Tag: OMS

  • Nova pandemia pode estar a caminho e o mundo ainda não está pronto para enfrentá-la

    Nova pandemia pode estar a caminho e o mundo ainda não está pronto para enfrentá-la

    Enquanto a pandemia de COVID-19 já é uma página virada, o mundo permanece despreparado para enfrentar a próxima grande crise de saúde global.

    Em 2025, o mundo ainda enfrenta desafios significativos na preparação para futuras pandemias. Apesar de termos superado a crise da COVID-19, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo não está preparado para a próxima pandemia. As vulnerabilidades que permitiram a disseminação da COVID-19 ainda existem, e a gripe aviária H5N1, que já causou uma morte nos EUA, é uma nova preocupação.

    Até maio de 2025, os países membros da OMS precisam concluir um acordo pandêmico, que visa prevenir, se preparar e responder a futuras pandemias. No entanto, ainda existem dificuldades para alcançar um consenso sobre a troca de informações sobre patógenos e tecnologias essenciais, como vacinas e tratamentos. A falha desse acordo pode prejudicar a credibilidade da OMS.

    Em março, uma cúpula organizada pela UE e pela Fundação Bill & Melinda Gates buscará arrecadar US$ 9 bilhões para a Gavi, Aliança das Vacinas, que visa proteger 500 milhões de crianças e responder a 150 surtos de doenças. O Fundo Global para Combater AIDS, Tuberculose e Malária também iniciará um novo ciclo de arrecadação este ano, enfrentando incertezas devido às mudanças na administração dos EUA.

    Os investimentos em saúde global têm um retorno significativo. Desde 2000, a Gavi protegeu mais de 1,1 bilhão de crianças e gerou mais de US$ 250 bilhões em benefícios econômicos. O Fundo Global reduziu as mortes por HIV, tuberculose e malária em 61% desde 2002.

    As ameaças de doenças infecciosas ainda não desapareceram. 2025 é o ano para reafirmar compromissos com a saúde global, aplicar as lições da COVID-19 e garantir que o mundo esteja preparado para enfrentar desafios futuros.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


    Em 2025, o mundo ainda enfrenta desafios significativos na preparação para futuras pandemias. Apesar de termos superado a crise da COVID-19, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo não está preparado para a próxima pandemia. As vulnerabilidades que permitiram a disseminação da COVID-19 ainda existem, e a gripe aviária H5N1, que já causou uma morte nos EUA, é uma nova preocupação.

    Até maio de 2025, os países membros da OMS precisam concluir um acordo pandêmico, que visa prevenir, se preparar e responder a futuras pandemias. No entanto, ainda existem dificuldades para alcançar um consenso sobre a troca de informações sobre patógenos e tecnologias essenciais, como vacinas e tratamentos. A falha desse acordo pode prejudicar a credibilidade da OMS.

    Em março, uma cúpula organizada pela UE e pela Fundação Bill & Melinda Gates buscará arrecadar US$ 9 bilhões para a Gavi, Aliança das Vacinas, que visa proteger 500 milhões de crianças e responder a 150 surtos de doenças. O Fundo Global para Combater AIDS, Tuberculose e Malária também iniciará um novo ciclo de arrecadação este ano, enfrentando incertezas devido às mudanças na administração dos EUA.

    Os investimentos em saúde global têm um retorno significativo. Desde 2000, a Gavi protegeu mais de 1,1 bilhão de crianças e gerou mais de US$ 250 bilhões em benefícios econômicos. O Fundo Global reduziu as mortes por HIV, tuberculose e malária em 61% desde 2002.

    As ameaças de doenças infecciosas ainda não desapareceram. 2025 é o ano para reafirmar compromissos com a saúde global, aplicar as lições da COVID-19 e garantir que o mundo esteja preparado para enfrentar desafios futuros.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


  • Dia Mundial de Combate à Aids: como a homofobia e a discriminação aumentam o risco de infecção pelo HIV entre os homossexuais

    Dia Mundial de Combate à Aids: como a homofobia e a discriminação aumentam o risco de infecção pelo HIV entre os homossexuais

    O HIV é o vírus que causa a Aids, uma doença que afeta o sistema imunológico e pode levar à morte por infecções oportunistas.

