Tag: Mulher

  • Sem Agulhas: Teste Revolucionário Utiliza Sangue Menstrual para Monitorar Diabetes

    Sem Agulhas: Teste Revolucionário Utiliza Sangue Menstrual para Monitorar Diabetes

    Uma inovadora técnica de exame de sangue promete transformar o modo como as mulheres acompanham seus níveis de açúcar no sangue.

    Há décadas, o exame de HbA1c é um pilar no controle do diabetes, mas sua realização ainda não é ideal, principalmente entre as mulheres.

    Recentemente, o sangue menstrual emergiu como um recurso clínico promissor, capaz de revelar uma gama de condições de saúde. Estudos iniciais apontam para uma alta correlação entre os níveis de HbA1c no sangue menstrual e no sangue sistêmico, sugerindo que o primeiro pode ser um indicador confiável da saúde feminina. Pesquisas prospectivas e observacionais confirmam essa similaridade, abrindo caminho para um método mais prático e menos invasivo de monitoramento do diabetes em mulheres. A adoção de testes que utilizam o sangue menstrual pode representar um avanço significativo na detecção e no tratamento do diabetes, além de contribuir para a diminuição do estigma associado à menstruação em todo o mundo.

    A aprovação do teste Q-Pad pela Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos trouxe uma solução que não requer agulhas para a coleta de sangue.

    Desenvolvido pela médica Sara Naseri durante sua graduação na Universidade Stanford, o teste utiliza absorventes para coletar o sangue menstrual, que é posteriormente enviado para análise em uma pequena fita.

    Essa abordagem pioneira está transformando a experiência de realização de exames, proporcionando resultados precisos em um prazo de 5 a 10 dias. O impacto desse avanço promissor tem sido documentado em publicações científicas, destacando a equiparação dos níveis de biomarcadores e hemoglobina glicada entre o sangue venoso e o menstrual.

    Fonte: Link, Link 2.


    Há décadas, o exame de HbA1c é um pilar no controle do diabetes, mas sua realização ainda não é ideal, principalmente entre as mulheres.

    Recentemente, o sangue menstrual emergiu como um recurso clínico promissor, capaz de revelar uma gama de condições de saúde. Estudos iniciais apontam para uma alta correlação entre os níveis de HbA1c no sangue menstrual e no sangue sistêmico, sugerindo que o primeiro pode ser um indicador confiável da saúde feminina. Pesquisas prospectivas e observacionais confirmam essa similaridade, abrindo caminho para um método mais prático e menos invasivo de monitoramento do diabetes em mulheres. A adoção de testes que utilizam o sangue menstrual pode representar um avanço significativo na detecção e no tratamento do diabetes, além de contribuir para a diminuição do estigma associado à menstruação em todo o mundo.

    A aprovação do teste Q-Pad pela Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos trouxe uma solução que não requer agulhas para a coleta de sangue.

    Desenvolvido pela médica Sara Naseri durante sua graduação na Universidade Stanford, o teste utiliza absorventes para coletar o sangue menstrual, que é posteriormente enviado para análise em uma pequena fita.

    Essa abordagem pioneira está transformando a experiência de realização de exames, proporcionando resultados precisos em um prazo de 5 a 10 dias. O impacto desse avanço promissor tem sido documentado em publicações científicas, destacando a equiparação dos níveis de biomarcadores e hemoglobina glicada entre o sangue venoso e o menstrual.

    Fonte: Link, Link 2.


  • Pesquisadores criam sensor que monitora hormônio feminino pelo suor

    Pesquisadores criam sensor que monitora hormônio feminino pelo suor

    O estradiol é um hormônio sexual feminino que tem diversas funções no organismo das mulheres.

    Ele é responsável pelo desenvolvimento das características sexuais secundárias, como os seios e os pelos pubianos, e também regula o ciclo reprodutivo, influenciando o crescimento e a liberação do óvulo e o espessamento do revestimento uterino para permitir a implantação de um óvulo fertilizado.

    Os níveis de estradiol no corpo das mulheres podem variar de acordo com a fase do ciclo menstrual, a idade, o uso de medicamentos e outros fatores. Por isso, é importante monitorar esse hormônio para avaliar a saúde e a fertilidade femininas. No entanto, os métodos tradicionais para medir o estradiol exigem a coleta de sangue ou urina e a análise em um laboratório, o que pode ser demorado, invasivo e caro.

    Mas agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) desenvolveram um sensor vestível que monitora o estradiol pelo suor. O sensor é um adesivo que pode ser colado na pele e que detecta a presença do hormônio no suor por meio de uma reação química. O sensor envia um sinal elétrico para um aplicativo no smartphone, que mostra o nível de estradiol em tempo real.

