Tag: IPCA

  • Inflação desacelera em abril, mas segue acima do teto da meta


    Puxado pelo reajuste dos medicamentos, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,31% no mês passado, ante 0,93% em março.

    As carnes tiveram aumento de 35% em 12 meses. Já a gasolina registrou a 1ª queda depois de 10 meses seguidos de alta.


    Ouça a W:

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    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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    Veja também:


  • IPCA acumula alta de 6,10% em 12 meses

    O índice que mede a inflação oficial do país ficou em 0,93% em março deste ano, acima da taxa de fevereiro, que foi de 0,86%, segundo os dados divulgados pelo IBGE.

    Nova edição do Boletim Brasil disponível para download.

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Após dois meses de deflação, preços no país voltam a subir

    O resultado se distancia de abril e de maio, que sofreram impactos maiores pela pandemia do novo coronavírus.

    Ouça os destaques do dia no Conexão W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://www.otempo.com.br/cmlink/brasil-1.650232`; the status code is `200` and content-type is `text/html;charset=utf-8`

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Gasto com saúde no país está defasado em 42%, diz Conselho Federal de Medicina

    O órgão realizou uma análise dos dados referentes a gastos com saúde em 2017. A defasagem foi medida frente ao IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o indicador oficial que mede a inflação do país.

    Para o órgão, é necessário rever a emenda constitucional que criou o teto de gastos para não causar mais mortes por falta de atendimentos na saúde pública.

    De acordo com os dados apresentados pelo CFM, por dia, o governo – nos níveis federal, estadual e municipal – desembolsa apenas R$ 3,48 para cada cidadão. Entre os estados com piores índices de investimento está o Pará.

    Se a média do país foi de R$ 1.271,65, no Pará o gasto foi de R$ 703,67 por pessoa, ao ano. Maranhão vem em segundo lugar, com apenas R$ 750 desembolsado por pessoa.

    De acordo com o presidente da entidade, Carlos Vital Tavares, mesmo com um aumento absoluto nos últimos anos, quando se compara a outros países, os valores gastos com saúde pública ainda são baixos.

    Valdir Araújo da Federação Médica Brasileira demonstrou preocupação ao afirmar que a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro já teria manifestado que a saúde nãp precisaria de novos aportes.

    Os conselheiros do CFM pretendem conseguir uma audiência com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e, nos níveis estaduais, com os governadores eleitos, para buscar uma mudança de cenários.

    Na avaliação da entidade, se os investimentos continuarem dessa forma, a expectativa é de fechamento de leitos, maior sucateamento dos postos de saúde, entre outros pontos.

    Em nota, o Ministério da Saúde disse que desconhece o método utilizado pelo Conselho Federal de Medicina sobre gastos per capita em saúde no país.

    Segundo a pasta, em 2017, os gastos públicos em ações e serviços públicos de saúde registraram uma despesa, por pessoa, de R$ 1.320,48, um aumento de 119% em relação a 2008, quando foi aplicado R$ 602,10.

    Ressaltou ainda que cumpre o estabelecido pela Constituição Federal, garantindo valores acima do piso constitucional de 15% da Receita Corrente Líquida acrescido da inflação.

  • Mercado financeiro reduz estimativa de inflação de 4,15% para 4,11% para este ano

    A projeção de instituições financeiras para a inflação voltou a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,15% para 4,11%, segundo o boletim Focus, pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com projeções de instituições financeiras. Essa é a segunda redução consecutiva.

    Para as instituições financeiras, o IPCA em 2019 será 4,10%, mesma estimativa há cinco semanas consecutivas.

    A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,50% neste ano. Para 2019, a estimativa segue em 2,50%.

    A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano. Por Radioagência Nacional.