Tag: Pix

  • Hackers usam vírus para roubar dinheiro pelo Pix

    Hackers usam vírus para roubar dinheiro pelo Pix

    O Pix, um meio de pagamento instantâneo que permite transferir dinheiro entre contas bancárias em segundos, se tornou um alvo para hackers que querem roubar o dinheiro dos usuários.

    Segundo a empresa de cibersegurança Apura, foram identificados seis tipos de vírus que podem desviar as transações feitas pelo Pix, alterando os dados do destinatário ou do valor.

    Esses vírus são chamados de trojans bancários, pois se infiltram nos celulares das vítimas e monitoram as atividades relacionadas aos bancos. Quando o usuário tenta fazer uma transferência pelo Pix, o vírus intercepta a operação e modifica os parâmetros, enviando o dinheiro para outra conta ou aumentando o valor.

    Para instalar os vírus nos celulares, os hackers usam técnicas de engenharia social, que consistem em enganar ou persuadir as vítimas a clicar em links ou baixar aplicativos maliciosos. Por exemplo, eles podem enviar mensagens falsas por e-mail, SMS ou WhatsApp, fingindo ser canais oficiais dos bancos ou do governo, ou oferecendo prêmios ou benefícios.

    Outra forma de golpe é enviar QR Codes suspeitos para as vítimas, que podem levar a sites maliciosos ou a transferências Pix indesejadas. Os QR Codes são códigos de barras que podem ser escaneados pela câmera do celular e contêm informações sobre uma transação. Os hackers podem criar QR Codes falsos e enviá-los por e-mail, SMS ou WhatsApp, tentando obter dados pessoais ou financeiros das vítimas.

    Para se proteger desses golpes, os usuários devem seguir algumas recomendações, como:

    • Manter o sistema operacional e o antivírus do celular atualizados;

    • Evitar clicar em links ou baixar aplicativos desconhecidos ou suspeitos;

    • Verificar os dados da transação antes de confirmar o Pix, como o nome e o CPF do destinatário e o valor;

    • Monitorar as transações realizadas pelo Pix e comunicar ao banco em caso de irregularidades;

    • Usar a autenticação biométrica ou por senha para acessar o aplicativo do banco ou o Pix .

    O Pix é um meio de pagamento seguro e rápido, mas requer cuidados por parte dos usuários. Com essas dicas, você pode evitar cair em golpes e aproveitar os benefícios do Pix sem medo.

    Segundo a empresa de cibersegurança Apura, foram identificados seis tipos de vírus que podem desviar as transações feitas pelo Pix, alterando os dados do destinatário ou do valor.

    Esses vírus são chamados de trojans bancários, pois se infiltram nos celulares das vítimas e monitoram as atividades relacionadas aos bancos. Quando o usuário tenta fazer uma transferência pelo Pix, o vírus intercepta a operação e modifica os parâmetros, enviando o dinheiro para outra conta ou aumentando o valor.

    Para instalar os vírus nos celulares, os hackers usam técnicas de engenharia social, que consistem em enganar ou persuadir as vítimas a clicar em links ou baixar aplicativos maliciosos. Por exemplo, eles podem enviar mensagens falsas por e-mail, SMS ou WhatsApp, fingindo ser canais oficiais dos bancos ou do governo, ou oferecendo prêmios ou benefícios.

    Outra forma de golpe é enviar QR Codes suspeitos para as vítimas, que podem levar a sites maliciosos ou a transferências Pix indesejadas. Os QR Codes são códigos de barras que podem ser escaneados pela câmera do celular e contêm informações sobre uma transação. Os hackers podem criar QR Codes falsos e enviá-los por e-mail, SMS ou WhatsApp, tentando obter dados pessoais ou financeiros das vítimas.

    Para se proteger desses golpes, os usuários devem seguir algumas recomendações, como:

    • Manter o sistema operacional e o antivírus do celular atualizados;

    • Evitar clicar em links ou baixar aplicativos desconhecidos ou suspeitos;

    • Verificar os dados da transação antes de confirmar o Pix, como o nome e o CPF do destinatário e o valor;

    • Monitorar as transações realizadas pelo Pix e comunicar ao banco em caso de irregularidades;

    • Usar a autenticação biométrica ou por senha para acessar o aplicativo do banco ou o Pix .

