Tag: onda de calor

  • A importância da hidratação no calor extremo e como fazer isso de forma adequada

    A importância da hidratação no calor extremo e como fazer isso de forma adequada

    O Brasil está enfrentando uma onda de calor que tem afetado a saúde e o bem-estar da população.

    As temperaturas têm ultrapassado os 40°C em várias regiões do país, aumentando o risco de desidratação, insolação e outros problemas. Por isso, é fundamental saber como se hidratar bem nesses dias de calor intenso.

    A hidratação é o processo de fornecer água ao organismo, que é essencial para o funcionamento de todas as células, tecidos e órgãos. A água representa cerca de 60% do peso corporal de um adulto e participa de diversas funções vitais, como a regulação da temperatura, a eliminação de toxinas, o transporte de nutrientes e a lubrificação das articulações.

    Quando perdemos mais água do que ingerimos, ocorre a desidratação, que é a diminuição do volume de água no corpo. A desidratação pode ser causada por diversos fatores, como o suor excessivo, a diarreia, o vômito, a febre e o consumo de álcool. No calor, a desidratação é mais comum, pois transpiramos mais para manter a temperatura corporal adequada.

    A desidratação pode provocar sintomas como sede, boca seca, dor de cabeça, tontura, fraqueza, confusão e até insolação, que é uma emergência médica caracterizada por febre alta, pele vermelha e seca, pulsação acelerada e perda de consciência. A insolação pode levar à morte se não for tratada rapidamente.

    Para evitar a desidratação e a insolação, é preciso beber água com frequência e de forma moderada. A quantidade de água que devemos beber por dia depende de vários fatores, como o peso, a idade, a atividade física e o clima. Diversas instituições recomendam a ingestão de 2 a 3 litros de água por dia. Essa quantidade deve aumentar no verão ou se fizermos exercícios físicos.

    Beber água é a melhor forma de se reidratar, mas não é a única. Também podemos consumir outros líquidos, como sucos de frutas naturais, água de coco, chás e sopas. Além disso, devemos incluir na nossa alimentação alimentos ricos em água, como frutas, verduras e legumes. Esses alimentos também fornecem vitaminas, minerais e fibras que ajudam a manter a saúde.

    No entanto, beber água em excesso também pode ser prejudicial, pois pode causar uma condição chamada hiponatremia, que é a baixa concentração de sódio no sangue. O sódio é um mineral que participa do equilíbrio dos líquidos no organismo e da transmissão dos impulsos nervosos. Quando há excesso de água no corpo, o sódio se dilui e pode causar sintomas como náuseas, vômitos, convulsões e até coma.

    Por isso, é importante beber água de forma moderada e equilibrada, sem exagerar nem negligenciar. Uma forma de saber se estamos bem hidratados é observar a cor e o odor da urina. Se a urina estiver clara e sem cheiro, significa que estamos bebendo água suficiente. Se a urina estiver escura e com cheiro forte, significa que estamos precisando de mais água.

    Além de se hidratar bem, é importante se proteger do sol, usando roupas leves, chapéu, óculos escuros e protetor solar. Também é recomendável evitar a exposição ao sol entre as 10h e as 16h, que é o período de maior radiação solar. E, claro, procurar um médico se apresentar algum sintoma de desidratação ou insolação.

    Seguindo essas dicas, você pode aproveitar o verão com mais saúde e bem-estar. Lembre-se de que a água é a fonte da vida e que devemos cuidar dela com responsabilidade e respeito. Cuide-se e hidrate-se! ????

    As temperaturas têm ultrapassado os 40°C em várias regiões do país, aumentando o risco de desidratação, insolação e outros problemas. Por isso, é fundamental saber como se hidratar bem nesses dias de calor intenso.

    A hidratação é o processo de fornecer água ao organismo, que é essencial para o funcionamento de todas as células, tecidos e órgãos. A água representa cerca de 60% do peso corporal de um adulto e participa de diversas funções vitais, como a regulação da temperatura, a eliminação de toxinas, o transporte de nutrientes e a lubrificação das articulações.

    Quando perdemos mais água do que ingerimos, ocorre a desidratação, que é a diminuição do volume de água no corpo. A desidratação pode ser causada por diversos fatores, como o suor excessivo, a diarreia, o vômito, a febre e o consumo de álcool. No calor, a desidratação é mais comum, pois transpiramos mais para manter a temperatura corporal adequada.

    A desidratação pode provocar sintomas como sede, boca seca, dor de cabeça, tontura, fraqueza, confusão e até insolação, que é uma emergência médica caracterizada por febre alta, pele vermelha e seca, pulsação acelerada e perda de consciência. A insolação pode levar à morte se não for tratada rapidamente.

    Para evitar a desidratação e a insolação, é preciso beber água com frequência e de forma moderada. A quantidade de água que devemos beber por dia depende de vários fatores, como o peso, a idade, a atividade física e o clima. Diversas instituições recomendam a ingestão de 2 a 3 litros de água por dia. Essa quantidade deve aumentar no verão ou se fizermos exercícios físicos.

    Beber água é a melhor forma de se reidratar, mas não é a única. Também podemos consumir outros líquidos, como sucos de frutas naturais, água de coco, chás e sopas. Além disso, devemos incluir na nossa alimentação alimentos ricos em água, como frutas, verduras e legumes. Esses alimentos também fornecem vitaminas, minerais e fibras que ajudam a manter a saúde.

    No entanto, beber água em excesso também pode ser prejudicial, pois pode causar uma condição chamada hiponatremia, que é a baixa concentração de sódio no sangue. O sódio é um mineral que participa do equilíbrio dos líquidos no organismo e da transmissão dos impulsos nervosos. Quando há excesso de água no corpo, o sódio se dilui e pode causar sintomas como náuseas, vômitos, convulsões e até coma.

    Por isso, é importante beber água de forma moderada e equilibrada, sem exagerar nem negligenciar. Uma forma de saber se estamos bem hidratados é observar a cor e o odor da urina. Se a urina estiver clara e sem cheiro, significa que estamos bebendo água suficiente. Se a urina estiver escura e com cheiro forte, significa que estamos precisando de mais água.

