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  • Michael Jackson era pedófilo: Documentário bombástico revela detalhes dos abusos

    Um documentário inédito com quatro horas de duração revela detalhes perturbadores sobre a intimidade de Michael Jackson e acusa o Rei do Pop de até encenar um casamento com votos e um anel de diamante com um menino.

    “Leaving Neverland”, ou “Deixando Neverland”, em tradução livre, foi exibido nesta sexta-feira (25) no Sundance Film Festival e as reações de quem viu está deixando todo mundo de cabelo em pé.

    “Entre as muitas e muitas revelações perturbadoras, Michael Jackson deu a uma de suas jovens vítimas masculinas joias em troca de atos sexuais, e até encenou um casamento simulado com votos e anel de diamante”, escreveu Patrick Ryan, do USA Today.

    “Muitos paralelos comuns nas histórias das vítimas: MJ os preparando para odiar seus pais e mulheres em geral, dizendo que Deus os uniu”, completa Patrick.

    “Deixando Neverland é um filme de terror – uma história íntima, obviamente crível, às vezes sexualmente explícita, de dois garotos que se tornaram os ‘amigos’ especiais de Michael Jackson – isto é, os amantes – enquanto seus pais esquecidos concordavam. Jackson era um demônio – um predador tranquilo, um monstro”, disse Jeff Wells, da Hollywood Elsewhere.

    “Sinto-me mal do estômago depois de assistir a parte 1 do documentário. Testemunhas de Michael Jackson/vítimas de abuso sexual saindo muito credível. É tão sexualmente explícito…”, escreveu Mara Reinstein, da US Weekly.

    O filme gira em torno dos relatos de Wade Robson e James Safechuck, que afirmam terem sido violados e molestados pelo cantor no seu rancho Neverland quando eram crianças.

    Ainda não há previsão de estreia para o Brasil.

  • Inclinação antigravidade de Michael Jackson virou estudo de neurocirurgiões

    De acordo com a Revista Rolling Stone, nenhum artista moldou, inovou ou definiu os videoclipes mais do que Michael Jackson.

    Nos anos 80 e início dos anos 90, a MTV tinha apenas um formato – videoclipes – e esse gênero decolou quando Jackson entrou em cena em 1983 com “Billie Jean”. MJ transformou os videoclipes em superproduções. Ele levou sua música incrível e adicionou um roteiro, efeitos especiais, fotografia cinematográfica e coreografia surpreendente criando curtos filmes de alto orçamento, destacando música e dança.

    Michael executou movimentos de dança que até hoje parecem impossíveis. Quase todos os fãs tentaram dançar como ele, mas poucos conseguiram. Um desses movimentos acabou sendo estudado por um grupo de neurocirurgiões. O famoso “Smooth Criminal”, que foi apresentado em seu videoclipe de 1987.

    Nele, MJ se lança 45 graus para a frente, com o corpo reto como uma vara e os sapatos apoiados no palco e mantém a posição por alguns segundos.

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    Como Michael Jackson fez isso? Foi talento, magia ou ambos?

    Três neurocirurgiões do Instituto de Pós-graduação em Educação Médica e Pesquisa em Chandigarh, Índia – Nishant S. Yagnick, Manjul Tripathi e Sandeep Mohindra, examinaram a inclinação anti-gravitacional do ponto de vista de um neurocirurgião.

    Segundo a pesquisa, o movimento é praticamente impossível de ser feito por um ser humano normal. Mesmo o mais forte dos dançarinos só pode manter uma inclinação para frente de 25 a 30 graus a partir do tornozelo.

    Segundo o Dr. Tripathi, Michael não só inspirou uma geração de dançarinos, mas também de médicos.

    “MJ inspirou gerações de dançarinos a ultrapassarem seus limites. Apesar de ser um deleite visual, tais movimentos também levam a novas formas de lesões musculoesqueléticas. O Rei do Pop não só foi uma inspiração, mas um desafio para os médicos”, disse ele.

    Os neurocirurgiões documentam como foi realizada a antigravidade, levando em conta o talento e a força central do artista, bem como sua inventividade e uso de uma ajuda patenteada, que juntos parecem mover seu corpo além dos limites humanos.

    Eles também alertam outros neurocirurgiões sobre novas formas de lesões na coluna vertebral, quanto os dançarinos seguem o exemplo de Jackson e tentam “saltar mais alto, alongar-se e girar mais rápido do que nunca”.

    O estudo completo foi publicado no Journal of Neurosurgery e está disponível para leitura em inglês. Leia o artigo depois volte aqui para conferir de perto essa performance magnífica de “Smooth Criminal”.

  • Médium entra em contato com Michael Jackson e o acha “vulnerável e discreto”

    A pedido da cantora La Toya, o médium Tyler Henry tentou contato com Michael Jackson (1958-2009). A interação será divulgada na próxima edição do programa “Hollywood Medium”.

    Os detalhes da conversa com Michael foram contados ao site “E! News”. Tyler adiantou que um dos principais temas da conversa com o cantor foi sua morte, por overdose de medicamentos.

    “A La Toya estava muito curiosa sobre o que ocorreu exatamente com o Michael em seus momentos finais”, disse Henry. “Acho que ajudou a entender um pouco mais o que aconteceu, acho que vai ajudar a todos a dar algumas questões por encerradas”, afirmou o médium.

    Além disso, o jovem revelou sobre como a impressão que ele teve do astro: “Quando o Michael entrou em contato eu esperava que ele fosse aparecer para mim fazendo um moonwalking, ainda como uma celebridade, mas foi o oposto disso. Ele surgiu ainda muito vulnerável e discreto”.

  • ‘Thriller’ ganha versão sinfônica no Rio de Janeiro e em São Paulo

    Quem é fã do Michael Jackson e de música erudita já pode comemorar a combinação perfeita que está a caminho.

    “Thriller”, um dos mais icônicos álbuns da música pop, lançado há 35 anos, ganhará uma versão sinfônica pela Orquestra Petrobrás Sinfônica. O concerto – o segundo da série ‘Álbuns’, que estreou ano passado com “Ventura Sinfônico”, da banda Los Hermanos – está marcado para os dias 22 e 23 deste mês, em São Paulo, e dia 25, no Rio de Janeiro.

    Entre as faixas está o sucesso “Billie Jean”, que contará com arranjos de Marcelo Caldi, Mateus Freire e Jessé Sadoc.

    Não é a primeira vez que esse concerto é apresentado no Brasil. Em dezembro do ano passado, o evento ocorreu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e teve ingressos esgotados.

    Entretanto, essa será a primeira apresentação em São Paulo. Serão duas sessões – marcadas no Teatro Bradesco, em Perdizes, com ingressos que custam de R$ 100 a R$ 200.

    Já no Rio, haverá uma apresentação única no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo, com entradas de R$ 50 a R$ 250.