Tag: Marielle Franco

  • “Não há nenhuma participação da família Bolsonaro na morte de Marielle Franco”, diz delegado

    Antônio Ricardo Lima Nunes, delegado do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa do Rio de Janeiro, afirmou que a Polícia Civil tem certeza de que “não há qualquer participação da família Bolsonaro” no assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Apontado como mandante da morte de Marielle, Curicica é denunciado por outro homicídio no Rio

    O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apresentou denúncia nesta terça-feira (10), contra o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo, o ‘Orlando Curicica’, pelo assassinato de Carlos Alexandre Pereira Maria, conhecido como Alexandre Cabeça.

    De acordo com o Ministério Público, Orlando Curicica, apontado como líder de uma das milícias que atuam na região de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, seria o mandante do assassinato, em parceria com Diogo Maia dos Santos.

    O crime, praticado no dia 8 de abril deste ano, teria sido uma queima de arquivo motivada pelo fato de Alexandre ter divulgado em redes sociais que Diogo seria o responsável pela morte de um homem conhecido como ‘Carrapa’.

    Alexandre Cabeça, que era uma espécie de assessor informal de Marcello Siciliano, vereador na capital fluminense pelo PHS, foi morto menos de um mês depois do assassinato da também vereadora Mariele Franco, do PSOL.

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    Siciliano e Orlando Curicica foram apontados por um delator, em depoimento a Polícia Civil, como mandantes do assassinato de Marielle. Na ocasião, o motorista da vereadora, Anderson Gomes, também foi morto. Tanto Siciliano, quanto Orlando negam envolvimento no Crime.

    Neste sábado (14), o caso completa 4 meses ainda sem solução, apesar de no último dia 10 de maio, o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, ter dito que as investigações já estavam na etapa final. Por Radioagência Nacional.

  • Grupos de família no WhatsApp são os que mais disseminam fake news

    Dois dias depois da morte da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, a estudante de artes plásticas em São Paulo, Michele Karniol, de 20 anos, começou a ser bombardeada com fake news envolvendo a vereadora. Ela se lembra de, pelo menos, três boatos sobre o caso. Todos chegaram pelos grupos da família no WhatsApp.

    Sonora: “Dos parentes mais velhos: tio, sabe? irmão da minha avó, irmã da minha vó, sabe?”

    Assim como Michele, mais da metade das pessoas que receberam mensagens WhatsApp com fake news sobre a vereadora estavam em grupos de família. A constatação está no estudo feito pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP).

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    Segundo o estudo, o boato mais compartilhado foi um texto ligando Marielle ao traficante Marcinho VP; 916 entrevistados receberam a mensagem; 51% deles responderam que ela veio por grupos da família; 32% receberam em grupos de amigos e 9% de colegas de trabalho.

    O professor Pablo Ortelado, um dos responsáveis pela pesquisa, diz que uma das hipóteses é a de que, em grupos mais íntimos, as pessoas ficam mais à vontade para divulgar informações sem checar.

    Sonora: “O ônus é menor porque se você se expõe em família com um conteúdo assim especulativo, você provavelmente vai ser menos julgado do que se você estiver num ambiente mais impessoal, por exemplo, um grupo de trabalho, onde as pessoas vão te julgar, ou num grupo de amigos onde as pessoas podem ter opiniões mais dissidentes, contrárias.

    Outra avaliação do pesquisador é a de que, como os grupos de WhatsApp são de difícil monitoramento, eles acabam se transformando em um instrumento propício à divulgação de fake news.

    Sonora: “A gente acredita que os grupos políticos, quando eles têm estratégias mais sujas de difamação eles utilizam mais esse instrumento porque é muito difícil de ser monitorado.”

    No caso de Marielle, o primeiro boato circulou apenas duas horas e meia depois do assassinato. Um vídeo de uma rua escura acompanhado de um texto que dizia se tratar de um crime comum. O estudou não buscou de onde saiu o boato.