    O Pix é um meio de pagamento seguro e rápido, mas requer cuidados por parte dos usuários. Com essas dicas, você pode evitar cair em golpes e aproveitar os benefícios do Pix sem medo.

  • Pix lidera pagamentos digitais e reduz uso de dinheiro em espécie

    Pix lidera pagamentos digitais e reduz uso de dinheiro em espécie

    O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central (BC), se consolidou como o principal meio de pagamento digital no Brasil em apenas dois anos de existência. Segundo relatório divulgado pelo BC nesta quarta-feira (31/5), o Pix foi responsável por 29% de todas as transações registradas em 2022, contra 16% do total em 2021.

    O relatório mostrou também que os brasileiros estão usando cada vez menos o dinheiro em espécie para fazer pagamentos do dia a dia. Em 2019, os saques de dinheiro em caixas eletrônicos e agências somaram R$ 3 trilhões. Em 2020, o total caiu para R$ 2,5 trilhões e para R$ 2,1 trilhões, em 2021 e 2022. Já as transações por meio do Pix somaram R$ 180 milhões em 2020, subindo para R$ 9,43 bilhões no ano seguinte e para R$ 24,05 bilhões em 2022.

    O estudo indicou ainda que os brasileiros preferem usar transferências bancárias (inter e intrabancárias) para transações de valores mais altos, que responderam por cerca de 65% de todo o volume financeiro de 2022. Em termos de valor, o Pix foi responsável por 12% das transações.

    O BC destacou que o Pix e os cartões (especialmente o pré-pago) têm um papel importante na inclusão financeira, ao permitir que pessoas que não tinham nenhum relacionamento com o sistema financeiro possam fazer pagamentos digitais de forma rápida e segura. O relatório apontou também o crescimento “expressivo da quantidade de transações com cartões de débito e pré-pago”, influenciado pela expansão de instituições financeiras.

    O Pix é um sistema que permite fazer pagamentos e transferências a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, sem custo para pessoas físicas. Para usar o Pix, basta ter uma conta corrente, poupança ou de pagamento em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o número de celular, o e-mail, o CPF ou um código aleatório.

    O relatório mostrou também que os brasileiros estão usando cada vez menos o dinheiro em espécie para fazer pagamentos do dia a dia. Em 2019, os saques de dinheiro em caixas eletrônicos e agências somaram R$ 3 trilhões. Em 2020, o total caiu para R$ 2,5 trilhões e para R$ 2,1 trilhões, em 2021 e 2022. Já as transações por meio do Pix somaram R$ 180 milhões em 2020, subindo para R$ 9,43 bilhões no ano seguinte e para R$ 24,05 bilhões em 2022.

    O estudo indicou ainda que os brasileiros preferem usar transferências bancárias (inter e intrabancárias) para transações de valores mais altos, que responderam por cerca de 65% de todo o volume financeiro de 2022. Em termos de valor, o Pix foi responsável por 12% das transações.

    O BC destacou que o Pix e os cartões (especialmente o pré-pago) têm um papel importante na inclusão financeira, ao permitir que pessoas que não tinham nenhum relacionamento com o sistema financeiro possam fazer pagamentos digitais de forma rápida e segura. O relatório apontou também o crescimento “expressivo da quantidade de transações com cartões de débito e pré-pago”, influenciado pela expansão de instituições financeiras.

    O Pix é um sistema que permite fazer pagamentos e transferências a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, sem custo para pessoas físicas. Para usar o Pix, basta ter uma conta corrente, poupança ou de pagamento em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o número de celular, o e-mail, o CPF ou um código aleatório.

  • Golpes do Pix: Conheça os mais famosos e saiba como evitar cair neles

    Golpes do Pix: Conheça os mais famosos e saiba como evitar cair neles

    O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos que permite transferir dinheiro entre contas bancárias em segundos, sem custo para o usuário.

    Mas essa facilidade também atrai a atenção de criminosos que tentam aplicar golpes na internet usando o Pix como isca.

