Tag: Justiça Eleitoral

  • PEC da anistia: o que é e por que é polêmica

    PEC da anistia: o que é e por que é polêmica

    A Câmara dos Deputados está prestes a votar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que pode beneficiar os partidos políticos que não cumpriram as regras da Justiça Eleitoral nas últimas eleições.

    A proposta, também chamada de PEC da anistia, busca impedir que partidos políticos sofram sanções após não repassarem recursos de financiamento público para campanhas de mulheres e pessoas negras nas eleições de 2022.

    A PEC tem o apoio de parlamentares de diferentes partidos e espectros políticos, incluindo os líderes do governo e da oposição na Câmara. Segundo os defensores da proposta, ela visa garantir a segurança jurídica dos partidos e evitar que eles sejam punidos por irregularidades cometidas no passado.

    No entanto, a PEC também tem gerado críticas e resistências de diversos setores da sociedade civil, que a consideram um retrocesso para a democracia e para a representatividade de mulheres e pessoas negras na política. Segundo esses críticos, a PEC vai contra o princípio da igualdade de oportunidades e favorece a manutenção do status quo dominado por homens brancos.

    Além disso, a PEC também abre espaço para que os partidos possam voltar a receber doações de empresas para quitar dívidas eleitorais anteriores a 2015, quando o financiamento empresarial foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essa medida pode aumentar a influência do poder econômico sobre as decisões políticas e comprometer a transparência e a fiscalização das contas partidárias.

    A PEC ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e depois por dois turnos de votação no plenário da Casa e no Senado. Caso seja aprovada, ela será promulgada pelo Congresso e não poderá ser vetada pelo presidente da República.

    A proposta, também chamada de PEC da anistia, busca impedir que partidos políticos sofram sanções após não repassarem recursos de financiamento público para campanhas de mulheres e pessoas negras nas eleições de 2022.

    A PEC tem o apoio de parlamentares de diferentes partidos e espectros políticos, incluindo os líderes do governo e da oposição na Câmara. Segundo os defensores da proposta, ela visa garantir a segurança jurídica dos partidos e evitar que eles sejam punidos por irregularidades cometidas no passado.

    No entanto, a PEC também tem gerado críticas e resistências de diversos setores da sociedade civil, que a consideram um retrocesso para a democracia e para a representatividade de mulheres e pessoas negras na política. Segundo esses críticos, a PEC vai contra o princípio da igualdade de oportunidades e favorece a manutenção do status quo dominado por homens brancos.

    Além disso, a PEC também abre espaço para que os partidos possam voltar a receber doações de empresas para quitar dívidas eleitorais anteriores a 2015, quando o financiamento empresarial foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essa medida pode aumentar a influência do poder econômico sobre as decisões políticas e comprometer a transparência e a fiscalização das contas partidárias.

    A PEC ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e depois por dois turnos de votação no plenário da Casa e no Senado. Caso seja aprovada, ela será promulgada pelo Congresso e não poderá ser vetada pelo presidente da República.

  • Eleitor pode emitir certidão de quitação eleitoral a partir de segunda pela internet

    A partir dessa segunda-feira os eleitores podem emitir pela Internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral a certidão de quitação eleitoral.

    A certidão é um documento importante que comprova que o eleitor está em dia com a Justiça Eleitoral. Ele é exigido na hora de tirar o passaporte ou para assumir cargos públicos.

    Também nos casos em que o eleitor perdeu o comprovante de votação, a certidão pode substituir o comprovante, já que ela é uma prova que o eleitor não possui débitos com o TSE.

    A certidão pode ser obtida pessoalmente em qualquer cartório eleitoral, para isso basta levar o canhoto entregue no dia da votação do primeiro turno. Ou também pode ser emitida pelo site do TSE: tse.jus.br ou pelo Tribunal Regional da sua federação.

    Se o eleitor preferir ele também pode baixar o aplicativo E- titulo no celular ou no tablet e emitir o documento.

    A certidão de quitação eleitoral é um documento gratuito.

  • Prazo para pedir impugnação de candidatura na Justiça Eleitoral termina na próxima quarta

    Desde o fim do prazo para registro de candidaturas, na última quarta-feira (15), o Tribunal Superior Eleitoral recebeu nove pedidos de impugnação de candidaturas à Presidência da República. Foram oito contra o ex-presidente e candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, e um pedido de impugnação do candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

    Em geral, os questionamentos à candidatura de Lula são porque a Lei da Ficha Limpa torna inelegível, por oito anos, o candidato que tiver sido condenado em um tribunal colegiado.