    Sonora: “A gente não sabe se é um autor político malicioso, se é uma coisa mais espontânea, a gente não sabe, inclusive, se isso não está ligado aos próprios executantes do crime participaram da divulgação desses boatos.”

    Segundo o estudo, só depois as fake news chegaram a outras redes sociais como o Twitter e o Facebook. O ápice se deu quando o deputado Alberto Fraga, do DEM, e a desembargadora Marília Castro Neves compartilharam as mensagens em suas próprias redes e os boatos foram parar nos grandes veículos de comunicação.

    A pesquisa avaliou as respostas de 2.520 que responderam o questionário, que ficou disponível nas páginas Quebrando o Tabu e da vereadora Marielle, entre os dias 26 de março e 3 abril. A estimativa é que seis a cada 10 brasileiros usem o WhatsApp como forma de comunicação. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Facebook só apagará calúnias contra Marielle apontadas pela defesa

    O desembargador Luiz Fernando Pinto, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), atendeu pedido do Facebook e concedeu efeito suspensivo que modifica a liminar concedida por um juiz de primeira instância na qual a rede social ficou obrigada a excluir publicações que contenham calúnias contra a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada no Rio de Janeiro em 14 de março. Com a nova decisão, somente deverão ser retiradas da internet as postagens cujos endereços eletrônicos sejam especificados por Anielle Franco e Mônica Benício, respectivamente irmã e viúva da vereadora, autoras da ação movida contra o Facebook.

    O efeito suspensivo foi concedido na quarta-feira (18). Na decisão anterior, o Facebook foi obrigado a excluir todos os conteúdos ofensivos sobre a vereadora Marielle Franco, e não apenas os citados pelas autoras da ação. A rede social deveria usar os instrumentos necessários para filtrar e coibir novas postagens caluniosas, podendo ser multada em R$ 500 mil em caso de descumprimento e até ter seus serviços suspensos.

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    Na visão do desembargador Luiz Fernando Pindo, “as determinações têm alcance e magnitude que, por ora, não podem ser atingidos, seja em razão do universo de usuários, na ordem de milhões, seja pela impossibilidade de conferir juízo de valor próprio a respeito do conteúdo de eventuais postagens de caráter ofensivo”. Ele também considerou que a rede social cumpriu de imediato a ordem e excluiu todas as publicações que haviam sido indicadas por Anielle Franco e Mônica Benício.

    Dias após o assassinato da vereadora, as advogadas da irmã e da viúva começaram uma campanha pedindo que denunciassem os perfis de redes sociais que estavam veiculando informações falsas. Quase 20 mil e-mails foram recebidos, contendo denúncias de mensagens que propagavam calúnias, discursos de ódio e notícias falsas, as chamadas fake news.

  • Caso Marielle: procurador se reúne com a cúpula da segurança do Rio

    O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, disse hoje acreditar qe a polícia está trabalhando com uma boa linha de investigação no caso dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, que nesta semana completa um mês.

    Ele se reuniu nesta segunda-feira com a cúpula da Segurança Pública do Estado na Delgacia de homicídios da capital, na Barra da Tijuca, zona oste da cidade. O procurador não deu detalhes das investigações e lembrou que o caso continua sob sigilo.

    O procurador ainda negou que a reunião tivesse ligacao com a noticia do assassinato neste domingo de um colaborador do vereador do PHS, Marcelo Siciliano, que prestou depoimento no caso Marielle na última semana. Segundo Eduardo Gussem o encontro já estava marcado desde a semana passada. Ele também afirmou que não se trata de uma cobrança do Ministério Publico.

