Tag: miopia

  • Modelo de aprendizado de máquina pode prever e prevenir a perda de visão em pacientes com alta miopia

    Modelo de aprendizado de máquina pode prever e prevenir a perda de visão em pacientes com alta miopia

    A alta miopia é uma condição que afeta cerca de 10% da população mundial e pode causar sérios problemas de visão, como descolamento de retina, glaucoma e catarata.

    Essas complicações podem levar à deficiência visual ou até mesmo à cegueira.

    Para evitar esses resultados, é importante identificar os pacientes com alto risco de perda de visão e monitorar sua condição com frequência. No entanto, os métodos atuais de avaliação são baseados em critérios subjetivos e não levam em conta todos os fatores que podem influenciar a progressão da miopia.

    Uma equipe de pesquisadores da Universidade Médica e Odontológica de Tóquio (TMDU) desenvolveu uma solução inovadora para esse problema: um modelo de aprendizado de máquina que pode prever e visualizar o risco de deficiência visual em pacientes com alta miopia.

    O aprendizado de máquina é uma técnica que permite que os computadores aprendam com os dados e façam previsões sem a necessidade de programação explícita. Os pesquisadores da TMDU usaram essa técnica para analisar um conjunto de dados de 967 pacientes japoneses com alta miopia, que foram acompanhados por 3 e 5 anos.

    Eles usaram 34 variáveis que são coletadas durante exames oftalmológicos, como idade, acuidade visual atual e diâmetro da córnea, para treinar e testar vários modelos populares de aprendizado de máquina, como florestas aleatórias e máquinas de vetores de suporte.

    Eles descobriram que o modelo baseado em regressão logística foi o melhor para prever a deficiência visual em 5 anos, com uma precisão de 86% e uma área sob a curva ROC de 0,88. A curva ROC é uma medida que mostra o quão bem um modelo pode distinguir entre duas classes, como deficiência visual ou não.

    Para tornar o modelo mais fácil de usar e interpretar, os pesquisadores usaram um nomograma, que é uma ferramenta gráfica que mostra a importância de cada variável e permite calcular um escore de risco para cada paciente. O nomograma pode ajudar os médicos a avaliar o risco de deficiência visual de forma rápida e intuitiva, e a planejar o tratamento e o acompanhamento adequados.

    Os pesquisadores concluíram que o modelo de aprendizado de máquina tem potencial para ajudar na avaliação e monitoramento clínico dos pacientes com alta miopia e prevenir a perda de visão. Eles esperam que o modelo possa ser aplicado a outras populações e doenças oculares no futuro.

    Fonte: Link.

    Essas complicações podem levar à deficiência visual ou até mesmo à cegueira.

    Para evitar esses resultados, é importante identificar os pacientes com alto risco de perda de visão e monitorar sua condição com frequência. No entanto, os métodos atuais de avaliação são baseados em critérios subjetivos e não levam em conta todos os fatores que podem influenciar a progressão da miopia.

    Uma equipe de pesquisadores da Universidade Médica e Odontológica de Tóquio (TMDU) desenvolveu uma solução inovadora para esse problema: um modelo de aprendizado de máquina que pode prever e visualizar o risco de deficiência visual em pacientes com alta miopia.

    O aprendizado de máquina é uma técnica que permite que os computadores aprendam com os dados e façam previsões sem a necessidade de programação explícita. Os pesquisadores da TMDU usaram essa técnica para analisar um conjunto de dados de 967 pacientes japoneses com alta miopia, que foram acompanhados por 3 e 5 anos.

    Eles usaram 34 variáveis que são coletadas durante exames oftalmológicos, como idade, acuidade visual atual e diâmetro da córnea, para treinar e testar vários modelos populares de aprendizado de máquina, como florestas aleatórias e máquinas de vetores de suporte.

