Tag: Microsoft

  • Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    O Zune foi um player de mídia digital lançado pela Microsoft em 2006, com o objetivo de concorrer com o iPod da Apple.

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI
  • Microsoft reduz produção de acessórios do Surface: o que isso significa?

    Microsoft reduz produção de acessórios do Surface: o que isso significa?

    A Microsoft anunciou que vai cortar a produção de periféricos para seus computadores Surface, como teclados e mouses, em meio à queda na demanda por PCs.

    Segundo o Nikkei Asia, a empresa americana está consolidando recursos e focando em outros segmentos, como serviços em nuvem e jogos.

    A decisão da Microsoft reflete a tendência de desaceleração da indústria de PCs, que enfrenta problemas de escassez de chips, concorrência de smartphones e tablets, e mudanças nos hábitos dos consumidores.

    O que isso significa para os usuários do Surface?

    Por enquanto, nada. A Microsoft continuará oferecendo suporte e atualizações para seus dispositivos, e os acessórios ainda estarão disponíveis no mercado. No entanto, a longo prazo, pode haver menos inovação e variedade nesse segmento, o que pode afetar a experiência dos clientes.

    Além disso, a Microsoft pode perder espaço para outras marcas que investem mais em PCs, como a Apple e a Dell.

    Segundo o Nikkei Asia, a empresa americana está consolidando recursos e focando em outros segmentos, como serviços em nuvem e jogos.

    A decisão da Microsoft reflete a tendência de desaceleração da indústria de PCs, que enfrenta problemas de escassez de chips, concorrência de smartphones e tablets, e mudanças nos hábitos dos consumidores.

    O que isso significa para os usuários do Surface?

    Por enquanto, nada. A Microsoft continuará oferecendo suporte e atualizações para seus dispositivos, e os acessórios ainda estarão disponíveis no mercado. No entanto, a longo prazo, pode haver menos inovação e variedade nesse segmento, o que pode afetar a experiência dos clientes.

    Além disso, a Microsoft pode perder espaço para outras marcas que investem mais em PCs, como a Apple e a Dell.

  • Microsoft e Activision enfrentam resistência no Reino Unido para fusão bilionária

    Microsoft e Activision enfrentam resistência no Reino Unido para fusão bilionária

    A Microsoft anunciou em janeiro de 2023 a compra da Activision Blizzard, uma das maiores produtoras de jogos do mundo, por US$ 68,7 bilhões.

    O negócio, que seria o maior da história da indústria de games, enfrenta agora um obstáculo no Reino Unido, onde o órgão regulador de concorrência decidiu bloquear a operação.

    Segundo a Competition and Markets Authority (CMA), a fusão reduziria a concorrência no mercado de jogos, especialmente no segmento de nuvem, onde a Microsoft oferece o serviço Xbox Cloud Gaming. A CMA afirmou que isso poderia resultar em preços mais altos, menor qualidade e menos inovação para os consumidores.

    A Microsoft e a Activision disseram que vão recorrer da decisão e que estão confiantes na aprovação do negócio. As empresas argumentaram que a fusão beneficiaria os jogadores, os desenvolvedores e a indústria como um todo, além de aumentar a diversidade e a inclusão no setor.

    A transação ainda precisa ser aprovada por outros órgãos reguladores ao redor do mundo, incluindo nos Estados Unidos e na União Europeia. Se concluída, a Microsoft passaria a controlar franquias populares como Call of Duty, Warcraft, Overwatch e Candy Crush.

    O negócio, que seria o maior da história da indústria de games, enfrenta agora um obstáculo no Reino Unido, onde o órgão regulador de concorrência decidiu bloquear a operação.

    Segundo a Competition and Markets Authority (CMA), a fusão reduziria a concorrência no mercado de jogos, especialmente no segmento de nuvem, onde a Microsoft oferece o serviço Xbox Cloud Gaming. A CMA afirmou que isso poderia resultar em preços mais altos, menor qualidade e menos inovação para os consumidores.

