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  • iPhone SE e Apple Watch SE: o que são, quais são as diferenças e por que você deveria comprar

    iPhone SE e Apple Watch SE: o que são, quais são as diferenças e por que você deveria comprar

    Você já deve ter visto ou ouvido falar dos modelos SE da Apple, tanto para o iPhone quanto para o Apple Watch.

    Mas você sabe o que significa essa sigla e quais são as diferenças entre esses aparelhos e os outros da mesma marca? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre os modelos SE da Apple.

    O que significa SE?

    SE significa “Special Edition” (Edição Especial) e indica que são modelos com um bom custo-benefício, mas sem alguns recursos dos modelos mais avançados. Segundo a Apple, a ideia de lançar um celular e um relógio potentes com tamanho reduzido foi uma demanda dos próprios usuários.

    Quais são os modelos SE da Apple?

    Atualmente, existem dois modelos SE da Apple: o iPhone SE e o Apple Watch SE. O iPhone SE foi lançado em 2016 e teve uma segunda geração em 2020. O Apple Watch SE foi lançado em 2020 junto com o Apple Watch Series 6.

    Quais são as características do iPhone SE?

    O iPhone SE é um smartphone que tem o design do iPhone 8, mas com o processador do iPhone 12. Ele tem uma tela de 4,7 polegadas, uma câmera traseira de 12 megapixels, uma câmera frontal de 7 megapixels, um botão de início com Touch ID e uma bateria de 1.821 mAh. Ele não tem Face ID, nem câmera dupla ou tripla, nem carregamento sem fio.

    O iPhone SE é uma opção para quem quer um celular da Apple com um preço mais acessível e um tamanho mais compacto. Ele custa a partir de R$ 3.699 no Brasil e está disponível nas cores preto, branco e vermelho.

    Quais são as características do Apple Watch SE?

    O Apple Watch SE é um relógio inteligente que tem o design do Apple Watch Series 4, mas com o processador do Apple Watch Series 5. Ele tem uma tela de 1,57 ou 1,78 polegadas, dependendo do tamanho da caixa, que pode ser de 40 ou 44 mm. Ele tem sensores de frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio e altímetro. Ele não tem sensor de oxigênio no sangue, nem eletrocardiograma, nem tela sempre ligada.

    O Apple Watch SE é uma opção para quem quer um relógio da Apple com um preço mais acessível e um desempenho satisfatório. Ele custa a partir de R$ 3.799 no Brasil e está disponível nas cores prata, cinza-espacial e dourado.

    Os modelos SE da Apple são alternativas interessantes para quem quer ter um produto da marca sem gastar muito. Eles oferecem um bom desempenho, mas não têm alguns recursos dos modelos mais avançados. Se você não se importa com essas limitações, pode considerar comprar um iPhone SE ou um Apple Watch SE.

    Mas você sabe o que significa essa sigla e quais são as diferenças entre esses aparelhos e os outros da mesma marca? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre os modelos SE da Apple.

    O que significa SE?

    SE significa “Special Edition” (Edição Especial) e indica que são modelos com um bom custo-benefício, mas sem alguns recursos dos modelos mais avançados. Segundo a Apple, a ideia de lançar um celular e um relógio potentes com tamanho reduzido foi uma demanda dos próprios usuários.

    Quais são os modelos SE da Apple?

    Atualmente, existem dois modelos SE da Apple: o iPhone SE e o Apple Watch SE. O iPhone SE foi lançado em 2016 e teve uma segunda geração em 2020. O Apple Watch SE foi lançado em 2020 junto com o Apple Watch Series 6.

    Quais são as características do iPhone SE?

    O iPhone SE é um smartphone que tem o design do iPhone 8, mas com o processador do iPhone 12. Ele tem uma tela de 4,7 polegadas, uma câmera traseira de 12 megapixels, uma câmera frontal de 7 megapixels, um botão de início com Touch ID e uma bateria de 1.821 mAh. Ele não tem Face ID, nem câmera dupla ou tripla, nem carregamento sem fio.

