Tag: Oriente Médio

  • ZooPark, novo vírus de celular que pode espionar toda a sua vida

    Um novo vírus batizado de ZooPark está ameaçando a privacidade dos usuários durante a troca de mensagens nas redes sociais tais como WhatsApp e Telegram.

    Detectado pela empresa de segurança Kaspersky, o vírus foi achado especialmente em países do Oriente Médio e atua, por enquanto, em dispositivos com Android. Segundo a empresa, este “programa” é capaz de revelar as conversas criptografadas, cujo acesso era praticamente impossível de ser hackeado.

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    Depois de ser instalado no celular do usuário, os autores do vírus podem ter acesso a todas as informações particulares do aparelho. Ele também pode tirar fotos, gravar vídeos e áudios e capturar a tela sem que o dono do aparelho saiba disso. Acredita-se que a nova forma de espionagem informática pode ser patrocinada por algum governo com objetivo de atingir organizações políticas em países do Oriente Médio.

    Ultimamente, aplicativos das redes sociais têm sido atingidos por muitos ataques de vírus para monitorar e roubar os dados pessoais. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Secretário-geral da ONU: ‘Guerra Fria está de volta’

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, advertiu o Conselho de Segurança da organização de que as tensões no Oriente Médio representam uma ameaça à paz global e pediu às partes envolvidas que evitem a escalada militar iminente na Síria.

    Em seu discurso, proferido nesta sexta-feira, Guterres disse que muitos conflitos no Oriente Médio mergulharam a região no caos que ameaça a paz e a segurança. No entanto, estes incluem não apenas conflitos regionais, como a divisão entre xiitas e sunitas, ou o conflito palestino-israelense, e também o confronto entre a Rússia e o Ocidente.

    “A Guerra Fria está de volta”, disse Guterres.

    “Os mecanismos e salvaguardas para lidar com os riscos de escalada que existiam no passado não parecem mais estar presentes”, disse ele.

    Mas a situação na Síria representa “a mais séria ameaça à paz e segurança internacionais”, alertou o político.

    “Na Síria, vemos confrontos e guerras indiretas envolvendo vários exércitos nacionais, vários grupos armados de oposição, muitas milícias nacionais e internacionais, combatentes estrangeiros de todo o mundo e várias organizações terroristas”, destacou.

    Guterres lamentou o fracasso do Conselho de Segurança esta semana para emitir um mandato para investigar relatos de uso de armas químicas na Síria e ofereceu seu apoio à inspeção da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), atualmente em curso na cidade de Duma. Além disso, ele convocou os membros do Conselho para superar suas diferenças e começar a agir de acordo com sua posição.

    “O aumento das tensões e a incapacidade de chegar a um compromisso no estabelecimento de um mecanismo de responsabilização ameaçam levar a uma escalada militar total”, alertou ele.

    “Em meus contatos com vocês, especialmente com os membros permanentes do Conselho de Segurança, reiterei minha profunda preocupação com os riscos do impasse atual e sublinhei a necessidade de evitar que a situação saia do controle.”

    Durante toda a semana, os EUA e seus aliados estão decidindo se recorrem à força militar para retaliar o governo sírio pelo suposto ataque com armas químicas na cidade de Douma.

    A Rússia, por outro lado, afirma que o incidente na localidade síria foi uma farsa e alega possuir “dados irrefutáveis” que confirmam a sua versão, como afirmou nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov. Com informações da Sputnik Brasil

  • Aviões norte-americanos realizam operação de vigilância perto das bases russas na Síria

    Sete aviões militares da Força Aérea dos EUA realizaram uma operação de vigilância no Mediterrâneo Oriental perto da costa da Síria, onde se localizam a base aérea russa de Hmeymim e a base de abastecimento e manutenção da Marinha russa em Tartus.

    Segundo os dados de monitorização da aviação militar, publicados pelo Mil Radar, trata-se de seis aviões de patrulha antissubmarino P-8A Poseidon que decolaram da base aérea de Sigonella na ilha italiana de Sicília e da aeronave de reconhecimento eletrônico EP-3E ARIES II, que decolou da base na ilha grega de Creta.