    Além de se hidratar bem, é importante se proteger do sol, usando roupas leves, chapéu, óculos escuros e protetor solar. Também é recomendável evitar a exposição ao sol entre as 10h e as 16h, que é o período de maior radiação solar. E, claro, procurar um médico se apresentar algum sintoma de desidratação ou insolação.

    Seguindo essas dicas, você pode aproveitar o verão com mais saúde e bem-estar. Lembre-se de que a água é a fonte da vida e que devemos cuidar dela com responsabilidade e respeito. Cuide-se e hidrate-se! ????

  • Como as mudanças climáticas estão aumentando a frequência e a intensidade das ondas de calor em todo o planeta

    Como as mudanças climáticas estão aumentando a frequência e a intensidade das ondas de calor em todo o planeta

    As ondas de calor extremo são fenômenos climáticos que se caracterizam por períodos prolongados de temperaturas muito acima da média, que podem causar sérios danos à saúde, à agricultura, à biodiversidade e à infraestrutura.

    Nos últimos anos, esses eventos têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos, em decorrência das mudanças climáticas provocadas pela emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.

    Um exemplo recente de onda de calor extremo ocorreu no Brasil, entre os dias 10 e 14 de novembro de 2023, quando as temperaturas ultrapassaram os 40°C em várias cidades do país, especialmente no Sudeste e no Centro-Oeste. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), esse foi o episódio mais quente registrado no Brasil desde o início das medições, em 1961. A onda de calor foi causada por uma massa de ar quente e seco que se estabeleceu sobre o território brasileiro, impedindo a entrada de frentes frias e de umidade. Além do desconforto térmico, a onda de calor também agravou a situação dos incêndios florestais, que já haviam consumido mais de 10 milhões de hectares de vegetação nativa em 2023, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

    Outras regiões do mundo também sofreram com ondas de calor extremo nos últimos meses. Na Europa, uma massa de ar quente vinda do norte da África provocou temperaturas recordes em vários países, como Espanha, Itália, França e Grécia, entre os dias 15 e 18 de julho de 2023. Na Catalunha, na Espanha, foi registrado o dia mais quente da história, com mais de 45°C. Na Itália, os termômetros chegaram a 48,8°C na ilha da Sardenha, a temperatura mais alta já medida na Europa. A onda de calor também causou incêndios devastadores na Grécia, que queimaram mais de 100 mil hectares de florestas e campos, e obrigaram a evacuação de milhares de pessoas.

    Nos Estados Unidos, a onda de calor que atingiu o sudoeste do país entre os dias 10 e 16 de julho de 2023 foi considerada a mais intensa e duradoura dos últimos 70 anos, segundo o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS). As temperaturas superaram os 50°C em algumas áreas, como na Califórnia e no Arizona, e causaram centenas de mortes por hipertermia, desidratação e insolação. A onda de calor também afetou a produção de energia elétrica, que teve que ser racionada em alguns estados, e agravou a seca que já assola a região há mais de uma década.

    No Japão, a onda de calor que ocorreu entre os dias 12 e 16 de agosto de 2023 foi a mais severa desde que o país começou a registrar as temperaturas, em 1880. A temperatura máxima chegou a 47,3°C na cidade de Kumagaya, na província de Saitama, e a média nacional foi de 35,8°C. A onda de calor coincidiu com a temporada de chuvas intensas, que provocaram inundações e deslizamentos de terra em várias partes do país. Mais de 200 pessoas morreram e mais de 50 mil foram hospitalizadas por causa do calor e das chuvas.

    As projeções para as próximas ondas de calor são alarmantes. Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), as ondas de calor devem se tornar mais frequentes, intensas e longas em todo o mundo, à medida que a temperatura média global aumenta. O IPCC estima que, se as emissões de gases de efeito estufa continuarem no ritmo atual, a temperatura média global pode subir até 4,8°C até o final do século, em relação ao período pré-industrial. Nesse cenário, as ondas de calor podem ocorrer em até 74% da superfície terrestre, e durar até 40 dias por ano, em média.

    As consequências das ondas de calor para a humanidade e para o planeta são graves. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as ondas de calor são responsáveis por mais de 60 mil mortes por ano no mundo, principalmente entre os idosos, as crianças, os doentes crônicos e os pobres. As ondas de calor também aumentam o risco de doenças infecciosas, como a dengue, a malária e a cólera, que se propagam mais facilmente com o calor e a umidade. Além disso, as ondas de calor afetam a produção de alimentos, a qualidade da água, a biodiversidade, a economia e a segurança. As ondas de calor podem reduzir a produtividade agrícola, causar escassez de água potável, provocar a extinção de espécies, gerar conflitos sociais e políticos, e aumentar a migração forçada de pessoas.

    Diante desse cenário, é urgente que os governos, as empresas e a sociedade civil tomem medidas para mitigar as emissões de gases de efeito estufa e para se adaptar aos efeitos das ondas de calor. Algumas ações possíveis são: investir em energias renováveis, como a solar e a eólica, reduzir o consumo de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão, promover a eficiência energética, como o uso de lâmpadas LED e de aparelhos de ar condicionado mais econômicos, incentivar o transporte público, a bicicleta e a caminhada, como alternativas ao carro, preservar e restaurar as florestas, os manguezais e as turfeiras, que funcionam como sumidouros de carbono, implantar sistemas de alerta precoce, de monitoramento e de assistência às populações vulneráveis, como os idosos, os doentes e os sem-teto, criar áreas verdes, como parques, jardins e telhados verdes, que reduzem o efeito ilha de calor nas cidades, e conscientizar a população sobre os riscos e as formas de prevenção das ondas de calor, como se hidratar, se proteger do sol e evitar atividades físicas intensas nos horários mais quentes do dia.