    O iPhone SE é uma opção para quem quer um celular da Apple com um preço mais acessível e um tamanho mais compacto. Ele custa a partir de R$ 3.699 no Brasil e está disponível nas cores preto, branco e vermelho.

    Quais são as características do Apple Watch SE?

    O Apple Watch SE é um relógio inteligente que tem o design do Apple Watch Series 4, mas com o processador do Apple Watch Series 5. Ele tem uma tela de 1,57 ou 1,78 polegadas, dependendo do tamanho da caixa, que pode ser de 40 ou 44 mm. Ele tem sensores de frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio e altímetro. Ele não tem sensor de oxigênio no sangue, nem eletrocardiograma, nem tela sempre ligada.

    O Apple Watch SE é uma opção para quem quer um relógio da Apple com um preço mais acessível e um desempenho satisfatório. Ele custa a partir de R$ 3.799 no Brasil e está disponível nas cores prata, cinza-espacial e dourado.

    Os modelos SE da Apple são alternativas interessantes para quem quer ter um produto da marca sem gastar muito. Eles oferecem um bom desempenho, mas não têm alguns recursos dos modelos mais avançados. Se você não se importa com essas limitações, pode considerar comprar um iPhone SE ou um Apple Watch SE.

  • Pluto TV: o que é e como funciona o serviço de streaming gratuito

    Pluto TV: o que é e como funciona o serviço de streaming gratuito

    Você já imaginou assistir a TV ao vivo e a filmes e séries on demand sem pagar nada?

    Essa é a proposta do Pluto TV, um serviço de streaming gratuito que chegou ao Brasil em dezembro de 2020. Neste artigo, vamos explicar o que é o Pluto TV, como ele funciona e quais são os seus principais atrativos.

    O que é o Pluto TV?

    Pluto TV é um serviço de streaming gratuito que oferece mais de 40 canais de TV ao vivo e milhares de filmes e programas de TV on demand. O Pluto TV pertence à ViacomCBS, uma das maiores empresas de mídia do mundo, dona de marcas como MTV, Nickelodeon, Comedy Central, Paramount e CBS.

    O Pluto TV foi lançado nos Estados Unidos em 2014 e desde então se expandiu para vários países, como Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, México e Argentina. No Brasil, o Pluto TV chegou em dezembro de 2020 com uma grade de programação variada e adaptada ao público brasileiro.

    Como funciona o Pluto TV?

    Para usar o Pluto TV, você não precisa de uma assinatura nem de um registro. Basta entrar no site [1] ou baixar o aplicativo para o seu dispositivo preferido. O Pluto TV está disponível para smart TVs (Samsung, LG, Sony, Philips), computadores (Windows, Mac, Linux), smartphones e tablets (Android, iOS), consoles (Xbox One, Xbox Series X/S, PlayStation 4) e dispositivos de streaming (Chromecast, Roku, Amazon Fire TV).

    Ao acessar o Pluto TV, você pode escolher entre assistir aos canais ao vivo ou aos filmes e programas on demand. Os canais ao vivo são organizados por categorias, como filmes, séries, esportes, notícias, música, infantil, entretenimento e variedades. Os filmes e programas on demand são divididos por gêneros, como ação, comédia, drama, terror, documentário e muito mais.

    O Pluto TV tem conteúdo para todos os gostos e idades. Você pode assistir a filmes clássicos e recentes, como Titanic, O Poderoso Chefão, Forrest Gump e Missão Impossível. Você também pode acompanhar séries famosas e originais, como Star Trek, CSI, Narcos e The Walking Dead. Além disso, você pode se divertir com programas de humor, reality shows, desenhos animados e muito mais.

    Quais são os atrativos do Pluto TV?

    O Pluto TV tem vários atrativos que o diferenciam de outros serviços de streaming. O primeiro e mais óbvio é que ele é totalmente gratuito. Você não precisa pagar nada para assistir a todo o conteúdo disponível no Pluto TV. Você só precisa ter uma conexão à internet estável e um dispositivo compatível.

