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  • Hominídeo antigo foi esquartejado e comido por outro humano, indica estudo

    Hominídeo antigo foi esquartejado e comido por outro humano, indica estudo

    Um osso de um hominídeo antigo encontrado na Tanzânia revela que ele foi esquartejado e comido por outro humano há 1,45 milhão de anos.

    Essa seria a evidência mais antiga de canibalismo entre hominídeos, segundo um estudo publicado na revista Nature.

    O osso é um fêmur direito que pertenceu a um indivíduo adulto de uma espécie ainda não identificada de hominídeo. Ele foi descoberto em 1964 no sítio arqueológico de Olduvai Gorge, mas ficou guardado em um museu na Alemanha até ser reexaminado por uma equipe internacional de pesquisadores.

    Os cientistas usaram técnicas modernas de microscopia e análise química para detectar marcas de corte no osso, que indicam que ele foi cortado com uma ferramenta de pedra. Essas marcas são diferentes das causadas por animais ou pelo ambiente.

    “Essas marcas mostram que alguém usou uma ferramenta de pedra para remover a carne e o tendão do osso”, disse à BBC o líder do estudo, Manuel Domínguez-Rodrigo, da Universidade Complutense de Madri. “Isso significa que esse hominídeo foi consumido por outro hominídeo.”

    O estudo não revela a espécie do comedor e do comido, mas sugere que eles podem ter sido Homo habilis ou Paranthropus boisei, dois tipos de hominídeos que habitavam a região na época. Também não se sabe se o canibalismo foi motivado por fome, ritual ou agressão.

    O osso também apresenta marcas de dentes de um grande felino, possivelmente um tigre-dente-de-sabre. Os pesquisadores não conseguiram determinar se o animal atacou o hominídeo antes ou depois de sua morte, mas especulam que ele pode ter roubado o corpo do canibal.

    O estudo destaca a importância de revisitar coleções de museus e usar técnicas modernas para ampliar o conhecimento sobre o passado. Os autores esperam que mais evidências de canibalismo entre hominídeos sejam encontradas em outros ossos antigos.

    Fonte: Link 1, Link 2, Link 3.

    Essa seria a evidência mais antiga de canibalismo entre hominídeos, segundo um estudo publicado na revista Nature.

    O osso é um fêmur direito que pertenceu a um indivíduo adulto de uma espécie ainda não identificada de hominídeo. Ele foi descoberto em 1964 no sítio arqueológico de Olduvai Gorge, mas ficou guardado em um museu na Alemanha até ser reexaminado por uma equipe internacional de pesquisadores.

    Os cientistas usaram técnicas modernas de microscopia e análise química para detectar marcas de corte no osso, que indicam que ele foi cortado com uma ferramenta de pedra. Essas marcas são diferentes das causadas por animais ou pelo ambiente.

    “Essas marcas mostram que alguém usou uma ferramenta de pedra para remover a carne e o tendão do osso”, disse à BBC o líder do estudo, Manuel Domínguez-Rodrigo, da Universidade Complutense de Madri. “Isso significa que esse hominídeo foi consumido por outro hominídeo.”

    O estudo não revela a espécie do comedor e do comido, mas sugere que eles podem ter sido Homo habilis ou Paranthropus boisei, dois tipos de hominídeos que habitavam a região na época. Também não se sabe se o canibalismo foi motivado por fome, ritual ou agressão.

    O osso também apresenta marcas de dentes de um grande felino, possivelmente um tigre-dente-de-sabre. Os pesquisadores não conseguiram determinar se o animal atacou o hominídeo antes ou depois de sua morte, mas especulam que ele pode ter roubado o corpo do canibal.

    O estudo destaca a importância de revisitar coleções de museus e usar técnicas modernas para ampliar o conhecimento sobre o passado. Os autores esperam que mais evidências de canibalismo entre hominídeos sejam encontradas em outros ossos antigos.

    Fonte: Link 1, Link 2, Link 3.

  • MPs de preservação de museus têm vigência prorrogada

    Duas medidas provisórias que tratam da preservação dos museus no país tiveram a vigência prorrogada por mais 60 dias. Os atos de prorrogação das MPs foram publicados nesta quarta-feira (31) no Diário Oficial da União.

    A MP 850/2018 autoriza a criação da Agência Brasileira de Museus (Abram), em substituição ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram — Lei 11.906, de 2009), que será extinto.

    A medida foi editada em 10 de setembro, oito dias após o incêndio que destruiu a sede do Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro.

    Já a MP 851/2018 — que foi editada em conjunto com a MP 850 — permite a criação de fundos patrimoniais, para estimular doações privadas a projetos de interesse público em áreas como educação, ciência, pesquisa, cultura, entre outras.

    Ambas as MPs aguardam a instalação das respectivas comissões do Congresso encarregadas de analisar os textos. Depois de passar pelas comissões, vão a votação nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Por Agência Senado.