    A Microsoft e a Activision disseram que vão recorrer da decisão e que estão confiantes na aprovação do negócio. As empresas argumentaram que a fusão beneficiaria os jogadores, os desenvolvedores e a indústria como um todo, além de aumentar a diversidade e a inclusão no setor.

    A transação ainda precisa ser aprovada por outros órgãos reguladores ao redor do mundo, incluindo nos Estados Unidos e na União Europeia. Se concluída, a Microsoft passaria a controlar franquias populares como Call of Duty, Warcraft, Overwatch e Candy Crush.

  • Elon Musk quer processar Microsoft por treinar Inteligência Artificial com dados coletados do Twitter

    Elon Musk quer processar Microsoft por treinar Inteligência Artificial com dados coletados do Twitter

    Elon Musk, o fundador da Tesla e da SpaceX, não está satisfeito com a forma como a Microsoft está usando os dados do Twitter para treinar sua inteligência artificial (IA).

    Em um tweet publicado na última quarta-feira (19), ele acusou a gigante de tecnologia de violar os direitos autorais dos usuários da rede social e ameaçou processá-la na justiça.

    A polêmica começou quando a Microsoft anunciou que havia criado um modelo de linguagem natural chamado Turing-NLG, capaz de gerar textos coerentes e fluentes a partir de palavras-chave ou frases. Para isso, a empresa usou um conjunto de dados chamado Common Crawl, que contém bilhões de páginas da web, incluindo tweets de milhões de usuários do Twitter.

    Musk, que é um dos usuários mais populares do Twitter, com mais de 60 milhões de seguidores, não gostou da ideia de ter seus tweets usados para alimentar a IA da Microsoft. Ele afirmou que isso é uma forma de “roubo” e que ele não autorizou o uso de seus dados para esse fim. Ele também disse que a Microsoft deveria pagar pelos direitos autorais dos usuários do Twitter ou parar de usar seus dados imediatamente.

    A Microsoft, por sua vez, defendeu-se dizendo que o uso dos dados do Common Crawl é legal e ético, e que o objetivo do Turing-NLG é avançar a pesquisa em linguagem natural e beneficiar a sociedade. A empresa também afirmou que respeita a privacidade dos usuários do Twitter e que não usa seus dados para fins comerciais ou maliciosos.

    A questão levanta um debate sobre os limites éticos e legais do uso de dados públicos para treinar modelos de IA. Por um lado, os defensores da liberdade de informação argumentam que os dados disponíveis na web são um recurso valioso para o desenvolvimento científico e tecnológico, e que não devem ser restringidos por questões de direitos autorais. Por outro lado, os defensores da privacidade e da propriedade intelectual argumentam que os dados pessoais dos usuários da web são protegidos por lei e que não devem ser usados sem o seu consentimento explícito.

    O caso ainda não foi levado à justiça, mas pode ter repercussões importantes para o futuro da IA e da web. Enquanto isso, Musk continua usando o Twitter para expressar suas opiniões e provocar seus rivais no mundo da tecnologia.

    Em um tweet publicado na última quarta-feira (19), ele acusou a gigante de tecnologia de violar os direitos autorais dos usuários da rede social e ameaçou processá-la na justiça.

    A polêmica começou quando a Microsoft anunciou que havia criado um modelo de linguagem natural chamado Turing-NLG, capaz de gerar textos coerentes e fluentes a partir de palavras-chave ou frases. Para isso, a empresa usou um conjunto de dados chamado Common Crawl, que contém bilhões de páginas da web, incluindo tweets de milhões de usuários do Twitter.

    Musk, que é um dos usuários mais populares do Twitter, com mais de 60 milhões de seguidores, não gostou da ideia de ter seus tweets usados para alimentar a IA da Microsoft. Ele afirmou que isso é uma forma de “roubo” e que ele não autorizou o uso de seus dados para esse fim. Ele também disse que a Microsoft deveria pagar pelos direitos autorais dos usuários do Twitter ou parar de usar seus dados imediatamente.

