Tag: Mulher Negra

  • Mae Jemison: a médica que virou astronauta da NASA e foi ao espaço

    Mae Jemison: a médica que virou astronauta da NASA e foi ao espaço

    Mae Jemison é uma médica, engenheira e ex-astronauta norte-americana que fez história ao se tornar a primeira mulher negra a participar de uma missão espacial da NASA.

    Ela nasceu em 1956 no Alabama e se mudou para Chicago com a família quando tinha três anos. Desde pequena, ela sonhava em ser astronauta e se inspirava em programas de televisão como Star Trek.

    Jemison se formou em Engenharia Química em Stanford aos 20 anos e depois fez doutorado em Medicina. Ela trabalhou como médica voluntária em campos de refugiados na Tailândia e na África, além de participar de pesquisas sobre vacinas e doenças infecciosas. Em 1987, ela foi uma das 15 pessoas selecionadas entre mais de 2 mil candidatos para o programa de formação de astronautas da NASA. Em 1992, ela integrou a missão STS-47 do ônibus espacial Endeavour, que orbitou a Terra por oito dias. Durante a missão, ela realizou experimentos sobre gravidade, biologia e saúde.

    Depois de deixar a NASA em 1993, Jemison fundou uma empresa que estuda os usos da tecnologia espacial na vida comum da Terra. Ela também lecionou em universidades, escreveu livros, participou de documentários e recebeu vários prêmios e honrarias por sua contribuição para a ciência e a sociedade.

    Ela nasceu em 1956 no Alabama e se mudou para Chicago com a família quando tinha três anos. Desde pequena, ela sonhava em ser astronauta e se inspirava em programas de televisão como Star Trek.

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    Depois de deixar a NASA em 1993, Jemison fundou uma empresa que estuda os usos da tecnologia espacial na vida comum da Terra. Ela também lecionou em universidades, escreveu livros, participou de documentários e recebeu vários prêmios e honrarias por sua contribuição para a ciência e a sociedade.

  • Combate ao racismo e à violência marcará Dia da Mulher Afro-Latina-Americana

    Mulheres negras da América Latina e do Caribe realizam nesta quinta-feira (26) debates e atos públicos em diversas cidades da região para marcar o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha.

    Em vários países, inclusive no Brasil, elas reivindicam o combate ao racismo e à violência, além do direito ao bem viver. A data de luta das mulheres negras foi criada há 26 anos, por uma rede de mulheres afrolatinas, durante reunião na República Dominicana.

    A coordenadora-geral da rede, Dorotea Wilson, da Nicarágua, estava presente no encontro e acredita que os governos da região precisam intensificar a implementação de políticas públicas voltadas para as mulheres negras.

    “A nível de América Latina e Caribe, as mulheres têm avançado muito em alguns aspectos. Mas ainda falta muito o que fazer. Concretamente, em meu país, estamos dizendo que não temos o que celebrar porque tem muita violência, discriminação, mortes e feminicídio.”

    A população afrodescendente da América Latina e Caribe soma quase 130 milhões de pessoas, de acordo com dados de censos realizados até 2015.

    A diretora regional da ONU Mulheres para Américas e Caribe, Luiza Carvalho, considera que governos de países como Bolívia, Uruguai e Colômbia ficaram mais sensíveis às demandas das mulheres negras nos últimos anos.

    Com relação ao Brasil, Luiza Carvalho destaca que o país precisa investir de forma mais significativa nas políticas para essa parcela da população.

    “O Brasil tem que resgatar um movimento que vinha sendo feito com muita intensidade, tem que resgatar e ficar certo que independentemente de quem seja o governo de plantão, o governo de turno, nós temos que avançar com essa agenda.”

    Pesquisa recente divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que nos últimos 10 anos a taxa de homicídios de mulheres negras no Brasil aumentou em média 15%, enquanto entre mulheres não negras este mesmo índice caiu 8%.

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    Em Roraima, o aumento dos homicídios de mulheres negras chegou a 214%. No Amazonas e Rio Grande do Norte, a elevação foi superior a 100%.

    Para reduzir esses índices, Diego Moreno, da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, defende que, além de investimentos, é necessário otimização do orçamento e integração das ações.

    “Em princípio, o que nós fazemos é o contato direto com os ministérios, com inclusão no PPA (Plano Plurianual) dos respectivos ministérios, de ações que visem combater essa violência. A gente prevê, no campo da saúde, ações para combater as doenças que são prevalentes na comunidade negra, em especial a mulher.”

    No Brasil, em 2014, o dia 25 de julho foi declarado como Dia Nacional da Mulher Negra a partir da data regional e em homenagem à líder quilombola Teresa de Benguela, que viveu em Mato Grosso e lutou contra a escravidão no século 17.

    Este mês, o Rio de Janeiro instituiu o dia 14 de março como Dia de Luta contra o Genocídio da Mulher Negra.

    Há quatro meses, nesta data, a vereadora negra Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados. O crime segue sob investigação. Por Radioagência Nacional.

  • Mulher negra vai estampar cédula de dólares canadenses, pela primeira vez

    Na semana do Dia Internacional da Mulher, mais uma notícia a ser comemorada: a ativista de direito civil, Viola Desmond, que lutou contra a segregação racial no Canadá estampará a nova nota de 10 dólares no país.

    Esta será a primeira vez que uma mulher negra estampará uma nota de dinheiro. O anúncio foi feito pelo governo do Canadá nesta quinta-feira (08/03). Era tradição no país que apenas a família real estampasse as cédulas.

    Mas como a justiça falha mais não tarda, após a morte de Desmond, o governo canadense concedeu perdão póstumo a ela e, em 2016, o Banco do Canadá anunciou a novidade.

    Conheça mais sobre ela:

    Desmond morreu em 1965, aos 50 anos. No ano anterior, ela fez história no Canadá ao recusar sair de uma área de um cinema reservada para pessoas brancas, em Nova Glasgow, a sudoeste do país. Desmond foi presa e multada.

    Depois de ser condenada por evasão de impostos, ela decidiu se mudar para os Estados Unidos, onde morreu em 1965.