    A transmissão do HIV ocorre principalmente por meio de relações sexuais sem preservativo, mas também pode acontecer por transfusão de sangue contaminado, uso de drogas injetáveis com seringas compartilhadas e de mãe para filho durante a gravidez, o parto ou a amamentação.

    Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os homossexuais têm 20 vezes mais risco de contrair o HIV do que o restante da população. Isso se deve a vários fatores, como a maior vulnerabilidade biológica do sexo anal, a falta de acesso a serviços de saúde adequados, o estigma e a discriminação que sofrem na sociedade e a baixa percepção do risco de infecção.

    O sexo anal é considerado uma prática de maior risco para o HIV porque a mucosa do ânus é mais fina e mais propensa a se romper durante a penetração, facilitando a entrada do vírus na corrente sanguínea. Além disso, o esperma contém uma alta concentração de HIV e pode permanecer no reto por mais tempo, aumentando as chances de infecção. Por isso, é essencial o uso do preservativo em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal.

    Outro fator que contribui para a maior exposição dos homossexuais ao HIV é a dificuldade de acesso a serviços de saúde que ofereçam prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequados. Muitas vezes, os homossexuais enfrentam barreiras como a homofobia, o preconceito, a violência e a exclusão social, que os impedem de buscar ajuda médica ou de revelar sua orientação sexual aos profissionais de saúde. Isso pode comprometer a qualidade do atendimento e a adesão ao tratamento.

    Além disso, muitos homossexuais têm uma baixa percepção do risco de contrair o HIV, seja por falta de informação, por confiança no parceiro ou por uso de álcool e outras drogas que podem afetar o julgamento e a tomada de decisão. Esses fatores podem levar a comportamentos de risco, como não usar preservativo, ter múltiplos parceiros ou não fazer o teste de HIV regularmente.

    Os homossexuais não são os únicos que fazem parte do grupo de risco para o HIV. Outros grupos que também têm uma maior vulnerabilidade são os transexuais, os usuários de drogas injetáveis, as profissionais do sexo, os presidiários, os indígenas e as populações em situação de rua. Esses grupos sofrem com a marginalização, a pobreza, a violação de direitos humanos e a falta de oportunidades, que os tornam mais suscetíveis à infecção pelo HIV.

    O Dia Mundial de Combate à Aids é celebrado em 1º de dezembro e tem como objetivo alertar a sociedade sobre essa doença, que ainda não tem cura, mas pode ser controlada com o tratamento adequado. A data também é uma oportunidade para promover a solidariedade, a compaixão e a tolerância com as pessoas que vivem com HIV e para combater o estigma e a discriminação que elas sofrem.

    A Aids é uma doença que não escolhe idade, gênero, raça, classe social ou orientação sexual. Qualquer pessoa que se expõe ao risco de infecção pelo HIV pode contrair a doença. Por isso, é importante se informar, se prevenir e se testar. O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento o quanto antes e evitar as complicações da Aids. O tratamento é gratuito e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

    Lembre-se: o HIV não se pega com um abraço, um beijo, um aperto de mão ou um copo de água. O HIV se pega com sexo sem camisinha, com sangue contaminado ou de mãe para filho. Proteja-se e proteja quem você ama. Faça o teste de HIV. Se der positivo, inicie o tratamento. Juntos podemos acabar com a Aids.

    A transmissão do HIV ocorre principalmente por meio de relações sexuais sem preservativo, mas também pode acontecer por transfusão de sangue contaminado, uso de drogas injetáveis com seringas compartilhadas e de mãe para filho durante a gravidez, o parto ou a amamentação.

    Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os homossexuais têm 20 vezes mais risco de contrair o HIV do que o restante da população. Isso se deve a vários fatores, como a maior vulnerabilidade biológica do sexo anal, a falta de acesso a serviços de saúde adequados, o estigma e a discriminação que sofrem na sociedade e a baixa percepção do risco de infecção.

    O sexo anal é considerado uma prática de maior risco para o HIV porque a mucosa do ânus é mais fina e mais propensa a se romper durante a penetração, facilitando a entrada do vírus na corrente sanguínea. Além disso, o esperma contém uma alta concentração de HIV e pode permanecer no reto por mais tempo, aumentando as chances de infecção. Por isso, é essencial o uso do preservativo em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal.

