Tag: Lua de Sangue

  • A lua e suas cores: entenda o fenômeno que encanta os olhos

    A lua e suas cores: entenda o fenômeno que encanta os olhos

    Você já reparou que a lua às vezes parece ter cores diferentes? Às vezes ela é branca, às vezes amarela, às vezes vermelha e até mesmo azul.

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    Mas por que isso acontece? Será que a lua muda de cor mesmo?

    Na verdade, a lua não muda de cor. Ela apenas reflete a luz do sol, que é branca. O que muda é a forma como nós vemos a lua, dependendo da posição dela no céu e da atmosfera da Terra.

    Quando a lua está próxima do horizonte, ela parece mais amarela ou avermelhada. Isso acontece porque a luz do sol tem que atravessar uma camada maior de ar para chegar até nós. O ar funciona como um filtro, que absorve as cores mais frias, como o verde, o azul e o violeta, e deixa passar as cores mais quentes, como o vermelho e o laranja. Esse efeito fica mais forte quando há partículas de fumaça, poeira ou poluição no ar.

    Quando a lua está no alto do céu, ela parece mais branca ou prateada. Isso acontece porque a luz do sol tem que atravessar uma camada menor de ar para chegar até nós. O ar não filtra tanto as cores, e a luz branca se mantém.

    A lua vermelha também pode ocorrer quando há um eclipse lunar. Um eclipse lunar acontece quando a Terra fica entre o sol e a lua, fazendo uma sombra sobre ela. A luz do sol não ilumina diretamente a lua, mas passa pela atmosfera da Terra. A atmosfera também filtra as cores mais frias e deixa passar as mais quentes, dando à lua um tom avermelhado. Por isso, a lua vermelha também é chamada de “lua de sangue”.

    A lua azul é muito rara de ser vista. Ela não tem nada a ver com a cor da lua em si, mas com o nome que se dá à segunda lua cheia que ocorre em um mesmo mês. Isso acontece a cada dois anos e meio, em média. Mas há casos em que a lua pode parecer azulada por causa de partículas muito grandes na atmosfera, como as causadas por erupções vulcânicas ou incêndios florestais.

    Agora você já sabe por que a lua muda de cor. Na verdade, ela não muda. É apenas uma ilusão causada pela luz do sol e pelo ar da Terra.

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    Mas por que isso acontece? Será que a lua muda de cor mesmo?

    Na verdade, a lua não muda de cor. Ela apenas reflete a luz do sol, que é branca. O que muda é a forma como nós vemos a lua, dependendo da posição dela no céu e da atmosfera da Terra.

    Quando a lua está próxima do horizonte, ela parece mais amarela ou avermelhada. Isso acontece porque a luz do sol tem que atravessar uma camada maior de ar para chegar até nós. O ar funciona como um filtro, que absorve as cores mais frias, como o verde, o azul e o violeta, e deixa passar as cores mais quentes, como o vermelho e o laranja. Esse efeito fica mais forte quando há partículas de fumaça, poeira ou poluição no ar.

    Quando a lua está no alto do céu, ela parece mais branca ou prateada. Isso acontece porque a luz do sol tem que atravessar uma camada menor de ar para chegar até nós. O ar não filtra tanto as cores, e a luz branca se mantém.

    A lua vermelha também pode ocorrer quando há um eclipse lunar. Um eclipse lunar acontece quando a Terra fica entre o sol e a lua, fazendo uma sombra sobre ela. A luz do sol não ilumina diretamente a lua, mas passa pela atmosfera da Terra. A atmosfera também filtra as cores mais frias e deixa passar as mais quentes, dando à lua um tom avermelhado. Por isso, a lua vermelha também é chamada de “lua de sangue”.

    A lua azul é muito rara de ser vista. Ela não tem nada a ver com a cor da lua em si, mas com o nome que se dá à segunda lua cheia que ocorre em um mesmo mês. Isso acontece a cada dois anos e meio, em média. Mas há casos em que a lua pode parecer azulada por causa de partículas muito grandes na atmosfera, como as causadas por erupções vulcânicas ou incêndios florestais.

