Segundo informações obtidas pela Folha, a médica Mayra Pinheiro, que atua como secretária da Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, manteve contato com membros de fora do governo que defendiam tratamento sem eficácia contra a doença.
Conhecida como capitã cloroquina, Mayra fez defesa ferrenha do uso da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada para tratamento da Covid-19, e admitiu que a pasta federal orientou médicos de todo o país para que adotassem o tratamento precoce.
Em seu depoimento na CPI, ela confirmou ter dito à Secretaria de Saúde do Amazonas que era inadmissível não adotar a orientação da pasta sobre a utilização desses medicamentos, que segundo estudos, são ineficazes no enfrentamento da doença.
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