    A Microsoft, por sua vez, defendeu-se dizendo que o uso dos dados do Common Crawl é legal e ético, e que o objetivo do Turing-NLG é avançar a pesquisa em linguagem natural e beneficiar a sociedade. A empresa também afirmou que respeita a privacidade dos usuários do Twitter e que não usa seus dados para fins comerciais ou maliciosos.

    A questão levanta um debate sobre os limites éticos e legais do uso de dados públicos para treinar modelos de IA. Por um lado, os defensores da liberdade de informação argumentam que os dados disponíveis na web são um recurso valioso para o desenvolvimento científico e tecnológico, e que não devem ser restringidos por questões de direitos autorais. Por outro lado, os defensores da privacidade e da propriedade intelectual argumentam que os dados pessoais dos usuários da web são protegidos por lei e que não devem ser usados sem o seu consentimento explícito.

    O caso ainda não foi levado à justiça, mas pode ter repercussões importantes para o futuro da IA e da web. Enquanto isso, Musk continua usando o Twitter para expressar suas opiniões e provocar seus rivais no mundo da tecnologia.

  • O novo Bing está mesmo melhor que o Google?

    O novo Bing está mesmo melhor que o Google?

    Você já imaginou usar o Bing em vez do Google no seu smartphone Samsung? Essa pode ser uma realidade em breve, pois a Samsung está considerando trocar o mecanismo de busca padrão do Google pelo Bing, da Microsoft, em seus dispositivos Galaxy.

    Essa mudança pode ter um grande impacto no mercado de buscas e na receita do Google, que depende muito dos acordos com fabricantes de smartphones para manter sua posição dominante.

    Mas por que a Samsung estaria interessada em fazer essa mudança? Uma das possíveis razões é a tecnologia de inteligência artificial (IA) que o Bing incorporou recentemente. O Bing se tornou um buscador mais inteligente e capaz de fornecer respostas mais precisas e relevantes aos usuários, graças à integração do chatbot ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI. O ChatGPT é uma tecnologia de geração de texto que usa redes neurais profundas para aprender com bilhões de textos na internet e produzir respostas coerentes e naturais.

    O Google também está trabalhando em suas próprias tecnologias de IA para melhorar seu mecanismo de busca e oferecer uma experiência mais personalizada aos usuários. No entanto, o Google ainda não conseguiu superar o Bing em termos de qualidade e confiabilidade das respostas. Além disso, o Google enfrenta uma forte concorrência de outros buscadores equipados com IA, como a OpenAI, que criou o ChatGPT.

    A Samsung é a maior fabricante de smartphones do mundo e vendeu 259 milhões de unidades no ano passado. A maioria dos seus dispositivos roda o sistema operacional Android, do Google. Se a Samsung decidir mudar para o Bing, isso pode significar uma perda de receita anual de US$ 3 bilhões para o Google, além de uma perda de prestígio e de participação de mercado.

    Ainda não há uma decisão oficial da Samsung sobre essa possível mudança. O contrato entre a Samsung e o Google está em negociação e é provável que a Samsung ainda mantenha o Google como seu mecanismo de busca padrão. No entanto, essa possibilidade mostra que o mercado de buscas está em constante evolução e que os usuários podem ter mais opções e benefícios com a concorrência entre os buscadores.

    Essa mudança pode ter um grande impacto no mercado de buscas e na receita do Google, que depende muito dos acordos com fabricantes de smartphones para manter sua posição dominante.

    Mas por que a Samsung estaria interessada em fazer essa mudança? Uma das possíveis razões é a tecnologia de inteligência artificial (IA) que o Bing incorporou recentemente. O Bing se tornou um buscador mais inteligente e capaz de fornecer respostas mais precisas e relevantes aos usuários, graças à integração do chatbot ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI. O ChatGPT é uma tecnologia de geração de texto que usa redes neurais profundas para aprender com bilhões de textos na internet e produzir respostas coerentes e naturais.