    Outro fator que contribui para a maior exposição dos homossexuais ao HIV é a dificuldade de acesso a serviços de saúde que ofereçam prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequados. Muitas vezes, os homossexuais enfrentam barreiras como a homofobia, o preconceito, a violência e a exclusão social, que os impedem de buscar ajuda médica ou de revelar sua orientação sexual aos profissionais de saúde. Isso pode comprometer a qualidade do atendimento e a adesão ao tratamento.

    Além disso, muitos homossexuais têm uma baixa percepção do risco de contrair o HIV, seja por falta de informação, por confiança no parceiro ou por uso de álcool e outras drogas que podem afetar o julgamento e a tomada de decisão. Esses fatores podem levar a comportamentos de risco, como não usar preservativo, ter múltiplos parceiros ou não fazer o teste de HIV regularmente.

    Os homossexuais não são os únicos que fazem parte do grupo de risco para o HIV. Outros grupos que também têm uma maior vulnerabilidade são os transexuais, os usuários de drogas injetáveis, as profissionais do sexo, os presidiários, os indígenas e as populações em situação de rua. Esses grupos sofrem com a marginalização, a pobreza, a violação de direitos humanos e a falta de oportunidades, que os tornam mais suscetíveis à infecção pelo HIV.

    O Dia Mundial de Combate à Aids é celebrado em 1º de dezembro e tem como objetivo alertar a sociedade sobre essa doença, que ainda não tem cura, mas pode ser controlada com o tratamento adequado. A data também é uma oportunidade para promover a solidariedade, a compaixão e a tolerância com as pessoas que vivem com HIV e para combater o estigma e a discriminação que elas sofrem.

    A Aids é uma doença que não escolhe idade, gênero, raça, classe social ou orientação sexual. Qualquer pessoa que se expõe ao risco de infecção pelo HIV pode contrair a doença. Por isso, é importante se informar, se prevenir e se testar. O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento o quanto antes e evitar as complicações da Aids. O tratamento é gratuito e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

    Lembre-se: o HIV não se pega com um abraço, um beijo, um aperto de mão ou um copo de água. O HIV se pega com sexo sem camisinha, com sangue contaminado ou de mãe para filho. Proteja-se e proteja quem você ama. Faça o teste de HIV. Se der positivo, inicie o tratamento. Juntos podemos acabar com a Aids.

  • Como seguir uma dieta saudável segundo a Organização Mundial da Saúde

    Como seguir uma dieta saudável segundo a Organização Mundial da Saúde

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas recomendações sobre o consumo de gorduras, açúcar e carboidratos para adultos e crianças.

    Veja o que mudou e como seguir uma dieta saudável.

    • Gorduras: Nem todas as gorduras são ruins para o seu corpo. As gorduras poliinsaturadas, encontradas no azeite e em outros alimentos oleaginosos, são benéficas para o seu coração e o seu cérebro. Mas cuidado com as gorduras saturadas e trans, que aumentam o risco de doenças cardiovasculares e câncer. A OMS recomenda que você limite a ingestão total de gordura a 30% do total de calorias que você consome por dia, sendo 10% de gordura saturada e 1% de gordura trans.

    • Carboidratos: Os carboidratos são a principal fonte de energia do seu corpo, mas nem todos são iguais. Prefira os alimentos que contêm fibras, como frutas, verduras e cereais integrais. Eles ajudam na digestão e na saciedade. Evite os produtos refinados e ricos em açúcar, como pães, bolos e refrigerantes. Eles podem causar diabetes tipo 2 e obesidade. A OMS sugere que você consuma pelo menos 400 gramas de frutas e vegetais e 25 gramas de fibras por dia.

    • Açúcar: O açúcar é um dos vilões da alimentação moderna. Ele está presente em muitos alimentos industrializados e pode viciar o seu paladar. O excesso de açúcar pode levar a cáries, inflamações e doenças crônicas. A OMS aconselha que você não ultrapasse 5 a 10 colheres de chá de açúcar por dia. Mas não se preocupe: o açúcar das frutas é considerado saudável e pode satisfazer a sua vontade de doce.

    • Crianças e adolescentes: As crianças e os adolescentes têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos. Eles precisam de mais energia e nutrientes para crescer e se desenvolver. A OMS elaborou tabelas específicas para cada faixa etária, indicando as quantidades adequadas de gorduras, carboidratos e açúcar. Além disso, é importante incentivar hábitos alimentares saudáveis desde cedo, evitando o consumo de alimentos processados e fast-food.

