Tag: rádio

  • Por que mesmo com fatos comprovados algumas pessoas não mudam de opinião?

    Por que mesmo com fatos comprovados algumas pessoas não mudam de opinião?

    Você já tentou convencer alguém de algo que você sabe que é verdade, mas a pessoa simplesmente não muda de opinião? Isso pode ser muito frustrante, mas há uma explicação científica para isso.

    Neste artigo, vamos ver alguns dos fatores psicológicos que impedem as pessoas de aceitar os fatos e como podemos superá-los.

    Um dos fatores é o viés de confirmação, que é a tendência de procurar e interpretar as informações de acordo com nossas crenças pré-existentes, ignorando ou rejeitando as evidências contrárias. Por exemplo, se você acredita que as vacinas são perigosas, você vai dar mais atenção aos artigos que confirmam essa ideia do que aos que mostram os benefícios e a segurança das vacinas.

    Outro fator é a identidade social, que é a forma como nos definimos em relação aos grupos aos quais pertencemos ou queremos pertencer. Esses grupos podem ser baseados em características como gênero, etnia, religião, política, etc. A identidade social faz com que nos alinhemos com as opiniões e valores desses grupos, reforçando nossa lealdade e resistência a mudanças. Por exemplo, se você se identifica como um conservador, você vai ter mais dificuldade em aceitar os fatos que contradizem sua visão política do que os que a apoiam.

    Um terceiro fator é o efeito backfire, que ocorre quando as pessoas se apegam ainda mais às suas crenças falsas quando confrontadas com fatos que as desafiam, como uma forma de defesa psicológica. Por exemplo, se você acredita que a Terra é plana, você vai reagir negativamente aos fatos que provam o contrário, e até mesmo inventar teorias conspiratórias para justificar sua crença.

    Então, como podemos mudar a mente de alguém que não aceita os fatos? Não é fácil, mas há algumas estratégias que podem ajudar. Uma delas é apresentar os fatos de forma respeitosa, empática e persuasiva, sem atacar ou ridicularizar a pessoa ou seu grupo. Outra é apelar para os valores e emoções da pessoa, mostrando como os fatos podem beneficiá-la ou prejudicá-la. Uma terceira é oferecer alternativas plausíveis para as crenças falsas da pessoa, explicando como elas se encaixam melhor na realidade.

    Espero que este artigo tenha sido útil para você entender por que algumas pessoas não mudam de opinião mesmo diante dos fatos e como você pode tentar convencê-las. Lembre-se de que nem sempre é possível mudar a mente de alguém, mas vale a pena tentar com respeito e paciência.

    Neste artigo, vamos ver alguns dos fatores psicológicos que impedem as pessoas de aceitar os fatos e como podemos superá-los.

    Um dos fatores é o viés de confirmação, que é a tendência de procurar e interpretar as informações de acordo com nossas crenças pré-existentes, ignorando ou rejeitando as evidências contrárias. Por exemplo, se você acredita que as vacinas são perigosas, você vai dar mais atenção aos artigos que confirmam essa ideia do que aos que mostram os benefícios e a segurança das vacinas.

    Outro fator é a identidade social, que é a forma como nos definimos em relação aos grupos aos quais pertencemos ou queremos pertencer. Esses grupos podem ser baseados em características como gênero, etnia, religião, política, etc. A identidade social faz com que nos alinhemos com as opiniões e valores desses grupos, reforçando nossa lealdade e resistência a mudanças. Por exemplo, se você se identifica como um conservador, você vai ter mais dificuldade em aceitar os fatos que contradizem sua visão política do que os que a apoiam.

    Um terceiro fator é o efeito backfire, que ocorre quando as pessoas se apegam ainda mais às suas crenças falsas quando confrontadas com fatos que as desafiam, como uma forma de defesa psicológica. Por exemplo, se você acredita que a Terra é plana, você vai reagir negativamente aos fatos que provam o contrário, e até mesmo inventar teorias conspiratórias para justificar sua crença.

    Então, como podemos mudar a mente de alguém que não aceita os fatos? Não é fácil, mas há algumas estratégias que podem ajudar. Uma delas é apresentar os fatos de forma respeitosa, empática e persuasiva, sem atacar ou ridicularizar a pessoa ou seu grupo. Outra é apelar para os valores e emoções da pessoa, mostrando como os fatos podem beneficiá-la ou prejudicá-la. Uma terceira é oferecer alternativas plausíveis para as crenças falsas da pessoa, explicando como elas se encaixam melhor na realidade.

    Espero que este artigo tenha sido útil para você entender por que algumas pessoas não mudam de opinião mesmo diante dos fatos e como você pode tentar convencê-las. Lembre-se de que nem sempre é possível mudar a mente de alguém, mas vale a pena tentar com respeito e paciência.

  • Como a COVID-19 agravou a situação da tuberculose e o que fazer para revertê-la

    Como a COVID-19 agravou a situação da tuberculose e o que fazer para revertê-la

    A tuberculose é uma das doenças infecciosas mais antigas e mortais da humanidade. Causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, a tuberculose pode levar à tosse crônica, febre, perda de peso e até à morte se não for tratada adequadamente.

    Estima-se que um quarto da população mundial esteja infectada pela bactéria da tuberculose, mas apenas uma pequena parte desenvolve a doença ativa. A tuberculose é curável com medicamentos antibióticos, mas o tratamento é longo e pode ter efeitos colaterais.

