Tag: protesto

  • Twitter é acusado de apoiar massacres por não remover perfis extremistas

    Twitter é acusado de apoiar massacres por não remover perfis extremistas

    O Twitter enfrenta uma onda de críticas por sua postura diante da disseminação de conteúdo violento e extremista na rede social, que tem sido associado a ataques a escolas no Brasil.

    Usuários, influenciadores e autoridades acusam a empresa de apoiar massacres por não remover perfis que exaltam assassinos de crianças e professores.

    A hashtag #TwitterApoiaMassacres ganhou força nesta terça-feira (11), após uma reunião entre representantes das maiores redes sociais e o Ministério da Justiça, na qual uma advogada do Twitter afirmou que um perfil que fazia apologia à violência em escolas não violava os termos de uso da plataforma.

    O protesto foi impulsionado pelo influenciador digital Felipe Neto, que denunciou que posts feitos por extremistas e criminosos estavam sendo recomendados pelo Twitter. Ele também criticou o sistema de recomendação da rede social, que segundo ele é usado para viciar e radicalizar os usuários.

    Outras personalidades públicas, como a cantora Daniela Mercury e o ministro da Justiça Flávio Dino, se manifestaram contra a postura do Twitter. Eles cobraram uma atitude da empresa para coibir a propagação de ódio e extremismo na internet.

    O Twitter não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. A empresa tem sido questionada pela imprensa sobre a livre circulação de perfis extremistas na rede social, mas responde com um emoji de fezes a qualquer demanda.

    Segundo um levantamento da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o Brasil acumula 24 ataques em escolas desde 1999, sendo que vários deles fazem referência explícita ao massacre de Columbine, nos Estados Unidos. Os tiroteios em escolas têm sido incentivados e articulados por grupos extremistas nas redes sociais, que compartilham mensagens de ódio e idolatria aos assassinos.

    Usuários, influenciadores e autoridades acusam a empresa de apoiar massacres por não remover perfis que exaltam assassinos de crianças e professores.

    A hashtag #TwitterApoiaMassacres ganhou força nesta terça-feira (11), após uma reunião entre representantes das maiores redes sociais e o Ministério da Justiça, na qual uma advogada do Twitter afirmou que um perfil que fazia apologia à violência em escolas não violava os termos de uso da plataforma.

    O protesto foi impulsionado pelo influenciador digital Felipe Neto, que denunciou que posts feitos por extremistas e criminosos estavam sendo recomendados pelo Twitter. Ele também criticou o sistema de recomendação da rede social, que segundo ele é usado para viciar e radicalizar os usuários.

    Outras personalidades públicas, como a cantora Daniela Mercury e o ministro da Justiça Flávio Dino, se manifestaram contra a postura do Twitter. Eles cobraram uma atitude da empresa para coibir a propagação de ódio e extremismo na internet.

    O Twitter não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. A empresa tem sido questionada pela imprensa sobre a livre circulação de perfis extremistas na rede social, mas responde com um emoji de fezes a qualquer demanda.

    Segundo um levantamento da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o Brasil acumula 24 ataques em escolas desde 1999, sendo que vários deles fazem referência explícita ao massacre de Columbine, nos Estados Unidos. Os tiroteios em escolas têm sido incentivados e articulados por grupos extremistas nas redes sociais, que compartilham mensagens de ódio e idolatria aos assassinos.

  • Yanomamis protestam pela morte de crianças e apreendem aeronaves usadas por profissionais de saúde

    Índios Yanomami apreenderam três aeronaves a serviço da Sesai – Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde. A ação é um protesto pela morte de duas crianças indígenas.

    Como as aeronaves estão impedidas de voar desde domingo (16), 21 profissionais de saúde e quatro pilotos não conseguem sair da região de Surucucu, no município de Alto Alegre, Norte de Roraima, e retornar à base do Distrito Sanitário Especial Indígena – o DSEI Yanomami, na capital Boa Vista.

    O Ministério da Saúde destaca que as equipes não foram sequestradas pelos indígenas, seguem realizando suas atribuições diárias, estando em seus alojamentos. Nenhum profissional foi retido ou preso e não há descontinuidade nos atendimentos.

    O protesto dos Yanomami ocorre após a morte de duas crianças indígenas na região nos últimos 20 dias. Os indígenas afirmam que os óbitos ocorreram por falta de atendimento e que ainda há crianças com problemas graves de saúde.

    Os manifestantes também pedem a saída do coordenador do DSEI, Rousicler de Jesus Oliveira.

    De acordo com a Sesai, no dia 31 de agosto, um bebê de 29 dias morreu em decorrência de broncoaspiração, e já chegou morto ao alojamento da equipe de saúde, trazido pela mãe. O outro bebê, de 12 dias, veio a óbito no último domingo aparentemente por complicações decorrentes de uma pneumonia. As mortes estão sendo investigadas e analisadas pela equipe técnica do DSEI Yanomami.

    A Sesai informou ainda que, nessa segunda-feira (17), o DSEI encaminhou um helicóptero para a região para realizar a remoção de dois pacientes, que já estão em Boa Vista.

    Por meio de nota, a Funai afirmou que acompanha o ocorrido e que busca junto a lideranças indígenas entender qual a reivindicação para mediar o conflito.