    Veja a seguir alguns dos golpes mais comuns e como se proteger deles:

    • Sequestro do WhatsApp: o golpista clona o aplicativo de mensagens de uma pessoa e pede dinheiro aos seus contatos, usando o Pix como forma de pagamento. Para evitar esse golpe, ative a verificação em duas etapas no WhatsApp e não forneça o código de acesso a ninguém.

    • Falso cadastro do Pix: o golpista envia um link por e-mail, SMS ou redes sociais para que a vítima faça o cadastro das chaves do Pix em um site falso, que rouba seus dados bancários. Para evitar esse golpe, cadastre as chaves do Pix apenas nos canais oficiais do seu banco e não clique em links suspeitos.

    • Falsa central de atendimento: o golpista liga para a vítima se passando por um funcionário do banco ou de uma empresa e pede informações pessoais ou senhas para confirmar uma transação ou resolver um problema com o Pix. Para evitar esse golpe, não forneça dados sensíveis por telefone e desconfie de ligações não solicitadas.

    • Falsa promoção ou investimento: o golpista usa perfis falsos nas redes sociais para oferecer vantagens financeiras em troca de um depósito via Pix. O golpista promete lucros altos e rápidos, mas depois some com o dinheiro da vítima. Para evitar esse golpe, não acredite em ofertas milagrosas e verifique a reputação da empresa ou pessoa antes de fazer qualquer pagamento.

    • Falsa venda ou compra: o golpista anuncia um produto ou serviço na internet por um preço muito baixo e pede que o pagamento seja feito via Pix. Depois de receber o dinheiro, o golpista não entrega o produto ou serviço e bloqueia o contato com a vítima. Para evitar esse golpe, prefira usar plataformas confiáveis de comércio eletrônico e desconfie de preços muito abaixo do mercado.

    Mas essa facilidade também atrai a atenção de criminosos que tentam aplicar golpes na internet usando o Pix como isca.

    Veja a seguir alguns dos golpes mais comuns e como se proteger deles:

    • Sequestro do WhatsApp: o golpista clona o aplicativo de mensagens de uma pessoa e pede dinheiro aos seus contatos, usando o Pix como forma de pagamento. Para evitar esse golpe, ative a verificação em duas etapas no WhatsApp e não forneça o código de acesso a ninguém.

    • Falso cadastro do Pix: o golpista envia um link por e-mail, SMS ou redes sociais para que a vítima faça o cadastro das chaves do Pix em um site falso, que rouba seus dados bancários. Para evitar esse golpe, cadastre as chaves do Pix apenas nos canais oficiais do seu banco e não clique em links suspeitos.

    • Falsa central de atendimento: o golpista liga para a vítima se passando por um funcionário do banco ou de uma empresa e pede informações pessoais ou senhas para confirmar uma transação ou resolver um problema com o Pix. Para evitar esse golpe, não forneça dados sensíveis por telefone e desconfie de ligações não solicitadas.

    • Falsa promoção ou investimento: o golpista usa perfis falsos nas redes sociais para oferecer vantagens financeiras em troca de um depósito via Pix. O golpista promete lucros altos e rápidos, mas depois some com o dinheiro da vítima. Para evitar esse golpe, não acredite em ofertas milagrosas e verifique a reputação da empresa ou pessoa antes de fazer qualquer pagamento.

    • Falsa venda ou compra: o golpista anuncia um produto ou serviço na internet por um preço muito baixo e pede que o pagamento seja feito via Pix. Depois de receber o dinheiro, o golpista não entrega o produto ou serviço e bloqueia o contato com a vítima. Para evitar esse golpe, prefira usar plataformas confiáveis de comércio eletrônico e desconfie de preços muito abaixo do mercado.
  • Febraban anuncia fim do DOC e TEC até 2024: o que muda para você?

    Febraban anuncia fim do DOC e TEC até 2024: o que muda para você?

    Você sabia que os bancos vão deixar de oferecer as modalidades de transferência DOC e TEC até 2024?

    Essa é a decisão da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que anunciou que esses serviços serão substituídos pelo TED e pelo Pix, que são mais rápidos e convenientes.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Neste post, vamos explicar o que são o DOC e o TEC, quais as vantagens do TED e do Pix, e como se preparar para essa mudança.