    A pandemia de COVID-19 trouxe um novo desafio para o controle da tuberculose. Com o colapso dos sistemas de saúde, as medidas de isolamento social e a redução dos recursos financeiros, muitas pessoas deixaram de procurar ou receber atendimento médico para a tuberculose. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 houve uma queda de 18% no número de casos diagnosticados e tratados em comparação com 2019. Isso significa que cerca de 4,1 milhões de pessoas ficaram sem acesso aos serviços essenciais para a tuberculose. Além disso, a OMS estima que houve um aumento de 500 mil mortes por tuberculose em 2020, revertendo o progresso alcançado nas últimas décadas.

    A tuberculose não é apenas uma questão médica, mas também social. A doença está intimamente ligada às condições de vida das pessoas, como pobreza, desnutrição, falta de saneamento básico, moradia inadequada e acesso limitado à saúde. A tuberculose afeta desproporcionalmente as populações mais vulneráveis e marginalizadas, como migrantes, refugiados, indígenas, presidiários e pessoas que vivem com HIV/AIDS. A tuberculose também é um fator de desigualdade, pois prejudica a capacidade produtiva e a qualidade de vida das pessoas afetadas.

    Para enfrentar o problema global da tuberculose, é preciso ir além das intervenções biomédicas e promover a justiça social. Isso significa garantir os direitos humanos e reduzir as disparidades de saúde entre os diferentes grupos sociais. É preciso também fortalecer os sistemas de saúde para que possam oferecer serviços integrados, equitativos e centrados nas pessoas. Além disso, é preciso investir em pesquisa e inovação para desenvolver novas ferramentas de diagnóstico, tratamento e prevenção da tuberculose.

    A tuberculose é uma doença evitável e curável, mas ainda mata cerca de 1,5 milhão de pessoas por ano. Para mudar essa realidade, é necessário um compromisso político e social de todos os atores envolvidos. A tuberculose é um desafio global que requer uma resposta global baseada na solidariedade e na cooperação.

    Estima-se que um quarto da população mundial esteja infectada pela bactéria da tuberculose, mas apenas uma pequena parte desenvolve a doença ativa. A tuberculose é curável com medicamentos antibióticos, mas o tratamento é longo e pode ter efeitos colaterais.

    A pandemia de COVID-19 trouxe um novo desafio para o controle da tuberculose. Com o colapso dos sistemas de saúde, as medidas de isolamento social e a redução dos recursos financeiros, muitas pessoas deixaram de procurar ou receber atendimento médico para a tuberculose. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 houve uma queda de 18% no número de casos diagnosticados e tratados em comparação com 2019. Isso significa que cerca de 4,1 milhões de pessoas ficaram sem acesso aos serviços essenciais para a tuberculose. Além disso, a OMS estima que houve um aumento de 500 mil mortes por tuberculose em 2020, revertendo o progresso alcançado nas últimas décadas.

    A tuberculose não é apenas uma questão médica, mas também social. A doença está intimamente ligada às condições de vida das pessoas, como pobreza, desnutrição, falta de saneamento básico, moradia inadequada e acesso limitado à saúde. A tuberculose afeta desproporcionalmente as populações mais vulneráveis e marginalizadas, como migrantes, refugiados, indígenas, presidiários e pessoas que vivem com HIV/AIDS. A tuberculose também é um fator de desigualdade, pois prejudica a capacidade produtiva e a qualidade de vida das pessoas afetadas.

    Para enfrentar o problema global da tuberculose, é preciso ir além das intervenções biomédicas e promover a justiça social. Isso significa garantir os direitos humanos e reduzir as disparidades de saúde entre os diferentes grupos sociais. É preciso também fortalecer os sistemas de saúde para que possam oferecer serviços integrados, equitativos e centrados nas pessoas. Além disso, é preciso investir em pesquisa e inovação para desenvolver novas ferramentas de diagnóstico, tratamento e prevenção da tuberculose.

    A tuberculose é uma doença evitável e curável, mas ainda mata cerca de 1,5 milhão de pessoas por ano. Para mudar essa realidade, é necessário um compromisso político e social de todos os atores envolvidos. A tuberculose é um desafio global que requer uma resposta global baseada na solidariedade e na cooperação.

  • Projeto que favorece a União em disputas tributárias avança no Congresso

    Projeto que favorece a União em disputas tributárias avança no Congresso

    O governo federal está mais perto de conseguir uma vitória em um dos temas mais polêmicos do direito tributário: o voto de desempate nos contenciosos a favor da União.

    A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada um projeto que restitui esse mecanismo, que havia sido derrubado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017. Agora, a proposta segue para o Senado, onde deve ser votada em agosto.

    O projeto também traz uma novidade: a possibilidade de que empresas autuadas pela Receita Federal negociem os tributos com novas condições de pagamento. Essa medida, chamada de transação tributária, visa estimular a arrecadação e reduzir o estoque de processos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão que julga as disputas entre contribuintes e Fisco.

    A transação tributária prevê que o desconto do montante devido será de 65%, com prazo de pagamento de 120 meses, e que as empresas poderão negociar um único processo, sem renunciar à tese tributária completa. Ou seja, elas poderão continuar recorrendo das demais autuações que envolvam o mesmo tema. A proposta também prevê que o Banco Central realize essas negociações com o sistema financeiro, como bancos que também estão com processos tributários abertos no Carf.

    O governo espera arrecadar até R$ 34 bilhões com essa medida, que deve ajudar a reduzir o déficit das contas públicas. No entanto, a transação tributária também gera críticas de especialistas, que veem nela uma forma de favorecer os grandes devedores e criar uma insegurança jurídica para os contribuintes que cumprem suas obrigações fiscais.

