Tag: Júpiter

  • Tempestades em Júpiter são alimentadas por processos semelhantes aos que atuam na Terra

    Tempestades em Júpiter são alimentadas por processos semelhantes aos que atuam na Terra

    Pesquisa que explora a conexão entre oceanografia e fenômenos atmosféricos em Júpiter, trouxe à tona intrigantes paralelos com os processos oceânicos terrestres.

    A análise das imagens dos ciclones em Júpiter realizada pela sonda Juno da NASA sugere que eles são impulsionados por mecanismos semelhantes à convecção e às frentes meteorológicas terrestres. Este estudo desafia as expectativas anteriores e indica uma interação surpreendente entre as dinâmicas atmosféricas da Terra e de Júpiter.

    O estudo revela que os filamentos de Júpiter desempenham um papel crucial na sustentação das tempestades gigantescas do planeta, agindo de forma semelhante às frentes na Terra.

    As frentes são definidas como fronteiras entre massas de gás ou líquido com diferentes densidades, influenciadas por propriedades como temperatura e salinidade. Ao analisar imagens infravermelhas da região polar de Júpiter, os pesquisadores puderam calcular as velocidades do vento horizontal e vertical, revelando que os filamentos se comportam como frentes na Terra e estão envolvidos no transporte de energia e calor para alimentar os ciclones do planeta.

    Esses filamentos, juntamente com a convecção, respondem por uma parte significativa da energia cinética total que alimenta os ciclones de Júpiter, sugerindo a presença desses processos em outros corpos turbulentos no universo.

    A pesquisadora Lia Siegelman, co-autora do estudo, destaca a importância da descoberta, ressaltando a beleza cósmica em encontrar mecanismos físicos semelhantes na Terra e em outros planetas distantes, e enfatiza a potencial contribuição do satélite SWOT para observar esses fenômenos oceânicos de forma mais fácil.

    Entender melhor os processos que impulsionam os ciclones de Júpiter pode nos ajudar a compreender fenômenos semelhantes na Terra. A pesquisa de Lia Siegelman e sua equipe revela a presença de processos geofísicos similares tanto em nosso planeta quanto no gigante gasoso. Essa descoberta fascinante sugere que os mecanismos físicos que conhecemos na Terra também podem existir em outros corpos turbulentos no universo. A análise aprofundada das imagens da sonda Juno da NASA forneceu insights valiosos sobre a dinâmica dos ciclones de Júpiter, abrindo caminho para uma compreensão mais ampla dos fenômenos atmosféricos em outros planetas. A beleza cósmica dessa descoberta certamente nos leva a refletir sobre a complexidade e a interconexão dos processos físicos em todo o universo.

    Fonte: Link, Link 2.


    A análise das imagens dos ciclones em Júpiter realizada pela sonda Juno da NASA sugere que eles são impulsionados por mecanismos semelhantes à convecção e às frentes meteorológicas terrestres. Este estudo desafia as expectativas anteriores e indica uma interação surpreendente entre as dinâmicas atmosféricas da Terra e de Júpiter.

    O estudo revela que os filamentos de Júpiter desempenham um papel crucial na sustentação das tempestades gigantescas do planeta, agindo de forma semelhante às frentes na Terra.

    As frentes são definidas como fronteiras entre massas de gás ou líquido com diferentes densidades, influenciadas por propriedades como temperatura e salinidade. Ao analisar imagens infravermelhas da região polar de Júpiter, os pesquisadores puderam calcular as velocidades do vento horizontal e vertical, revelando que os filamentos se comportam como frentes na Terra e estão envolvidos no transporte de energia e calor para alimentar os ciclones do planeta.

    Esses filamentos, juntamente com a convecção, respondem por uma parte significativa da energia cinética total que alimenta os ciclones de Júpiter, sugerindo a presença desses processos em outros corpos turbulentos no universo.

    A pesquisadora Lia Siegelman, co-autora do estudo, destaca a importância da descoberta, ressaltando a beleza cósmica em encontrar mecanismos físicos semelhantes na Terra e em outros planetas distantes, e enfatiza a potencial contribuição do satélite SWOT para observar esses fenômenos oceânicos de forma mais fácil.

    Entender melhor os processos que impulsionam os ciclones de Júpiter pode nos ajudar a compreender fenômenos semelhantes na Terra. A pesquisa de Lia Siegelman e sua equipe revela a presença de processos geofísicos similares tanto em nosso planeta quanto no gigante gasoso. Essa descoberta fascinante sugere que os mecanismos físicos que conhecemos na Terra também podem existir em outros corpos turbulentos no universo. A análise aprofundada das imagens da sonda Juno da NASA forneceu insights valiosos sobre a dinâmica dos ciclones de Júpiter, abrindo caminho para uma compreensão mais ampla dos fenômenos atmosféricos em outros planetas. A beleza cósmica dessa descoberta certamente nos leva a refletir sobre a complexidade e a interconexão dos processos físicos em todo o universo.