    O sensor usa aptâmeros, que são fragmentos de DNA que se ligam especificamente a uma molécula-alvo, neste caso, o estradiol. Quando um aptâmero se liga a uma molécula de estradiol, ele libera uma molécula redox, que é capturada por um eletrodo próximo, gerando um sinal elétrico que corresponde ao nível de estradiol.

    O sensor pode beneficiar mulheres que estão tentando conceber um filho, seja naturalmente ou por fertilização in vitro (FIV), pois o estradiol aumenta antes da ovulação e indica o momento ideal para a fecundação. O sensor também pode ajudar mulheres que estão fazendo terapia de reposição hormonal (TRH) porque seus corpos não produzem estradiol suficiente. Nesses casos, os níveis de estradiol precisam ser cuidadosamente monitorados para garantir que elas estejam tomando a dosagem correta.

    O sensor é uma inovação na área da saúde feminina e pode facilitar o acompanhamento dos níveis de estradiol em casa e em qualquer lugar. Os pesquisadores esperam que o sensor possa ser comercializado em breve e que possa ser adaptado para detectar outros hormônios e biomarcadores.

    Fonte: Link.

    Ele é responsável pelo desenvolvimento das características sexuais secundárias, como os seios e os pelos pubianos, e também regula o ciclo reprodutivo, influenciando o crescimento e a liberação do óvulo e o espessamento do revestimento uterino para permitir a implantação de um óvulo fertilizado.

    Os níveis de estradiol no corpo das mulheres podem variar de acordo com a fase do ciclo menstrual, a idade, o uso de medicamentos e outros fatores. Por isso, é importante monitorar esse hormônio para avaliar a saúde e a fertilidade femininas. No entanto, os métodos tradicionais para medir o estradiol exigem a coleta de sangue ou urina e a análise em um laboratório, o que pode ser demorado, invasivo e caro.

    Mas agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) desenvolveram um sensor vestível que monitora o estradiol pelo suor. O sensor é um adesivo que pode ser colado na pele e que detecta a presença do hormônio no suor por meio de uma reação química. O sensor envia um sinal elétrico para um aplicativo no smartphone, que mostra o nível de estradiol em tempo real.

    O sensor usa aptâmeros, que são fragmentos de DNA que se ligam especificamente a uma molécula-alvo, neste caso, o estradiol. Quando um aptâmero se liga a uma molécula de estradiol, ele libera uma molécula redox, que é capturada por um eletrodo próximo, gerando um sinal elétrico que corresponde ao nível de estradiol.

    O sensor pode beneficiar mulheres que estão tentando conceber um filho, seja naturalmente ou por fertilização in vitro (FIV), pois o estradiol aumenta antes da ovulação e indica o momento ideal para a fecundação. O sensor também pode ajudar mulheres que estão fazendo terapia de reposição hormonal (TRH) porque seus corpos não produzem estradiol suficiente. Nesses casos, os níveis de estradiol precisam ser cuidadosamente monitorados para garantir que elas estejam tomando a dosagem correta.

    O sensor é uma inovação na área da saúde feminina e pode facilitar o acompanhamento dos níveis de estradiol em casa e em qualquer lugar. Os pesquisadores esperam que o sensor possa ser comercializado em breve e que possa ser adaptado para detectar outros hormônios e biomarcadores.

    Fonte: Link.

  • Quais os efeitos da creatina no corpo feminino

    Quais os efeitos da creatina no corpo feminino

    A creatina é um dos suplementos mais populares entre os praticantes de atividade física, especialmente aqueles que buscam aumentar a massa muscular e a força.

    Mas será que a creatina também é boa para as mulheres? Quais são os seus benefícios e efeitos colaterais? Como usar corretamente esse suplemento? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre a creatina para mulheres.

    O que é a creatina e como ela funciona?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Ela é encontrada principalmente nos músculos, mas também no cérebro e em outros órgãos. A creatina tem a função de fornecer energia para as células, especialmente as que realizam atividades de alta intensidade e curta duração, como os exercícios de força e explosão.

    Quando ingerimos creatina na forma de suplemento, aumentamos os estoques dessa substância nos músculos, o que permite que eles tenham mais energia disponível para realizar o trabalho muscular. Além disso, a creatina também estimula a síntese de proteínas, o que favorece o crescimento das fibras musculares e a recuperação após os treinos.

    Quais são os benefícios da creatina para as mulheres?

    Os benefícios da creatina para as mulheres são diversos e dependem do objetivo, da idade e da fase da vida de cada uma. De forma geral, podemos destacar os seguintes benefícios:

    • Aumento da massa muscular, da força, da resistência e do desempenho nos treinos: a creatina ajuda as mulheres a treinar mais e melhor, o que resulta em ganhos de massa magra e de força muscular. Isso pode ser especialmente importante para mulheres que querem melhorar sua composição corporal, sua saúde óssea, sua autoestima e sua qualidade de vida.

