Tag: Minas Gerais

  • Minas Gerais alcança novo horizonte com 4 GW em energia solar

    Minas Gerais alcança novo horizonte com 4 GW em energia solar

    O estado ultrapassou a impressionante marca de 4 GW de geração solar centralizada, um testemunho do seu compromisso com a sustentabilidade e inovação tecnológica.

    Recentemente, dois novos empreendimentos em Paracatu e Jaíba adicionaram 220,5 MW à capacidade de geração do estado, enquanto outros 879 projetos estão em andamento, prometendo um futuro ainda mais brilhante.

    A adoção de energia solar tem sido incentivada pela Lei Estadual nº 23.762/2021, que oferece isenção de ICMS para consumidores de energia solar compensada, atraindo assim mais investimentos para o setor.

    Além disso, o governo lançou o projeto ‘Sol de Minas’, uma iniciativa ambiciosa que visa diversificar a matriz energética do estado e promover o uso de energia solar, tanto em grande escala quanto em sistemas distribuídos.

    Com essas ações, Minas Gerais não apenas lidera a corrida pela energia limpa no Brasil, mas também estabelece um modelo para outros estados seguirem em direção a um futuro energético sustentável e renovável.

    Recentemente, dois novos empreendimentos em Paracatu e Jaíba adicionaram 220,5 MW à capacidade de geração do estado, enquanto outros 879 projetos estão em andamento, prometendo um futuro ainda mais brilhante.

    A adoção de energia solar tem sido incentivada pela Lei Estadual nº 23.762/2021, que oferece isenção de ICMS para consumidores de energia solar compensada, atraindo assim mais investimentos para o setor.

    Além disso, o governo lançou o projeto ‘Sol de Minas’, uma iniciativa ambiciosa que visa diversificar a matriz energética do estado e promover o uso de energia solar, tanto em grande escala quanto em sistemas distribuídos.

    Com essas ações, Minas Gerais não apenas lidera a corrida pela energia limpa no Brasil, mas também estabelece um modelo para outros estados seguirem em direção a um futuro energético sustentável e renovável.

  • Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Os queijos artesanais de Minas Gerais são reconhecidos pela sua qualidade e diversidade.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

  • Governo de Minas lança novos produtos do Pró-Inovação para financiar projetos inovadores

    Governo de Minas lança novos produtos do Pró-Inovação para financiar projetos inovadores

    O Governo de Minas, lançou nesta sexta-feira (1º) novos produtos do Pró-Inovação, um programa de financiamento e incentivo à inovação no estado.

    O Pró-Inovação oferece condições diferenciadas para empresas mineiras que desejam investir em projetos de inovação, como desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, melhoria da qualidade ou produtividade, adoção de novas tecnologias ou modelos de negócio, entre outros.

    O programa financia até 80% do valor do projeto de inovação, com teto entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões, prazo de até 36 meses de carência e até 96 meses para pagamento, e custos abaixo da taxa Selic. Além disso, o programa oferece bônus de adimplência de até 15% sobre os juros pagos.

    O objetivo do programa é impulsionar projetos de inovação em empresas mineiras, fortalecendo o setor produtivo com mais inovação e transferência de tecnologia, gerando mais competitividade, valor e emprego de qualidade. O programa também busca estimular a interação entre empresas e instituições científicas e tecnológicas, fomentando a pesquisa aplicada e a cooperação tecnológica.

    O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mateus Simões, destacou a importância do Pró-Inovação para o desenvolvimento econômico e social do estado. “O Pró-Inovação é uma iniciativa estratégica para apoiar as empresas mineiras que querem se diferenciar no mercado e se adaptar às novas demandas da sociedade. Com esse programa, o Governo de Minas reafirma o seu compromisso com a inovação como vetor de crescimento e transformação”, afirmou.

    O presidente do BDMG, Sérgio Gusmão, ressaltou as vantagens do Pró-Inovação para as empresas que buscam financiar seus projetos inovadores. “O Pró-Inovação é um produto único no mercado, que oferece condições muito atrativas para as empresas que querem investir em inovação. O programa tem uma taxa de juros muito competitiva, um prazo longo e flexível, e um bônus que reduz ainda mais o custo do financiamento. Além disso, o programa tem uma análise simplificada e ágil, que leva em conta o potencial inovador do projeto”, explicou.