    Eles descobriram que o modelo baseado em regressão logística foi o melhor para prever a deficiência visual em 5 anos, com uma precisão de 86% e uma área sob a curva ROC de 0,88. A curva ROC é uma medida que mostra o quão bem um modelo pode distinguir entre duas classes, como deficiência visual ou não.

    Para tornar o modelo mais fácil de usar e interpretar, os pesquisadores usaram um nomograma, que é uma ferramenta gráfica que mostra a importância de cada variável e permite calcular um escore de risco para cada paciente. O nomograma pode ajudar os médicos a avaliar o risco de deficiência visual de forma rápida e intuitiva, e a planejar o tratamento e o acompanhamento adequados.

    Os pesquisadores concluíram que o modelo de aprendizado de máquina tem potencial para ajudar na avaliação e monitoramento clínico dos pacientes com alta miopia e prevenir a perda de visão. Eles esperam que o modelo possa ser aplicado a outras populações e doenças oculares no futuro.

    Fonte: Link.

  • Colírio de atropina em baixa dose não reduz a miopia em crianças, diz estudo

    Colírio de atropina em baixa dose não reduz a miopia em crianças, diz estudo

    Um estudo clínico randomizado publicado na revista Ophthalmology não encontrou evidências de que colírios de atropina em baixa dose sejam eficazes para retardar a progressão da miopia em crianças.

    A miopia é um problema de visão que afeta cerca de 30% da população mundial e pode aumentar o risco de doenças oculares graves.

    O estudo envolveu 256 crianças com idades entre 6 e 12 anos que tinham miopia moderada a alta. Elas foram divididas em dois grupos: um recebeu colírios de atropina a 0,01% e o outro recebeu placebo. Os colírios foram aplicados uma vez por dia em cada olho durante dois anos. Os pesquisadores mediram a mudança na refração ocular, que é a medida da miopia, e no comprimento axial, que é a distância entre a córnea e a retina.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os dois grupos na mudança da refração ocular ou do comprimento axial após dois anos de tratamento. A refração ocular média diminuiu 1,25 dioptrias no grupo da atropina e 1,38 dioptrias no grupo do placebo. O comprimento axial médio aumentou 0,69 mm no grupo da atropina e 0,73 mm no grupo do placebo.

    Os autores do estudo concluíram que a atropina em baixa dose pode não ser uma opção terapêutica eficaz para retardar a miopia em crianças ou que o efeito pode depender de fatores como a etnia, o grau inicial da miopia e a idade das crianças. Eles sugerem que mais pesquisas sejam feitas para avaliar a segurança e a eficácia de diferentes doses e concentrações de atropina em diferentes populações.

    Fonte: Link.

    A miopia é um problema de visão que afeta cerca de 30% da população mundial e pode aumentar o risco de doenças oculares graves.

    O estudo envolveu 256 crianças com idades entre 6 e 12 anos que tinham miopia moderada a alta. Elas foram divididas em dois grupos: um recebeu colírios de atropina a 0,01% e o outro recebeu placebo. Os colírios foram aplicados uma vez por dia em cada olho durante dois anos. Os pesquisadores mediram a mudança na refração ocular, que é a medida da miopia, e no comprimento axial, que é a distância entre a córnea e a retina.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os dois grupos na mudança da refração ocular ou do comprimento axial após dois anos de tratamento. A refração ocular média diminuiu 1,25 dioptrias no grupo da atropina e 1,38 dioptrias no grupo do placebo. O comprimento axial médio aumentou 0,69 mm no grupo da atropina e 0,73 mm no grupo do placebo.

    Os autores do estudo concluíram que a atropina em baixa dose pode não ser uma opção terapêutica eficaz para retardar a miopia em crianças ou que o efeito pode depender de fatores como a etnia, o grau inicial da miopia e a idade das crianças. Eles sugerem que mais pesquisas sejam feitas para avaliar a segurança e a eficácia de diferentes doses e concentrações de atropina em diferentes populações.

    Fonte: Link.