    Seguir uma dieta saudável não é difícil nem chato. Você só precisa escolher bem os alimentos que você coloca no seu prato e variar o seu cardápio. Assim, você vai se sentir melhor, mais disposto e mais feliz.

    Veja o que mudou e como seguir uma dieta saudável.

    • Gorduras: Nem todas as gorduras são ruins para o seu corpo. As gorduras poliinsaturadas, encontradas no azeite e em outros alimentos oleaginosos, são benéficas para o seu coração e o seu cérebro. Mas cuidado com as gorduras saturadas e trans, que aumentam o risco de doenças cardiovasculares e câncer. A OMS recomenda que você limite a ingestão total de gordura a 30% do total de calorias que você consome por dia, sendo 10% de gordura saturada e 1% de gordura trans.

    • Carboidratos: Os carboidratos são a principal fonte de energia do seu corpo, mas nem todos são iguais. Prefira os alimentos que contêm fibras, como frutas, verduras e cereais integrais. Eles ajudam na digestão e na saciedade. Evite os produtos refinados e ricos em açúcar, como pães, bolos e refrigerantes. Eles podem causar diabetes tipo 2 e obesidade. A OMS sugere que você consuma pelo menos 400 gramas de frutas e vegetais e 25 gramas de fibras por dia.

    • Açúcar: O açúcar é um dos vilões da alimentação moderna. Ele está presente em muitos alimentos industrializados e pode viciar o seu paladar. O excesso de açúcar pode levar a cáries, inflamações e doenças crônicas. A OMS aconselha que você não ultrapasse 5 a 10 colheres de chá de açúcar por dia. Mas não se preocupe: o açúcar das frutas é considerado saudável e pode satisfazer a sua vontade de doce.

    • Crianças e adolescentes: As crianças e os adolescentes têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos. Eles precisam de mais energia e nutrientes para crescer e se desenvolver. A OMS elaborou tabelas específicas para cada faixa etária, indicando as quantidades adequadas de gorduras, carboidratos e açúcar. Além disso, é importante incentivar hábitos alimentares saudáveis desde cedo, evitando o consumo de alimentos processados e fast-food.

    Seguir uma dieta saudável não é difícil nem chato. Você só precisa escolher bem os alimentos que você coloca no seu prato e variar o seu cardápio. Assim, você vai se sentir melhor, mais disposto e mais feliz.

  • OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    Aspartame, substância usada em refrigerantes dietéticos e chicletes, pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, segundo estudos.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

  • Como a inteligência artificial pode melhorar ou piorar a saúde das pessoas

    Como a inteligência artificial pode melhorar ou piorar a saúde das pessoas

    A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que pode auxiliar na prevenção, diagnóstico e tratamento de diversas doenças, além de melhorar a gestão e a pesquisa em saúde. No entanto, seu uso também envolve desafios éticos, sociais e regulatórios, que precisam ser considerados para garantir o respeito aos direitos e às necessidades dos pacientes e…

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a IA pode contribuir para ampliar o acesso aos serviços de saúde, especialmente em países com poucos recursos ou áreas rurais. Alguns exemplos de aplicações da IA na saúde são: sistemas de triagem e diagnóstico baseados em imagens médicas, análise de dados genômicos, apoio à decisão clínica, desenvolvimento de novos medicamentos e monitoramento de doenças e surtos.

    No entanto, a OMS também alerta para os riscos e as limitações da IA na saúde, como a coleta e o uso inadequados de dados pessoais, os vieses e as falhas nos algoritmos, os impactos na segurança do paciente, na cibersegurança e no meio ambiente, e o possível aumento das desigualdades em saúde. Além disso, a OMS recomenda que a IA não substitua o julgamento clínico dos profissionais de saúde nem a autonomia dos pacientes, que devem ter voz ativa nas decisões sobre seus cuidados.

    Para orientar o desenvolvimento e o uso responsável da IA na saúde, a OMS publicou um relatório com seis princípios éticos: proteção da autonomia humana; promoção do bem-estar humano; equidade; transparência; responsabilidade; e capacitação. Esses princípios devem nortear as políticas públicas, as normas regulatórias, as práticas profissionais e a participação social em relação à IA na saúde.