    • Melhora da recuperação muscular após os exercícios físicos: a creatina acelera o processo de reparação das fibras musculares danificadas pelo exercício, o que reduz a dor, a inflamação e o risco de lesões. Isso permite que as mulheres possam treinar com mais frequência e intensidade, sem comprometer sua saúde muscular.

    • Prevenção de doenças crônicas: a creatina pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose, doenças cardíacas e câncer. Isso se deve ao fato de que a creatina melhora o controle dos níveis de glicose e colesterol no sangue, promove o ganho de massa muscular e óssea, além de ter propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

    • Prevenção da sarcopenia: a sarcopenia é a perda de massa muscular que ocorre com o envelhecimento, causando diminuição da força e do desempenho físico. A creatina pode ajudar a prevenir ou retardar esse processo, mantendo os músculos mais fortes e saudáveis ao longo da vida.

    • Melhora do funcionamento do cérebro: a creatina também é importante para o funcionamento do cérebro, pois fornece energia para as células nervosas. A creatina pode melhorar as funções cognitivas como memória, atenção, raciocínio e aprendizado. Além disso, a creatina pode ter um efeito antidepressivo, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

    • Ajuda no tratamento de doenças neuromusculares: a creatina pode ser útil no tratamento de algumas doenças que afetam os músculos e o sistema nervoso, como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia. A creatina pode melhorar a força muscular, a função motora e a qualidade de vida desses pacientes.

    Quais são os efeitos colaterais da creatina para as mulheres?

    A creatina é considerada um suplemento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas. No entanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer em algumas mulheres, como:

    • Retenção de líquidos: a creatina pode causar uma retenção de líquidos dentro das células musculares, o que pode dar a sensação de aumento de peso e de volume corporal. No entanto, essa retenção é diferente do inchaço causado por outros fatores, como TPM ou obesidade. A retenção de líquidos da creatina é benéfica para os músculos, pois favorece o crescimento e a hidratação das fibras musculares. Além disso, esse efeito tende a diminuir com o tempo, conforme o organismo se adapta ao suplemento.

    • Risco de cálculos renais: a creatina pode aumentar a excreção de creatinina, um subproduto da creatina, pelos rins. Isso pode sobrecarregar os rins e aumentar o risco de formação de cálculos renais, especialmente em pessoas que já têm predisposição ou histórico familiar dessa condição. Por isso, é importante beber bastante água e consultar um médico antes de usar a creatina, principalmente se tiver algum problema renal ou hepático.

    Como usar a creatina corretamente?

    A forma mais comum de usar a creatina é na forma de pó, que pode ser misturado com água ou com alguma bebida de sua preferência. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 e 5 gramas por dia.

    Existem duas formas de usar a creatina: com ou sem fase de saturação. A fase de saturação consiste em tomar uma dose maior de creatina (cerca de 20 gramas por dia) durante uma semana, para aumentar rapidamente os estoques de creatina nos músculos. Depois dessa fase, a dose é reduzida para a dose de manutenção (cerca de 5 gramas por dia).

    A fase de saturação não é obrigatória, pois os mesmos resultados podem ser obtidos tomando apenas a dose de manutenção desde o início. No entanto, algumas pessoas preferem fazer a fase de saturação para acelerar os efeitos da creatina. Nesse caso, é importante dividir a dose diária em quatro tomadas ao longo do dia, para evitar desconfortos gastrointestinais.

    O melhor horário para tomar a creatina é logo após o treino, pois nesse momento os músculos estão mais receptivos à absorção da substância. Além disso, é recomendado consumir algum alimento fonte de carboidrato junto com a creatina, pois isso facilita a entrada da creatina nas células musculares.

    A creatina pode ser usada por tempo indeterminado, desde que se respeite a dose recomendada e se faça uma avaliação médica periódica. Não há necessidade de fazer ciclos ou pausas no uso da creatina, pois isso não traz benefícios adicionais.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para as mulheres que praticam atividade física e querem melhorar sua saúde muscular, óssea, cerebral e geral. A creatina é segura e eficaz, desde que usada corretamente e com orientação profissional. Antes de usar a creatina, consulte seu médico e seu nutricionista para saber se esse suplemento é adequado para você e qual a melhor forma de usá-lo.

    Mas será que a creatina também é boa para as mulheres? Quais são os seus benefícios e efeitos colaterais? Como usar corretamente esse suplemento? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre a creatina para mulheres.

    O que é a creatina e como ela funciona?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Ela é encontrada principalmente nos músculos, mas também no cérebro e em outros órgãos. A creatina tem a função de fornecer energia para as células, especialmente as que realizam atividades de alta intensidade e curta duração, como os exercícios de força e explosão.

