Tag: juros

  • Como escapar dos juros altos do cartão de crédito e limpar o seu nome

    Como escapar dos juros altos do cartão de crédito e limpar o seu nome

    Os juros do cartão de crédito estão nas alturas. Segundo o Banco Central, a taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu para 455,1% ao ano em maio, a maior desde outubro de 2016.

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    Isso significa que se você deixar uma dívida de R$ 1.000 no cartão, em um ano ela vai virar R$ 5.551!

    Mas o que é o rotativo do cartão de crédito? É o crédito que você usa quando não paga o valor total da sua fatura e fica com um saldo devedor em aberto. Esse saldo é corrigido pelos juros do cartão, que são os mais caros do mercado financeiro.

    Para evitar essa armadilha, o ideal é sempre pagar o valor integral da fatura ou, se não for possível, pagar o máximo que puder. Além disso, você deve saber que o rotativo só pode ser acionado uma vez por cada cliente. Após 30 dias, o banco é obrigado a parcelar automaticamente o saldo devedor com juros menores. Portanto, fique atento ao seu extrato e negocie as melhores condições com o seu banco.

    Mas por que os juros do cartão são tão altos? Uma das razões é a taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 4,25% ao ano. A Selic tem influência em todas as taxas de juros, mas não de forma direta, pois cada banco tem sua própria estratégia comercial e leva em conta outros fatores, como o risco de inadimplência, os custos operacionais e a concorrência.

    Falando em inadimplência, se você está com o nome sujo por causa de dívidas no cartão ou em outros produtos financeiros, uma boa notícia: o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil, começou a valer última segunda-feira (17) e prevê que os bancos retirem da lista de negativados os nomes de devedores pessoa física com pendências de até R$ 100. Essa medida pode beneficiar cerca de 3 milhões de brasileiros e facilitar o acesso ao crédito.

    Portanto, se você quer sair do vermelho e ter mais controle sobre as suas finanças, aproveite essa oportunidade e renegocie as suas dívidas com o seu banco. E lembre-se: use o cartão de crédito com responsabilidade e planejamento!

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    Isso significa que se você deixar uma dívida de R$ 1.000 no cartão, em um ano ela vai virar R$ 5.551!

    Mas o que é o rotativo do cartão de crédito? É o crédito que você usa quando não paga o valor total da sua fatura e fica com um saldo devedor em aberto. Esse saldo é corrigido pelos juros do cartão, que são os mais caros do mercado financeiro.

    Para evitar essa armadilha, o ideal é sempre pagar o valor integral da fatura ou, se não for possível, pagar o máximo que puder. Além disso, você deve saber que o rotativo só pode ser acionado uma vez por cada cliente. Após 30 dias, o banco é obrigado a parcelar automaticamente o saldo devedor com juros menores. Portanto, fique atento ao seu extrato e negocie as melhores condições com o seu banco.

    Mas por que os juros do cartão são tão altos? Uma das razões é a taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 4,25% ao ano. A Selic tem influência em todas as taxas de juros, mas não de forma direta, pois cada banco tem sua própria estratégia comercial e leva em conta outros fatores, como o risco de inadimplência, os custos operacionais e a concorrência.

    Falando em inadimplência, se você está com o nome sujo por causa de dívidas no cartão ou em outros produtos financeiros, uma boa notícia: o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil, começou a valer última segunda-feira (17) e prevê que os bancos retirem da lista de negativados os nomes de devedores pessoa física com pendências de até R$ 100. Essa medida pode beneficiar cerca de 3 milhões de brasileiros e facilitar o acesso ao crédito.

    Portanto, se você quer sair do vermelho e ter mais controle sobre as suas finanças, aproveite essa oportunidade e renegocie as suas dívidas com o seu banco. E lembre-se: use o cartão de crédito com responsabilidade e planejamento!

  • Deflação de junho: o que é, o que causou e como afeta a sua vida

    Deflação de junho: o que é, o que causou e como afeta a sua vida

    O Brasil registrou uma deflação de 0,08% em junho de 2023, ou seja, uma queda geral nos preços dos produtos e serviços. Isso é algo raro de acontecer e foi a menor taxa para o mês desde 2017.

    Mas o que causou essa deflação? Basicamente, três fatores foram os principais responsáveis: a redução nos preços dos combustíveis, do carro novo e de alguns alimentos, como carne e leite. Esses itens têm um peso grande no cálculo da inflação e foram influenciados por fatores como a queda na demanda, a oferta maior e a variação cambial.

    E o que isso significa para o seu bolso? Bom, por um lado, a deflação pode ser vista como uma boa notícia, pois significa que o seu dinheiro vale mais e que você pode comprar mais coisas com ele. Por outro lado, ela também pode indicar uma desaceleração da economia, pois reflete uma queda no consumo das famílias e das empresas.