    O segundo atrativo é que o Pluto TV tem uma programação diversificada e atualizada. Você pode encontrar conteúdo de qualidade e para todos os públicos no Pluto TV. Você pode assistir a filmes e séries premiados, esportes ao vivo, notícias em tempo real, música para todos os gostos e muito mais. Você também pode descobrir novidades e lançamentos exclusivos no Pluto TV.

    O terceiro atrativo é que o Pluto TV é fácil de usar e personalizar. Você pode navegar pelo menu do Pluto TV de forma simples e intuitiva. Você também pode criar uma lista de favoritos para acessar rapidamente os canais e os filmes que você mais gosta. Você também pode ajustar as configurações de áudio e legendas de acordo com a sua preferência.

    O quarto atrativo é que o Pluto TV é compatível com vários dispositivos e plataformas. Você pode assistir ao Pluto TV na tela grande da sua smart TV ou no seu computador. Você também pode assistir ao Pluto TV no seu smartphone ou tablet quando estiver fora de casa. Você também pode transmitir o Pluto TV para outros dispositivos usando o Chromecast ou outros aparelhos similares.

    Como você pode ver, o Pluto TV é um serviço de streaming gratuito que oferece muitas vantagens para os seus usuários. Se você quer assistir a TV ao vivo e a filmes e programas on demand sem pagar nada, experimente o Pluto TV.

    Essa é a proposta do Pluto TV, um serviço de streaming gratuito que chegou ao Brasil em dezembro de 2020. Neste artigo, vamos explicar o que é o Pluto TV, como ele funciona e quais são os seus principais atrativos.

    O que é o Pluto TV?

    Pluto TV é um serviço de streaming gratuito que oferece mais de 40 canais de TV ao vivo e milhares de filmes e programas de TV on demand. O Pluto TV pertence à ViacomCBS, uma das maiores empresas de mídia do mundo, dona de marcas como MTV, Nickelodeon, Comedy Central, Paramount e CBS.

    O Pluto TV foi lançado nos Estados Unidos em 2014 e desde então se expandiu para vários países, como Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, México e Argentina. No Brasil, o Pluto TV chegou em dezembro de 2020 com uma grade de programação variada e adaptada ao público brasileiro.

    Como funciona o Pluto TV?

    Para usar o Pluto TV, você não precisa de uma assinatura nem de um registro. Basta entrar no site [1] ou baixar o aplicativo para o seu dispositivo preferido. O Pluto TV está disponível para smart TVs (Samsung, LG, Sony, Philips), computadores (Windows, Mac, Linux), smartphones e tablets (Android, iOS), consoles (Xbox One, Xbox Series X/S, PlayStation 4) e dispositivos de streaming (Chromecast, Roku, Amazon Fire TV).

    Ao acessar o Pluto TV, você pode escolher entre assistir aos canais ao vivo ou aos filmes e programas on demand. Os canais ao vivo são organizados por categorias, como filmes, séries, esportes, notícias, música, infantil, entretenimento e variedades. Os filmes e programas on demand são divididos por gêneros, como ação, comédia, drama, terror, documentário e muito mais.

    O Pluto TV tem conteúdo para todos os gostos e idades. Você pode assistir a filmes clássicos e recentes, como Titanic, O Poderoso Chefão, Forrest Gump e Missão Impossível. Você também pode acompanhar séries famosas e originais, como Star Trek, CSI, Narcos e The Walking Dead. Além disso, você pode se divertir com programas de humor, reality shows, desenhos animados e muito mais.

    Quais são os atrativos do Pluto TV?

    O Pluto TV tem vários atrativos que o diferenciam de outros serviços de streaming. O primeiro e mais óbvio é que ele é totalmente gratuito. Você não precisa pagar nada para assistir a todo o conteúdo disponível no Pluto TV. Você só precisa ter uma conexão à internet estável e um dispositivo compatível.