    Quando ingerimos creatina na forma de suplemento, aumentamos os estoques dessa substância nos músculos, o que permite que eles tenham mais energia disponível para realizar o trabalho muscular. Além disso, a creatina também estimula a síntese de proteínas, o que favorece o crescimento das fibras musculares e a recuperação após os treinos.

    Quais são os benefícios da creatina para as mulheres?

    Os benefícios da creatina para as mulheres são diversos e dependem do objetivo, da idade e da fase da vida de cada uma. De forma geral, podemos destacar os seguintes benefícios:

    • Aumento da massa muscular, da força, da resistência e do desempenho nos treinos: a creatina ajuda as mulheres a treinar mais e melhor, o que resulta em ganhos de massa magra e de força muscular. Isso pode ser especialmente importante para mulheres que querem melhorar sua composição corporal, sua saúde óssea, sua autoestima e sua qualidade de vida.

    • Melhora da recuperação muscular após os exercícios físicos: a creatina acelera o processo de reparação das fibras musculares danificadas pelo exercício, o que reduz a dor, a inflamação e o risco de lesões. Isso permite que as mulheres possam treinar com mais frequência e intensidade, sem comprometer sua saúde muscular.

    • Prevenção de doenças crônicas: a creatina pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose, doenças cardíacas e câncer. Isso se deve ao fato de que a creatina melhora o controle dos níveis de glicose e colesterol no sangue, promove o ganho de massa muscular e óssea, além de ter propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

    • Prevenção da sarcopenia: a sarcopenia é a perda de massa muscular que ocorre com o envelhecimento, causando diminuição da força e do desempenho físico. A creatina pode ajudar a prevenir ou retardar esse processo, mantendo os músculos mais fortes e saudáveis ao longo da vida.

    • Melhora do funcionamento do cérebro: a creatina também é importante para o funcionamento do cérebro, pois fornece energia para as células nervosas. A creatina pode melhorar as funções cognitivas como memória, atenção, raciocínio e aprendizado. Além disso, a creatina pode ter um efeito antidepressivo, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

    • Ajuda no tratamento de doenças neuromusculares: a creatina pode ser útil no tratamento de algumas doenças que afetam os músculos e o sistema nervoso, como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia. A creatina pode melhorar a força muscular, a função motora e a qualidade de vida desses pacientes.

    Quais são os efeitos colaterais da creatina para as mulheres?

    A creatina é considerada um suplemento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas. No entanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer em algumas mulheres, como:

    • Retenção de líquidos: a creatina pode causar uma retenção de líquidos dentro das células musculares, o que pode dar a sensação de aumento de peso e de volume corporal. No entanto, essa retenção é diferente do inchaço causado por outros fatores, como TPM ou obesidade. A retenção de líquidos da creatina é benéfica para os músculos, pois favorece o crescimento e a hidratação das fibras musculares. Além disso, esse efeito tende a diminuir com o tempo, conforme o organismo se adapta ao suplemento.

    • Risco de cálculos renais: a creatina pode aumentar a excreção de creatinina, um subproduto da creatina, pelos rins. Isso pode sobrecarregar os rins e aumentar o risco de formação de cálculos renais, especialmente em pessoas que já têm predisposição ou histórico familiar dessa condição. Por isso, é importante beber bastante água e consultar um médico antes de usar a creatina, principalmente se tiver algum problema renal ou hepático.

    Como usar a creatina corretamente?

    A forma mais comum de usar a creatina é na forma de pó, que pode ser misturado com água ou com alguma bebida de sua preferência. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 e 5 gramas por dia.

    Existem duas formas de usar a creatina: com ou sem fase de saturação. A fase de saturação consiste em tomar uma dose maior de creatina (cerca de 20 gramas por dia) durante uma semana, para aumentar rapidamente os estoques de creatina nos músculos. Depois dessa fase, a dose é reduzida para a dose de manutenção (cerca de 5 gramas por dia).

    A fase de saturação não é obrigatória, pois os mesmos resultados podem ser obtidos tomando apenas a dose de manutenção desde o início. No entanto, algumas pessoas preferem fazer a fase de saturação para acelerar os efeitos da creatina. Nesse caso, é importante dividir a dose diária em quatro tomadas ao longo do dia, para evitar desconfortos gastrointestinais.

    O melhor horário para tomar a creatina é logo após o treino, pois nesse momento os músculos estão mais receptivos à absorção da substância. Além disso, é recomendado consumir algum alimento fonte de carboidrato junto com a creatina, pois isso facilita a entrada da creatina nas células musculares.