    As ondas de calor extremo são um dos maiores desafios que a humanidade enfrenta no século XXI. Elas são um sinal de que o planeta está sofrendo as consequências das nossas ações, e de que precisamos mudar os nossos hábitos e as nossas políticas, antes que seja tarde demais. As ondas de calor são uma ameaça à nossa saúde, à nossa segurança e ao nosso futuro, mas também são uma oportunidade para nos unirmos em prol de um mundo mais sustentável, justo e solidário.

    Nos últimos anos, esses eventos têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos, em decorrência das mudanças climáticas provocadas pela emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.

    Um exemplo recente de onda de calor extremo ocorreu no Brasil, entre os dias 10 e 14 de novembro de 2023, quando as temperaturas ultrapassaram os 40°C em várias cidades do país, especialmente no Sudeste e no Centro-Oeste. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), esse foi o episódio mais quente registrado no Brasil desde o início das medições, em 1961. A onda de calor foi causada por uma massa de ar quente e seco que se estabeleceu sobre o território brasileiro, impedindo a entrada de frentes frias e de umidade. Além do desconforto térmico, a onda de calor também agravou a situação dos incêndios florestais, que já haviam consumido mais de 10 milhões de hectares de vegetação nativa em 2023, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

    Outras regiões do mundo também sofreram com ondas de calor extremo nos últimos meses. Na Europa, uma massa de ar quente vinda do norte da África provocou temperaturas recordes em vários países, como Espanha, Itália, França e Grécia, entre os dias 15 e 18 de julho de 2023. Na Catalunha, na Espanha, foi registrado o dia mais quente da história, com mais de 45°C. Na Itália, os termômetros chegaram a 48,8°C na ilha da Sardenha, a temperatura mais alta já medida na Europa. A onda de calor também causou incêndios devastadores na Grécia, que queimaram mais de 100 mil hectares de florestas e campos, e obrigaram a evacuação de milhares de pessoas.

    Nos Estados Unidos, a onda de calor que atingiu o sudoeste do país entre os dias 10 e 16 de julho de 2023 foi considerada a mais intensa e duradoura dos últimos 70 anos, segundo o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS). As temperaturas superaram os 50°C em algumas áreas, como na Califórnia e no Arizona, e causaram centenas de mortes por hipertermia, desidratação e insolação. A onda de calor também afetou a produção de energia elétrica, que teve que ser racionada em alguns estados, e agravou a seca que já assola a região há mais de uma década.

    No Japão, a onda de calor que ocorreu entre os dias 12 e 16 de agosto de 2023 foi a mais severa desde que o país começou a registrar as temperaturas, em 1880. A temperatura máxima chegou a 47,3°C na cidade de Kumagaya, na província de Saitama, e a média nacional foi de 35,8°C. A onda de calor coincidiu com a temporada de chuvas intensas, que provocaram inundações e deslizamentos de terra em várias partes do país. Mais de 200 pessoas morreram e mais de 50 mil foram hospitalizadas por causa do calor e das chuvas.

    As projeções para as próximas ondas de calor são alarmantes. Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), as ondas de calor devem se tornar mais frequentes, intensas e longas em todo o mundo, à medida que a temperatura média global aumenta. O IPCC estima que, se as emissões de gases de efeito estufa continuarem no ritmo atual, a temperatura média global pode subir até 4,8°C até o final do século, em relação ao período pré-industrial. Nesse cenário, as ondas de calor podem ocorrer em até 74% da superfície terrestre, e durar até 40 dias por ano, em média.

    As consequências das ondas de calor para a humanidade e para o planeta são graves. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as ondas de calor são responsáveis por mais de 60 mil mortes por ano no mundo, principalmente entre os idosos, as crianças, os doentes crônicos e os pobres. As ondas de calor também aumentam o risco de doenças infecciosas, como a dengue, a malária e a cólera, que se propagam mais facilmente com o calor e a umidade. Além disso, as ondas de calor afetam a produção de alimentos, a qualidade da água, a biodiversidade, a economia e a segurança. As ondas de calor podem reduzir a produtividade agrícola, causar escassez de água potável, provocar a extinção de espécies, gerar conflitos sociais e políticos, e aumentar a migração forçada de pessoas.

    Diante desse cenário, é urgente que os governos, as empresas e a sociedade civil tomem medidas para mitigar as emissões de gases de efeito estufa e para se adaptar aos efeitos das ondas de calor. Algumas ações possíveis são: investir em energias renováveis, como a solar e a eólica, reduzir o consumo de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão, promover a eficiência energética, como o uso de lâmpadas LED e de aparelhos de ar condicionado mais econômicos, incentivar o transporte público, a bicicleta e a caminhada, como alternativas ao carro, preservar e restaurar as florestas, os manguezais e as turfeiras, que funcionam como sumidouros de carbono, implantar sistemas de alerta precoce, de monitoramento e de assistência às populações vulneráveis, como os idosos, os doentes e os sem-teto, criar áreas verdes, como parques, jardins e telhados verdes, que reduzem o efeito ilha de calor nas cidades, e conscientizar a população sobre os riscos e as formas de prevenção das ondas de calor, como se hidratar, se proteger do sol e evitar atividades físicas intensas nos horários mais quentes do dia.

    As ondas de calor extremo são um dos maiores desafios que a humanidade enfrenta no século XXI. Elas são um sinal de que o planeta está sofrendo as consequências das nossas ações, e de que precisamos mudar os nossos hábitos e as nossas políticas, antes que seja tarde demais. As ondas de calor são uma ameaça à nossa saúde, à nossa segurança e ao nosso futuro, mas também são uma oportunidade para nos unirmos em prol de um mundo mais sustentável, justo e solidário.

  • Cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros

    Cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros

    O calor extremo pode ser um assassino silencioso, especialmente para as crianças que ficam presas dentro de veículos fechados.

    Infelizmente, há vários casos registrados de crianças que morreram após serem esquecidas pelos pais ou responsáveis dentro de carros. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com alguns cuidados simples e atenção.

    Neste artigo, vamos relembrar cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros e explicar como o calor extremo mata e quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar para que casos como esses não se repitam.

