  • O ChatGPT vai acabar com os jornalistas?

    O ChatGPT vai acabar com os jornalistas?

    Os jornalistas têm uma função social importante de informar e contextualizar o público sobre eventos e acontecimentos relevantes

    Embora o avanço da inteligência artificial possa impactar o trabalho dos jornalistas, ainda há muitas funções em que a inteligência artificial não pode substituir completamente a habilidade humana.

    Enquanto o ChatGPT pode gerar textos de forma automatizada, ele não pode investigar notícias, fazer entrevistas ou reportagens em campo, verificar fontes, ou escrever matérias que exigem criatividade, perspectiva humana e contextualização.

    Além disso, os jornalistas têm uma função social importante de informar e contextualizar o público sobre eventos e acontecimentos relevantes, e essa responsabilidade não pode ser totalmente substituída por máquinas.

    Assim, é provável que os jornalistas continuem a ser uma parte essencial do processo de produção de notícias e informações, mesmo com o avanço da inteligência artificial e outras tecnologias.

    Embora o avanço da inteligência artificial possa impactar o trabalho dos jornalistas, ainda há muitas funções em que a inteligência artificial não pode substituir completamente a habilidade humana.

    Enquanto o ChatGPT pode gerar textos de forma automatizada, ele não pode investigar notícias, fazer entrevistas ou reportagens em campo, verificar fontes, ou escrever matérias que exigem criatividade, perspectiva humana e contextualização.

    Além disso, os jornalistas têm uma função social importante de informar e contextualizar o público sobre eventos e acontecimentos relevantes, e essa responsabilidade não pode ser totalmente substituída por máquinas.

    Assim, é provável que os jornalistas continuem a ser uma parte essencial do processo de produção de notícias e informações, mesmo com o avanço da inteligência artificial e outras tecnologias.

  • Sérgio Cabral vira réu pela 26ª vez; ex-governador é acusado de lavagem de dinheiro

    O Juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, aceitou mais uma denúncia contra o ex-governador do estado Sérgio Cabral, que virou réu pela 26ª vez no âmbito da Operação Lava Jato.

    Desta vez, ele é acusado de lavagem de dinheiro, em ação que é um desdobramento das operações Calicute e Eficiência, que apuram um esquema de corrupção no âmbito do governo do estado do Rio, que seria liderado por Cabral.

    Além do ex-governador, também são réus no processo a ex-primeira dama, Adriana Ancelmo; o ex-sócio dela em um escritório de advocacia, Thiago de Aragão Gonçalves Pereira e Silva; e o empresário Ítalo Garritano Barros.

    De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, Cabral usou a rede de restaurantes Japoneses Manekineko para fazer a lavagem de parte do dinheiro desviado por sua quadrilha. Para isso, a rede Manekineko emitia notas fiscais falsas, relativas à prestação de serviços advocatícios inexistentes, pelo escritório de Adriana Ancelmo.

    Ainda segundo a denúncia, o esquema foi utilizado em pelo menos 16 oportunidades distintas, em um período de dois anos, para lavar R$ 3,1 milhões de origem ilícita.

    A reportagem procurou a defesa dos envolvidos e a rede de restaurantes Manekineko para se manifestarem sobre o caso, mas não obteve contato com nenhum deles até o fechamento da matéria.

  • Governador do Rio defende investigações feitas no estado sobre caso Marielle

    O governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão recebeu com surpresa a declaração do ministro da Segurança Pública Raul Jungmann, sobre a possível transferência das investigações da morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes para a Polícia Federal.

    Pezão afirmou ter certeza de que o crime vai ser desvendado, mas informações não podem ser divulgadas para não atrapalhar as investigações.

    As declarações foram dadas no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul Carioca, durante assinatura de acordo com o Ministério das Cidades. O programa que pretende reduzir pela metade o número de acidentes no trânsito nos próximos 10 anos.