    A creatina pode ser usada por tempo indeterminado, desde que se respeite a dose recomendada e se faça uma avaliação médica periódica. Não há necessidade de fazer ciclos ou pausas no uso da creatina, pois isso não traz benefícios adicionais.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para as mulheres que praticam atividade física e querem melhorar sua saúde muscular, óssea, cerebral e geral. A creatina é segura e eficaz, desde que usada corretamente e com orientação profissional. Antes de usar a creatina, consulte seu médico e seu nutricionista para saber se esse suplemento é adequado para você e qual a melhor forma de usá-lo.

  • 4 absorventes mais indicados por mulheres com fluxo irregular

    4 absorventes mais indicados por mulheres com fluxo irregular

    Escolher um absorvente adequado para o seu fluxo e conforto é muito importante para se sentir bem durante o período menstrual.

    Existem diversos tipos de absorventes no mercado, mas nem todos são indicados por mulheres que já os testaram. Por isso, neste post vamos apresentar quatro absorventes que são bem avaliados pelas consumidoras e que podem ser uma boa opção para você.

    • Absorvente Externo Adapt Plus Com Abas – Sempre Livre: Este é um dos melhores absorventes externos tradicionais, segundo o site Review Tudo. Ele tem uma cobertura suave de algodão, que evita alergias e irritações na pele, e abas laterais que garantem mais segurança contra vazamentos. Além disso, ele tem um formato anatômico que se adapta ao corpo e uma camada extra de gel que absorve o fluxo rapidamente. Você pode comprar este absorvente neste link: Comprar

    • Absorvente Interno Mini Pro Comfort – O.B.: Este é o melhor absorvente interno, de acordo com o site Guia Esperto. Ele é ideal para mulheres que buscam discrição e liberdade de movimentos, pois fica dentro da vagina e não aparece na roupa. Ele tem um aplicador suave que facilita a inserção e remoção do produto, e um design curvo que se ajusta ao canal vaginal. Ele também tem canais entrelaçados que distribuem o fluxo uniformemente e evitam vazamentos. Você pode comprar este absorvente neste link: Comprar

    • Absorvente Externo Hipoalergênico Cotton Protection – Always: Este é o melhor absorvente hipoalergênico, segundo o site Guia Esperto. Ele é feito de algodão orgânico 100% natural, sem fragrâncias ou corantes artificiais, que respeita a pele sensível da região íntima. Ele também tem uma cobertura macia e respirável, que mantém a pele seca e fresca, e abas flexíveis que se adaptam à calcinha. Você pode comprar este absorvente neste link: Comprar

    • Absorvente Roupa Íntima Active Mulher – Plenitud: Este é o melhor absorvente pós parto ou para casos de incontinência urinária leve ou moderada, conforme o site Tua Saúde. Ele é uma roupa íntima descartável com tecnologia ultra-absorção plus, que retém até 10 vezes mais líquido do que um absorvente comum. Ele também tem um formato anatômico com cintura elástica ajustável e barreiras antivazamento laterais. Além disso, ele tem uma camada externa respirável com neutralizador de odor.

    Estes são os quatro absorventes mais indicados por mulheres em diferentes situações e necessidades. Esperamos que este post tenha sido útil para você escolher o melhor produto para você se sentir confortável e protegida durante o seu ciclo menstrual.

    Existem diversos tipos de absorventes no mercado, mas nem todos são indicados por mulheres que já os testaram. Por isso, neste post vamos apresentar quatro absorventes que são bem avaliados pelas consumidoras e que podem ser uma boa opção para você.

    • Absorvente Externo Adapt Plus Com Abas – Sempre Livre: Este é um dos melhores absorventes externos tradicionais, segundo o site Review Tudo. Ele tem uma cobertura suave de algodão, que evita alergias e irritações na pele, e abas laterais que garantem mais segurança contra vazamentos. Além disso, ele tem um formato anatômico que se adapta ao corpo e uma camada extra de gel que absorve o fluxo rapidamente. Você pode comprar este absorvente neste link: Comprar

    • Absorvente Interno Mini Pro Comfort – O.B.: Este é o melhor absorvente interno, de acordo com o site Guia Esperto. Ele é ideal para mulheres que buscam discrição e liberdade de movimentos, pois fica dentro da vagina e não aparece na roupa. Ele tem um aplicador suave que facilita a inserção e remoção do produto, e um design curvo que se ajusta ao canal vaginal. Ele também tem canais entrelaçados que distribuem o fluxo uniformemente e evitam vazamentos. Você pode comprar este absorvente neste link: Comprar