    1. Em dezembro de 2014, uma menina de dois anos morreu após ser esquecida pela mãe dentro do carro em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe, que era médica, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou seguindo direto para o hospital e só se deu conta do esquecimento horas depois. A criança ficou cerca de quatro horas dentro do veículo, que estava estacionado sob o sol. Quando a mãe voltou, a menina já estava sem vida. A mãe foi indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

    2. Em julho de 2019, um menino de três anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Santos, São Paulo. O pai, que era professor, deveria ter deixado o filho na creche antes de ir dar aula, mas acabou se distraindo e deixando o menino no banco de trás. O pai só percebeu o erro quando voltou para o carro, cerca de três horas depois. O menino chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O pai foi preso em flagrante por homicídio culposo.

    3. Em agosto de 2020, uma menina de um ano e meio morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em São José do Rio Preto, São Paulo. O pai, que era engenheiro, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou indo direto para o escritório e só se lembrou da menina no final do expediente. A criança ficou cerca de sete horas dentro do veículo, que estava em uma garagem coberta. Quando o pai voltou, a menina já estava sem sinais vitais. O pai foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento.

    4. Em setembro de 2020, um menino de dois anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Recife, Pernambuco. O pai, que era empresário, deveria ter deixado o filho na escola antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando o menino no banco de trás. O pai só se deu conta do esquecimento quando foi buscar o filho na escola, no final da tarde. A criança ficou cerca de seis horas dentro do veículo, que estava estacionado na rua. Quando o pai voltou, o menino já estava sem vida. O pai foi autuado por homicídio culposo.

    5. Em abril de 2021, uma menina de um ano e dez meses morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O pai, que era policial civil, deveria ter deixado a filha na creche antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando a menina no banco de trás. O pai só se lembrou da filha quando saiu do trabalho, no início da noite. A criança ficou cerca de dez horas dentro do veículo, que estava em um estacionamento fechado. Quando o pai voltou, a menina já estava sem pulso. O pai foi levado à delegacia e liberado após pagar fiança.

    Como o calor extremo mata?

    O calor extremo pode matar de várias formas, mas a principal causa é a insolação, que ocorre quando o corpo não consegue mais se refrescar e a temperatura corporal ultrapassa os 40°C.

    Nesse caso, o corpo entra em colapso e pode sofrer danos irreversíveis nos órgãos vitais, como o cérebro, o coração e os rins. Os sintomas da insolação incluem confusão mental, perda de consciência, convulsões, pele seca e vermelha, pulso rápido e fraco, respiração ofegante e dor de cabeça.

    O risco de insolação é maior quando a pessoa está em um ambiente fechado e sem ventilação, como um carro. Isso porque o carro funciona como uma estufa, que absorve a radiação solar e retém o calor dentro do veículo. A temperatura dentro do carro pode subir até 20°C em apenas uma hora, mesmo com as janelas entreabertas. Por isso, nunca se deve deixar uma criança sozinha dentro de um carro, nem por alguns minutos.

    Quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar?

    Para evitar que casos trágicos de crianças que morrem esquecidas dentro de carros se repitam, os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar alguns cuidados simples, mas que podem fazer a diferença. Veja algumas dicas:

    • Sempre verifique o banco de trás antes de sair do carro e certifique-se de que não há nenhuma criança dentro do veículo;

    • Crie uma rotina para lembrar de levar e buscar a criança na escola ou na creche e confirme com o local se a criança chegou ou não;

    • Deixe algum objeto pessoal, como a bolsa, a carteira ou o celular, no banco de trás junto com a criança, para que você tenha que abrir a porta de trás ao sair do carro;

    • Use algum lembrete visual, como um adesivo, um chaveiro ou um bichinho de pelúcia, para indicar que há uma criança no carro;

    • Peça a alguém de confiança que te ligue ou te mande uma mensagem se você não chegar no horário previsto com a criança;

    • Se você vir uma criança desacompanhada dentro de um carro, ligue para os serviços de emergência e tente ajudar a criança a sair do veículo.

    Lembre-se: o calor extremo pode matar em poucos minutos e nenhuma criança merece passar por essa situação. Portanto, seja responsável e cuidadoso ao transportar crianças no carro e evite que mais vidas sejam perdidas por um descuido.

    Infelizmente, há vários casos registrados de crianças que morreram após serem esquecidas pelos pais ou responsáveis dentro de carros. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com alguns cuidados simples e atenção.

    Neste artigo, vamos relembrar cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros e explicar como o calor extremo mata e quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar para que casos como esses não se repitam.

    1. Em dezembro de 2014, uma menina de dois anos morreu após ser esquecida pela mãe dentro do carro em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe, que era médica, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou seguindo direto para o hospital e só se deu conta do esquecimento horas depois. A criança ficou cerca de quatro horas dentro do veículo, que estava estacionado sob o sol. Quando a mãe voltou, a menina já estava sem vida. A mãe foi indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

    2. Em julho de 2019, um menino de três anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Santos, São Paulo. O pai, que era professor, deveria ter deixado o filho na creche antes de ir dar aula, mas acabou se distraindo e deixando o menino no banco de trás. O pai só percebeu o erro quando voltou para o carro, cerca de três horas depois. O menino chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O pai foi preso em flagrante por homicídio culposo.

    3. Em agosto de 2020, uma menina de um ano e meio morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em São José do Rio Preto, São Paulo. O pai, que era engenheiro, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou indo direto para o escritório e só se lembrou da menina no final do expediente. A criança ficou cerca de sete horas dentro do veículo, que estava em uma garagem coberta. Quando o pai voltou, a menina já estava sem sinais vitais. O pai foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento.

    4. Em setembro de 2020, um menino de dois anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Recife, Pernambuco. O pai, que era empresário, deveria ter deixado o filho na escola antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando o menino no banco de trás. O pai só se deu conta do esquecimento quando foi buscar o filho na escola, no final da tarde. A criança ficou cerca de seis horas dentro do veículo, que estava estacionado na rua. Quando o pai voltou, o menino já estava sem vida. O pai foi autuado por homicídio culposo.