    Além disso, a deflação tem um impacto direto na política monetária do país. Como a inflação está abaixo da meta do governo, que é de 4% ao ano, o Banco Central tem mais espaço para reduzir os juros básicos da economia, que atualmente estão em 6% ao ano. A expectativa do mercado é que o BC comece a cortar os juros a partir de agosto, o que pode estimular o crédito e o investimento.

    No entanto, essa situação pode não durar muito tempo. A inflação acumulada em 12 meses caiu para 3,16%, mas deve voltar a subir nos próximos meses por conta de fatores como a alta dos preços da energia elétrica, dos alimentos e dos serviços. A projeção é que a inflação termine o ano perto de 5%, ainda dentro da meta do governo, mas bem acima do nível atual.

    Portanto, é importante ficar atento aos movimentos da economia e do mercado financeiro para se planejar melhor e aproveitar as oportunidades que podem surgir. 

    Mas o que causou essa deflação? Basicamente, três fatores foram os principais responsáveis: a redução nos preços dos combustíveis, do carro novo e de alguns alimentos, como carne e leite. Esses itens têm um peso grande no cálculo da inflação e foram influenciados por fatores como a queda na demanda, a oferta maior e a variação cambial.

    E o que isso significa para o seu bolso? Bom, por um lado, a deflação pode ser vista como uma boa notícia, pois significa que o seu dinheiro vale mais e que você pode comprar mais coisas com ele. Por outro lado, ela também pode indicar uma desaceleração da economia, pois reflete uma queda no consumo das famílias e das empresas.

    Além disso, a deflação tem um impacto direto na política monetária do país. Como a inflação está abaixo da meta do governo, que é de 4% ao ano, o Banco Central tem mais espaço para reduzir os juros básicos da economia, que atualmente estão em 6% ao ano. A expectativa do mercado é que o BC comece a cortar os juros a partir de agosto, o que pode estimular o crédito e o investimento.

    No entanto, essa situação pode não durar muito tempo. A inflação acumulada em 12 meses caiu para 3,16%, mas deve voltar a subir nos próximos meses por conta de fatores como a alta dos preços da energia elétrica, dos alimentos e dos serviços. A projeção é que a inflação termine o ano perto de 5%, ainda dentro da meta do governo, mas bem acima do nível atual.

    Portanto, é importante ficar atento aos movimentos da economia e do mercado financeiro para se planejar melhor e aproveitar as oportunidades que podem surgir. 

  • Uso de cartão de crédito cresce 30,9% entre 2019 e 2022

    Uso de cartão de crédito cresce 30,9% entre 2019 e 2022

    Você sabia que o número de pessoas que usam o cartão de crédito no Brasil cresceu quase 31% em três anos? Segundo dados do Banco Central (BC), em junho de 2022, 84,7 milhões de usuários tinham saldo devedor relacionado a essa forma de pagamento.

    Em junho de 2019, eram 64,7 milhões.

    Mas o que isso significa para você? O saldo devedor é o valor da compra, parcelada ou não, que ainda não foi pago pelo cliente e sobre o qual podem incidir juros. Ou seja, se você não paga o valor total da fatura do cartão, você entra no chamado rotativo do cartão de crédito, que é uma das operações de crédito mais caras do mercado.

    De acordo com o BC, há uma tendência ao uso de modalidades mais onerosas do cartão de crédito à medida que aumentam os vínculos, que são o número de instituições emissoras de cartão em que o cliente tem saldo devedor. Isso significa que quem tem mais de um cartão de crédito tende a gastar mais e a se endividar mais.

    O aumento no número de usuários de cartão de crédito pode ser explicado pela entrada de novas instituições no mercado nos últimos anos, principalmente no segmento de cartões pós-pagos. Instituições de pagamento e bancos digitais aumentaram a base de usuários em 27,6 milhões de indivíduos no período analisado.

    Para o BC, a expansão do mercado de cartões de crédito é positiva do ponto de vista da inclusão financeira, mas tem potencial para aumentar o nível de endividamento das famílias. Por isso, é importante ter cuidado ao usar essa forma de pagamento e evitar cair na armadilha dos juros altos.

    Algumas dicas para usar o cartão de crédito com responsabilidade são:

    • Planeje seus gastos e evite comprar por impulso.
    • Escolha um cartão que tenha taxas e benefícios adequados ao seu perfil.
    • Pague sempre o valor total da fatura e evite parcelar as compras.
    • Não use mais do que 30% do seu limite de crédito.
    • Não tenha mais cartões do que você precisa e cancele os que não usa.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar as vantagens do cartão de crédito sem comprometer a sua saúde financeira.

    Fonte: Link.