    O projeto ainda pode sofrer alterações no Senado, onde enfrenta resistências de alguns parlamentares. Além disso, há a possibilidade de que o STF volte a se manifestar sobre o voto de desempate, caso seja provocado por alguma ação judicial. Por isso, o desfecho dessa questão ainda é incerto e pode ter impactos significativos para o cenário tributário brasileiro.

    A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada um projeto que restitui esse mecanismo, que havia sido derrubado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017. Agora, a proposta segue para o Senado, onde deve ser votada em agosto.

    O projeto também traz uma novidade: a possibilidade de que empresas autuadas pela Receita Federal negociem os tributos com novas condições de pagamento. Essa medida, chamada de transação tributária, visa estimular a arrecadação e reduzir o estoque de processos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão que julga as disputas entre contribuintes e Fisco.

    A transação tributária prevê que o desconto do montante devido será de 65%, com prazo de pagamento de 120 meses, e que as empresas poderão negociar um único processo, sem renunciar à tese tributária completa. Ou seja, elas poderão continuar recorrendo das demais autuações que envolvam o mesmo tema. A proposta também prevê que o Banco Central realize essas negociações com o sistema financeiro, como bancos que também estão com processos tributários abertos no Carf.

    O governo espera arrecadar até R$ 34 bilhões com essa medida, que deve ajudar a reduzir o déficit das contas públicas. No entanto, a transação tributária também gera críticas de especialistas, que veem nela uma forma de favorecer os grandes devedores e criar uma insegurança jurídica para os contribuintes que cumprem suas obrigações fiscais.

    O projeto ainda pode sofrer alterações no Senado, onde enfrenta resistências de alguns parlamentares. Além disso, há a possibilidade de que o STF volte a se manifestar sobre o voto de desempate, caso seja provocado por alguma ação judicial. Por isso, o desfecho dessa questão ainda é incerto e pode ter impactos significativos para o cenário tributário brasileiro.

  • Quais setores têm isenção de imposto no Brasil?

    Quais setores têm isenção de imposto no Brasil?

    Você sabia que existem diversos benefícios fiscais que permitem a isenção, suspensão ou redução de impostos federais para alguns setores ou atividades econômicas no Brasil?

    Esses benefícios são concedidos por meio de leis, decretos, portarias ou outros atos normativos, e têm como objetivo estimular o desenvolvimento regional, social, cultural, ambiental ou tecnológico do país.

    Neste post, vamos apresentar alguns exemplos de setores que têm isenção de imposto no Brasil e explicar como eles funcionam. Confira!

    • Pessoas com deficiência e autistas: podem solicitar a isenção de pagamento do ICMS e do IPI para realizar a compra de veículos adaptados, desde que o valor do veículo não seja superior a R$ 70 mil. Essa medida visa facilitar a mobilidade e a inclusão social dessas pessoas, que muitas vezes enfrentam dificuldades para se locomover ou encontrar transporte público adequado. Para solicitar a isenção, é preciso apresentar um laudo médico que comprove a deficiência ou o autismo, além de outros documentos exigidos pela Receita Federal e pelo órgão estadual responsável pelo ICMS.

    • Entidades do terceiro setor: como organizações não governamentais (ONGs), instituições sem fins lucrativos, fundações, associações, sindicatos, entre outras, possuem imunidade tributária, ou seja, a impossibilidade originária de tributação, sobre os impostos IRPJ, CSLL, IPTU, ITR, IPVA e ITCMD, desde que atendam aos requisitos previstos na Constituição Federal e na legislação específica. Esses requisitos incluem: não distribuir lucros ou dividendos aos seus associados ou dirigentes; aplicar integralmente os seus recursos na manutenção e no desenvolvimento dos seus objetivos sociais; manter escrituração contábil regular; e prestar contas à sociedade sobre as suas atividades. A imunidade tributária visa reconhecer e incentivar o papel dessas entidades na promoção da assistência social, da educação, da saúde, da cultura, do meio ambiente e de outros interesses coletivos.

    • Empresas do Simples Nacional e MEI: podem optar por um regime especial de tributação que unifica o pagamento de oito impostos (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, ICMS, ISS e CPP) em uma única guia, com alíquotas diferenciadas e progressivas, conforme o faturamento e a atividade exercida. O Simples Nacional é destinado às microempresas (ME) e às empresas de pequeno porte (EPP) que tenham receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões. Já o MEI é destinado aos microempreendedores individuais que tenham receita bruta anual de até R$ 81 mil. Esses regimes visam simplificar e reduzir a carga tributária das pequenas empresas e dos empreendedores individuais, que são responsáveis por grande parte da geração de emprego e renda no país.

    • Empresas que aderem a programas especiais: como o Empresa Cidadã, que concede isenção do IRPJ e da CSLL sobre os valores pagos aos empregados em licença-maternidade ou paternidade; o Mais Leite Saudável, que concede crédito presumido de PIS e COFINS sobre a receita bruta da venda de leite; o RET incorporações, que permite o recolhimento unificado de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS sobre a receita mensal das incorporações imobiliárias; entre outros. Esses programas são criados para estimular determinados setores ou atividades econômicas que sejam considerados estratégicos ou prioritários para o desenvolvimento nacional. Para aderir aos programas especiais, as empresas devem cumprir os requisitos e as condições estabelecidos pela legislação específica de cada um.