    Fonte: Link, Link 2.


  • Júpiter: como se formou o maior planeta do Sistema Solar

    Júpiter: como se formou o maior planeta do Sistema Solar

    Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, com um diâmetro de quase 143 mil quilômetros e uma massa 300 vezes maior que a da Terra.

    Ele é o quinto planeta mais próximo do Sol e o primeiro dos chamados gigantes gasosos, que não possuem uma superfície sólida bem definida. Mas como se formou esse colosso espacial?

    Segundo os cientistas, Júpiter se originou há cerca de 4,6 bilhões de anos, quando uma nuvem de gás hidrogênio e poeira, conhecida como nebulosa solar, entrou em colapso e deu origem ao Sol e aos planetas. Júpiter foi o primeiro a se formar, graças ao seu núcleo sólido, que atraiu uma grande quantidade de gases para o seu entorno. Esses gases, principalmente hidrogênio e hélio, formaram a atmosfera espessa e turbulenta de Júpiter, que apresenta diversas faixas coloridas e tempestades violentas. Uma dessas tempestades é a famosa Grande Mancha Vermelha, que tem o dobro do tamanho da Terra e ventos de até 650 km/h.

    Júpiter também é cercado por um poderoso campo magnético, que gera auroras polares e protege o planeta da radiação solar. Além disso, Júpiter possui um sistema de anéis, formados por partículas de poeira que se originaram de colisões de meteoros nos seus satélites naturais. Júpiter tem pelo menos 95 luas, sendo as quatro maiores conhecidas como Luas Galileanas, em homenagem ao astrônomo italiano Galileu Galilei, que as descobriu em 1610. Essas luas são Ganímedes, a maior lua do Sistema Solar, Calisto, Io e Europa, que possuem características geológicas e climáticas distintas.

    Júpiter é um planeta fascinante e misterioso, que ainda guarda muitos segredos para a ciência. Por isso, diversas missões espaciais já foram enviadas para estudar o gigante gasoso, como as sondas Pioneer, Voyager, Galileo, Cassini e Juno. A próxima missão será a JUICE (JUpiter ICy moons Explorer), da Agência Espacial Europeia, que foi lançada em 2023 e chegar a Júpiter em 2029, com o objetivo de explorar as Luas Galileanas e o seu potencial para abrigar vida.

    Ele é o quinto planeta mais próximo do Sol e o primeiro dos chamados gigantes gasosos, que não possuem uma superfície sólida bem definida. Mas como se formou esse colosso espacial?

    Segundo os cientistas, Júpiter se originou há cerca de 4,6 bilhões de anos, quando uma nuvem de gás hidrogênio e poeira, conhecida como nebulosa solar, entrou em colapso e deu origem ao Sol e aos planetas. Júpiter foi o primeiro a se formar, graças ao seu núcleo sólido, que atraiu uma grande quantidade de gases para o seu entorno. Esses gases, principalmente hidrogênio e hélio, formaram a atmosfera espessa e turbulenta de Júpiter, que apresenta diversas faixas coloridas e tempestades violentas. Uma dessas tempestades é a famosa Grande Mancha Vermelha, que tem o dobro do tamanho da Terra e ventos de até 650 km/h.

    Júpiter também é cercado por um poderoso campo magnético, que gera auroras polares e protege o planeta da radiação solar. Além disso, Júpiter possui um sistema de anéis, formados por partículas de poeira que se originaram de colisões de meteoros nos seus satélites naturais. Júpiter tem pelo menos 95 luas, sendo as quatro maiores conhecidas como Luas Galileanas, em homenagem ao astrônomo italiano Galileu Galilei, que as descobriu em 1610. Essas luas são Ganímedes, a maior lua do Sistema Solar, Calisto, Io e Europa, que possuem características geológicas e climáticas distintas.

    Júpiter é um planeta fascinante e misterioso, que ainda guarda muitos segredos para a ciência. Por isso, diversas missões espaciais já foram enviadas para estudar o gigante gasoso, como as sondas Pioneer, Voyager, Galileo, Cassini e Juno. A próxima missão será a JUICE (JUpiter ICy moons Explorer), da Agência Espacial Europeia, que foi lançada em 2023 e chegar a Júpiter em 2029, com o objetivo de explorar as Luas Galileanas e o seu potencial para abrigar vida.

  • Descoberta surpreendente: carbono na superfície de Europa, uma das luas geladas de Júpiter

    Descoberta surpreendente: carbono na superfície de Europa, uma das luas geladas de Júpiter

    Dados obtidos pelo telescópio James Webb, da Nasa, levaram astrônomos a identificar dióxido de carbono (CO2) na superfície da lua Europa, de Júpiter.