    Em junho de 2019, eram 64,7 milhões.

    Mas o que isso significa para você? O saldo devedor é o valor da compra, parcelada ou não, que ainda não foi pago pelo cliente e sobre o qual podem incidir juros. Ou seja, se você não paga o valor total da fatura do cartão, você entra no chamado rotativo do cartão de crédito, que é uma das operações de crédito mais caras do mercado.

    De acordo com o BC, há uma tendência ao uso de modalidades mais onerosas do cartão de crédito à medida que aumentam os vínculos, que são o número de instituições emissoras de cartão em que o cliente tem saldo devedor. Isso significa que quem tem mais de um cartão de crédito tende a gastar mais e a se endividar mais.

    O aumento no número de usuários de cartão de crédito pode ser explicado pela entrada de novas instituições no mercado nos últimos anos, principalmente no segmento de cartões pós-pagos. Instituições de pagamento e bancos digitais aumentaram a base de usuários em 27,6 milhões de indivíduos no período analisado.

    Para o BC, a expansão do mercado de cartões de crédito é positiva do ponto de vista da inclusão financeira, mas tem potencial para aumentar o nível de endividamento das famílias. Por isso, é importante ter cuidado ao usar essa forma de pagamento e evitar cair na armadilha dos juros altos.

    Algumas dicas para usar o cartão de crédito com responsabilidade são:

    • Planeje seus gastos e evite comprar por impulso.
    • Escolha um cartão que tenha taxas e benefícios adequados ao seu perfil.
    • Pague sempre o valor total da fatura e evite parcelar as compras.
    • Não use mais do que 30% do seu limite de crédito.
    • Não tenha mais cartões do que você precisa e cancele os que não usa.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar as vantagens do cartão de crédito sem comprometer a sua saúde financeira.

    Fonte: Link.

  • Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    A Medida Provisória 1.147/22, publicada em 29 de novembro de 2022, propõe a redução das taxas de juros do BNDES para projetos de inovação.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

  • BC decide manter taxa de juros em 13,75%; como isso te afeta?

    BC decide manter taxa de juros em 13,75%; como isso te afeta?

    A taxa de juros é a taxa básica de juros da economia brasileira, que é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

    A taxa de juros atual é de 13,75% ao ano e está nesse patamar desde agosto de 2022.

    O BC decidiu manter a taxa nesse nível para conter a inflação, que está acima da meta estabelecida pelo governo. A decisão foi unânime e era esperada pelo mercado financeiro.

    A taxa de juros afeta a economia de várias formas. Alguns dos principais efeitos são:

    • A taxa de juros influencia o custo e a disponibilidade do crédito para consumidores e empresas. Quanto maior a taxa de juros, mais caro fica pedir dinheiro emprestado ou usar o cartão de crédito. Isso tende a desestimular o consumo e o investimento, reduzindo a demanda por bens e serviços na economia.
    • A taxa de juros também afeta a poupança das pessoas. Quanto maior a taxa de juros, mais atrativo fica guardar dinheiro em aplicações financeiras que rendem juros. Isso também tende a diminuir o consumo e aumentar a oferta de recursos para financiar projetos produtivos.
    • A taxa de juros pode afetar o crescimento econômico, pois depende do equilíbrio entre consumo, investimento, poupança e crédito. Se a taxa de juros for muito alta, pode haver uma queda na atividade econômica e no emprego. Se for muito baixa, pode haver um aumento excessivo da demanda e da inflação.

    Você pode se beneficiar da taxa de juros de diferentes formas, dependendo do seu perfil de investidor e dos seus objetivos financeiros. Algumas das possibilidades são:

    • Se você tem dívidas ou pretende fazer um financiamento, pode aproveitar as taxas de juros mais baixas para renegociar suas parcelas ou obter melhores condições de crédito.

    • Se você tem dinheiro para investir, pode escolher entre diferentes tipos de aplicações que se beneficiam das taxas de juros mais altas ou mais baixas. Por exemplo, os investimentos de renda fixa pós-fixada rendem mais quando a taxa Selic sobe; os investimentos de renda fixa prefixada ou atrelados à inflação se valorizam quando a taxa Selic cai; e os investimentos de renda variável tendem a ter melhor desempenho quando a taxa Selic está em um nível moderado.

    • Se você quer diversificar sua carteira, pode investir em fundos internacionais que se beneficiam da diferença entre as taxas de juros do Brasil e dos outros países. Por exemplo, quando a taxa de juros no Brasil sobe e nos Estados Unidos cai, o real tende a se valorizar em relação ao dólar, o que favorece os fundos que aplicam em ativos estrangeiros

    A taxa de juros atual é de 13,75% ao ano e está nesse patamar desde agosto de 2022.