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    Trump: ‘Nunca disse quando aconteceria um ataque contra Síria’

    Anteriormente, o canal de televisão norte-americano CNBC, com referência a uma fonte familiarizada com a situação, informou que os EUA consideram oito instalações sírias como alvos potenciais de seu ataque. Entre elas estão dois aeródromos militares, um centro de pesquisa e uma usina que alegadamente está relacionada à produção de armas químicas.

    O presidente dos EUA Donald Trump ainda não tomou uma decisão final sobre como Washington responderá ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma, informou a Casa Branca. Trump, por sua vez, declarou na sua conta no Twitter que o ataque contra a Síria “pode ser muito em breve, ou não tão em breve assim”.

    Reportagens publicadas na semana passada sobre um ataque de forças do governo envolvendo armas químicas levaram os EUA e seus aliados a culpar Damasco e iniciar os preparativos para uma possível resposta militar. O governo sírio negou as acuações.

    O Centro Russo de Reconciliação na Síria enviou inspetores a Douma, não encontrando nenhum rastro de uso de armas químicas. Moscou pediu uma investigação independente do incidente. Com informações da Sputnik Brasil

  • Macron: França tem provas que governo sírio usou armas químicas

    O presidente francês Emmanuel Macron declarou que a França tem provas que o governo sírio usou armas químicas na cidade de Douma na semana passada.

    “Temos provas que na semana passada foram utilizadas armas químicas. E foram utilizadas pelo regime de [Bashar] Assad”, declarou o líder francês em entrevista ao canal TF1.

    Segundo Macron, a França tomará decisão sobre a Síria após verificar as informações sobre o suposto ataque químico.

    “Precisaremos de tomar decisões em devido tempo, quando o julgarmos mais útil e eficiente”, acrescentou Macron.
    Mais cedo, Paris e Washington apelaram a que se dê “uma resposta dura e conjunta” ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma, pelo qual o Ocidente culpa o governo sírio.

    Conforme a Constituição, o presidente francês tem o direito de lançar operações militares sem aprovação do parlamento. Na quarta-feira (11), Le Figaro comunicou que, caso a França decida atacar, isso será feiro a partir do território francês e não de bases no Oriente Médio.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, por sua vez, recuou nesta quinta-feira (12) das suas afirmações provocatórias no Twitter avisando a Rússia que se prepare para ataques na Síria e fez uma nova postagem dizendo que um tal ataque ao país árabe “pode acontecer muito em breve ou nada em breve”. Com informações da Sputnik Brasil

  • Trump: ‘Nunca disse quando aconteceria um ataque contra Síria’

    O presidente dos EUA, Donald Trump declarou que o ataque contra Síria “poderia ser muito em breve, ou não tão em breve assim”.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, assegurou em sua página do Twitter, que nunca marcou a data certa para lançar uma ofensiva contra Síria como represália ao suposto ataque químico reportado na cidade de Douma.

    Eu nunca disse quando aconteceria um ataque contra a Síria. Poderia ser em breve, ou não tão em breve assim! De qualquer forma, os Estados Unidos sob minha administração fizeram um ótimo trabalho quanto à libertação da região do Daesh (organização terrorista proibida em vários países, incluindo na Rússia). Então, onde está o nosso “Obrigado, América?”.

    Previamente, Trump escreveu no Twitter que a Rússia deveria estar pronta para enfrentar novos e “inteligentes” mísseis disparados contra a Síria.

    Em resposta a questão se a recente advertência do presidente dos EUA dificulta o planejamento de uma resposta estadunidense ou representa ameaça para a segurança nacional, a Casa Branca se declarou: “Não, de modo algum”, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders.

    O presidente estadunidense culpou Damasco do suposto ataque químico de 7 de abril, apesar dos investigadores da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) ainda não terem começado a investigação oficial. Na terça-feira (10), a OPAQ prometeu enviar um grupo de especialistas próprios à cidade síria. Por Sputnik Brasil

  • Submarinos, radares e aviões: Rússia se prepara para possível ataque estadunidense à Síria

    O Ministério da Defesa da Rússia já elaborou uma lista de medidas a que militares russos podem recorrer em caso de uma escalada do conflito na Síria, escreve o jornal Kommersant.

