Tag: jovens

  • Jovens brasileiros estão mais vulneráveis às infecções sexualmente transmissíveis

    Jovens brasileiros estão mais vulneráveis às infecções sexualmente transmissíveis

    As infecções sexualmente transmissíveis (IST) são um grave problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

    Elas são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos que podem ser transmitidos por meio do contato sexual sem o uso de preservativo. Elas podem causar diversos problemas de saúde, como infertilidade, câncer e até morte.

    Entre os jovens brasileiros, as IST têm aumentado nos últimos anos, principalmente por causa da redução do uso do preservativo. Segundo dados do Ministério da Saúde, 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. Na última década, o índice de contágio de HIV/Aids mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos e também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos. Além disso, a sífilis tem se tornado uma epidemia no país, com mais de 200 mil casos notificados em 2019.

    As IST podem se manifestar de diferentes formas, dependendo do tipo de infecção. Algumas das IST mais comuns são: herpes genital, sífilis, gonorreia, clamídia, HPV, hepatites B e C e HIV/Aids. Os sintomas podem incluir feridas, corrimentos, verrugas ou lesões na região genital ou em outras partes do corpo. No entanto, algumas IST podem não apresentar sinais e sintomas e permanecer silenciosas por muito tempo. Por isso, é importante fazer exames periódicos para verificar se há alguma infecção e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.

    A melhor forma de prevenir as IST é usar o preservativo masculino ou feminino em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal. O preservativo é um método barato, eficaz e fácil de usar que protege contra a maioria das IST. O Ministério da Saúde distribui gratuitamente preservativos em postos de saúde e em outros locais públicos. Além disso, é recomendado evitar o compartilhamento de objetos perfurantes ou cortantes que possam entrar em contato com sangue ou secreções corporais, como agulhas, seringas, alicates de unha e lâminas de barbear.

    A saúde sexual é um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada. Os jovens devem se informar sobre os riscos e as formas de prevenção das IST e buscar atendimento médico sempre que necessário. Cuide-se e proteja-se!

    Elas são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos que podem ser transmitidos por meio do contato sexual sem o uso de preservativo. Elas podem causar diversos problemas de saúde, como infertilidade, câncer e até morte.

    Entre os jovens brasileiros, as IST têm aumentado nos últimos anos, principalmente por causa da redução do uso do preservativo. Segundo dados do Ministério da Saúde, 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. Na última década, o índice de contágio de HIV/Aids mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos e também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos. Além disso, a sífilis tem se tornado uma epidemia no país, com mais de 200 mil casos notificados em 2019.

    As IST podem se manifestar de diferentes formas, dependendo do tipo de infecção. Algumas das IST mais comuns são: herpes genital, sífilis, gonorreia, clamídia, HPV, hepatites B e C e HIV/Aids. Os sintomas podem incluir feridas, corrimentos, verrugas ou lesões na região genital ou em outras partes do corpo. No entanto, algumas IST podem não apresentar sinais e sintomas e permanecer silenciosas por muito tempo. Por isso, é importante fazer exames periódicos para verificar se há alguma infecção e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.

    A melhor forma de prevenir as IST é usar o preservativo masculino ou feminino em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal. O preservativo é um método barato, eficaz e fácil de usar que protege contra a maioria das IST. O Ministério da Saúde distribui gratuitamente preservativos em postos de saúde e em outros locais públicos. Além disso, é recomendado evitar o compartilhamento de objetos perfurantes ou cortantes que possam entrar em contato com sangue ou secreções corporais, como agulhas, seringas, alicates de unha e lâminas de barbear.

    A saúde sexual é um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada. Os jovens devem se informar sobre os riscos e as formas de prevenção das IST e buscar atendimento médico sempre que necessário. Cuide-se e proteja-se!

  • Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Um estudo publicado na revista Sleep em 2017 analisou os hábitos de uso das redes sociais e a frequência de distúrbios do sono em uma amostra de 1.788 jovens adultos nos Estados Unidos.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

  • Vape: Jovem que fuma desde os 13 anos é internado com pulmões de idoso

    Vape: Jovem que fuma desde os 13 anos é internado com pulmões de idoso

    Vape é um aparelho eletrônico que produz vapor a partir de líquidos aromatizados, que podem ou não conter nicotina. Muitos jovens usam o vape como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que ele é menos prejudicial.

    Um caso recente mostra que o vape pode ser tão ou mais nocivo do que o cigarro. Um jovem de 18 anos, que começou a usar o vape aos 13, foi internado com pulmões de idoso e faz campanha contra os aparelhos. Ele contou que fumava até três frascos de líquido por dia e que sentia falta de ar, tosse e dor no peito. Os médicos diagnosticaram que ele tinha uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), uma condição irreversível que afeta principalmente pessoas acima dos 40 anos.

    O jovem decidiu alertar outros usuários sobre os riscos do vape e criou uma página no Instagram, onde compartilha sua história e informações sobre os malefícios do produto. Ele também participou de uma reportagem do jornal O Globo, que você pode ler neste link.

    O caso do jovem não é isolado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do vape pode causar diversos problemas de saúde, como doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer. Além disso, o vape pode aumentar a dependência da nicotina e facilitar a transição para o cigarro convencional.

    Um caso recente mostra que o vape pode ser tão ou mais nocivo do que o cigarro. Um jovem de 18 anos, que começou a usar o vape aos 13, foi internado com pulmões de idoso e faz campanha contra os aparelhos. Ele contou que fumava até três frascos de líquido por dia e que sentia falta de ar, tosse e dor no peito. Os médicos diagnosticaram que ele tinha uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), uma condição irreversível que afeta principalmente pessoas acima dos 40 anos.

    O jovem decidiu alertar outros usuários sobre os riscos do vape e criou uma página no Instagram, onde compartilha sua história e informações sobre os malefícios do produto. Ele também participou de uma reportagem do jornal O Globo, que você pode ler neste link.

    O caso do jovem não é isolado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do vape pode causar diversos problemas de saúde, como doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer. Além disso, o vape pode aumentar a dependência da nicotina e facilitar a transição para o cigarro convencional.

  • Fórum aprova plano para fortalecer a presença de jovens no mercado de trabalho

    O Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional aprovou ontem (3) um documento com nove ações para ampliar e fortalecer a aprendizagem profissional no Brasil, principalmente de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. O novo Plano Nacional de Aprendizagem Profissional terá vigência de 2018 a 2022, com a meta anual de aumentar em 10% o número de jovens aprendizes contratados no país.

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    Dentre as ações previstas no plano estão a criação de lei que torna obrigatória a contratação de aprendizes na administração direta; ações para integrar os mais vulneráveis ao mundo do trabalho ; e a sensibilização do empresariado por meio de seminários, reuniões e campanhas.

    O documento também propõe estabelecer diretrizes para a oferta de programas de aprendizagem; desenvolver estratégias de benefícios fiscais para estimular a contratação de aprendizes pelas empresas; e o monitoramento dos egressos da aprendizagem e avaliação dos programas pelos aprendizes, empregados e instituições.

    De acordo com os registros do Ministério do Trabalho da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o Brasil fechou 2017 com 387.167 jovens aprendizes contratados, sendo 203.654 homens e 183.137 mulheres. Do saldo entre admitidos e demitidos, São Paulo foi o estado que mais abriu vagas para jovens de 14 a 24 anos (9.431), seguido por Santa Catarina (2.783), Bahia (2.344), Paraná (1.976), Minas Gerais (1.722) e Mato Grosso (775).

    Já os setores que mais absorveram essa força de trabalho foram serviços, com saldo positivo de 9.431, representando 42,79% do total; e a indústria, com 6.139 novos contratados, ou 25,23% do resultado global.

    O Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional é composto por representes de governo, entidades formadoras, empregados e empregadores, sociedade civil, conselhos e Ministério Público do Trabalho; e apoio técnico da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Por: Agência Brasil