    Esses são apenas alguns exemplos de setores que têm isenção de imposto no Brasil. Existem muitos outros benefícios fiscais que podem ser consultados no site da Receita Federal ou em outras fontes confiáveis. Vale ressaltar que os benefícios fiscais estão sujeitos a alterações legislativas e devem ser observados com cautela pelos contribuintes.

    Esses benefícios são concedidos por meio de leis, decretos, portarias ou outros atos normativos, e têm como objetivo estimular o desenvolvimento regional, social, cultural, ambiental ou tecnológico do país.

    Neste post, vamos apresentar alguns exemplos de setores que têm isenção de imposto no Brasil e explicar como eles funcionam. Confira!

    • Pessoas com deficiência e autistas: podem solicitar a isenção de pagamento do ICMS e do IPI para realizar a compra de veículos adaptados, desde que o valor do veículo não seja superior a R$ 70 mil. Essa medida visa facilitar a mobilidade e a inclusão social dessas pessoas, que muitas vezes enfrentam dificuldades para se locomover ou encontrar transporte público adequado. Para solicitar a isenção, é preciso apresentar um laudo médico que comprove a deficiência ou o autismo, além de outros documentos exigidos pela Receita Federal e pelo órgão estadual responsável pelo ICMS.

    • Entidades do terceiro setor: como organizações não governamentais (ONGs), instituições sem fins lucrativos, fundações, associações, sindicatos, entre outras, possuem imunidade tributária, ou seja, a impossibilidade originária de tributação, sobre os impostos IRPJ, CSLL, IPTU, ITR, IPVA e ITCMD, desde que atendam aos requisitos previstos na Constituição Federal e na legislação específica. Esses requisitos incluem: não distribuir lucros ou dividendos aos seus associados ou dirigentes; aplicar integralmente os seus recursos na manutenção e no desenvolvimento dos seus objetivos sociais; manter escrituração contábil regular; e prestar contas à sociedade sobre as suas atividades. A imunidade tributária visa reconhecer e incentivar o papel dessas entidades na promoção da assistência social, da educação, da saúde, da cultura, do meio ambiente e de outros interesses coletivos.

    • Empresas do Simples Nacional e MEI: podem optar por um regime especial de tributação que unifica o pagamento de oito impostos (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, ICMS, ISS e CPP) em uma única guia, com alíquotas diferenciadas e progressivas, conforme o faturamento e a atividade exercida. O Simples Nacional é destinado às microempresas (ME) e às empresas de pequeno porte (EPP) que tenham receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões. Já o MEI é destinado aos microempreendedores individuais que tenham receita bruta anual de até R$ 81 mil. Esses regimes visam simplificar e reduzir a carga tributária das pequenas empresas e dos empreendedores individuais, que são responsáveis por grande parte da geração de emprego e renda no país.

    • Empresas que aderem a programas especiais: como o Empresa Cidadã, que concede isenção do IRPJ e da CSLL sobre os valores pagos aos empregados em licença-maternidade ou paternidade; o Mais Leite Saudável, que concede crédito presumido de PIS e COFINS sobre a receita bruta da venda de leite; o RET incorporações, que permite o recolhimento unificado de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS sobre a receita mensal das incorporações imobiliárias; entre outros. Esses programas são criados para estimular determinados setores ou atividades econômicas que sejam considerados estratégicos ou prioritários para o desenvolvimento nacional. Para aderir aos programas especiais, as empresas devem cumprir os requisitos e as condições estabelecidos pela legislação específica de cada um.

    Esses são apenas alguns exemplos de setores que têm isenção de imposto no Brasil. Existem muitos outros benefícios fiscais que podem ser consultados no site da Receita Federal ou em outras fontes confiáveis. Vale ressaltar que os benefícios fiscais estão sujeitos a alterações legislativas e devem ser observados com cautela pelos contribuintes.

  • Como a inteligência artificial está mudando o mercado de trabalho

    Como a inteligência artificial está mudando o mercado de trabalho

    A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nossas vidas, seja nos assistentes virtuais, nos carros autônomos ou nos robôs industriais.

    Mas como essa tecnologia está afetando o mercado de trabalho? Será que a IA vai substituir os humanos ou criar novas oportunidades?

    Um relatório do banco Goldman Sachs estima que a IA poderia substituir cerca de 300 milhões de empregos em tempo integral até 2030, principalmente nas áreas de manufatura, transporte e varejo. Por outro lado, a IA também poderia gerar novos empregos, aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos serviços.

    Um exemplo de como a IA está transformando o trabalho é o caso da IKEA, a gigante sueca de móveis. A empresa capacitou 8,5 mil funcionários de call centers como consultores de design, usando uma IA chamada Billie para atender as chamadas dos clientes. Billie é capaz de entender as necessidades dos clientes, sugerir produtos e até criar projetos em 3D. Assim, os funcionários humanos podem se concentrar em oferecer um atendimento personalizado e criativo.

    No entanto, nem todos os trabalhadores estão otimistas com a IA. Uma pesquisa da PwC revelou que 37% dos trabalhadores estão preocupados com a possibilidade de perderem seus empregos para a IA nos próximos cinco anos. Esse medo é maior entre os trabalhadores da linha de frente, que usam menos a tecnologia e têm menos qualificação.

    Para evitar esse cenário, é preciso investir em educação e capacitação dos trabalhadores para que eles possam se adaptar às mudanças e se beneficiar da IA. Além disso, é importante que a IA seja usada de forma ética e responsável, respeitando os direitos humanos e a diversidade.