    O segundo atrativo é que o Pluto TV tem uma programação diversificada e atualizada. Você pode encontrar conteúdo de qualidade e para todos os públicos no Pluto TV. Você pode assistir a filmes e séries premiados, esportes ao vivo, notícias em tempo real, música para todos os gostos e muito mais. Você também pode descobrir novidades e lançamentos exclusivos no Pluto TV.

    O terceiro atrativo é que o Pluto TV é fácil de usar e personalizar. Você pode navegar pelo menu do Pluto TV de forma simples e intuitiva. Você também pode criar uma lista de favoritos para acessar rapidamente os canais e os filmes que você mais gosta. Você também pode ajustar as configurações de áudio e legendas de acordo com a sua preferência.

    O quarto atrativo é que o Pluto TV é compatível com vários dispositivos e plataformas. Você pode assistir ao Pluto TV na tela grande da sua smart TV ou no seu computador. Você também pode assistir ao Pluto TV no seu smartphone ou tablet quando estiver fora de casa. Você também pode transmitir o Pluto TV para outros dispositivos usando o Chromecast ou outros aparelhos similares.

    Como você pode ver, o Pluto TV é um serviço de streaming gratuito que oferece muitas vantagens para os seus usuários. Se você quer assistir a TV ao vivo e a filmes e programas on demand sem pagar nada, experimente o Pluto TV.

  • iOS 17: saiba como instalar a nova atualização em iPhones antigos

    iOS 17: saiba como instalar a nova atualização em iPhones antigos

    A Apple anunciou recentemente o lançamento do iOS 17, a nova versão do seu sistema operacional para dispositivos móveis.

    O iOS 17 promete trazer diversas novidades e melhorias para os usuários de iPhones, iPads e iPods Touch, como um novo design, novos recursos de privacidade, melhor desempenho e mais.

    No entanto, nem todos os donos de iPhones poderão aproveitar as vantagens do iOS 17. Isso porque a Apple limitou a compatibilidade do novo sistema apenas para os aparelhos que possuem o chip A12 Bionic ou superior. Esse chip foi lançado em 2018 e equipa os modelos iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR.

    Isso significa que os modelos iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X, que possuem o chip A11 Bionic, não poderão receber a atualização para o iOS 17. Esses aparelhos foram lançados em 2017 e ainda são bastante populares entre os consumidores. Segundo uma pesquisa da Counterpoint Research, o iPhone X foi o terceiro smartphone mais vendido no mundo em 2020.

    Portanto, se você tem um desses aparelhos, infelizmente não há como instalar o iOS 17 neles. Você terá que se contentar com o iOS 16, que ainda receberá atualizações de segurança e correções de bugs por algum tempo. Ou então, você terá que trocar o seu iPhone por um modelo mais recente que suporte o iOS 17.

    Mas se você tem um iPhone mais recente que suporta o iOS 17, você pode participar do programa beta da Apple e testar o novo sistema antes do lançamento oficial. Para isso, você precisa se inscrever no site da Apple Beta Software Program e baixar o perfil de configuração do iOS 17 Beta no seu iPhone.

    Depois de baixar o perfil, você precisa ir em Configurações > Geral > Atualização de Software e tocar em “Baixar e Instalar” para iniciar o processo de instalação do iOS 17 Beta. Você pode encontrar mais detalhes sobre como instalar e desinstalar o iOS 17 Beta no seu iPhone neste link.

    Lembre-se que o iOS 17 Beta é uma versão de teste e pode conter bugs e problemas de estabilidade. Por isso, é recomendável fazer um backup dos seus dados antes de instalar o novo sistema. Além disso, você pode enviar feedbacks para a Apple sobre a sua experiência com o iOS 17 Beta através do aplicativo Feedback Assistant.

    O iOS 17 deve ser lançado oficialmente no final deste ano, provavelmente junto com os novos modelos de iPhone. Até lá, você pode experimentar as novidades do novo sistema e ajudar a Apple a melhorá-lo.

    O iOS 17 promete trazer diversas novidades e melhorias para os usuários de iPhones, iPads e iPods Touch, como um novo design, novos recursos de privacidade, melhor desempenho e mais.

