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  • Rio de Janeiro e São Paulo perdem participação no PIB, diz IBGE

    O IBGE divulgou hoje os dados do PIB dos Municípios de 2016 e a participação de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ) caiu de 19% para 16,2%, entre 2002 e 2016.

    A capital paulista perdeu 1,7 ponto percentual (p.p.) de participação desde 2002, enquanto no Rio de Janeiro a perda no mesmo período foi de 1,1 p.p.

    “Há uma evidente desindustrialização da capital para o interior do estado. Já a partir de 2014, o impacto vem da queda dos empreendimentos imobiliários de alto padrão. A indústria da construção ainda não se recuperou desde então”, disse Frederico Cunha, gerente da coordenação de Contas Nacionais do IBGE.

    De acordo com o pesquisador, a capital fluminense perdeu participação principalmente no setor financeiro, comunicação e informação, o que repercute na atividade comercial.

    “A construção também perde participação para o resto do Brasil, mas neste caso, em função do espalhamento da atividade por todas as regiões”, completou.

    No geral, as capitais perderam 2,9 p.p de participação no PIB do país entre 2002 e 2016, passando de 36,1% para 33,1%.

    Osasco (SP) ganhou 0,4 p.p de participação entre 2002 e 2016, o maior aumento do período, subindo da 16ª para a 6ª posição no ranking dos municípios.

    “O que fez Osasco subir em participação foram os serviços financeiros, pois é a sede de um grande banco. Além disso, a cidade também se beneficiou pelo rodoanel, é um município estratégico de distribuição do comércio atacadista”, explica Frederico. Com informações do IBGE.

  • Mercado financeiro reduz estimativa de inflação de 4,15% para 4,11% para este ano

    A projeção de instituições financeiras para a inflação voltou a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,15% para 4,11%, segundo o boletim Focus, pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com projeções de instituições financeiras. Essa é a segunda redução consecutiva.

    Para as instituições financeiras, o IPCA em 2019 será 4,10%, mesma estimativa há cinco semanas consecutivas.

    A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,50% neste ano. Para 2019, a estimativa segue em 2,50%.

    A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano. Por Radioagência Nacional.