    O futuro do trabalho pode ser uma parceria entre humanos e máquinas, onde cada um contribui com suas habilidades e competências. A IA pode oferecer acesso rápido ao conteúdo liderado por humanos, como redações, dublagens, músicas e vídeos. Os humanos podem oferecer criatividade, empatia, senso crítico e valores. Juntos, eles podem criar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios do século XXI.

    Mas como essa tecnologia está afetando o mercado de trabalho? Será que a IA vai substituir os humanos ou criar novas oportunidades?

    Um relatório do banco Goldman Sachs estima que a IA poderia substituir cerca de 300 milhões de empregos em tempo integral até 2030, principalmente nas áreas de manufatura, transporte e varejo. Por outro lado, a IA também poderia gerar novos empregos, aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos serviços.

    Um exemplo de como a IA está transformando o trabalho é o caso da IKEA, a gigante sueca de móveis. A empresa capacitou 8,5 mil funcionários de call centers como consultores de design, usando uma IA chamada Billie para atender as chamadas dos clientes. Billie é capaz de entender as necessidades dos clientes, sugerir produtos e até criar projetos em 3D. Assim, os funcionários humanos podem se concentrar em oferecer um atendimento personalizado e criativo.

    No entanto, nem todos os trabalhadores estão otimistas com a IA. Uma pesquisa da PwC revelou que 37% dos trabalhadores estão preocupados com a possibilidade de perderem seus empregos para a IA nos próximos cinco anos. Esse medo é maior entre os trabalhadores da linha de frente, que usam menos a tecnologia e têm menos qualificação.

    Para evitar esse cenário, é preciso investir em educação e capacitação dos trabalhadores para que eles possam se adaptar às mudanças e se beneficiar da IA. Além disso, é importante que a IA seja usada de forma ética e responsável, respeitando os direitos humanos e a diversidade.

    O futuro do trabalho pode ser uma parceria entre humanos e máquinas, onde cada um contribui com suas habilidades e competências. A IA pode oferecer acesso rápido ao conteúdo liderado por humanos, como redações, dublagens, músicas e vídeos. Os humanos podem oferecer criatividade, empatia, senso crítico e valores. Juntos, eles podem criar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios do século XXI.

  • Novo caso de HIV ligado a tratamento facial de “vampiro” em spa

    Novo caso de HIV ligado a tratamento facial de “vampiro” em spa

    Um novo caso de HIV foi associado a um tratamento facial de “vampiro” em um spa de Albuquerque que fechou em 2018 por práticas inseguras. O Departamento de Saúde do Novo México reabriu sua investigação sobre o spa e recomenda que ex-clientes que receberam serviços relacionados a injeções sejam testados para HIV, hepatite B e hepatite…

    O tratamento facial de “vampiro” envolve a injeção de plasma na pele do rosto usando uma ferramenta chamada caneta de microagulhamento. O plasma é extraído do sangue do próprio cliente, que supostamente estimula a produção de colágeno e rejuvenesce a pele. No entanto, as infecções podem ocorrer se as pontas ou seringas de microagulhamento forem reutilizadas, ou se o sangue de outro paciente for usado para realizar o tratamento facial.

    O spa, chamado VIP Spa, fechou em 2018 após uma inspeção estadual encontrar práticas inseguras que poderiam espalhar infecções transmitidas pelo sangue aos clientes. O proprietário do spa, Maria Ruiz, se declarou culpado de cinco acusações criminais de praticar medicina sem licença em junho de 2022. Ela foi condenada a três anos de liberdade condicional e uma multa de US$ 5.000.

    O Departamento de Saúde do Novo México informou que até agora dois casos de HIV foram confirmados entre os ex-clientes do spa. O departamento está oferecendo testes gratuitos e confidenciais para qualquer pessoa que tenha recebido serviços relacionados a injeções no spa entre maio e setembro de 2018.

    O departamento também alertou sobre os riscos potenciais dos tratamentos faciais de “vampiro” e outros procedimentos estéticos que envolvem injeções. Eles aconselham os consumidores a verificar as credenciais dos profissionais que realizam esses serviços e garantir que eles sigam as normas de higiene e segurança.

    O tratamento facial de “vampiro” envolve a injeção de plasma na pele do rosto usando uma ferramenta chamada caneta de microagulhamento. O plasma é extraído do sangue do próprio cliente, que supostamente estimula a produção de colágeno e rejuvenesce a pele. No entanto, as infecções podem ocorrer se as pontas ou seringas de microagulhamento forem reutilizadas, ou se o sangue de outro paciente for usado para realizar o tratamento facial.

    O spa, chamado VIP Spa, fechou em 2018 após uma inspeção estadual encontrar práticas inseguras que poderiam espalhar infecções transmitidas pelo sangue aos clientes. O proprietário do spa, Maria Ruiz, se declarou culpado de cinco acusações criminais de praticar medicina sem licença em junho de 2022. Ela foi condenada a três anos de liberdade condicional e uma multa de US$ 5.000.

    O Departamento de Saúde do Novo México informou que até agora dois casos de HIV foram confirmados entre os ex-clientes do spa. O departamento está oferecendo testes gratuitos e confidenciais para qualquer pessoa que tenha recebido serviços relacionados a injeções no spa entre maio e setembro de 2018.

    O departamento também alertou sobre os riscos potenciais dos tratamentos faciais de “vampiro” e outros procedimentos estéticos que envolvem injeções. Eles aconselham os consumidores a verificar as credenciais dos profissionais que realizam esses serviços e garantir que eles sigam as normas de higiene e segurança.