    O diretor-presidente da Fapemig, Paulo Beirão, ressaltou o papel da fundação na concepção e na operacionalização do Pró-Inovação. “A Fapemig tem uma atuação fundamental no Pró-Inovação, pois é responsável pela avaliação técnica dos projetos de inovação submetidos ao programa. A fundação também contribui com a articulação entre as empresas e as instituições científicas e tecnológicas do estado, facilitando a realização de parcerias para o desenvolvimento dos projetos”, disse.

    As empresas interessadas em participar do Pró-Inovação devem acessar o site do BDMG e preencher o formulário de manifestação de interesse. Após a análise preliminar do BDMG, as empresas serão orientadas a enviar os documentos necessários para a formalização da proposta. O prazo para adesão ao programa é até 31 de dezembro de 2023.

    O Pró-Inovação oferece condições diferenciadas para empresas mineiras que desejam investir em projetos de inovação, como desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, melhoria da qualidade ou produtividade, adoção de novas tecnologias ou modelos de negócio, entre outros.

    O programa financia até 80% do valor do projeto de inovação, com teto entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões, prazo de até 36 meses de carência e até 96 meses para pagamento, e custos abaixo da taxa Selic. Além disso, o programa oferece bônus de adimplência de até 15% sobre os juros pagos.

    O objetivo do programa é impulsionar projetos de inovação em empresas mineiras, fortalecendo o setor produtivo com mais inovação e transferência de tecnologia, gerando mais competitividade, valor e emprego de qualidade. O programa também busca estimular a interação entre empresas e instituições científicas e tecnológicas, fomentando a pesquisa aplicada e a cooperação tecnológica.

    O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mateus Simões, destacou a importância do Pró-Inovação para o desenvolvimento econômico e social do estado. “O Pró-Inovação é uma iniciativa estratégica para apoiar as empresas mineiras que querem se diferenciar no mercado e se adaptar às novas demandas da sociedade. Com esse programa, o Governo de Minas reafirma o seu compromisso com a inovação como vetor de crescimento e transformação”, afirmou.

    O presidente do BDMG, Sérgio Gusmão, ressaltou as vantagens do Pró-Inovação para as empresas que buscam financiar seus projetos inovadores. “O Pró-Inovação é um produto único no mercado, que oferece condições muito atrativas para as empresas que querem investir em inovação. O programa tem uma taxa de juros muito competitiva, um prazo longo e flexível, e um bônus que reduz ainda mais o custo do financiamento. Além disso, o programa tem uma análise simplificada e ágil, que leva em conta o potencial inovador do projeto”, explicou.

    O diretor-presidente da Fapemig, Paulo Beirão, ressaltou o papel da fundação na concepção e na operacionalização do Pró-Inovação. “A Fapemig tem uma atuação fundamental no Pró-Inovação, pois é responsável pela avaliação técnica dos projetos de inovação submetidos ao programa. A fundação também contribui com a articulação entre as empresas e as instituições científicas e tecnológicas do estado, facilitando a realização de parcerias para o desenvolvimento dos projetos”, disse.

    As empresas interessadas em participar do Pró-Inovação devem acessar o site do BDMG e preencher o formulário de manifestação de interesse. Após a análise preliminar do BDMG, as empresas serão orientadas a enviar os documentos necessários para a formalização da proposta. O prazo para adesão ao programa é até 31 de dezembro de 2023.

  • Fontes radioativas de césio-137 desaparecem em Minas Gerais

    Fontes radioativas de césio-137 desaparecem em Minas Gerais

    Duas fontes radiotivas de césio-137, um material que pode causar contaminação e danos à saúde, sumiram de uma mineradora em Nazareno, no sul de Minas Gerais. A polícia e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) investigam o caso, que foi divulgado no dia 30 de junho de 2023.

    As fontes pertenciam à empresa AMG Mineração, que as utilizava para medir a densidade do minério. Elas foram retiradas do local por uma empresa terceirizada, que deveria levá-las para um depósito autorizado pela CNEN. Porém, as fontes não chegaram ao destino e estão desaparecidas desde o dia 25 de junho.