    O que são o DOC e o TEC?

    O Documento de Ordem de Crédito (DOC) e a Transferência Especial de Crédito (TEC) são modalidades de transferência bancária que permitem enviar dinheiro entre contas de bancos diferentes. O DOC tem um limite de R$ 4.999,99 por operação e pode levar até um dia útil para ser compensado. Já o TEC tem um limite de R$ 5.000,00 por operação e é compensado no mesmo dia, desde que feito até as 17h.

    Esses serviços são cobrados pelos bancos e variam de acordo com a instituição, o canal utilizado (internet banking, caixa eletrônico ou agência) e o tipo de conta (pessoa física ou jurídica).

    Quais as vantagens do TED e do Pix?

    O TED e o Pix são outras modalidades de transferência bancária que oferecem mais benefícios para os usuários. O TED (Transferência Eletrônica Disponível) não tem limite de valor por operação e também é compensado no mesmo dia, independentemente do horário. O Pix é o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, que permite enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEIs).

    Com essas vantagens, tanto o TED quanto o Pix se tornaram mais populares entre os consumidores, reduzindo a demanda pelo DOC e pelo TEC. Segundo a Febraban, em 2020 foram realizadas 1,67 bilhão de operações com TED, um aumento de 65% em relação a 2019. Já o Pix registrou 1 bilhão de operações em apenas quatro meses de funcionamento.

    Como se preparar para a mudança?

    A Febraban informou que o fim do DOC e do TEC será gradual e ocorrerá até 29 de fevereiro de 2024. Até lá, os bancos vão orientar os clientes sobre as alternativas disponíveis e os benefícios de cada uma.

    Para se preparar para essa mudança, você pode começar a utilizar o TED e o Pix nas suas transferências bancárias. Para isso, basta ter uma conta em um banco participante do sistema e cadastrar as suas chaves Pix, que podem ser o seu CPF, CNPJ, e-mail, número de celular ou uma chave aleatória.

    Assim, você poderá aproveitar as facilidades desses serviços e se adaptar à nova realidade do mercado financeiro.

    Essa é a decisão da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que anunciou que esses serviços serão substituídos pelo TED e pelo Pix, que são mais rápidos e convenientes.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Neste post, vamos explicar o que são o DOC e o TEC, quais as vantagens do TED e do Pix, e como se preparar para essa mudança.

    O que são o DOC e o TEC?

    O Documento de Ordem de Crédito (DOC) e a Transferência Especial de Crédito (TEC) são modalidades de transferência bancária que permitem enviar dinheiro entre contas de bancos diferentes. O DOC tem um limite de R$ 4.999,99 por operação e pode levar até um dia útil para ser compensado. Já o TEC tem um limite de R$ 5.000,00 por operação e é compensado no mesmo dia, desde que feito até as 17h.

    Esses serviços são cobrados pelos bancos e variam de acordo com a instituição, o canal utilizado (internet banking, caixa eletrônico ou agência) e o tipo de conta (pessoa física ou jurídica).

    Quais as vantagens do TED e do Pix?

    O TED e o Pix são outras modalidades de transferência bancária que oferecem mais benefícios para os usuários. O TED (Transferência Eletrônica Disponível) não tem limite de valor por operação e também é compensado no mesmo dia, independentemente do horário. O Pix é o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, que permite enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEIs).

    Com essas vantagens, tanto o TED quanto o Pix se tornaram mais populares entre os consumidores, reduzindo a demanda pelo DOC e pelo TEC. Segundo a Febraban, em 2020 foram realizadas 1,67 bilhão de operações com TED, um aumento de 65% em relação a 2019. Já o Pix registrou 1 bilhão de operações em apenas quatro meses de funcionamento.

    Como se preparar para a mudança?

    A Febraban informou que o fim do DOC e do TEC será gradual e ocorrerá até 29 de fevereiro de 2024. Até lá, os bancos vão orientar os clientes sobre as alternativas disponíveis e os benefícios de cada uma.