    Agora você já sabe por que a lua muda de cor. Na verdade, ela não muda. É apenas uma ilusão causada pela luz do sol e pelo ar da Terra.

  • Eclipse lunar penumbral: o que é e como ver esse fenômeno astronômico

    Eclipse lunar penumbral: o que é e como ver esse fenômeno astronômico

    Você já ouviu falar em eclipse lunar penumbral? Esse é um tipo de eclipse que acontece quando a Lua passa pela parte mais clara da sombra da Terra, chamada de penumbra.

    Nesse caso, a Lua não fica totalmente escura, mas apenas um pouco menos brilhante, como se tivesse um véu na frente dela.

    Esse fenômeno pode ser difícil de perceber sem um equipamento adequado, e nem sempre é visível em todas as partes do mundo. Nesta sexta-feira (5), por exemplo, o eclipse lunar penumbral só poderá ser observado em países da África, Ásia e Oceania. No Brasil, infelizmente, não será possível ver o evento.

    Mas como funciona esse tipo de eclipse? Segundo a Nasa, ele ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão quase alinhados na mesma ordem, mas não totalmente. Isso faz com que a Lua fique sob a penumbra da Terra, que ainda recebe luminosidade do Sol. Por isso, a Lua escurece bem levemente.

    O eclipse lunar penumbral desta sexta durará aproximadamente 4 horas, e terá seu pico às 17h no horário de Brasília. Mas se você não puder ver esse fenômeno, não se preocupe: há outros tipos de eclipses lunares que são mais evidentes e impressionantes, como o eclipse total ou parcial.

    No eclipse total, a Lua entra na parte mais escura da sombra da Terra, chamada de umbra, e fica totalmente coberta por ela. Nesse momento, parte da luz solar que passa pela atmosfera da Terra atinge a superfície da Lua, deixando-a com uma coloração vermelho-alaranjada. Por isso, esse fenômeno também é conhecido como Lua de Sangue.

    No eclipse parcial, a Lua entra parcialmente na umbra da Terra, ficando com uma parte escura e outra clara. Esse fenômeno também é mais fácil de ser observado do que o penumbral.

    Nesse caso, a Lua não fica totalmente escura, mas apenas um pouco menos brilhante, como se tivesse um véu na frente dela.

    Esse fenômeno pode ser difícil de perceber sem um equipamento adequado, e nem sempre é visível em todas as partes do mundo. Nesta sexta-feira (5), por exemplo, o eclipse lunar penumbral só poderá ser observado em países da África, Ásia e Oceania. No Brasil, infelizmente, não será possível ver o evento.

    Mas como funciona esse tipo de eclipse? Segundo a Nasa, ele ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão quase alinhados na mesma ordem, mas não totalmente. Isso faz com que a Lua fique sob a penumbra da Terra, que ainda recebe luminosidade do Sol. Por isso, a Lua escurece bem levemente.

    O eclipse lunar penumbral desta sexta durará aproximadamente 4 horas, e terá seu pico às 17h no horário de Brasília. Mas se você não puder ver esse fenômeno, não se preocupe: há outros tipos de eclipses lunares que são mais evidentes e impressionantes, como o eclipse total ou parcial.

    No eclipse total, a Lua entra na parte mais escura da sombra da Terra, chamada de umbra, e fica totalmente coberta por ela. Nesse momento, parte da luz solar que passa pela atmosfera da Terra atinge a superfície da Lua, deixando-a com uma coloração vermelho-alaranjada. Por isso, esse fenômeno também é conhecido como Lua de Sangue.

    No eclipse parcial, a Lua entra parcialmente na umbra da Terra, ficando com uma parte escura e outra clara. Esse fenômeno também é mais fácil de ser observado do que o penumbral.

  • Veja ‘Lua de sangue’ e eclipse lunar ao vivo

    Boa parte do Brasil vai poder acompanhar nesta sexta-feira a chamada “Lua de sangue”, como parte de um eclipse lunar total, o mais longo do século 21.

    De acordo com o Observatório Nacional, a parte leste do Brasil verá o eclipse total, já a parte oeste, será visto somente o fenômeno parcial.