    A IA na saúde é uma realidade cada vez mais presente e promissora, mas também complexa e desafiadora. É preciso estar atento aos benefícios e aos riscos dessa tecnologia, bem como aos valores e aos direitos humanos que devem orientar seu uso.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a IA pode contribuir para ampliar o acesso aos serviços de saúde, especialmente em países com poucos recursos ou áreas rurais. Alguns exemplos de aplicações da IA na saúde são: sistemas de triagem e diagnóstico baseados em imagens médicas, análise de dados genômicos, apoio à decisão clínica, desenvolvimento de novos medicamentos e monitoramento de doenças e surtos.

    No entanto, a OMS também alerta para os riscos e as limitações da IA na saúde, como a coleta e o uso inadequados de dados pessoais, os vieses e as falhas nos algoritmos, os impactos na segurança do paciente, na cibersegurança e no meio ambiente, e o possível aumento das desigualdades em saúde. Além disso, a OMS recomenda que a IA não substitua o julgamento clínico dos profissionais de saúde nem a autonomia dos pacientes, que devem ter voz ativa nas decisões sobre seus cuidados.

    Para orientar o desenvolvimento e o uso responsável da IA na saúde, a OMS publicou um relatório com seis princípios éticos: proteção da autonomia humana; promoção do bem-estar humano; equidade; transparência; responsabilidade; e capacitação. Esses princípios devem nortear as políticas públicas, as normas regulatórias, as práticas profissionais e a participação social em relação à IA na saúde.

    A IA na saúde é uma realidade cada vez mais presente e promissora, mas também complexa e desafiadora. É preciso estar atento aos benefícios e aos riscos dessa tecnologia, bem como aos valores e aos direitos humanos que devem orientar seu uso.

  • Inteligência artificial na saúde: benefícios, riscos e desafios éticos

    Inteligência artificial na saúde: benefícios, riscos e desafios éticos

    A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que promete revolucionar a área da saúde, oferecendo soluções para diagnóstico, tratamento, prevenção e pesquisa de doenças. No entanto, seu uso também envolve questões éticas, sociais e regulatórias que precisam ser consideradas e debatidas.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a IA pode melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças; auxiliar no atendimento clínico; fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos; e apoiar diversas intervenções de saúde pública, como vigilância de doenças, resposta a surtos e gestão de sistemas de saúde. A IA também pode capacitar os pacientes a ter maior controle de seus próprios cuidados de saúde e compreender melhor suas necessidades em evolução.

    Por outro lado, a OMS alerta que a IA também pode apresentar riscos e desafios, como a coleta e o uso antiético de dados de saúde; os preconceitos codificados em algoritmos e os riscos da IA para a segurança do paciente, cibersegurança e meio ambiente. Além disso, a OMS destaca que a IA não deve substituir os investimentos e as estratégias essenciais para alcançar a cobertura universal de saúde.

    Um dos problemas apontados por pesquisadores é o chamado paternalismo da IA, que ocorre quando os médicos confiam mais nos resultados da IA do que nas experiências vivenciadas pelo próprio paciente ou no seu próprio julgamento clínico. Isso pode colocar em risco a autonomia do paciente e sua participação nas decisões sobre sua saúde.

    Para evitar esses problemas, a OMS publicou em junho de 2021 o primeiro relatório global sobre ética e governança da IA para a saúde, com seis princípios orientadores para sua concepção e uso. Os princípios são: proteger a autonomia humana; promover o bem humano; garantir a justiça humana; fomentar a responsabilidade humana; garantir a transparência humana; e garantir o alinhamento humano.

    O relatório é resultado de dois anos de consultas realizadas por um painel de especialistas internacionais indicados pela OMS. O objetivo é fornecer um guia para os países sobre como maximizar os benefícios da IA, minimizar seus riscos e evitar suas armadilhas.

    A IA na saúde é uma realidade cada vez mais presente e que pode trazer muitas oportunidades para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Mas também é preciso estar atento aos seus limites e desafios, e buscar uma abordagem ética e humana para seu desenvolvimento e aplicação.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a IA pode melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças; auxiliar no atendimento clínico; fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos; e apoiar diversas intervenções de saúde pública, como vigilância de doenças, resposta a surtos e gestão de sistemas de saúde. A IA também pode capacitar os pacientes a ter maior controle de seus próprios cuidados de saúde e compreender melhor suas necessidades em evolução.