  • A síndrome que faz as pessoas acreditarem que estão mortas

    A síndrome que faz as pessoas acreditarem que estão mortas

    Imagine que você acorda um dia e sente que não está mais vivo. Você olha no espelho e vê um cadáver. Você não sente fome, sede ou dor. Você acha que o mundo ao seu redor é uma ilusão. Você pensa que não tem mais sentido viver.

    Você está sofrendo da síndrome de Cotard.

    A síndrome de Cotard é um raro distúrbio neuropsiquiátrico em que a pessoa acredita que está morta, que não existe ou que o mundo não existe. A condição foi descrita em 1880 por Jules Cotard, um neurologista e psiquiatra francês. Ele relatou o caso de uma mulher chamada Mademoiselle X, que negava a existência de Deus, do diabo, de várias partes do seu corpo e da sua necessidade de se alimentar. Ela afirmava ser eternamente condenada e queria ser queimada viva.

    Os pacientes com síndrome de Cotard podem ter outras alucinações e delírios, como acreditar que foram substituídos por impostores, que seus órgãos internos estão sendo comidos por vermes ou que seu cérebro está apodrecendo. Eles podem se isolar socialmente, negligenciar sua higiene pessoal, tentar suicídio ou até mesmo mutilar-se. Alguns casos extremos envolvem pacientes que se enterram vivos ou se expõem ao frio intenso para confirmar sua morte.

    A síndrome de Cotard pode estar associada a vários transtornos neurológicos e psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, epilepsia e lesões cerebrais. Algumas pesquisas sugerem que há uma alteração na atividade cerebral dos pacientes com síndrome de Cotard, especialmente nas áreas relacionadas à percepção do próprio corpo, à emoção e à memória. Por exemplo, um estudo de 2010 mostrou que um paciente com síndrome de Cotard tinha uma redução no fluxo sanguíneo na região frontal do cérebro, responsável pelo raciocínio e pela tomada de decisões.

    Não há um critério específico para o diagnóstico da síndrome de Cotard, e o tratamento geralmente envolve psicoterapia, medicamentos ou eletroconvulsoterapia. A psicoterapia visa ajudar o paciente a reconhecer e questionar seus pensamentos irracionais e a recuperar sua autoestima e seu senso de realidade. Os medicamentos podem incluir antidepressivos, antipsicóticos ou estabilizadores de humor. A eletroconvulsoterapia consiste em aplicar uma corrente elétrica no cérebro do paciente para induzir uma convulsão controlada, que pode aliviar os sintomas depressivos e psicóticos.

    A síndrome de Cotard é uma das muitas condições neurológicas que nos mostram o quanto ainda desconhecemos sobre o funcionamento do nosso cérebro. Ela nos faz questionar como podemos ter certeza da nossa própria existência e da realidade que nos cerca. Ela também nos lembra da importância de cuidarmos da nossa saúde mental e de buscarmos ajuda profissional quando necessário.

    Você está sofrendo da síndrome de Cotard.

    A síndrome de Cotard é um raro distúrbio neuropsiquiátrico em que a pessoa acredita que está morta, que não existe ou que o mundo não existe. A condição foi descrita em 1880 por Jules Cotard, um neurologista e psiquiatra francês. Ele relatou o caso de uma mulher chamada Mademoiselle X, que negava a existência de Deus, do diabo, de várias partes do seu corpo e da sua necessidade de se alimentar. Ela afirmava ser eternamente condenada e queria ser queimada viva.

    Os pacientes com síndrome de Cotard podem ter outras alucinações e delírios, como acreditar que foram substituídos por impostores, que seus órgãos internos estão sendo comidos por vermes ou que seu cérebro está apodrecendo. Eles podem se isolar socialmente, negligenciar sua higiene pessoal, tentar suicídio ou até mesmo mutilar-se. Alguns casos extremos envolvem pacientes que se enterram vivos ou se expõem ao frio intenso para confirmar sua morte.

    A síndrome de Cotard pode estar associada a vários transtornos neurológicos e psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, epilepsia e lesões cerebrais. Algumas pesquisas sugerem que há uma alteração na atividade cerebral dos pacientes com síndrome de Cotard, especialmente nas áreas relacionadas à percepção do próprio corpo, à emoção e à memória. Por exemplo, um estudo de 2010 mostrou que um paciente com síndrome de Cotard tinha uma redução no fluxo sanguíneo na região frontal do cérebro, responsável pelo raciocínio e pela tomada de decisões.

    Não há um critério específico para o diagnóstico da síndrome de Cotard, e o tratamento geralmente envolve psicoterapia, medicamentos ou eletroconvulsoterapia. A psicoterapia visa ajudar o paciente a reconhecer e questionar seus pensamentos irracionais e a recuperar sua autoestima e seu senso de realidade. Os medicamentos podem incluir antidepressivos, antipsicóticos ou estabilizadores de humor. A eletroconvulsoterapia consiste em aplicar uma corrente elétrica no cérebro do paciente para induzir uma convulsão controlada, que pode aliviar os sintomas depressivos e psicóticos.

    A síndrome de Cotard é uma das muitas condições neurológicas que nos mostram o quanto ainda desconhecemos sobre o funcionamento do nosso cérebro. Ela nos faz questionar como podemos ter certeza da nossa própria existência e da realidade que nos cerca. Ela também nos lembra da importância de cuidarmos da nossa saúde mental e de buscarmos ajuda profissional quando necessário.