    O Google também está trabalhando em suas próprias tecnologias de IA para melhorar seu mecanismo de busca e oferecer uma experiência mais personalizada aos usuários. No entanto, o Google ainda não conseguiu superar o Bing em termos de qualidade e confiabilidade das respostas. Além disso, o Google enfrenta uma forte concorrência de outros buscadores equipados com IA, como a OpenAI, que criou o ChatGPT.

    A Samsung é a maior fabricante de smartphones do mundo e vendeu 259 milhões de unidades no ano passado. A maioria dos seus dispositivos roda o sistema operacional Android, do Google. Se a Samsung decidir mudar para o Bing, isso pode significar uma perda de receita anual de US$ 3 bilhões para o Google, além de uma perda de prestígio e de participação de mercado.

    Ainda não há uma decisão oficial da Samsung sobre essa possível mudança. O contrato entre a Samsung e o Google está em negociação e é provável que a Samsung ainda mantenha o Google como seu mecanismo de busca padrão. No entanto, essa possibilidade mostra que o mercado de buscas está em constante evolução e que os usuários podem ter mais opções e benefícios com a concorrência entre os buscadores.

  • Sony contra-ataca e compra produtora de Destiny por US$3,6 bilhões

    A Sony anunciou a compra da Bungie, criadora das franquias “Halo” e “Destiny”, em um acordo avaliado em 3,6 bilhões de dólares que ocorre dias após a Microsoft fazer oferta para a aquisição da Activision Blizzard por 69 bilhões de dólares.

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    Segundo o CEO da Bungie, Pete Parsons, o estúdio continuará com independência criativa e expandirá o desenvolvimento das franquias.

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  • Lançamento do Windows 11 faz preço de computadores não compatíveis despencar

    A Microsoft lançou nesta terça-feira (5) o seu mais novo sistema operacional, o Windows 11. Como já era esperado, o sistema não é compatível com a maioria dos computadores antigos. No Brasil, o número desses aparelhos ainda é muito alto, principalmente após a inflação que atingiu este setor nos últimos anos.

    Para muitas pessoas, trocar de computador agora ainda é uma realidade distante. Com o dólar em alta, preço dos combustíveis descontrolado e o valor dos pedágios acompanhando a inflação, modelos de notebook, básicos, hoje chegam perto dos R$ 3 mil.

    Isso fez com que muita gente colocasse seu computador à venda em sites e aplicativos de vendas online. Em uma breve busca, acompanhamos alguns modelos que estavam anunciados nas últimas semanas. Desde ontem, boa parte tiveram o preço reduzido por seus anunciantes.

    Segundo o técnico de informática, Marcos Albuquerque, quem tem uma boa máquina não precisa se preocupar em atualizar o sistema operacional tão cedo, muito menos se preocupar em trocá-la agora.

    “A Microsoft ainda vai dar suporte ao Windows 10 por muito tempo. Sempre foi assim. Ele é um sistema estável, confiável e presente na maioria dos computadores. Não tem motivo para decretar o fim dele num espaço curto de tempo”, disse ele.

    Sobre os preços dos computadores novos, Marcos explica que essa é uma tendência mundial e reflete na mudança de hábitos da população.

    “As pessoas estão cada vez mais interessadas em equipamentos inteligentes. Trabalham cada vez mais com esses produtos. Hoje é comum encontrar pessoas que preferem comprar um computador de ponta do que comprar um carro”.

    “A situação no Brasil é pior por causa do dólar e a quantidade de impostos, isso deixa os produtos eletrônicos mais caros aqui do que no resto do mundo”, completou.

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  • Xbox Cloud Gaming, o streaming de jogos da Microsoft, chega oficialmente ao Brasil


    A Microsoft lançou no Brasil, às 11 horas da manhã desta quinta-feira (30), o seu serviço de streaming de jogos, o Xbox Cloud Gaming.

    O Xbox Cloud Gaming permite que jogadores aproveitem centenas de títulos disponíveis no Xbox Game Pass – uma espécie de Netflix dos games – em PCs Windows, celulares e tablets Android ou iOS.

    Para ter acesso aos jogos na nuvem é preciso ser assinante do Xbox Game Pass Ultimate, que custa R$ 44,99 por mês.


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