    5. Em abril de 2021, uma menina de um ano e dez meses morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O pai, que era policial civil, deveria ter deixado a filha na creche antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando a menina no banco de trás. O pai só se lembrou da filha quando saiu do trabalho, no início da noite. A criança ficou cerca de dez horas dentro do veículo, que estava em um estacionamento fechado. Quando o pai voltou, a menina já estava sem pulso. O pai foi levado à delegacia e liberado após pagar fiança.

    Como o calor extremo mata?

    O calor extremo pode matar de várias formas, mas a principal causa é a insolação, que ocorre quando o corpo não consegue mais se refrescar e a temperatura corporal ultrapassa os 40°C.

    Nesse caso, o corpo entra em colapso e pode sofrer danos irreversíveis nos órgãos vitais, como o cérebro, o coração e os rins. Os sintomas da insolação incluem confusão mental, perda de consciência, convulsões, pele seca e vermelha, pulso rápido e fraco, respiração ofegante e dor de cabeça.

    O risco de insolação é maior quando a pessoa está em um ambiente fechado e sem ventilação, como um carro. Isso porque o carro funciona como uma estufa, que absorve a radiação solar e retém o calor dentro do veículo. A temperatura dentro do carro pode subir até 20°C em apenas uma hora, mesmo com as janelas entreabertas. Por isso, nunca se deve deixar uma criança sozinha dentro de um carro, nem por alguns minutos.

    Quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar?

    Para evitar que casos trágicos de crianças que morrem esquecidas dentro de carros se repitam, os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar alguns cuidados simples, mas que podem fazer a diferença. Veja algumas dicas:

    • Sempre verifique o banco de trás antes de sair do carro e certifique-se de que não há nenhuma criança dentro do veículo;

    • Crie uma rotina para lembrar de levar e buscar a criança na escola ou na creche e confirme com o local se a criança chegou ou não;

    • Deixe algum objeto pessoal, como a bolsa, a carteira ou o celular, no banco de trás junto com a criança, para que você tenha que abrir a porta de trás ao sair do carro;

    • Use algum lembrete visual, como um adesivo, um chaveiro ou um bichinho de pelúcia, para indicar que há uma criança no carro;

    • Peça a alguém de confiança que te ligue ou te mande uma mensagem se você não chegar no horário previsto com a criança;

    • Se você vir uma criança desacompanhada dentro de um carro, ligue para os serviços de emergência e tente ajudar a criança a sair do veículo.

    Lembre-se: o calor extremo pode matar em poucos minutos e nenhuma criança merece passar por essa situação. Portanto, seja responsável e cuidadoso ao transportar crianças no carro e evite que mais vidas sejam perdidas por um descuido.

  • Saiba quais são os sintomas e as doenças causadas pelo calor extremo e como evitá-las

    Saiba quais são os sintomas e as doenças causadas pelo calor extremo e como evitá-las

    O calor extremo pode ser um grande desafio para a saúde humana, especialmente em tempos de mudanças climáticas que tornam as ondas de calor mais frequentes e intensas.

    Entender como o corpo humano se adapta e sofre com as altas temperaturas é fundamental para prevenir e tratar as doenças causadas pelo calor.

    O corpo humano tem um mecanismo de regulação térmica que busca manter a temperatura interna em torno de 37,5 °C, que é a ideal para o funcionamento dos órgãos e sistemas. Quando o ambiente está muito quente, o corpo aumenta o fluxo sanguíneo para a pele, que é a superfície de contato com o ar, e produz suor, que evapora e resfria o corpo. Esse processo, no entanto, tem limites e pode ser afetado por vários fatores, como a umidade do ar, a vestimenta, a hidratação, a atividade física e as condições de saúde pré-existentes.

    Quando o corpo não consegue se resfriar adequadamente, a temperatura interna sobe e pode causar vários problemas, desde os mais leves até os mais graves. Alguns dos sintomas e doenças causadas pelo calor extremo são:

    • Brotoeja: são pequenas bolhas na pele que surgem quando o suor fica preso sob as roupas e os poros ficam obstruídos. A brotoeja causa coceira e desconforto, mas não é perigosa. Para evitar e tratar a brotoeja, é recomendado usar roupas leves e soltas, ir para um ambiente fresco e aplicar compressas frias na pele afetada.

    • Cãibras: são espasmos musculares dolorosos que ocorrem após atividades físicas intensas no calor. As cãibras são causadas pela perda de líquidos e sais minerais pelo suor. Para prevenir e aliviar as cãibras, é importante se hidratar bem, repor os eletrólitos com bebidas isotônicas ou alimentos salgados e alongar os músculos antes e depois do exercício.

    • Exaustão pelo calor: é um quadro mais sério que ocorre quando o corpo superaquece e não consegue se resfriar. A exaustão pelo calor pode causar tontura, náusea, desmaio, confusão, câimbras, dores de cabeça, transpiração intensa e cansaço. A exaustão pelo calor pode ocorrer em poucas horas de exposição ao calor extremo e requer atenção médica imediata. Para evitar e tratar a exaustão pelo calor, é essencial se hidratar, evitar atividades físicas extenuantes, procurar um local fresco e arejado, remover as roupas excessivas e aplicar compressas frias ou água fria no corpo.

    • Insolação: é a forma mais grave e potencialmente fatal de doença causada pelo calor. A insolação ocorre quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e o corpo perde a capacidade de se resfriar. A insolação pode causar alterações no sistema nervoso central, como convulsões, delírios, coma e até morte. A insolação pode ocorrer imediatamente após a exaustão pelo calor ou sem sinais prévios. A insolação é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Para evitar e tratar a insolação, é preciso seguir as mesmas medidas da exaustão pelo calor, além de procurar um hospital o mais rápido possível.