    O carbono é um dos elementos mais importantes para a vida, e sua presença em uma lua gelada pode indicar que ela esconde algum tipo de vida em seu interior.

    O telescópio espacial se chama James Webb, e é considerado o sucessor do famoso Hubble. Ele tem a capacidade de observar o universo em comprimentos de onda que o olho humano não pode ver, como o infravermelho. Isso permite que ele estude objetos e fenômenos que até agora eram invisíveis ou muito difíceis de detectar.

    Um desses objetos é Europa, uma das quatro grandes luas de Júpiter. Europa tem cerca de 3.100 quilômetros de diâmetro, um pouco menor que a nossa Lua, e é coberta por uma camada de gelo que pode ter até 20 quilômetros de espessura. Mas sob esse gelo, os cientistas acreditam que existe um oceano líquido, aquecido pela força gravitacional de Júpiter, que pode ter mais água do que todos os oceanos da Terra juntos.

    Esse oceano pode ser um ambiente propício para a vida, pois pode conter sais, minerais e fontes de energia. Mas até agora, não havia evidências diretas de que Europa tivesse algum tipo de matéria orgânica, ou seja, moléculas que contêm carbono e são essenciais para a vida como a conhecemos.

    Isso mudou com a observação feita pelo telescópio Webb, usando um instrumento chamado NIRSpec. Esse instrumento analisa a luz infravermelha refletida pela superfície de Europa, e consegue identificar os elementos químicos presentes nela. O que ele encontrou foi uma assinatura espectral distinta, que indica a presença de carbono na forma de compostos orgânicos complexos.

    Esses compostos podem ter origem em processos geológicos ou biológicos, ou seja, podem ser produzidos por reações químicas entre as rochas e a água, ou por seres vivos que habitam o oceano subterrâneo. Ainda não se sabe qual é a origem exata desses compostos, mas eles são um sinal de que Europa tem potencial para abrigar vida.

    O telescópio Webb continuará estudando Europa e outras luas do sistema solar que podem ter condições favoráveis à vida, como Encélado e Titã, que orbitam Saturno. Os cientistas esperam que o telescópio possa revelar mais detalhes sobre a composição e a história desses mundos fascinantes, e talvez até mesmo encontrar evidências definitivas de vida fora da Terra.

    O carbono é um dos elementos mais importantes para a vida, e sua presença em uma lua gelada pode indicar que ela esconde algum tipo de vida em seu interior.

    O telescópio espacial se chama James Webb, e é considerado o sucessor do famoso Hubble. Ele tem a capacidade de observar o universo em comprimentos de onda que o olho humano não pode ver, como o infravermelho. Isso permite que ele estude objetos e fenômenos que até agora eram invisíveis ou muito difíceis de detectar.

    Um desses objetos é Europa, uma das quatro grandes luas de Júpiter. Europa tem cerca de 3.100 quilômetros de diâmetro, um pouco menor que a nossa Lua, e é coberta por uma camada de gelo que pode ter até 20 quilômetros de espessura. Mas sob esse gelo, os cientistas acreditam que existe um oceano líquido, aquecido pela força gravitacional de Júpiter, que pode ter mais água do que todos os oceanos da Terra juntos.

    Esse oceano pode ser um ambiente propício para a vida, pois pode conter sais, minerais e fontes de energia. Mas até agora, não havia evidências diretas de que Europa tivesse algum tipo de matéria orgânica, ou seja, moléculas que contêm carbono e são essenciais para a vida como a conhecemos.

    Isso mudou com a observação feita pelo telescópio Webb, usando um instrumento chamado NIRSpec. Esse instrumento analisa a luz infravermelha refletida pela superfície de Europa, e consegue identificar os elementos químicos presentes nela. O que ele encontrou foi uma assinatura espectral distinta, que indica a presença de carbono na forma de compostos orgânicos complexos.

    Esses compostos podem ter origem em processos geológicos ou biológicos, ou seja, podem ser produzidos por reações químicas entre as rochas e a água, ou por seres vivos que habitam o oceano subterrâneo. Ainda não se sabe qual é a origem exata desses compostos, mas eles são um sinal de que Europa tem potencial para abrigar vida.

    O telescópio Webb continuará estudando Europa e outras luas do sistema solar que podem ter condições favoráveis à vida, como Encélado e Titã, que orbitam Saturno. Os cientistas esperam que o telescópio possa revelar mais detalhes sobre a composição e a história desses mundos fascinantes, e talvez até mesmo encontrar evidências definitivas de vida fora da Terra.

  • Algo enorme caiu em Júpiter deixando uma cicatriz pode ser maior que a Terra


    No último dia 13 de setembro, Júpiter, o maior planeta do sistema solar foi atingido por um asteroide causando uma enorme bola brilhante que pôde ser vista da terra.