  • Fiocruz amplia parceria com AstraZeneca para outras áreas de saúde

    Fiocruz amplia parceria com AstraZeneca para outras áreas de saúde

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a empresa farmacêutica AstraZeneca assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) para discutir a formação de colaborações em outras áreas de inovação em saúde, além da vacina contra a Covid-19.

    O documento foi assinado no dia 5 de julho de 2023, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes das duas instituições e da Embaixada do Reino Unido.

    O objetivo é explorar possibilidades de cooperação em oncologia e doenças raras, entre outras.

    A Fiocruz também recebeu a visita de empresários chineses do setor de biotecnologia, vacinas e diagnósticos, e assinou outro MdE com a Ceibs Association of Healthcare Alumni (CAHA), uma entidade que visa promover o desenvolvimento sustentável em saúde.

    Fonte: Link.

    O documento foi assinado no dia 5 de julho de 2023, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes das duas instituições e da Embaixada do Reino Unido.

    O objetivo é explorar possibilidades de cooperação em oncologia e doenças raras, entre outras.

    A Fiocruz também recebeu a visita de empresários chineses do setor de biotecnologia, vacinas e diagnósticos, e assinou outro MdE com a Ceibs Association of Healthcare Alumni (CAHA), uma entidade que visa promover o desenvolvimento sustentável em saúde.

    Fonte: Link.

  • Famosos que perderam dinheiro com criptomoedas: uma história de ganância e ilusão

    Famosos que perderam dinheiro com criptomoedas: uma história de ganância e ilusão

    As criptomoedas são um fenômeno que atraiu a atenção de muitas pessoas nos últimos anos, especialmente as celebridades. Muitos famosos se envolveram com projetos, empresas e moedas digitais, buscando lucrar com a alta volatilidade e o potencial de inovação desse mercado.

    No entanto, nem tudo são flores no mundo cripto. Alguns famosos acabaram perdendo muito dinheiro com investimentos mal feitos, fraudes ou quedas bruscas de preços. Veja alguns casos:

    • Gisele Bündchen e Tom Brady: O ex-casal de supermodelos e astro do futebol americano recebeu cerca de R$ 233 milhões em ações da FTX, uma das gigantes das criptomoedas, em 2021. Eles se tornaram embaixadores da corretora e fizeram propaganda da segurança e confiabilidade da empresa. Porém, em novembro de 2022, a FTX pediu falência e seu fundador, Sam Bankman-Fried, foi acusado de fraude. As ações da FTX se tornaram sem valor e Brady e Bündchen foram processados por clientes que se sentiram lesados pela corretora. Além disso, eles tiveram que pagar impostos sobre as ações recebidas, mesmo sem terem vendido ou lucrado com elas.

    • Kim Kardashian: A socialite e empresária foi multada em US$ 1,26 milhão pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por não fazer divulgações adequadas quando endossou o token EthereumMax em junho de 2021. Ela publicou em seu Instagram uma propaganda do token, que prometia ser uma versão melhorada do Ethereum, para seus mais de 200 milhões de seguidores. Porém, o token se revelou um esquema fraudulento que roubou milhões de dólares dos investidores. A SEC considerou que Kardashian violou as leis ao não informar que recebeu uma compensação pelo post e ao não alertar sobre os riscos do investimento.

    • Leandro Narloch: O jornalista e escritor foi um dos prejudicados pelo escândalo da Atlas Quantum, uma empresa brasileira que prometia rendimentos acima do mercado com arbitragem de criptomoedas. Narloch contou em um podcast que investiu na Atlas em 2018 e chegou a lucrar muito dinheiro com o negócio. Porém, em 2019, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) de operar no país por suspeita de pirâmide financeira. Desde então, os clientes da Atlas não conseguem sacar seus saldos em criptomoedas e estão na Justiça para tentar reaver seus valores.

    Esses são apenas alguns exemplos de famosos que perderam dinheiro com criptomoedas. Eles mostram que esse mercado é arriscado e exige cautela e conhecimento antes de investir. As criptomoedas podem oferecer oportunidades de ganhos, mas também podem trazer prejuízos e decepções.

    No entanto, nem tudo são flores no mundo cripto. Alguns famosos acabaram perdendo muito dinheiro com investimentos mal feitos, fraudes ou quedas bruscas de preços. Veja alguns casos:

    • Gisele Bündchen e Tom Brady: O ex-casal de supermodelos e astro do futebol americano recebeu cerca de R$ 233 milhões em ações da FTX, uma das gigantes das criptomoedas, em 2021. Eles se tornaram embaixadores da corretora e fizeram propaganda da segurança e confiabilidade da empresa. Porém, em novembro de 2022, a FTX pediu falência e seu fundador, Sam Bankman-Fried, foi acusado de fraude. As ações da FTX se tornaram sem valor e Brady e Bündchen foram processados por clientes que se sentiram lesados pela corretora. Além disso, eles tiveram que pagar impostos sobre as ações recebidas, mesmo sem terem vendido ou lucrado com elas.

    • Kim Kardashian: A socialite e empresária foi multada em US$ 1,26 milhão pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por não fazer divulgações adequadas quando endossou o token EthereumMax em junho de 2021. Ela publicou em seu Instagram uma propaganda do token, que prometia ser uma versão melhorada do Ethereum, para seus mais de 200 milhões de seguidores. Porém, o token se revelou um esquema fraudulento que roubou milhões de dólares dos investidores. A SEC considerou que Kardashian violou as leis ao não informar que recebeu uma compensação pelo post e ao não alertar sobre os riscos do investimento.