    O BC decidiu manter a taxa nesse nível para conter a inflação, que está acima da meta estabelecida pelo governo. A decisão foi unânime e era esperada pelo mercado financeiro.

    A taxa de juros afeta a economia de várias formas. Alguns dos principais efeitos são:

    • A taxa de juros influencia o custo e a disponibilidade do crédito para consumidores e empresas. Quanto maior a taxa de juros, mais caro fica pedir dinheiro emprestado ou usar o cartão de crédito. Isso tende a desestimular o consumo e o investimento, reduzindo a demanda por bens e serviços na economia.
    • A taxa de juros também afeta a poupança das pessoas. Quanto maior a taxa de juros, mais atrativo fica guardar dinheiro em aplicações financeiras que rendem juros. Isso também tende a diminuir o consumo e aumentar a oferta de recursos para financiar projetos produtivos.
    • A taxa de juros pode afetar o crescimento econômico, pois depende do equilíbrio entre consumo, investimento, poupança e crédito. Se a taxa de juros for muito alta, pode haver uma queda na atividade econômica e no emprego. Se for muito baixa, pode haver um aumento excessivo da demanda e da inflação.

    Você pode se beneficiar da taxa de juros de diferentes formas, dependendo do seu perfil de investidor e dos seus objetivos financeiros. Algumas das possibilidades são:

    • Se você tem dívidas ou pretende fazer um financiamento, pode aproveitar as taxas de juros mais baixas para renegociar suas parcelas ou obter melhores condições de crédito.

    • Se você tem dinheiro para investir, pode escolher entre diferentes tipos de aplicações que se beneficiam das taxas de juros mais altas ou mais baixas. Por exemplo, os investimentos de renda fixa pós-fixada rendem mais quando a taxa Selic sobe; os investimentos de renda fixa prefixada ou atrelados à inflação se valorizam quando a taxa Selic cai; e os investimentos de renda variável tendem a ter melhor desempenho quando a taxa Selic está em um nível moderado.

    • Se você quer diversificar sua carteira, pode investir em fundos internacionais que se beneficiam da diferença entre as taxas de juros do Brasil e dos outros países. Por exemplo, quando a taxa de juros no Brasil sobe e nos Estados Unidos cai, o real tende a se valorizar em relação ao dólar, o que favorece os fundos que aplicam em ativos estrangeiros
  • Copom reduz taxa básica de juros a 2,25% ao ano

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    O que você precisa saber sobre economia nos principais portais de notícias do país:

    Forbes

    InfoMoney

    Valor Econômico


    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui

  • Ataídes Oliveira critica juros abusivos e aponta cartel de bancos no Brasil

    Em pronunciamento nesta quinta-feira (12), o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) comentou o encerramento dos trabalhos da CPI dos Cartões de Crédito, com a aprovação do relatório elaborado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

    Presidente da CPI, Ataídes ressaltou que um dos objetivos do colegiado foi investigar os motivos pelos quais os juros dos cartões de crédito rotativos chegam a 850% ao ano. A investigação, conforme o senador, identificou que essa prática abusiva tem a conivência do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), se configurando em “um assalto ao país que vem de longa data”.

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    Para Ataídes Oliveira, existe um cartel bancário no Brasil, formado por cinco principais instituições: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa Econômica Federal. O senador acredita que esses bancos firmaram acordo para uma cobrança de juros semelhante. Além disso, segundo ele, as credenciadoras Visa e Mastercard detêm 90% de toda a movimentação dos cartões de crédito, tendo movimentado R$ 1,3 trilhão somente em 2017, o que equivale a 20% do PIB nacional. Para ele, esses fatos são inadmissíveis.

    — Nada o Banco Central fez, nos últimos anos, para botar um freio de arrumação neste assalto, principalmente do cartão rotativo e do cheque especial — protestou. Por Agência Senado.

  • Caixa reduz para 9% ao ano taxa de juros do crédito imobiliário

    A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (16) redução das taxas de juros do crédito imobiliário e aumento do percentual do valor do imóvel financiado.

    As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

    As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% 11,25%, no SFI.

    Segundo o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário.

    “O objetivo da redução é oferecer melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, destacou, em nota.

    A última redução de juros feita pela Caixa ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do SFI.

    Cota de financiamento

    O banco aumentou novamente o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%. Em setembro do ano passado, a Caixa tinha reduzido para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento.

    A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

    Os prazos para permanecem entre 156 para 420 meses no caso do SFH e 120 a 420 meses, no SFI. A Caixa, que lidera o mercado com cerca de 70% das operações, possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018.

    Sistemas de financiamento

    Estão enquadrados no SFH imóveis residenciais de até R$ 800 mil para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI. Essas alterações passam a valer a partir de hoje. Com informações da Agência Brasil