    • Absorvente Externo Hipoalergênico Cotton Protection – Always: Este é o melhor absorvente hipoalergênico, segundo o site Guia Esperto. Ele é feito de algodão orgânico 100% natural, sem fragrâncias ou corantes artificiais, que respeita a pele sensível da região íntima. Ele também tem uma cobertura macia e respirável, que mantém a pele seca e fresca, e abas flexíveis que se adaptam à calcinha. Você pode comprar este absorvente neste link: Comprar

    • Absorvente Roupa Íntima Active Mulher – Plenitud: Este é o melhor absorvente pós parto ou para casos de incontinência urinária leve ou moderada, conforme o site Tua Saúde. Ele é uma roupa íntima descartável com tecnologia ultra-absorção plus, que retém até 10 vezes mais líquido do que um absorvente comum. Ele também tem um formato anatômico com cintura elástica ajustável e barreiras antivazamento laterais. Além disso, ele tem uma camada externa respirável com neutralizador de odor.

    Estes são os quatro absorventes mais indicados por mulheres em diferentes situações e necessidades. Esperamos que este post tenha sido útil para você escolher o melhor produto para você se sentir confortável e protegida durante o seu ciclo menstrual.

  • Quando a mulher se torna apenas “mãe”

    Em sociedades dominadas por homens, a “ordem natural” reduz a mulher à função materna. Na Grécia Antiga (460 a.C. – 370 a. C.), as mulheres, tanto espartanas como atenienses, tinham como sua principal função cuidar da casa e dos filhos, enquanto os maridos guerreavam. Alguns bons séculos se passaram e procriar e cuidar do lar permanecem como qualificações inertes a nós.

    Quando crianças, nós meninas ninamos bonecas e brincamos de casinha, sem saber, que ali já somos mães. Quando maiores, algumas de nós cuidamos dos irmãos ou sobrinhos, com a mesma destreza de mães. Seguindo à risca, assim, num belo dia, nos sentimos preparadas ou somos condicionadas a assumir como próprias “mães”. E, mesmo com tantos testes drives, tudo muda, pois a partir da descoberta da gravidez nas mais simples das situações, tudo o que se verá é:

    • Num passeio no parque?
    • “Olha ali, uma grávida andando”.
    • Num estádio de futebol?
    • “Que bacana, uma grávida torcendo”.
    • Em sua própria formatura?
    • “Minha nossa, a grávida se formou”.

    E, com isso uma lista absurda de comportamentos também é feita sobre o que se espera ou não de uma mulher grávida. O olhar de julgamento sufoca caso ela ouse andar de bicicleta, dançar numa balada ou berrar em um protesto.

    Mulheres grávidas aparentemente só prestam para esperar, tanto o nascimento do filho, quanto essa fase passar para ela voltar a viver.

    Só que não tem volta, né? Muitas de nós sabemos. E, apesar de ser muito errado reduzir a mulher à mãe, no fim das contas é mais errado ainda criticar ou escolher não fazer parte disso, numa sociedade que romantiza a maternidade. “Conceber um filho é uma dádiva”. “Amor maior do mundo”. “Só vamos saber o que é ser mãe quando formos”. Cilada!

    Se recuse a ser unicamente mãe. Fique em paz, se não quiser. E só aceite ser mãe e mais um pouco. Mais um muito. Um muito que, não necessariamente te sobrecarregue porque você dará conta de tudo. Quem precisa ser multitarefa se houver o compromisso do outro? Não aceite ser chamada unicamente de “grávida”. Seja antes de tudo mulher. Isso sim com todo o poder da palavra.

  • Mensagem falsa no WhatsApp causa mais uma morte na Índia

    Mais uma mulher indiana se tornou vítima da multidão, que recebeu uma mensagem falsa sobre sequestro das crianças. O corpo foi encontrado perto da floresta no estado de Madhya Pradesh, informa o diário South China Morning Post.

    Os policiais relataram que foram presas nove pessoas suspeitas de espancamento da alegada sequestradora. Os acusados contaram aos agentes da ordem que viram uma mulher que se movia de uma maneira suspeita em 21 de junho. No mesmo momento, todos receberam uma mensagem no WhatsApp que informava sobre grupos de criminosos atuando na região, e atacaram a transeunte.

    “Estamos tentando identificar a vítima e espalhamos a sua foto por todas as delegacias policiais”, declarou o chefe da unidade policial local Riyaz Iqbal.

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    Na Índia, mais de 200 milhões de pessoas usam o aplicativo de mensagens WhatsApp. Nos últimos dois meses os habitantes locais lincharam mais de 20 vítimas inocentes como resultado da difusão de mensagens falsas. O governo indiano se dirigiu aos desenvolvedores do WhatsApp exigindo corrigir a situação e parar o fluxo de mensagens falsas.

    Como resultado, os programadores ativaram uma nova função que deve avisar automaticamente os usuários se a mensagem foi copiada ou reenviada. Entretanto, mesmo depois da atualização, os assassínios não pararam. Por Sputnik Brasil.