    O chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, disse em março que, se houver uma ameaça à vida dos militares russos na Síria, a Rússia abrirá fogo tanto contra os mísseis, como contra seus portadores, ou seja, contra os destróieres e porta-aviões dos EUA. Esta é uma medida extrema que foi anunciada publicamente e que foi reiterada de novo ao comando militar dos Estados Unidos, segundo comunicou uma fonte militar ao Kommersant.

    Para demonstrar a sua prontidão, a Marinha russa já delimitou uma zona perto da costa síria, onde se planeja realizar exercícios militares: a zona será fechada para navegação de 11 a 12, de 17 a 19 e de 25 a 26 de abril.
    O grupo naval da Marinha russa no mar Mediterrâneo conta com cerca de 15 navios de guerra e de apoio. Entre eles, as fragatas com mísseis de cruzeiro Admiral Gregorovich e Admiral Essen, assim como os submarinos Varshavyanka e Schuka-B.

    Além disso, na Síria foram posicionados aviões antissubmarino Il-38N, acrescenta o jornal.

    Segundo os dados, a situação na região mediterrânica está sendo monitorada 24 horas por dia por radares terrestres e pelo avião de alerta precoce A-50, que estão vigiando os movimentos do porta-aviões estadunidense USS Donald Cook, capaz de lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk.

    Os sistemas S-400 e Pantsir protegem a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus, mas, segundo as fontes no Ministério da Defesa russo, nenhuma dessas estruturas “deve ser atingida, caso contrário, as consequências seriam catastróficas”.

    Negociações em curso

    Ao mesmo tempo, de acordo com o Kommersant, Moscou espera receber dos EUA as coordenadas dos alvos que o Pentágono planeja atacar, tal como aconteceu antes do bombardeamento da base síria de Shayrat em 7 de abril de 2017. A medida é necessária para excluir a mínima possibilidade de baixas entre os militares russos. Segundo o jornal, Moscou também mantém negociações fechadas entre o Estado-Maior russo e o Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos.
    O exército russo também está em contato com a OTAN através da Turquia, disse o chefe do Comitê de Defesa da Duma (câmara baixa do parlamento russo), Vladimir Shamanov. Mas, advertiu também que a Rússia “tem armas dignas, e se os EUA as quiserem pôr à prova, então terão uma resposta”.

    Anteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou, no Twitter, lançar ataques aéreos contra a Síria, advertindo a Rússia que se preparasse, pois atacaria o país árabe com mísseis “bons, novos e ‘inteligentes’”. Com informações da Sputnik Brasil

  • Submarinos britânicos carregados com mísseis são enviados à Síria para iniciar ataques

    De acordo com o jornal britânico Daily Telegraph, os submarinos britânicos receberam ordens de se mover dentro do alcance dos mísseis da Síria, já que os ataques contra o regime de Assad são esperados para quinta-feira à noite.

    A publicação informou que a ordem foi emitida pela primeira-ministra britânica Theresa May e que ela convocou ministros para uma reunião de gabinete de emergência para discutir como a Grã-Bretanha responderá ao ataque químico de Douma.

    Embora se espere que May tenha a aprovação para participar dos ataques aéreos liderados pelos EUA, a agência sugeriu que se faça uma discussão com os EUA e a França antes que a decisão final seja tomada.
    Após o ataque de sábado, a primeira-ministra insistiu que “todas as indicações são de que o regime sírio era responsável” e que “o uso continuado de armas químicas pela Síria não pode passar sem ser contestado”.

    Enquanto os submarinos britânicos receberam ordens para se aproximarem da Síria, o Telegraph informou que o presidente sírio, Bashar Assad, também está dirigindo aeronaves e veículos para longe das bases que provavelmente serão alvejadas.

    A reportagem segue a advertência do presidente dos EUA, Donald Trump, para que a Rússia e a Síria “se preparem” para um ataque com mísseis. Trump observou que o ataque envolveria mísseis que serão “bons e novos”. Com informações da Sputnik Brasil

  • May pode autorizar participação britânica em ataques na Síria sem aprovação do Parlamento

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, “parece pronta” para participar de ações militares na Síria, atualmente sendo considerada pelos EUA e pelas forças da Coalizão. May pode tomar a decisão de atacar mesmo sem a aprovação do Parlamento do país, informou a BBC, citando fontes familiarizadas com a situação.