    • Leandro Narloch: O jornalista e escritor foi um dos prejudicados pelo escândalo da Atlas Quantum, uma empresa brasileira que prometia rendimentos acima do mercado com arbitragem de criptomoedas. Narloch contou em um podcast que investiu na Atlas em 2018 e chegou a lucrar muito dinheiro com o negócio. Porém, em 2019, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) de operar no país por suspeita de pirâmide financeira. Desde então, os clientes da Atlas não conseguem sacar seus saldos em criptomoedas e estão na Justiça para tentar reaver seus valores.

    Esses são apenas alguns exemplos de famosos que perderam dinheiro com criptomoedas. Eles mostram que esse mercado é arriscado e exige cautela e conhecimento antes de investir. As criptomoedas podem oferecer oportunidades de ganhos, mas também podem trazer prejuízos e decepções.

  • Como prevenir o infarto, a doença que cresceu 150% no Brasil em 14 anos

    Como prevenir o infarto, a doença que cresceu 150% no Brasil em 14 anos

    O infarto, também chamado de ataque cardíaco ou infarto agudo do miocárdio, é uma emergência médica que ocorre quando o fluxo de sangue para o coração é interrompido por um bloqueio nas artérias coronárias.

    Isso causa a morte das células cardíacas e pode levar à insuficiência cardíaca ou à parada cardiorrespiratória.

    O infarto é uma das principais manifestações das doenças cardiovasculares, que são a maior causa de morte no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 17,9 milhões de pessoas morrem por ano por essas doenças, sendo que 85% dessas mortes são por infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

    No Brasil, o número de internações por infarto aumentou mais de 150% entre 2008 e 2022, segundo um estudo do Instituto Nacional de Cardiologia (INC). O estudo analisou os dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e constatou que em 2008 foram registradas 79.573 internações por infarto, enquanto em 2022 foram 203.504.

    Os pesquisadores atribuem esse aumento ao envelhecimento da população, à obesidade e ao frio. O envelhecimento aumenta o risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, que são fatores de risco para o infarto. A obesidade também contribui para o desenvolvimento dessas doenças e para a inflamação das artérias. O frio favorece a formação de trombos nas artérias, que podem se soltar e obstruir o fluxo sanguíneo para o coração.

    O estudo também revelou que a taxa de mortalidade por infarto no Brasil é de 9%, o que significa que a cada dez pessoas que sofrem um infarto, uma morre. Essa taxa é considerada alta em comparação com outros países, como os Estados Unidos, onde é de 4%. Uma das razões para essa diferença é o tempo de atendimento aos pacientes. Quanto mais rápido for o diagnóstico e o tratamento do infarto, maiores são as chances de sobrevivência e recuperação.

    O infarto é uma doença grave, mas pode ser prevenida com hábitos saudáveis. A OMS recomenda praticar pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, manter uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e grãos integrais, evitar o consumo excessivo de sal, açúcar e gorduras saturadas, não fumar e limitar o consumo de álcool. Além disso, é importante fazer exames periódicos para controlar a pressão arterial, o colesterol e o açúcar no sangue.

    Se você sentir dor ou desconforto no peito, que pode se irradiar para o braço esquerdo, o pescoço ou a mandíbula, falta de ar, suor frio, náusea ou tontura, procure atendimento médico imediatamente. Esses são os sintomas mais comuns do infarto e podem indicar que seu coração está em perigo.

    Isso causa a morte das células cardíacas e pode levar à insuficiência cardíaca ou à parada cardiorrespiratória.

    O infarto é uma das principais manifestações das doenças cardiovasculares, que são a maior causa de morte no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 17,9 milhões de pessoas morrem por ano por essas doenças, sendo que 85% dessas mortes são por infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

    No Brasil, o número de internações por infarto aumentou mais de 150% entre 2008 e 2022, segundo um estudo do Instituto Nacional de Cardiologia (INC). O estudo analisou os dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e constatou que em 2008 foram registradas 79.573 internações por infarto, enquanto em 2022 foram 203.504.

    Os pesquisadores atribuem esse aumento ao envelhecimento da população, à obesidade e ao frio. O envelhecimento aumenta o risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, que são fatores de risco para o infarto. A obesidade também contribui para o desenvolvimento dessas doenças e para a inflamação das artérias. O frio favorece a formação de trombos nas artérias, que podem se soltar e obstruir o fluxo sanguíneo para o coração.

    O estudo também revelou que a taxa de mortalidade por infarto no Brasil é de 9%, o que significa que a cada dez pessoas que sofrem um infarto, uma morre. Essa taxa é considerada alta em comparação com outros países, como os Estados Unidos, onde é de 4%. Uma das razões para essa diferença é o tempo de atendimento aos pacientes. Quanto mais rápido for o diagnóstico e o tratamento do infarto, maiores são as chances de sobrevivência e recuperação.

    O infarto é uma doença grave, mas pode ser prevenida com hábitos saudáveis. A OMS recomenda praticar pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, manter uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e grãos integrais, evitar o consumo excessivo de sal, açúcar e gorduras saturadas, não fumar e limitar o consumo de álcool. Além disso, é importante fazer exames periódicos para controlar a pressão arterial, o colesterol e o açúcar no sangue.

    Se você sentir dor ou desconforto no peito, que pode se irradiar para o braço esquerdo, o pescoço ou a mandíbula, falta de ar, suor frio, náusea ou tontura, procure atendimento médico imediatamente. Esses são os sintomas mais comuns do infarto e podem indicar que seu coração está em perigo.