    Por outro lado, a OMS alerta que a IA também pode apresentar riscos e desafios, como a coleta e o uso antiético de dados de saúde; os preconceitos codificados em algoritmos e os riscos da IA para a segurança do paciente, cibersegurança e meio ambiente. Além disso, a OMS destaca que a IA não deve substituir os investimentos e as estratégias essenciais para alcançar a cobertura universal de saúde.

    Um dos problemas apontados por pesquisadores é o chamado paternalismo da IA, que ocorre quando os médicos confiam mais nos resultados da IA do que nas experiências vivenciadas pelo próprio paciente ou no seu próprio julgamento clínico. Isso pode colocar em risco a autonomia do paciente e sua participação nas decisões sobre sua saúde.

    Para evitar esses problemas, a OMS publicou em junho de 2021 o primeiro relatório global sobre ética e governança da IA para a saúde, com seis princípios orientadores para sua concepção e uso. Os princípios são: proteger a autonomia humana; promover o bem humano; garantir a justiça humana; fomentar a responsabilidade humana; garantir a transparência humana; e garantir o alinhamento humano.

    O relatório é resultado de dois anos de consultas realizadas por um painel de especialistas internacionais indicados pela OMS. O objetivo é fornecer um guia para os países sobre como maximizar os benefícios da IA, minimizar seus riscos e evitar suas armadilhas.

    A IA na saúde é uma realidade cada vez mais presente e que pode trazer muitas oportunidades para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Mas também é preciso estar atento aos seus limites e desafios, e buscar uma abordagem ética e humana para seu desenvolvimento e aplicação.

  • Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Você costuma usar adoçante no lugar do açúcar para tentar emagrecer ou evitar o diabetes? Se sim, você pode estar cometendo um engano. Segundo uma nova diretriz da Organização Mundial de Saúde (OMS), os adoçantes artificiais devem ser usados apenas por quem já tem diabetes e em quantidades mínimas.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

  • Fim da emergência da COVID-19 gera debate entre especialistas: “o vírus ainda mata”

    Fim da emergência da COVID-19 gera debate entre especialistas: “o vírus ainda mata”

    A pandemia de COVID-19 está chegando ao fim? Essa é a pergunta que muitos se fazem após a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Estados Unidos anunciarem o fim das suas respectivas emergências de saúde pública relacionadas à doença.

    Mas o que isso significa na prática e quais são as implicações para o Brasil e o mundo?

    Segundo a OMS, o fim da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (ESPII), que estava em vigor desde janeiro de 2020, não significa que a COVID-19 deixou de ser uma ameaça. Pelo contrário, a agência alerta que o vírus ainda está matando e mudando, e que o risco de novas variantes surgirem é real. O que muda é que os países devem fazer a transição do modo de emergência para gerenciar a COVID-19 junto com outras doenças infecciosas, com uma redução da vigilância e dos recursos disponíveis para combater a pandemia.

    Já nos Estados Unidos, o fim da emergência de saúde pública (ESP), previsto para 11 de maio, terá impacto em diversas políticas, como o fluxo de migrantes na fronteira sul, que poderá ser liberado por motivos humanitários, e a provisão pelo governo federal de testes rápidos gratuitos de antígeno, que terminará. Além disso, a diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Rochelle Walensky, anunciou sua renúncia e intenção de deixar a agência no final de junho, após enfrentar duras críticas por seu manejo da pandemia.

    Mas como fica o Brasil nesse cenário? O país ainda enfrenta uma situação grave, com mais de 400 mil mortes por COVID-19 e uma média diária de cerca de 2 mil óbitos. A vacinação avança lentamente, com apenas 15% da população tendo recebido ao menos uma dose. As medidas de distanciamento social e uso de máscaras seguem sendo desrespeitadas por parte da população e do governo federal, que minimiza a gravidade da crise sanitária. Além disso, o país corre o risco de ser isolado internacionalmente por sua má gestão da pandemia e pela falta de cooperação com outros países.

    Diante disso, especialistas alertam que o Brasil não pode se iludir com o fim das emergências da COVID-19 em outros lugares e deve manter os esforços para conter a disseminação do vírus e acelerar a imunização. Caso contrário, o país poderá enfrentar novas ondas de infecção e morte, além de comprometer sua recuperação econômica e social.