    Por volta das 18 horas (horário de Brasília), astrônomos amadores de várias partes da Terra, inclusive do Brasil, monitoraram e registraram algo que parecia ser um impacto de um asteroide em Júpiter.

    Embora ainda não confirmado, o evento é apenas o oitavo impacto de asteroide em Júpiter que pôde ser visto da Terra.


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  • Telescópio Hubble detecta vapor de água na atmosfera da lua de Júpiter


    Cientistas revisaram as observações feitas pelo Hubble nas últimas duas décadas e encontraram vapor de água em Ganimedes, a lua de Júpiter, considerada a maior do sistema solar.

    Estudos anteriores mostraram evidências que a lua Ganimedes contém mais água do que todos os oceanos da Terra. Devido às baixas temperaturas, a água na superfície permanece congelada.

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  • São encontradas 12 novas luas de Júpiter e uma está a caminho de violenta colisão

    Uma das 12 recém-descobertas luas de Júpiter está girando em torno do planeta em uma “órbita suicida” que inevitavelmente causará a sua violenta destruição, advertem astrônomos.

    Pesquisadores norte-americanos encontraram novas luas enquanto estavam procurando o misterioso 9° planeta, ou Planeta X.

    Em março do ano passado, a equipe observou pela primeira vez as luas a partir do Observatório Interamericano de Cerro Tololo, no Chile.

    Contudo, as pesquisas levaram mais que um ano para confirmar que os corpos orbitam o gigante gasoso. “Foi um processo demorado”, comentou Scott Sheppard em comunicado, que liderou o estudo no Instituto Carnegie, em Washington. O recente aumento nos satélites naturais eleva o número total de suas luas jupiterianas para 79.

    Nove das novas luas descobertas pertencem a um grupo externo que orbita Júpiter de forma retrógrada, ou seja, orbitam na direção oposta ao giro do planeta. Acredita-se que se trate dos restos de corpos celestes maiores que se despedaçaram em colisões com asteroides, cometas e outras luas. Cada satélite leva cerca de dois anos para circundar o planeta.

    Duas outras luas estão em um grupo que gira muito mais perto do planeta, cujas órbitas coincidem com o giro de Júpiter. O mais provável é que sejam pedaços de uma lua anteriormente maior que acabou por se destruir em órbita. Seus restos precisam de quase um ano para completar uma volta em torno de Júpiter. A direção que as luas orbitam ao redor do planeta depende de como foram capturadas pela primeira vez pelo campo gravitacional de Júpiter.

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    Enquanto isso, os astrônomos descrevem a 10ª nova lua como uma “bola estranha”. Com menos de um quilômetro de largura, o pequeno corpo circula Júpiter em uma órbita prógrada, cruzando o caminho de outras luas que giram em direção oposta. Os cientistas chamaram a nova lua de Valetudo – a deusa grega da saúde e da higiene.

    “Esta é uma situação instável”, assinalou Sheppard. “As colisões frontais quebrariam rapidamente os objetos e os reduziriam a pó.”

    No entanto, o cientista notou que “as colisões não ocorrem com tanta frequência, mas sim, uma vez a cada bilhões de anos”, relatou a edição The Guardian. “Se alguma [colisão] acontecer, poderíamos detectá-la na Terra, mas é pouco provável que aconteça em breve”, ressaltou o astrônomo. Por Sputnik Brasil.

  • NASA encontra evidências de novo vulcão ativo em satélite de Júpiter

    Esse satélite é considerado um corpo celeste com atividade vulcânica mais intensa do nosso Sistema Solar.

    A sonda espacial Juno, que pertence à agência espacial norte-americana NASA, descobriu uma nova fonte de calor perto do pólo sul de Io — um dos quatro grandes satélites de Júpiter conhecidos como Luas de Galileu — que poderia indicar a existência de um vulcão desconhecido até agora.

    Cientistas da missão Juno conseguiram detectar a fonte de calor graças aos dados obtidos pelo radar infravermelho JIRAM, instalado a bordo da sonda.

    “O novo ponto de acesso de Io que o JIRAM atingiu está a cerca de 300 quilômetros do lugar mais próximo previamente mapeado”, disse Alessandro Mura, um coinvestigador da sonda Juno do Instituto Nacional de Astrofísica, em Roma (Itália).

    © NASA. NASA/JPL-Caltech/SwRI/ASI/INAF/JIRAM

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    A NASA explicou que os dados de infravermelho foram recebidos quando Juno estava à distância de 470 mil quilômetros de Io — o corpo celeste com a atividade vulcânica mais intensa do nosso Sistema Solar.

    Até o momento, na superfície da lua de Júpiter foram descobertos mais de 150 vulcões ativos, não obstante, os cientistas esperam descobrir pelo menos mais 250 vulcões nessa lua. Por Sputnik Brasil.