    Algumas pessoas têm maior risco de sofrer com o calor extremo, como crianças, idosos, obesos, diabéticos, hipertensos, cardíacos, renais, asmáticos e alérgicos. Essas pessoas devem ter cuidados especiais com a hidratação, a alimentação, a medicação, a exposição ao sol e o uso de ventiladores ou ar-condicionado. Além disso, é importante estar atento aos avisos das autoridades de saúde e meteorologia sobre as condições climáticas e as medidas de prevenção e proteção contra o calor extremo.

    O calor extremo é um fenômeno que tende a se tornar mais comum e intenso com as mudanças climáticas. Por isso, é fundamental que a população esteja informada e preparada para enfrentar os desafios que o calor traz para a saúde humana. Com medidas simples e eficazes, é possível evitar e tratar as doenças causadas pelo calor e garantir o bem-estar e a qualidade de vida.

    Entender como o corpo humano se adapta e sofre com as altas temperaturas é fundamental para prevenir e tratar as doenças causadas pelo calor.

    O corpo humano tem um mecanismo de regulação térmica que busca manter a temperatura interna em torno de 37,5 °C, que é a ideal para o funcionamento dos órgãos e sistemas. Quando o ambiente está muito quente, o corpo aumenta o fluxo sanguíneo para a pele, que é a superfície de contato com o ar, e produz suor, que evapora e resfria o corpo. Esse processo, no entanto, tem limites e pode ser afetado por vários fatores, como a umidade do ar, a vestimenta, a hidratação, a atividade física e as condições de saúde pré-existentes.

    Quando o corpo não consegue se resfriar adequadamente, a temperatura interna sobe e pode causar vários problemas, desde os mais leves até os mais graves. Alguns dos sintomas e doenças causadas pelo calor extremo são:

    • Brotoeja: são pequenas bolhas na pele que surgem quando o suor fica preso sob as roupas e os poros ficam obstruídos. A brotoeja causa coceira e desconforto, mas não é perigosa. Para evitar e tratar a brotoeja, é recomendado usar roupas leves e soltas, ir para um ambiente fresco e aplicar compressas frias na pele afetada.

    • Cãibras: são espasmos musculares dolorosos que ocorrem após atividades físicas intensas no calor. As cãibras são causadas pela perda de líquidos e sais minerais pelo suor. Para prevenir e aliviar as cãibras, é importante se hidratar bem, repor os eletrólitos com bebidas isotônicas ou alimentos salgados e alongar os músculos antes e depois do exercício.

    • Exaustão pelo calor: é um quadro mais sério que ocorre quando o corpo superaquece e não consegue se resfriar. A exaustão pelo calor pode causar tontura, náusea, desmaio, confusão, câimbras, dores de cabeça, transpiração intensa e cansaço. A exaustão pelo calor pode ocorrer em poucas horas de exposição ao calor extremo e requer atenção médica imediata. Para evitar e tratar a exaustão pelo calor, é essencial se hidratar, evitar atividades físicas extenuantes, procurar um local fresco e arejado, remover as roupas excessivas e aplicar compressas frias ou água fria no corpo.

    • Insolação: é a forma mais grave e potencialmente fatal de doença causada pelo calor. A insolação ocorre quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e o corpo perde a capacidade de se resfriar. A insolação pode causar alterações no sistema nervoso central, como convulsões, delírios, coma e até morte. A insolação pode ocorrer imediatamente após a exaustão pelo calor ou sem sinais prévios. A insolação é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Para evitar e tratar a insolação, é preciso seguir as mesmas medidas da exaustão pelo calor, além de procurar um hospital o mais rápido possível.

    Algumas pessoas têm maior risco de sofrer com o calor extremo, como crianças, idosos, obesos, diabéticos, hipertensos, cardíacos, renais, asmáticos e alérgicos. Essas pessoas devem ter cuidados especiais com a hidratação, a alimentação, a medicação, a exposição ao sol e o uso de ventiladores ou ar-condicionado. Além disso, é importante estar atento aos avisos das autoridades de saúde e meteorologia sobre as condições climáticas e as medidas de prevenção e proteção contra o calor extremo.

    O calor extremo é um fenômeno que tende a se tornar mais comum e intenso com as mudanças climáticas. Por isso, é fundamental que a população esteja informada e preparada para enfrentar os desafios que o calor traz para a saúde humana. Com medidas simples e eficazes, é possível evitar e tratar as doenças causadas pelo calor e garantir o bem-estar e a qualidade de vida.

  • Calor no ambiente de trabalho pode ser considerado um fator de insalubridade

    Calor no ambiente de trabalho pode ser considerado um fator de insalubridade

    O calor no ambiente de trabalho pode ser considerado um fator de insalubridade, dependendo da intensidade e do tempo de exposição.

    A Norma Regulamentadora 15 (NR 15) estabelece os limites de tolerância para o calor, baseados no índice de bulbo úmido termômetro de globo (IBUTG), que leva em conta a temperatura, a umidade e a radiação do ambiente.

    Segundo o anexo 3 da NR 15, os trabalhadores que exercem atividades em ambientes com IBUTG acima de 26,7°C têm direito a receber adicional de insalubridade, que pode variar entre 10% a 40% do salário-mínimo, conforme o grau de risco.

    Além disso, a NR 15 também prevê pausas para descanso e recuperação térmica, que devem ser respeitadas pelos empregadores e pelos empregados.

    O excesso de calor pode causar diversos problemas de saúde, como desidratação, fadiga, cãibras, tonturas, náuseas, insolação e até mesmo choque térmico. Por isso, é importante se prevenir e se cuidar.

    A Norma Regulamentadora 15 (NR 15) estabelece os limites de tolerância para o calor, baseados no índice de bulbo úmido termômetro de globo (IBUTG), que leva em conta a temperatura, a umidade e a radiação do ambiente.

    Segundo o anexo 3 da NR 15, os trabalhadores que exercem atividades em ambientes com IBUTG acima de 26,7°C têm direito a receber adicional de insalubridade, que pode variar entre 10% a 40% do salário-mínimo, conforme o grau de risco.

    Além disso, a NR 15 também prevê pausas para descanso e recuperação térmica, que devem ser respeitadas pelos empregadores e pelos empregados.