    Segundo a CNEN, as fontes têm baixa atividade radioativa e não representam risco imediato à população, desde que não sejam abertas ou danificadas. Ainda assim, a comissão alerta que quem encontrar as fontes deve manter distância e avisar imediatamente as autoridades.

    O césio-137 é um isótopo radioativo formado pela fissão nuclear de urânio e outros elementos. Ele emite radiação gama e beta, que podem afetar a estrutura das células e causar doenças como câncer. O césio-137 tem uma meia-vida de cerca de 30 anos, ou seja, leva esse tempo para perder metade da sua radioatividade.

    O Brasil já viveu um grave acidente com césio-137 em 1987, em Goiânia, capital do estado de Goiás. Na ocasião, dois catadores encontraram um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica e levaram para um ferro-velho. Dentro do aparelho havia uma cápsula com cloreto de césio, um pó branco que brilhava no escuro.

    O material foi espalhado por várias pessoas que entraram em contato com ele, causando sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e hemorragias. O acidente afetou mais de 200 pessoas, das quais quatro morreram. Além disso, houve contaminação ambiental e social, com a geração de toneladas de lixo radioativo e o estigma sobre os sobreviventes.

    O caso de Goiânia foi o maior acidente radiológico do mundo e mostrou a importância de se ter um controle rigoroso sobre as fontes radioativas. Por isso, o desaparecimento das fontes de césio-137 em Minas Gerais é motivo de preocupação e deve ser esclarecido o quanto antes.

    As fontes pertenciam à empresa AMG Mineração, que as utilizava para medir a densidade do minério. Elas foram retiradas do local por uma empresa terceirizada, que deveria levá-las para um depósito autorizado pela CNEN. Porém, as fontes não chegaram ao destino e estão desaparecidas desde o dia 25 de junho.

    Segundo a CNEN, as fontes têm baixa atividade radioativa e não representam risco imediato à população, desde que não sejam abertas ou danificadas. Ainda assim, a comissão alerta que quem encontrar as fontes deve manter distância e avisar imediatamente as autoridades.

    O césio-137 é um isótopo radioativo formado pela fissão nuclear de urânio e outros elementos. Ele emite radiação gama e beta, que podem afetar a estrutura das células e causar doenças como câncer. O césio-137 tem uma meia-vida de cerca de 30 anos, ou seja, leva esse tempo para perder metade da sua radioatividade.

    O Brasil já viveu um grave acidente com césio-137 em 1987, em Goiânia, capital do estado de Goiás. Na ocasião, dois catadores encontraram um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica e levaram para um ferro-velho. Dentro do aparelho havia uma cápsula com cloreto de césio, um pó branco que brilhava no escuro.

    O material foi espalhado por várias pessoas que entraram em contato com ele, causando sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e hemorragias. O acidente afetou mais de 200 pessoas, das quais quatro morreram. Além disso, houve contaminação ambiental e social, com a geração de toneladas de lixo radioativo e o estigma sobre os sobreviventes.

    O caso de Goiânia foi o maior acidente radiológico do mundo e mostrou a importância de se ter um controle rigoroso sobre as fontes radioativas. Por isso, o desaparecimento das fontes de césio-137 em Minas Gerais é motivo de preocupação e deve ser esclarecido o quanto antes.

  • Homem encontrado em condição semelhante à de escravo será indenizado em R$ 3 mil por danos morais


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    Fonte: Rádio Justiça


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Minas Gerais terá flexibilização de regras de isolamento em 362 cidades do estado a partir de sábado (8)

    Decisão foi tomada pelo governo do estado

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    Fonte: Brasil 61


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  • Invasão de turistas em Minas Gerais vai parar na Justiça

    Depois que turistas fizeram filas de carros no acessos à Serra do Cipó, no início do feriado de Corpus Christi, uma ação popular com pedido liminar em caráter de urgência, pedindo o cancelamento da flexibilização, foi protocolado na Comarca de Jaboticatubas, responsável pela jurisdição de Santana do Riacho, onde ficam algumas das principais atrações turísticas da região.