    Participaram do encontro o secretário de Segurança Pública, General Richard Nunes; o chefe de Polícia Civil, delegado de Polícia Rivaldo Barbosa; o superintendente da Polícia Federal no Rio, Ricardo Andrade Saadi; o promotor de Justiça responsável pelo caso, Homero das Neves e o delegado que preside as investigações, Giniton Lages. Por Radioagencia Nacional

  • Rio ganha Quarteirão Cultural Marielle Franco

    A Secretaria Municipal de Cultura do Rio inaugurou ontem à noite (5) o Quarteirão Cultural da Rua Álvaro Alvim, na Cinelândia, que recebeu o nome de Marielle Franco, em homenagem à vereadora, morta no último dia 14.

    Ela foi vítima de execução, no bairro do Estácio, no centro do Rio, junto com o motorista Anderson Gomes, que dirigia o carro, que levava a parlamentar para casa, na Tijuca. A placa de inauguração foi instalada na esquina das ruas Álvaro Alvim e Alcindo Guanabara, na lateral da Câmara de Vereadores da Cidade do Rio, onde Marielle exercia seu primeiro mandato.

    Situada entre a Rua Alcindo Guanabara e o Passeio Público, a área foi instituída por decreto do prefeito Marcelo Crivella. Este é o primeiro dos Quarteirões Culturais que a Secretaria Municipal de Cultura implantou na cidade, incluindo outras áreas que serão beneficiadas, como o Ponto Chic, em Padre Miguel, a Pedra do Sal, na zona portuária, a Praça Tiradentes, no Centro e o Aterro do Flamengo.

    Atividades culturais serão desburocratizadas

    O Quarteirão Cultural tem como meta desburocratizar a realização de atividades culturais e artísticas em ruas localizadas em reconhecidos polos de cultura, gastronomia e lazer do Rio.

    O decreto dispensa a necessidade de alvará provisório, cria horários especiais de funcionamento e permite a ocupação das ruas e calçadas com mesas e cadeiras, em perímetro definido de modo a facilitar a vida dos produtores culturais e comerciantes destas regiões.

    O funcionamento do Quarteirão Cultural Marielle Franco será de quinta a domingo e nos feriados. Os horários são os seguintes: às quintas, de 18h às 22h; sextas, sábados e véspera de feriado, de 18h às 3h do dia seguinte; domingos e feriados, de 12h às 22h. Nestes horários, será proibido o estacionamento de veículos ao longo da rua Álvaro Alvim e Alcindo Guanabara.

    De acordo com a secretária municipal de Cultura, Nilcemar Nogueira, “as ruas do Rio de Janeiro têm uma vocação cultural e artística muito forte e consideramos prioritário estimular a ocupação dos espaços públicos pelas diversas linguagens artísticas. Os Quarteirões Culturais surgem com estes objetivos: promover cultura e lazer nas ruas e praças e incrementar a atividade econômica, seja dos produtores culturais, seja do comércio local”. Por: Agência Brasil

  • Prazo para que Facebook retire vídeos com calúnias sobre Marielle termina hoje

    O prazo de 24 horas dado pela Justiça para que o Facebook retire do ar todas as postagens caluniosas contra a vereadora Marielle Franco (PSOL) se encerra na tarde de hoje (4). A decisão, do juiz Jorge Novelle, da 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio foi tomada na semana passada, mas o Facebook só foi notificado na tarde de ontem (3), quando começou a contar o prazo de 24 horas. A ação foi movida pela irmã de Marielle, Anielle Silva, e pela víuva da vereadora, Mônica Benício.

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    De acordo com a advogada da família de Marielle, Samara Mariana de Castro, até a manhã de hoje, muitos conteúdos caluniosos ainda permaneciam na rede social. Com o fim do prazo e caso haja descumprimento da medida, as advogadas que acompanham o caso entrarão com uma petição para que a decisão seja integralmente cumprida.

    A liminar concedida no ultimo dia 28 determina ainda que o Facebook precisa fornecer dentro do mesmo prazo informações sobre a autoria das postagens, bem como a administração das páginas e os IPs dos computadores de onde partiram as calúnias.