  • Comercialização de spray de pimenta para proteção pessoal poderá ser autorizada

    A fabricação, a importação e a comercialização do spray de pimenta para uso como arma não letal, para proteção pessoal, ficarão autorizadas se for aprovado o Projeto de Lei do Senado (PLS) 113/2018, que aguarda designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O objetivo é que sobretudo as mulheres possam se proteger de crimes, segundo o autor da proposta, senador Wilder Morais (DEM-GO).

    O spray de pimenta, gás pimenta ou gás OC (de Oleorresina Capsicum) irrita os olhos e causa lacrimejo, dor e mesmo cegueira temporária. Atualmente, no Brasil, seu uso é restrito a forças de segurança pública.

    Pelo PLS, poderão comprar o spray as pessoas maiores de idade que apresentarem documento oficial com foto. O estabelecimento comercial precisará de autorização emitida pelo governo federal para a comercialização e deverá manter, pelo prazo mínimo de 12 meses, banco de dados com o registro cadastral dos compradores.

    Proteção das mulheres

    Segundo o autor do PLS, senador Wilder Morais (DEM-GO), para defender verdadeiramente a mulher não bastam marchas e campanhas educativas. “É preciso combater os criminosos e permitir que ela seja a sua primeira proteção, que ela possa também lutar pela própria vida e dignidade quando o Estado tiver falhado em protegê-la antes”, argumenta.

    Como o projeto é terminativo na CCJ, caso aprovado, segue direto para a Câmara dos Deputados, a não ser que haja recurso para que seja votado no Plenário do Senado. Caso sancionada, a matéria ainda terá que ser regulamentada pelo Executivo federal para entrar em vigor. Com informações da Agência Senado.

  • Brasil ocupa 161° lugar em ranking da presença de mulheres no Poder Executivo

    O Brasil ocupa a 161ª posição no Ranking de Presença Feminina no Poder Executivo, dentre os 186 países analisados pelo Projeto Mulheres Inspiradoras (PMI) – 2018. O ranking é baseado em um índice que sintetiza dados que medem a representatividade feminina nas chefias de governo; a representatividade nas chefias de Estado; o número e a proporção de habitantes governados por mulheres e a proporção de cargos em ministérios ocupados por lideranças femininas.

    Os dados do projeto são baseados em informações das Nações Unidas, do Banco Mundial e do instituto de pesquisas The Heritage Foundation. A análise considerou 186 países reconhecidos pela ONU. Também foram coletados dados específicos em consulados e espaços oficiais dos países participantes. No caso do Brasil, foram considerados dados primários e públicos do Tribunal Superior Eleitoral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Sead).

    Dez primeiros colocados

    Segundo o ranking atual, os dez primeiros países com presença política de lideranças femininas no Executivo são: Nova Zelândia, Chile, Reino Unido, Suíça, Ilhas Marshall, Myanmar, Islândia, Noruega, Peru e Alemanha. Todos eles tinham mulheres como chefes de Governo, sendo que cinco dessas nações também contam com mulheres chefes de Estado. Mas, mesmo nesses dez países mais bem colocados, a média de mulheres em ministérios é de 28,5%, o que está longe de representar o percentual de mulheres na população mundial, que é de pouco menos da metade do total. De acordo com as Nações Unidas, existem no mundo 101,8 homens para cada 100 mulheres.

    Quando comparados continentes, o que está melhor posicionado é a Europa, onde as mulheres ocupam 20,4% das cadeiras de chefias de Governo totais. O mesmo ocorre com a proporção média europeia de mulheres ocupantes de cargos político-administrativos de primeiro escalão: elas estão em 24,7% dessas posições no continente. As Américas juntas estão na segunda posição, seguida pela Ásia e pela África subsaariana, conforme divisão territorial estabelecida na pesquisa. Em último lugar, está o Norte da África, onde não há mulher como chefe de Governo.

    De acordo com o PMI, a média mundial de representatividade feminina em chefias de Governo é de 7,53%. Já a proporção de mulheres que ocupam cargos em ministérios é de 18,4%. “Nós estamos mostrando que 92% dos chefes de Governo no mundo são do sexo masculino. A representatividade das mulheres é muito baixa”, enfatiza Marlene Machado, diretora executiva do projeto. Uma situação que encontra eco na história: desde 1940 até hoje, detalha o estudo, apenas 135 mulheres foram chefes de Governo, em 73 países.