    Fonte: Link.

    Mas o que isso significa na prática e quais são as implicações para o Brasil e o mundo?

    Segundo a OMS, o fim da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (ESPII), que estava em vigor desde janeiro de 2020, não significa que a COVID-19 deixou de ser uma ameaça. Pelo contrário, a agência alerta que o vírus ainda está matando e mudando, e que o risco de novas variantes surgirem é real. O que muda é que os países devem fazer a transição do modo de emergência para gerenciar a COVID-19 junto com outras doenças infecciosas, com uma redução da vigilância e dos recursos disponíveis para combater a pandemia.

    Já nos Estados Unidos, o fim da emergência de saúde pública (ESP), previsto para 11 de maio, terá impacto em diversas políticas, como o fluxo de migrantes na fronteira sul, que poderá ser liberado por motivos humanitários, e a provisão pelo governo federal de testes rápidos gratuitos de antígeno, que terminará. Além disso, a diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Rochelle Walensky, anunciou sua renúncia e intenção de deixar a agência no final de junho, após enfrentar duras críticas por seu manejo da pandemia.

    Mas como fica o Brasil nesse cenário? O país ainda enfrenta uma situação grave, com mais de 400 mil mortes por COVID-19 e uma média diária de cerca de 2 mil óbitos. A vacinação avança lentamente, com apenas 15% da população tendo recebido ao menos uma dose. As medidas de distanciamento social e uso de máscaras seguem sendo desrespeitadas por parte da população e do governo federal, que minimiza a gravidade da crise sanitária. Além disso, o país corre o risco de ser isolado internacionalmente por sua má gestão da pandemia e pela falta de cooperação com outros países.

    Diante disso, especialistas alertam que o Brasil não pode se iludir com o fim das emergências da COVID-19 em outros lugares e deve manter os esforços para conter a disseminação do vírus e acelerar a imunização. Caso contrário, o país poderá enfrentar novas ondas de infecção e morte, além de comprometer sua recuperação econômica e social.

    Fonte: Link.

  • OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (5) que a Covid-19 não configura mais emergência em saúde pública de importância internacional.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

  • Vape: Jovem que fuma desde os 13 anos é internado com pulmões de idoso

    Vape: Jovem que fuma desde os 13 anos é internado com pulmões de idoso

    Vape é um aparelho eletrônico que produz vapor a partir de líquidos aromatizados, que podem ou não conter nicotina. Muitos jovens usam o vape como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que ele é menos prejudicial.

    Um caso recente mostra que o vape pode ser tão ou mais nocivo do que o cigarro. Um jovem de 18 anos, que começou a usar o vape aos 13, foi internado com pulmões de idoso e faz campanha contra os aparelhos. Ele contou que fumava até três frascos de líquido por dia e que sentia falta de ar, tosse e dor no peito. Os médicos diagnosticaram que ele tinha uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), uma condição irreversível que afeta principalmente pessoas acima dos 40 anos.

    O jovem decidiu alertar outros usuários sobre os riscos do vape e criou uma página no Instagram, onde compartilha sua história e informações sobre os malefícios do produto. Ele também participou de uma reportagem do jornal O Globo, que você pode ler neste link.

    O caso do jovem não é isolado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do vape pode causar diversos problemas de saúde, como doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer. Além disso, o vape pode aumentar a dependência da nicotina e facilitar a transição para o cigarro convencional.

    Um caso recente mostra que o vape pode ser tão ou mais nocivo do que o cigarro. Um jovem de 18 anos, que começou a usar o vape aos 13, foi internado com pulmões de idoso e faz campanha contra os aparelhos. Ele contou que fumava até três frascos de líquido por dia e que sentia falta de ar, tosse e dor no peito. Os médicos diagnosticaram que ele tinha uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), uma condição irreversível que afeta principalmente pessoas acima dos 40 anos.

    O jovem decidiu alertar outros usuários sobre os riscos do vape e criou uma página no Instagram, onde compartilha sua história e informações sobre os malefícios do produto. Ele também participou de uma reportagem do jornal O Globo, que você pode ler neste link.

    O caso do jovem não é isolado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do vape pode causar diversos problemas de saúde, como doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer. Além disso, o vape pode aumentar a dependência da nicotina e facilitar a transição para o cigarro convencional.