    De acordo com essas mesmas fontes, May considera necessário agir com urgência. Além disso, ela não quer adiar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, e procura evitar a obstrução causada pelo processo de aprovação do Parlamento.

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    Air France muda rotas de voo devido aos possíveis ataques dos EUA na Síria
    Jornalistas russos retornando de Ghouta Oriental são atacados por grupo desconhecido

    No começo do dia, o líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, exigiu uma votação parlamentar para sinalizar um potencial ataque militar contra a Síria, informou a emissora Sky News. Ele pediu a May para “levar todos os países, incluindo os EUA e a Rússia, bem como os estados vizinhos, à mesa em Genebra a buscar uma solução política”.
    A postura dura segue o acordo de terça-feira alcançado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron, estipulando que a comunidade internacional deveria responder ao suposto ataque químico na cidade de Douma. Por Sputnik Brasil

  • Air France muda rotas de voo devido aos possíveis ataques dos EUA na Síria

    A companhia aérea francesa Air France está mudando rotas para alguns de seus vôos devido aos temores de possíveis ataques com mísseis norte-americanos na Síria, disse o porta-voz da companhia aérea à Sputnik nesta quarta-feira (11).

    Na terça-feira (10), a agência de controle de tráfego aéreo da Europa emitiu uma notificação para a área de controle do Mediterrâneo Oriental/Nicosia FIR que ataques aéreos à Síria podem ocorrer nas próximas 72 horas.

    A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA, na ingla em inglês) afirmou as companhias aéreas devem levar em essa questão em consideração quando planejarem operações na área.

    “A Air France levou em consideração as recomendações da EASA e ajustou os planos de voo para as rotas que poderiam ser afetadas. Isso diz respeito principalmente a Beirute e Tel Aviv”, disse o porta-voz.
    A companhia aérea francesa geralmente segue as recomendações dos reguladores nacionais e internacionais, observou o porta-voz.

    Mais cedo nesta quarta-feira (11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, via Twitter, que a Rússia deveria se preparar para um ataque com mísseis dos EUA contra a Síria. Trump fez sua ameaça após relatos sobre um suposto ataque químico na cidade síria de Douma, no sábado (8).

    Os Estados Unidos e a União Europeia disseram acreditar que o ataque foi perpetrado pelas forças do presidente sírio Bashar Assad. Damasco, por sua vez, negou firmemente essas alegações.

    Além disso, o ministro das Relações Exteriores da Síria teria convidado a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ, na sigla em inglês) a visitar a área do suposto ataque.
    A Rússia também refutou os relatórios sobre o uso de produtos químicos na área de Ghouta Oriental, onde Douma está localizada, dizendo que seu Centro de Reconciliação Síria não encontrou vestígios de substâncias perigosas na área.

    Além disso, Moscou disse que já tinha conhecimento da possibilidade de provocações com o uso de produtos químicos, visando culpar o governo de Assad. Por Sputnik Brasil

  • Jornalistas russos retornando de Ghouta Oriental são atacados por grupo desconhecido

    Um ônibus, transportando jornalistas russos, que estavam retornando de Ghouta Oriental, foi atacado a tiros por um grupo de desconhecidos, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.

    “No dia 11 de abril, cerca de 18h20 [de Moscou] (12h20 no horário de Brasília), ônibus com jornalistas russos, que retornavam após produzir material sobre Ghouta Oriental [na Síria], foi atacado com armas de fogo por pessos desconhecidas”, informou o comunicado.

    O órgão revelou que, em consequência do ataque, o correspondente da emissora NTV, Aleksei Ivlev, o cinegrafista da emissora Russia 1, Mikhail Vitkin, e o cinegrafista da emissora Zvezda, Vladislav Dodonov, receberam “ferimentos leves nas pernas”.
    “Todos os jornalistas foram atendidos imediatamente no local por médicos do Centro Russo de Reconciliação. Não há risco de vida”, assegurou o ministério da Defesa.

    Os jornalistas foram evacuados para um hospital, onde poderão contar com tratamento adequado aos ferimentos, completou o comunicado militar russo. Por Sputnik Brasil