    O excesso de calor pode causar diversos problemas de saúde, como desidratação, fadiga, cãibras, tonturas, náuseas, insolação e até mesmo choque térmico. Por isso, é importante se prevenir e se cuidar.

  • Como o calor pode prejudicar o seu cérebro e o seu trabalho

    Como o calor pode prejudicar o seu cérebro e o seu trabalho

    Você sabia que o calor excessivo pode afetar o seu cérebro e o seu desempenho no trabalho?

    Pois é, o calor não só causa desconforto físico, mas também interfere nas funções cerebrais, podendo comprometer a sua saúde e a sua produtividade. Veja como isso acontece e como se proteger.

    O calor altera os neurotransmissores

    Os neurotransmissores são substâncias químicas que transmitem as informações entre os neurônios, as células nervosas. Eles são responsáveis por regular diversas funções do nosso organismo, como o humor, a agressividade, a cognição, a memória, a atenção e a aprendizagem. O calor excessivo pode alterar o equilíbrio dos neurotransmissores, especialmente da serotonina, que é um dos principais envolvidos na regulação do humor. Isso pode levar a alterações de comportamento, como irritabilidade, ansiedade, depressão e até violência. Além disso, o calor também pode prejudicar a capacidade de raciocínio, de tomada de decisão e de resolução de problemas.

    O calor sobrecarrega o hipotálamo

    O hipotálamo é uma região do cérebro que controla a temperatura corporal e outras funções vitais, como a fome, a sede, o sono e os hormônios. Quando estamos expostos ao calor excessivo, o hipotálamo precisa trabalhar mais para manter a temperatura adequada, enviando sinais para o corpo suar e aumentar a circulação sanguínea. No entanto, se o calor for muito intenso ou prolongado, o hipotálamo pode não dar conta da demanda e entrar em colapso. Isso pode causar desorientação, confusão mental, perda de consciência e até convulsões . Esses são sintomas de uma condição grave chamada hipertermia, que pode levar à morte se não for tratada rapidamente.

    O calor afeta a barreira hematoencefálica

    A barreira hematoencefálica é uma camada de células que protege o sistema nervoso central de substâncias nocivas que circulam no sangue. Ela impede que vírus, bactérias, toxinas e outras moléculas indesejadas entrem em contato com os neurônios e causem danos. No entanto, o calor excessivo pode afetar a integridade da barreira hematoencefálica, tornando-a mais permeável e vulnerável à invasão de agentes externos. Isso pode prejudicar os neurônios e afetar a função motora, causando fraqueza muscular, tremores e dificuldade de coordenação.

    Como se proteger do calor

    Diante desses riscos, é importante se proteger do calor e evitar a exposição direta ao sol nos horários mais quentes do dia. Algumas medidas simples podem fazer a diferença para preservar a sua saúde e o seu bem-estar:

    • Beba bastante água para se hidratar e repor os sais minerais perdidos pelo suor.
    • Use roupas leves, claras e soltas, que permitam a transpiração e a ventilação da pele.
    • Aplique protetor solar no rosto e nas áreas expostas ao sol, para evitar queimaduras e câncer de pele.
    • Busque ambientes frescos e ventilados sempre que possível. Se não houver ar-condicionado ou ventilador disponível, use um pano úmido ou uma garrafa de água gelada para refrescar o corpo.
    • Evite esforços físicos excessivos e atividades que demandem muita concentração ou raciocínio lógico.
    • Faça pausas regulares para descansar e recuperar a energia.

    O calor no ambiente de trabalho

    O calor no ambiente de trabalho também pode ser considerado um fator de insalubridade, dependendo da intensidade e do tempo de exposição. A Norma Regulamentadora 15 (NR 15) estabelece os limites de tolerância para o calor, baseados no índice de bulbo úmido termômetro de globo (IBUTG), que leva em conta a temperatura, a umidade e a radiação do ambiente. Segundo o anexo 3 da NR 15, os trabalhadores que exercem atividades em ambientes com IBUTG acima de 26,7°C têm direito a receber adicional de insalubridade, que pode variar entre 10% a 40% do salário-mínimo, conforme o grau de risco . Além disso, a NR 15 também prevê pausas para descanso e recuperação térmica, que devem ser respeitadas pelos empregadores e pelos empregados.

    O excesso de calor pode causar diversos problemas de saúde, como desidratação, fadiga, cãibras, tonturas, náuseas, insolação e até mesmo choque térmico. Por isso, é importante se prevenir e se cuidar.

    Pois é, o calor não só causa desconforto físico, mas também interfere nas funções cerebrais, podendo comprometer a sua saúde e a sua produtividade. Veja como isso acontece e como se proteger.

    O calor altera os neurotransmissores

    Os neurotransmissores são substâncias químicas que transmitem as informações entre os neurônios, as células nervosas. Eles são responsáveis por regular diversas funções do nosso organismo, como o humor, a agressividade, a cognição, a memória, a atenção e a aprendizagem. O calor excessivo pode alterar o equilíbrio dos neurotransmissores, especialmente da serotonina, que é um dos principais envolvidos na regulação do humor. Isso pode levar a alterações de comportamento, como irritabilidade, ansiedade, depressão e até violência. Além disso, o calor também pode prejudicar a capacidade de raciocínio, de tomada de decisão e de resolução de problemas.

    O calor sobrecarrega o hipotálamo

    O hipotálamo é uma região do cérebro que controla a temperatura corporal e outras funções vitais, como a fome, a sede, o sono e os hormônios. Quando estamos expostos ao calor excessivo, o hipotálamo precisa trabalhar mais para manter a temperatura adequada, enviando sinais para o corpo suar e aumentar a circulação sanguínea. No entanto, se o calor for muito intenso ou prolongado, o hipotálamo pode não dar conta da demanda e entrar em colapso. Isso pode causar desorientação, confusão mental, perda de consciência e até convulsões . Esses são sintomas de uma condição grave chamada hipertermia, que pode levar à morte se não for tratada rapidamente.