    Parte dos moradores quer que a visitação nesses locais seja interrompida, devido os riscos de propagação do novo coronavírus.

    “Os turistas estão se aglomerando, não está sendo fiscalizado. Já fizemos fotos de restaurantes lotados e muitas pessoas sem máscaras. Também registramos a fila para a entrada na cidade”, disse a advogada Luana de Oliveira Ferrer de Souza, que move o processo.

    “Compreendemos a dificuldade de todos os que precisam trabalhar. Porém, estamos no pico da COVID-19, e um plano de ação que envolvesse a comunidade deveria ter sido feito. Um planejamento de medidas e regras sanitárias que fosse realizado com mais calma e profundidade. Foi de última hora, em pleno feriado. O risco para a comunidade é enorme”, disse uma profissional de saúde local, que preferiu não se identificar. 

    Belo Horizonte continua com o maior número de casos confirmados e mortes. São 2.853 diagnósticos positivos da doença e 66 óbitos. Uberlândia, no Triângulo Mineiro, tem 1.354 casos e 31 mortes. Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, 778 pessoas tiveram a doença diagnosticada e 38 morreram.

    No estado, 9.710 casos estão em acompanhamento e 8.307 pessoas se recuperaram da COVID-19. Dos 853 municípios mineiros, 554 são atingidos pelo coronavírus.

    Ouça na W Rádio Brasil:

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  • STJ envia mais dois processos contra Pimentel à 1ª instância

    O ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), enviou mais duas investigações contra o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Dessa vez, os casos foram remetidos à Justiça Eleitoral mineira.

    Na semana passada, Benjamin já havia enviado à primeira instância da Justiça Federal duas investigações contra Pimentel, originadas na Operação Acrônimo, que investiga desvios de recursos quando o governador era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, entre 2011 e 2014.

    Nos casos enviados agora à Justiça Eleitoral, Pimentel é suspeito de contratar irregularmente uma gráfica durante sua campanha ao governo, em 2014.

    As decisões de baixar os processos de instância foram tomadas após a Corte Especial do STJ ter aprovado a restrição do foro privilegiado de governadores e conselheiros de tribunais de contas, na semana passada. Na ocasião ficou decidido que somente devem permanecer no tribunal os processos sobre supostos crimes cometidos durante e em razão do cargo.

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    Pimentel é alvo de mais três inquéritos no STJ, dois deles em segredo de Justiça. Esses casos ainda permanecem no tribunal.

    Até o STJ decidir por restringir o foro de governadores, havia no STJ 64 processos contra mandatários estaduais. Desses, 22 eram ações penais, quando já há denúncia aceita pela Justiça e o suspeito passou à condição de réu. Da Agência Brasil.

  • Ministro do STJ nega liminar a Eduardo Azeredo e mantém pena de 20 anos e 10 meses

    O ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça, negou, nesta terça-feira (10), um pedido de liminar feito pela defesa do ex-governador de Minas Gerais e ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo, e manteve a condenação dele a 20 anos e 10 meses de prisão.

    Azeredo foi condenado pela Justiça de Minas Gerais por peculato e lavagem de dinheiro. Os crimes teriam sido cometidos na época de sua campanha para a reeleição, em 1998.

    Segundo o Ministério Público, autor da denúncia, Azeredo teria transferido R$ 3 milhões de empresas estatais para a empresa do publicitário Marcos Valério, sem licitação ou contrato formal. O pagamento seria referente a caixa dois para a campanha eleitoral do ex-governador.

    Atualmente, Marcos Valério cumpre pena de 37 anos pelos crimes julgados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, que envolve políticos do PT, PMDB, PP, PTB e do extinto PL.

    Eduardo Azeredo responde ao processo em liberdade. A defesa dele argumentou que o julgamento do Tribunal de Justiça de Minas Gerais deveria ser anulado. A Justiça mineira deve analisar os últimos recursos contra a condenação de Azeredo neste mês. Dessa forma, o ex-governador pode começar a cumprir a pena com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), firmado em 2016, que autoriza a prisão após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça.

    Nossa reportagem entrou em contato com a defesa do tucano e ainda não obteve retorno. Com informações da Radioagencia Nacional