    No entanto, nem todos os donos de iPhones poderão aproveitar as vantagens do iOS 17. Isso porque a Apple limitou a compatibilidade do novo sistema apenas para os aparelhos que possuem o chip A12 Bionic ou superior. Esse chip foi lançado em 2018 e equipa os modelos iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR.

    Isso significa que os modelos iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X, que possuem o chip A11 Bionic, não poderão receber a atualização para o iOS 17. Esses aparelhos foram lançados em 2017 e ainda são bastante populares entre os consumidores. Segundo uma pesquisa da Counterpoint Research, o iPhone X foi o terceiro smartphone mais vendido no mundo em 2020.

    Portanto, se você tem um desses aparelhos, infelizmente não há como instalar o iOS 17 neles. Você terá que se contentar com o iOS 16, que ainda receberá atualizações de segurança e correções de bugs por algum tempo. Ou então, você terá que trocar o seu iPhone por um modelo mais recente que suporte o iOS 17.

    Mas se você tem um iPhone mais recente que suporta o iOS 17, você pode participar do programa beta da Apple e testar o novo sistema antes do lançamento oficial. Para isso, você precisa se inscrever no site da Apple Beta Software Program e baixar o perfil de configuração do iOS 17 Beta no seu iPhone.

    Depois de baixar o perfil, você precisa ir em Configurações > Geral > Atualização de Software e tocar em “Baixar e Instalar” para iniciar o processo de instalação do iOS 17 Beta. Você pode encontrar mais detalhes sobre como instalar e desinstalar o iOS 17 Beta no seu iPhone neste link.

    Lembre-se que o iOS 17 Beta é uma versão de teste e pode conter bugs e problemas de estabilidade. Por isso, é recomendável fazer um backup dos seus dados antes de instalar o novo sistema. Além disso, você pode enviar feedbacks para a Apple sobre a sua experiência com o iOS 17 Beta através do aplicativo Feedback Assistant.

    O iOS 17 deve ser lançado oficialmente no final deste ano, provavelmente junto com os novos modelos de iPhone. Até lá, você pode experimentar as novidades do novo sistema e ajudar a Apple a melhorá-lo.

  • Apple lança novos produtos, mas enfrenta problemas na China e na Europa

    Apple lança novos produtos, mas enfrenta problemas na China e na Europa

    A Apple, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, anunciou na terça-feira uma série de novos produtos, incluindo o iPhone 15 e o Apple Watch Series 9, mas também enfrenta desafios em seus principais mercados na China e na Europa.

    O iPhone 15 é o mais recente modelo de smartphone da Apple, que promete ser mais rápido, mais resistente e mais inteligente do que seus antecessores. O aparelho tem uma tela de 6,7 polegadas, uma câmera traseira de 48 megapixels e um processador A16 Bionic, que a empresa afirma ser o mais potente do mercado. O iPhone 15 também tem um novo recurso chamado Face ID 3D, que permite desbloquear o telefone com um simples olhar, mesmo usando máscara ou óculos.

    O Apple Watch Series 9 é a nova geração de relógios inteligentes da Apple, que oferece mais funcionalidades e saúde para os usuários. O dispositivo tem um design mais fino e leve, uma bateria que dura até 18 horas e um sensor de oxigênio no sangue, que pode ajudar a detectar problemas respiratórios ou cardíacos. O Apple Watch Series 9 também tem um novo aplicativo chamado Fitness+, que oferece treinos personalizados e monitoramento de atividades físicas.

    Além do iPhone 15 e do Apple Watch Series 9, a Apple também apresentou outros produtos, como o iPad Air 5, o MacBook Air M2 e os AirPods Pro 2. Todos esses produtos estarão disponíveis para compra nas próximas semanas, com preços variando de acordo com o país e a configuração escolhida.

