Tag: Limpeza

  • Preço da cesta básica paulistana tem alta de 2,95% em junho

    O custo dos produtos da cesta básica na capital paulista teve alta de 2,95% em junho, na comparação com maio, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP. O preço médio da cesta passou de R$ 682,25 em maio para R$ 702,38 em junho.

    A pesquisa constatou alta de 3,64% em itens de alimentação, influenciada por problemas climáticos, questões sazonais, excesso ou escassez de oferta ou demanda pelos produtos, preços das commodities, variações cambiais, formação de estoques e desonerações de tributos.

    Os produtos que mais encareceram foram o leite UHT (22,97%), frango resfriado inteiro (20,36%), farinha de trigo (19,48%), alho (13,76%) e carne de segunda sem osso (12,25%). As maiores quedas foram observadas na batata (-56,53%), cebola (-22,57%) e biscoito recheado (-9,55%).

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    Limpeza e higiene

    Houve queda em limpeza (-0,19%) e higiene pessoal (-1,75%). No grupo limpeza, o preço médio dos produtos era de R$ 36,91 em maio e diminuiu para R$ 36,84 em junho. Tiveram redução o detergente (-4,48%), o limpador multiuso (4,46%) e o sabão em barra (-3,10%).

    No grupo higiene pessoal, os produtos custavam, em média, R$ 60,60 em maio e caíram para R$ 59,54 em junho. Apresentaram queda o sabonete (-5,74%), o papel higiênico (-1,68%) e o creme dental (-0,80%). Por Agência Brasil.

  • Governo gastou R$ 3 bilhões com limpeza de prédios públicos em 2017

    Mais um valor apavorante foi apontado como gasto do governo. Um levantamento feito pela ONG Contas Abertas mostra que, em 2017, R$ 3 bilhões saíram dos cofres públicos para a limpeza e conservação dos órgãos públicos federais.

    O montante utilizado para manter “habitáveis” os prédios da administração federal equivale ao pagamento anual de mais de 227 mil empregados e empregadas domésticas. A relação foi realizada pela Contas Abertas como base no piso salarial da categoria já definido para 2018 no estado de São Paulo: R$ 1.108,38, isto é, R$ 13,3 mil por ano.

    A maior parcela dos recursos foi destinada à contratação de empresas especializadas no setor: R$ 2,9 bilhões. Já a compra de materiais para limpeza e produtos de higienização somou R$ 128,7 milhões.

    O principal responsável pelos gastos com limpeza a nível federal é o Ministério da Educação (MEC).

    O Congresso Nacional também desembolsa recursos para limpeza das galerias, dos gabinetes e até mesmo dos apartamentos funcionais das Casas. O Senado Federal destinou R$ 22,8 milhões para limpeza e conservação das suas dependências. Já a Câmara dos Deputados destinou R$ 44,7 milhões para esse tipo de despesa.

    Juntos, os órgãos do Judiciário desembolsaram R$ 345,4 milhões para deixar suas unidades limpas e higienizadas. A Justiça do Trabalho é a que mais paga esse tipo de serviço. Cerca de R$ 114,9 milhões foram destinados para as despesas. O valor inclui os gastos de unidades gestoras, como Tribunais Regionais.