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  • Ministério Público de São Paulo abre inquérito contra Alckmin

    O Ministério Público de São Paulo decidiu abrir um inquérito contra o candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, após uma reportagem da Folha de S.Paulo mostrar que algumas desapropriações feitas em seu governo beneficiaram seus familiares.

    Quando era Governador de São Paulo, entre 2013 e 2014, Alckmin assinou dois decretos que levaram a desapropriações dos terrenos de Othon Cesar Ribeiro, sobrinho do tucano, e Juliana Fachada Cesar Ribeiro, hoje sua ex-mulher e mãe de seus quatro filhos.

    O promotor Marcelo Milani pediu a abertura da investigação e deu um prazo de 20 dias para que Alckmin e seus familiares se manifestem sobre as acusações.

    Segundo Milani, o fato narrado pode configurar enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação de princípios da administração pública e, portanto, ato de improbidade administrativa.

    Alckmin afirmou, por meio de sua assessoria, que não interferiu no traçado do contorno de São Roque e que é “descabida e ofende o bom senso” a ideia de que o processo de desapropriação foi conduzido “apenas para beneficiar parentes do ex-governador”.

    A 13 dias do primeiro turno, Alckmin tem aparecido nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto em quarto lugar, bem atrás dos principais adversários, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

  • Campanha de Alckmin é acusada plágio

    A partir desta sexta-feira (30), começa o horário eleitoral nas televisões e rádios de todo o país.

    Aproveitando a proximidade da data, o PSDB já divulgou um de seus vídeos da campanha de Geraldo Alckmin, mas algo chamou a atenção.

    No Twitter, internautas logo compararam a campanha com uma premiada propaganda inglesa, feita em 2007.

    Com uma ópera de trilha sonora, o vídeo mostra uma bala atingindo diversos objetos nomeados com os principais problemas do Brasil e, ao final, é mostrada uma criança e o slogan da campanha “não é na bala que se resolve”.

    No vídeo inglês vemos imagens semelhantes, a mesma ópera e um slogan ao final.

    Depois de receber diversas críticas, o PSDB informou via Folha de São Paulo que não se trata de plágio, mas de “inspiração”.

    Confira abaixo os dois vídeos:

    Campanha de Geraldo Alckmin:

    Campanha inglesa:
    https://www.youtube.com/watch?time_continue=24&v=hTorFBlco9A

  • Inquérito que investiga Alckmin será enviado para Justiça Eleitoral de São Paulo

    A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nancy Andrighi reconheceu hoje (11) o fim da competência da instância especial para processar o inquérito instaurado no ano passado contra o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB). A investigação estava a cargo do STJ em razão da prerrogativa de foro de Alckmin, que renunciou ao cargo no último dia 7 de abril.

    “Sendo assim, a ministra determinou remessa dos autos à Justiça Eleitoral do Estado de São Paulo, nos termos do que foi requerido pelo vice-procurador Geral da República, Luciano Mariz”, informou o STJ, em nota.

    Alckmin é um dos governadores citados nas delações de ex-executivos da empreiteira Odebrecht. Também poderão ter os inquéritos enviados para a justiça eleitoral os ex-governadores Beto Richa, Marconi Perillo, Confúcio Moura e Raimundo Colombo, que também são investigados e se desligaram dos cargos para concorrer nas eleições de 2018. Por Agência Brasil

  • Marco Aurélio marca análise de denúncia contra Aécio para dia 17

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, decidiu incluir na pauta da Primeira Turma, a análise da denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por corrupção passiva e obstrução à Justiça na Operação Lava Jato. O julgamento foi marcado para a próxima terça-feira (17).

    O pedido para transformar o ex-governador de Minas Gerais em réu foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

    A denúncia da PGR é baseada em gravações e na delação dos empresários Joesley e Wesley Batista, da J&F. Estão junto com Aécio a irmã dele, a jornalista Andrea Neves, o empresário Frederico Pacheco, primo dele, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zezé Perrella (MDB-MG). As informações foram divulgadas pelo site Congresso em Foco.
    Caso o Supremo decida por acatar a denúncia, os acusados passam a responder a ação penal e podem ser condenados criminalmente.

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    Nas gravações, Aécio supostamente pede para o empresário Joesley Batista propina no valor de R$ 2 milhões. O político disse que se tratava de um empréstimo pessoal para pagar seu advogado.

    Segundo Raquel, a “vantagem indevida” fica caracterizada “quando o senador afirma que a pessoa que iria receber as parcelas deveria ser alguém ‘que a gente mata antes de fazer delação’. Por Sputnik Brasil