    Para se preparar para essa mudança, você pode começar a utilizar o TED e o Pix nas suas transferências bancárias. Para isso, basta ter uma conta em um banco participante do sistema e cadastrar as suas chaves Pix, que podem ser o seu CPF, CNPJ, e-mail, número de celular ou uma chave aleatória.

    Assim, você poderá aproveitar as facilidades desses serviços e se adaptar à nova realidade do mercado financeiro.

  • Pix cresce em popularidade e bate recorde de transações em março

    Pix cresce em popularidade e bate recorde de transações em março

    Segundo dados do BC, em março deste ano, as transações de pessoas físicas para empresas representaram 27% do total de operações realizadas pelo Pix, o maior percentual desde o lançamento do sistema em novembro de 2020.

    Isso significa que o Pix está sendo usado não apenas para transferir dinheiro entre pessoas, mas também para fazer compras e pagar contas de forma rápida e segura. Em março, foram registradas 683,75 milhões de transações desse tipo, movimentando R$ 423,27 bilhões.

    O uso total do Pix também bateu recorde em março, superando pela primeira vez a marca de 3 bilhões de transações mensais. O valor movimentado também foi recorde, com R$ 1,28 trilhão transferidos no mês passado.

    O Pix é uma alternativa aos meios tradicionais de pagamento, como boleto, TED e DOC. Com ele, é possível enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, todos os dias da semana, inclusive feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e tem custos reduzidos para empresas.

    Para usar o Pix, basta ter uma conta em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o CPF, o CNPJ, o e-mail, o número de celular ou um código aleatório. Depois, é só informar a chave Pix do destinatário ou ler um QR Code para fazer a transação.

    O Pix é uma inovação que veio para facilitar a vida dos brasileiros e estimular a competição e a inclusão financeira no país. Se você ainda não usa o Pix, aproveite para conhecer os benefícios desse sistema e experimente essa nova forma de pagar e receber.

    Isso significa que o Pix está sendo usado não apenas para transferir dinheiro entre pessoas, mas também para fazer compras e pagar contas de forma rápida e segura. Em março, foram registradas 683,75 milhões de transações desse tipo, movimentando R$ 423,27 bilhões.

    O uso total do Pix também bateu recorde em março, superando pela primeira vez a marca de 3 bilhões de transações mensais. O valor movimentado também foi recorde, com R$ 1,28 trilhão transferidos no mês passado.

    O Pix é uma alternativa aos meios tradicionais de pagamento, como boleto, TED e DOC. Com ele, é possível enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, todos os dias da semana, inclusive feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e tem custos reduzidos para empresas.

    Para usar o Pix, basta ter uma conta em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o CPF, o CNPJ, o e-mail, o número de celular ou um código aleatório. Depois, é só informar a chave Pix do destinatário ou ler um QR Code para fazer a transação.

    O Pix é uma inovação que veio para facilitar a vida dos brasileiros e estimular a competição e a inclusão financeira no país. Se você ainda não usa o Pix, aproveite para conhecer os benefícios desse sistema e experimente essa nova forma de pagar e receber.

  • Presidente do Banco Central defende PIX e diz que notícias sobre golpes “não correspondem 100% à realidade”


    Roberto Campos Neto disse que as notícias sobre o aumento da criminalidade após a criação do Pix “não estão em linha com o que está acontecendo 100% na realidade”.

    Segundo ele, com a reabertura da economia, o índice de criminalidade voltou a subir e que o Pix, que não existia antes, passou a ser o método utilizado no lugar de TED e DOC.

    “Se a gente olhar o número em si dos atos de criminalidade ele está muito perto do que estava lá em 2019, quando nem tinha o Pix. Ele tem uma correlação muito maior com a abertura da economia do que o Pix, por exemplo, ter fragilidade, que é uma coisa que não é verdade”, disse ele.

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  • Após explosão de casos de sequestros e roubos, bancos pedem mudanças em regras do Pix


    De acordo com dados de inteligência do governo paulista, somadas essas duas modalidades criminosas, desde de dezembro do ano passado foram registrados 202 crimes no estado de São Paulo nos quais as vítimas relataram o uso do Pix por parte dos criminosos durante o roubo.

    A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) recomenda que o cliente solicite ao seu banco a redução do limite disponível para transações através do aplicativo ou da internet.

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