    Foi o que ocorreu com Lula, ao ser condenado a mais de 12 anos de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do triplex no Guarujá, litoral de São Paulo.

    Já o pedido de impugnação da candidatura de Bolsonaro se baseia no artigo 86 da Constituição Federal, que prevê suspensão do mandato do presidente da República que se tornar réu perante o Supremo Tribunal Federal. Jair Bolsonaro é réu na Corte mais alta do país, por ofensas feitas à deputada petista Maria do Rosário na tribuna da Câmara dos Deputados.

    Candidatos, partidos políticos, coligações ou o Ministério Público têm até a próxima quinta-feira, dia 23, para ingressar com pedidos de impugnação na Justiça Eleitoral.

    O próprio cidadão também pode procurar o TSE para apresentar informações que indiquem motivos que possam levar um candidato a ser considerado inelegível.

    O TSE tem até o dia 17 de setembro para decidir quais candidaturas são válidas. Por Radioagência Nacional.

  • Eleições de 2018 devem ter ruas mais limpas com nova legislação

    O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal recolheu quase 300 toneladas de material de campanha que poluíam as ruas de Brasília no primeiro turno das eleições de 2014.

    Um recorde se comparado às eleições de 2010, quando foram retiradas cerca de 120 toneladas.

    Para a disputa deste ano, com as mudanças na legislação, tanto a Justiça Eleitoral quanto os órgãos de limpeza urbana esperam reduzir a quantidade de lixo nas ruas do país.

    Mais informações no áudio da Rádio Senado.

  • MP abre inquérito para investigar ex-governador Alckmin

    O Ministério Público de São Paulo (MPSP) abriu um inquérito para investigar o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) por improbidade administrativa.

    Assinado pelos promotores Otávio Ferreira Garcia, Nelson Luis Sampaio de Andrade e Marcelo Camargo Milani, o inquérito vai apurar se houve o pagamento, pelo grupo Norberto Odebrecht, de “vantagem indevida ao ex-governador Geraldo Alckmin, com a participação de Adhemar César Ribeiro [cunhado de Alckmin] e de Marcos Antonio Monteiro [que coordenou financeiramente a campanha de Alckmin], a título de caixa 2, sem regular declaração à Justiça Eleitoral”. A suspeita é que Alckmin tenha deixado de declarar R$ 2 milhões para a Justiça Eleitoral na campanha de 2010 e R$ 8,3 milhões na campanha de 2014.

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    Por meio de nota, a assessoria do ex-governador informou que “vê a investigação de natureza civil com tranquilidade e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos. Não apenas por ter total consciência da correção de seus atos, como também por ter se posicionado publicamente contra o foro privilegiado”, diz a nota. “Registre-se que os fatos relatados já estão sendo tratados pela Justiça Eleitoral, conforme determinou o Superior Tribunal de Justiça”.

    A assessoria de imprensa da Odebrecht informou que “está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua”.

    “[A Odebrecht] Já reconheceu os seus erros, pediu desculpas públicas, assinou um acordo de leniência com as autoridades do Brasil, Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Equador, Panamá e Guatemala, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas”, disse a construtora.

  • Inquérito que investiga Alckmin será enviado para Justiça Eleitoral de São Paulo

    A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nancy Andrighi reconheceu hoje (11) o fim da competência da instância especial para processar o inquérito instaurado no ano passado contra o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB). A investigação estava a cargo do STJ em razão da prerrogativa de foro de Alckmin, que renunciou ao cargo no último dia 7 de abril.

    “Sendo assim, a ministra determinou remessa dos autos à Justiça Eleitoral do Estado de São Paulo, nos termos do que foi requerido pelo vice-procurador Geral da República, Luciano Mariz”, informou o STJ, em nota.

    Alckmin é um dos governadores citados nas delações de ex-executivos da empreiteira Odebrecht. Também poderão ter os inquéritos enviados para a justiça eleitoral os ex-governadores Beto Richa, Marconi Perillo, Confúcio Moura e Raimundo Colombo, que também são investigados e se desligaram dos cargos para concorrer nas eleições de 2018. Por Agência Brasil