    O espetáculo, também será visível na Europa, no Oriente Médio, na África, na Austrália, na maior parte da Ásia e na América do Sul.

    O eclipse terá início às 14h14min, pelo horário de Brasília, quando a Lua começar a entrar na sombra da Terra. O eclipse total se inicia às 16h30min, antes da Lua nascer no Brasil, e termina às 18h13min.

    Acompanhe abaixo a transmissão oficial da NASA.

  • Maior eclipse total da Lua do século 21 ocorre nesta sexta

    Olhar para o céu no início da noite de amanhã (27) será um convite obrigatório. A partir das 16h30 começa o eclipse lunar mais longo do século 21, que deve durar cerca de uma hora e 43 minutos. Em quase todo o planeta será possível acompanhar o fenômeno que, geralmente, ocorre duas vezes por ano, com um tempo de duração de 60 a 80 minutos, podendo durar até muito menos. Em 2015, por exemplo, a cobertura total da Lua durou apenas 12 minutos.

    “Agora a Lua vai atravessar bem no centro da sombra da Terra”, explicou a pesquisadora Josina Nascimento, do Observatório Nacional. E é por isso que vai demorar mais tempo até que ela volte a aparecer. Mas, no Brasil, essa fase do eclipse não será visível pelo período integral de 104 minutos. “Toda a parte leste do Brasil vai ver a Lua nascer já durante o eclipse total. Dependendo do lugar, no Rio de Janeiro, por exemplo, a Lua vai nascer 17h26, quando o céu ainda estará claro. Por volta de 18h13, fica mais visível e é quando começa o eclipse parcial [quando a Lua começa a sair da sombra da Terra]”, afirmou.

    O eclipse da Lua acontece quando o Sol, Terra e Lua ficam alinhados nesta ordem. O Sol, iluminando a Terra, faz uma sombra no espaço em duas partes: a penumbra, que ainda revela raios do Sol, e a umbra que não recebe qualquer feixe de luz. “Quando a Lua, caminhando em torno da Terra, penetra totalmente na sombra escura temos o eclipse total”, completou a pesquisadora.

    No Brasil, em toda a parte leste do país, a Lua já vai nascer na fase total do eclipse, fase que termina às 18h13, no horário de Brasília. A partir desse horário, a Lua começa a sair da sombra mais escura da Terra [umbra], iniciando o eclipse parcial, que dura até 19h19. O fenômeno completo, que inclui a fase penumbral do eclipse, termina às 20h29. Segundo Josina, o eclipse total será visto por toda as regiões Sul, Sudeste e Nordeste. “O Centro-Oeste e parte da Região Norte verá o eclipse parcial e a parte mais a oeste da Região Norte verá somente o eclipse penumbral”, disse.

    Se o tempo do fenômeno já carrega um grau de ineditismo, o espetáculo promete ser ainda maior pelas cores com as quais a Lua despontará no horizonte: um efeito laranja avermelhado que dá nome à Lua de Sangue, provocado durante o eclipse total.

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    “Depois que o sol se põe você tem a tonalidade do horizonte avermelhado que é causado pelos raios de sol passando pela atmosfera. Ou seja, mesmo sem ver o sol, ainda recebe um pouco dessa luz. Os tons vermelhos são os menos filtrados e acabam se destacando mais. O mesmo acontece no eclipse total da Lua. Quando está totalmente na umbra [sombra mais escura da Terra] fica totalmente escura mas ainda chega à Lua os raios solares que passam pela atmosfera da Terra. Passam os mais próximos do vermelho e ela fica com essa tonalidade”, explicou a pesquisadora.

    O show celeste ainda promete a maior visibilidade de planetas que estarão na mesma linha. Marte, sem dúvida, merecerá o destaque por estar, desde o início do ano, em máxima brilhância, se destacando como um ponto vermelho ao lado da Lua. O pico desse efeito está previsto para o dia 3 de agosto, mas já é impossível ignorar a presença desse planeta visto a olhos nus. “Júpiter também estará no alto. Vênus está a oeste e Saturno estará entre Marte e Júpiter, na mesma linha, também muito brilhante mas menos que Marte.” Por Agência Brasil.