    O calor afeta a barreira hematoencefálica

    A barreira hematoencefálica é uma camada de células que protege o sistema nervoso central de substâncias nocivas que circulam no sangue. Ela impede que vírus, bactérias, toxinas e outras moléculas indesejadas entrem em contato com os neurônios e causem danos. No entanto, o calor excessivo pode afetar a integridade da barreira hematoencefálica, tornando-a mais permeável e vulnerável à invasão de agentes externos. Isso pode prejudicar os neurônios e afetar a função motora, causando fraqueza muscular, tremores e dificuldade de coordenação.

    Como se proteger do calor

    Diante desses riscos, é importante se proteger do calor e evitar a exposição direta ao sol nos horários mais quentes do dia. Algumas medidas simples podem fazer a diferença para preservar a sua saúde e o seu bem-estar:

    • Beba bastante água para se hidratar e repor os sais minerais perdidos pelo suor.
    • Use roupas leves, claras e soltas, que permitam a transpiração e a ventilação da pele.
    • Aplique protetor solar no rosto e nas áreas expostas ao sol, para evitar queimaduras e câncer de pele.
    • Busque ambientes frescos e ventilados sempre que possível. Se não houver ar-condicionado ou ventilador disponível, use um pano úmido ou uma garrafa de água gelada para refrescar o corpo.
    • Evite esforços físicos excessivos e atividades que demandem muita concentração ou raciocínio lógico.
    • Faça pausas regulares para descansar e recuperar a energia.

    O calor no ambiente de trabalho

    O calor no ambiente de trabalho também pode ser considerado um fator de insalubridade, dependendo da intensidade e do tempo de exposição. A Norma Regulamentadora 15 (NR 15) estabelece os limites de tolerância para o calor, baseados no índice de bulbo úmido termômetro de globo (IBUTG), que leva em conta a temperatura, a umidade e a radiação do ambiente. Segundo o anexo 3 da NR 15, os trabalhadores que exercem atividades em ambientes com IBUTG acima de 26,7°C têm direito a receber adicional de insalubridade, que pode variar entre 10% a 40% do salário-mínimo, conforme o grau de risco . Além disso, a NR 15 também prevê pausas para descanso e recuperação térmica, que devem ser respeitadas pelos empregadores e pelos empregados.

    O excesso de calor pode causar diversos problemas de saúde, como desidratação, fadiga, cãibras, tonturas, náuseas, insolação e até mesmo choque térmico. Por isso, é importante se prevenir e se cuidar.

  • Onda de calor: Brasil enfrenta calor extremo nos próximos dias

    Onda de calor: Brasil enfrenta calor extremo nos próximos dias

    O Brasil vai viver um episódio de calor excepcional nos próximos dias, com temperaturas que podem bater recordes históricos em todas as cinco regiões do país.

    O alerta é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que prevê uma massa de ar extremamente quente cobrindo o território nacional, especialmente o Centro-Oeste, onde as marcas podem superar os 40°C na maioria das cidades e atingir até 45°C no Pantanal.

    Segundo o Inmet, o calor extremo pode trazer riscos à saúde e à vida das pessoas, como insolação, desidratação, queimaduras solares e mortes. Por isso, o órgão recomenda algumas medidas de prevenção e cuidado, como beber bastante líquidos, usar roupas leves e protetor solar, evitar esforço físico nas horas mais quentes do dia e procurar locais com sombra e ventilação.

    O fenômeno do calor excessivo está relacionado às mudanças climáticas causadas pelo homem, que aumentam a frequência e a intensidade das cúpulas de calor. As cúpulas de calor são sistemas de alta pressão atmosférica que bloqueiam a entrada de ar frio e úmido, criando uma espécie de redoma sobre uma região. Dentro dessa redoma, o ar fica parado e se aquece cada vez mais, gerando temperaturas extremas.

    Um exemplo recente de cúpula de calor foi a onda de calor que atingiu o Oeste da América do Norte em junho de 2021, que foi considerada sem precedentes e mortal. Na ocasião, cidades como Portland, nos Estados Unidos, e Vancouver, no Canadá, registraram temperaturas acima de 45°C, provocando centenas de mortes e incêndios florestais devastadores.

    O Inmet alerta que o Brasil pode enfrentar situações semelhantes no futuro, caso não haja uma redução das emissões de gases de efeito estufa. Por isso, o órgão defende a adoção de medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, como o uso de energias renováveis, a preservação das florestas e a conscientização da população.

    O alerta é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que prevê uma massa de ar extremamente quente cobrindo o território nacional, especialmente o Centro-Oeste, onde as marcas podem superar os 40°C na maioria das cidades e atingir até 45°C no Pantanal.

    Segundo o Inmet, o calor extremo pode trazer riscos à saúde e à vida das pessoas, como insolação, desidratação, queimaduras solares e mortes. Por isso, o órgão recomenda algumas medidas de prevenção e cuidado, como beber bastante líquidos, usar roupas leves e protetor solar, evitar esforço físico nas horas mais quentes do dia e procurar locais com sombra e ventilação.

    O fenômeno do calor excessivo está relacionado às mudanças climáticas causadas pelo homem, que aumentam a frequência e a intensidade das cúpulas de calor. As cúpulas de calor são sistemas de alta pressão atmosférica que bloqueiam a entrada de ar frio e úmido, criando uma espécie de redoma sobre uma região. Dentro dessa redoma, o ar fica parado e se aquece cada vez mais, gerando temperaturas extremas.

    Um exemplo recente de cúpula de calor foi a onda de calor que atingiu o Oeste da América do Norte em junho de 2021, que foi considerada sem precedentes e mortal. Na ocasião, cidades como Portland, nos Estados Unidos, e Vancouver, no Canadá, registraram temperaturas acima de 45°C, provocando centenas de mortes e incêndios florestais devastadores.

    O Inmet alerta que o Brasil pode enfrentar situações semelhantes no futuro, caso não haja uma redução das emissões de gases de efeito estufa. Por isso, o órgão defende a adoção de medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, como o uso de energias renováveis, a preservação das florestas e a conscientização da população.