    Outro elemento histórico que ajuda a explicar a situação é o acesso ao voto. A Nova Zelândia, primeira colocada no ranking, é também a que detém o direito ao voto feminino há mais tempo: 125 anos. Lá, o direito foi garantido apenas quatro anos após os homens terem votado pela primeira vez. Austrália, Finlândia e Noruega vêm logo em seguida com 124, 112 e 105 anos de direito ao voto feminino, respectivamente. No Brasil, os homens votam desde 189, mas as mulheres só passaram a votar e poder serem votadas em 1932, há 86 anos. A diferença do tempo de homens e mulheres como votantes aqui é de 41 anos.

    Brasil distante da igualdade

    No ano passado, o Brasil estava em 115° lugar no ranking mundial. Agora, o resultado mostra que a inserção das mulheres brasileiras em cargos de chefia é uma das piores no mundo e a pior da América Latina. A desigualdade fica nítida quando analisadas as eleições presidenciais, para governo dos estados e também para as prefeituras das capitais, bem como a composição ministerial e dos secretariados, segundo a pesquisa.

    As mulheres eram três dos 11 postulantes à Presidência da República nas últimas eleições no Brasil. A vencedora, Dilma Rousseff, foi a única mulher a ocupar o cargo, o que ocorreu em 2010 e em 2014. Nos ministérios, a participação das mulheres era de 4% do total em 2016. Hoje é ainda menor: 96,5% dos cargos de ministro estão ocupados por homens, segundo o PMI.

    No caso dos governos estaduais, analisando as eleições de 1992 até 2014, o estudo mostra que o melhor ano em representatividade feminina foi 2006, quando três mulheres foram eleitas governadoras. Nas últimas eleições, em 2014, apenas uma mulher foi eleita: Suely Campos, atual governadora de Roraima. O número de cadeiras nos governos estaduais ocupadas por mulheres hoje é o mesmo que o de 24 anos atrás.

    Em Roraima, 27% do secretariado são ocupados por mulheres, o que torna o estado o quarto com maior presença feminina nesses postos. Em primeiro lugar está a Paraíba, com 37,21% de secretarias ocupadas por mulheres, depois Mato Grosso do Sul (30,77%) e Acre (29,17%).

    Prefeitas

    Quanto às prefeituras, foram analisados 5.477 dos 5.570 municípios – diferença decorrente da falta de disponibilização de dados por parte de alguns deles. Ao todo, no Brasil, existem 4.838 prefeitos do sexo masculino e apenas 639 prefeitas mulheres. A pesquisa também aponta que muitas das atuais prefeitas já disputaram reeleição. “Isso mostra que, além de serem poucas candidatas, são poucas as candidatas que têm um desempenho suficiente para se eleger. 70% das candidatas a prefeita não se elegem”, destaca Marlene Machado.

    A partir da análise do crescimento da participação nos pleitos e cargos, o projeto estimou que a igualdade de gênero na titularidade das prefeituras só chegará em 20 anos e meio, ao passo que 47 anos e 9 meses serão necessários para que as mulheres consigam ocupar metade das cadeiras para governadores.

    Para mudar a situação, Marlene defende uma mudança estrutural dos próprios partidos políticos, bem como abertura do debate com a sociedade sobre a participação das mulheres na política. “Eu creio que seria muito importante que as mulheres fizessem parte das direções dos partidos, para que elas também pudessem ter poder de decisões, e mais acesso ao fundo partidário para que elas possam ter uma campanha melhor”, alertou. Por: EBC

  • O que você precisa saber sobre o Primeiro Batalhão Feminino da Morte

    Você sabia que a Rússia foi o primeiro país do mundo a aceitar mulheres nas Forças Armadas? Isso aconteceu em 1917, com a criação do Primeiro Batalhão Feminino da Morte. Esse Exército era formado por 300 soldadas e enfrentou os alemães durante a 1ª Guerra Mundial.

    O Primeiro Batalhão Feminino da Morte foi o tema do Curiosidades do Mundo de hoje. Se você não ouviu, ouça abaixo. Não deixe de conferir, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil. É um mix diário de curiosidades, recordes e dicas variadas. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • Relatório aponta: mulheres assistiram mais vídeos pornôs em 2017

    Segundo relatórios anuais apresentados recentemente pelas redes sociais de vídeos pornográficos, xHamster e PornHub, foi obtida a seguinte constatação: as mulheres estão assistindo mais pornô do que nunca.

    Começando pelo site PornHub que teve 28,5 bilhões de pessoas o visitando em 2017, tem-se que o aumento das visitas femininas aumentaram em 359%, desde 2016.

    Já no relatório de fim de ano do xHamster para 2018, foi registrado um aumento de 2,4% de mulheres telespectadoras em todo o mundo.

    Analisando por país, o site registrou os maiores ganhos na África do Sul, onde as usuários do sexo feminino cresceram 23%. E os menores na China, onde até ocorreu uma diminuição de 28%.