Tag: oceano

  • Cientistas investigam planeta com oceanos mais quentes que a terra

    Cientistas investigam planeta com oceanos mais quentes que a terra

    Cientistas da Universidade de Cambridge fizeram uma descoberta espacial que pode mudar nossa compreensão sobre planetas distantes.

    A cerca de 70 anos-luz de distância, existe um planeta que pode ser inteiramente coberto por água. No entanto, não é um oceano comum como os da Terra. Os astrônomos sugerem que esse oceano planetário pode estar fervendo, com temperaturas que alcançam o ponto de ebulição da água, ou seja, 100 graus Celsius.

    O planeta, chamado TOI-270 d, faz parte de um sistema que inclui uma estrela anã vermelha e três exoplanetas. Os dados analisados indicam que TOI-270 d poderia ser um mundo “Hycean”, que é um tipo de planeta com um grande oceano e uma atmosfera rica em hidrogênio.

    No entanto, há debates entre os cientistas sobre a verdadeira natureza desse planeta. Alguns acreditam que ele possa ter uma superfície rochosa e estar coberto por uma atmosfera densa de vapor superaquecido e hidrogênio.

    Essa descoberta é um exemplo do progresso que fizemos na pesquisa de exoplanetas, que são planetas fora do nosso sistema solar. Desde a primeira detecção de um exoplaneta em 1992, já descobrimos milhares deles. E com cada nova descoberta, nos perguntamos: será que encontraremos um planeta tão acolhedor quanto o nosso?

    A cerca de 70 anos-luz de distância, existe um planeta que pode ser inteiramente coberto por água. No entanto, não é um oceano comum como os da Terra. Os astrônomos sugerem que esse oceano planetário pode estar fervendo, com temperaturas que alcançam o ponto de ebulição da água, ou seja, 100 graus Celsius.

    O planeta, chamado TOI-270 d, faz parte de um sistema que inclui uma estrela anã vermelha e três exoplanetas. Os dados analisados indicam que TOI-270 d poderia ser um mundo “Hycean”, que é um tipo de planeta com um grande oceano e uma atmosfera rica em hidrogênio.

    No entanto, há debates entre os cientistas sobre a verdadeira natureza desse planeta. Alguns acreditam que ele possa ter uma superfície rochosa e estar coberto por uma atmosfera densa de vapor superaquecido e hidrogênio.

    Essa descoberta é um exemplo do progresso que fizemos na pesquisa de exoplanetas, que são planetas fora do nosso sistema solar. Desde a primeira detecção de um exoplaneta em 1992, já descobrimos milhares deles. E com cada nova descoberta, nos perguntamos: será que encontraremos um planeta tão acolhedor quanto o nosso?

  • Bactéria marinha modificada geneticamente pode ajudar a limpar os oceanos dos microplásticos

    Bactéria marinha modificada geneticamente pode ajudar a limpar os oceanos dos microplásticos

    Uma equipe de pesquisadores desenvolveu uma bactéria capaz de degradar o plástico que polui os oceanos.

    A bactéria, chamada Vibrio natriegens, é uma espécie marinha que se reproduz muito rápido e pode quebrar o polietileno tereftalato (PET), um tipo de plástico usado em garrafas, roupas e outros produtos.

    O PET é um material resistente e durável, mas também é um grande problema ambiental. Estima-se que cerca de 8 milhões de toneladas de plástico entram nos oceanos a cada ano, e o PET é um dos mais comuns. O plástico se fragmenta em pedaços menores, chamados microplásticos, que podem ser ingeridos por animais marinhos e afetar a cadeia alimentar.

    Para criar a bactéria que degrada o PET, os pesquisadores usaram uma técnica de engenharia genética. Eles inseriram um plasmídeo, uma molécula circular de DNA, com genes de outra bactéria que produz enzimas para digerir o PET. As enzimas são proteínas que aceleram reações químicas. Assim, a bactéria modificada ganhou a capacidade de quebrar as ligações químicas do PET e transformá-lo em outras substâncias.

    Os pesquisadores testaram a bactéria em água salgada à temperatura ambiente e observaram que ela conseguiu degradar o PET em poucas horas. Eles também notaram que a bactéria mostrou uma característica de supercondutividade, ou seja, ela foi capaz de conduzir eletricidade sem resistência. Isso pode ter aplicações na indústria eletrônica.

    No entanto, ainda há alguns desafios para tornar a bactéria mais eficiente e útil. Primeiro, os pesquisadores precisam integrar os genes do plasmídeo no genoma da bactéria, para evitar que eles se percam durante a reprodução. Segundo, eles precisam fazer a bactéria se alimentar dos subprodutos da degradação do PET, para evitar a acumulação de resíduos tóxicos. Terceiro, eles precisam fazer a bactéria produzir um produto final desejável para a indústria química, como etileno glicol ou tereftalato de dimetila, que podem ser usados para fazer novos plásticos.

    Os pesquisadores esperam que a bactéria possa ser usada para limpar os oceanos dos microplásticos e reduzir o impacto ambiental do PET. Eles também acreditam que a bactéria pode ser modificada para degradar outros tipos de plástico, como polipropileno e poliestireno. O estudo foi publicado na revista Nature Biotechnology.

    A bactéria, chamada Vibrio natriegens, é uma espécie marinha que se reproduz muito rápido e pode quebrar o polietileno tereftalato (PET), um tipo de plástico usado em garrafas, roupas e outros produtos.

    O PET é um material resistente e durável, mas também é um grande problema ambiental. Estima-se que cerca de 8 milhões de toneladas de plástico entram nos oceanos a cada ano, e o PET é um dos mais comuns. O plástico se fragmenta em pedaços menores, chamados microplásticos, que podem ser ingeridos por animais marinhos e afetar a cadeia alimentar.

    Para criar a bactéria que degrada o PET, os pesquisadores usaram uma técnica de engenharia genética. Eles inseriram um plasmídeo, uma molécula circular de DNA, com genes de outra bactéria que produz enzimas para digerir o PET. As enzimas são proteínas que aceleram reações químicas. Assim, a bactéria modificada ganhou a capacidade de quebrar as ligações químicas do PET e transformá-lo em outras substâncias.

    Os pesquisadores testaram a bactéria em água salgada à temperatura ambiente e observaram que ela conseguiu degradar o PET em poucas horas. Eles também notaram que a bactéria mostrou uma característica de supercondutividade, ou seja, ela foi capaz de conduzir eletricidade sem resistência. Isso pode ter aplicações na indústria eletrônica.

    No entanto, ainda há alguns desafios para tornar a bactéria mais eficiente e útil. Primeiro, os pesquisadores precisam integrar os genes do plasmídeo no genoma da bactéria, para evitar que eles se percam durante a reprodução. Segundo, eles precisam fazer a bactéria se alimentar dos subprodutos da degradação do PET, para evitar a acumulação de resíduos tóxicos. Terceiro, eles precisam fazer a bactéria produzir um produto final desejável para a indústria química, como etileno glicol ou tereftalato de dimetila, que podem ser usados para fazer novos plásticos.

    Os pesquisadores esperam que a bactéria possa ser usada para limpar os oceanos dos microplásticos e reduzir o impacto ambiental do PET. Eles também acreditam que a bactéria pode ser modificada para degradar outros tipos de plástico, como polipropileno e poliestireno. O estudo foi publicado na revista Nature Biotechnology.