    Desde o assassinato da vereadora e do seu motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, começaram a circular informações falsas e criminosas, por exemplo, sobre uma relação afetiva dela com o traficante Marcinho VP.

    Na decisão, o juiz Novelle afirmou que não é possível tolerar que a memória da parlamentar continue sendo desrespeitada e ressaltou que o Facebook tem os recursos necessários para excluir as postagens e fornecer as informações. O juiz pediu também que a empresa informe se os perfis de Luciano Ayan, Luciano Henrique Ayan e Movimento Brasil Livre patrocinaram as postagens.

    A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa do Facebook, mas não obteve resposta até o fechamento do texto. Por: Agência Brasil

  • Justiça determina que Facebook retire publicações falsas sobre Marielle Franco

    Justiça do Rio de Janeiro determinou que o Facebook retire num prazo de 24 horas publicações falsas sobre a vereadora Marielle Franco. A ação foi movida pela mãe e pela viúva da parlamentar.

  • Youtube tem 72 horas para apagar vídeos que estão difamando Marielle Franco

    Desde a morte da vereadora Marielle Franco (14/03), muitos boatos vem sendo relacionados ao seu nome. A própria família da ativista teve que se manifestar algumas vezes para desmentir a acusação de que ela estava vinculada a facções criminosas e tráfico, chegando até a ter algum relacionamento com Marcinho VP.

    Algumas dessas afirmações estão hospedadas no Youtube, somando ao todo 16 vídeos. Diante disso, a Justiça determinou que o Google terá 72 horas para remover os conteúdos, que são considerados caluniosos e ofensivos à memória da vereadora.

    A decisão partiu da juíza Marcia Correia Hollanda, que ao analisar o conteúdo concluiu que as mensagens iam muito além dos limites previstos na Constituição, no que diz respeito à liberdade de expressão.

    “Tais vídeos e áudios fizeram referência direta à Marielle, apontando-a como vinculada a facções criminosas e tráfico ou imputações maliciosas sobre as suas bandeiras políticas, como o aborto, fatos que podem caracterizar violação à honra e à imagem da falecida, e que, certamente, causam desconforto e angústia a seus familiares”, diz a decisão.

    Nenhum dos vídeos apresenta provas das acusações.

    O Google enfrentará uma multa diária de R$ 1.000 enquanto não remover os vídeos do Youtube.

    Em resposta à decisão, a empresa aceitou a decisão e a julgou correta.

  • Zezé Di Camargo publica texto contra a comoção pela morte de Marielle Franco

    Como parece que se não for para causar, o Zezé Di Camargo nem usa as redes sociais, mais um dos seus posts renderam críticas de internautas nessa segunda-feira (19/03). A polêmica da vez envolve uma crítica que o sertanejo fez sobre a comoção em torno da morte da vereadora Marielle Franco.

    Utilizando uma imagem de Giselhe Palhares, morta a tiros em 2016, o cantor usou o texto de outro autor para comparar as formas como os dois casos repercutiram na mídia.

    “Embora mulher, não era negra, não era pobre, não era feminista, não era militante de partidos políticos, não frequentava os círculos LGBT, não estava dentro dos programas de assistências de cotas do Governo. Enfim, não preenchia os requisitos necessários para uma mobilização”, e continuou: “Vamos refletir?! Como cidadão tenho direito de expressar minha opinião. Aos que concordam comigo, obrigado! Aos que divergem, apenas conteste sem ofensas. Lembrando, apenas, que o texto não é meu. Repostei, porque achei coerente e verdadeiro. Parabéns ao autor!! Transformar uma barbárie em politicagem, não”.

    Nos comentários, o cantor recebeu críticas como: “Respeite a execução covarde dessa mulher que lutou tanto contra as desigualdades e injustiças. Vá pesquisar quantas coisas boas essa mulher fez”, disse uma seguidora. “Você, como sempre, confundindo opinião com ignorância. Me poupe”, ressaltou outra.