    No entanto, nem tudo são flores para a Apple, que enfrenta problemas em dois dos seus maiores mercados: a China e a Europa. Na China, a Apple perdeu cerca de $200 bilhões em valor de mercado após relatos de que o governo central proibiu os funcionários públicos de usar iPhones e outros telefones estrangeiros no trabalho. A medida visa proteger a segurança nacional e evitar vazamentos de informações sensíveis. A China é o segundo maior mercado da Apple, depois dos Estados Unidos, e representa cerca de 15% das suas receitas.

    Na Europa, a Apple decidiu abandonar sua conexão exclusiva de lightning para carregamento e dados, usada nos iPhones há mais de uma década. A empresa adotou o plugue USB-C, amplamente utilizado por outras marcas de celulares e exigido pela União Europeia. A mudança visa reduzir o desperdício eletrônico e facilitar a vida dos consumidores. A Europa é o terceiro maior mercado da Apple, depois dos Estados Unidos e da China, e representa cerca de 10% das suas receitas.

    A Apple é uma das empresas mais valiosas e inovadoras do mundo, mas também enfrenta uma forte concorrência de outras gigantes da tecnologia, como Samsung, Huawei e Google. A empresa precisa se adaptar às mudanças do mercado e às demandas dos consumidores para manter sua liderança e sua reputação.

    O iPhone 15 é o mais recente modelo de smartphone da Apple, que promete ser mais rápido, mais resistente e mais inteligente do que seus antecessores. O aparelho tem uma tela de 6,7 polegadas, uma câmera traseira de 48 megapixels e um processador A16 Bionic, que a empresa afirma ser o mais potente do mercado. O iPhone 15 também tem um novo recurso chamado Face ID 3D, que permite desbloquear o telefone com um simples olhar, mesmo usando máscara ou óculos.

    O Apple Watch Series 9 é a nova geração de relógios inteligentes da Apple, que oferece mais funcionalidades e saúde para os usuários. O dispositivo tem um design mais fino e leve, uma bateria que dura até 18 horas e um sensor de oxigênio no sangue, que pode ajudar a detectar problemas respiratórios ou cardíacos. O Apple Watch Series 9 também tem um novo aplicativo chamado Fitness+, que oferece treinos personalizados e monitoramento de atividades físicas.

    Além do iPhone 15 e do Apple Watch Series 9, a Apple também apresentou outros produtos, como o iPad Air 5, o MacBook Air M2 e os AirPods Pro 2. Todos esses produtos estarão disponíveis para compra nas próximas semanas, com preços variando de acordo com o país e a configuração escolhida.

    No entanto, nem tudo são flores para a Apple, que enfrenta problemas em dois dos seus maiores mercados: a China e a Europa. Na China, a Apple perdeu cerca de $200 bilhões em valor de mercado após relatos de que o governo central proibiu os funcionários públicos de usar iPhones e outros telefones estrangeiros no trabalho. A medida visa proteger a segurança nacional e evitar vazamentos de informações sensíveis. A China é o segundo maior mercado da Apple, depois dos Estados Unidos, e representa cerca de 15% das suas receitas.

    Na Europa, a Apple decidiu abandonar sua conexão exclusiva de lightning para carregamento e dados, usada nos iPhones há mais de uma década. A empresa adotou o plugue USB-C, amplamente utilizado por outras marcas de celulares e exigido pela União Europeia. A mudança visa reduzir o desperdício eletrônico e facilitar a vida dos consumidores. A Europa é o terceiro maior mercado da Apple, depois dos Estados Unidos e da China, e representa cerca de 10% das suas receitas.

    A Apple é uma das empresas mais valiosas e inovadoras do mundo, mas também enfrenta uma forte concorrência de outras gigantes da tecnologia, como Samsung, Huawei e Google. A empresa precisa se adaptar às mudanças do mercado e às demandas dos consumidores para manter sua liderança e sua reputação.

  • Estudo usa técnica não invasiva para avaliar a rede auditivo-linguística em crianças com perda auditiva

    Estudo usa técnica não invasiva para avaliar a rede auditivo-linguística em crianças com perda auditiva

    Uma nova técnica de neuroimagem pode ajudar os médicos a escolher o melhor tratamento para crianças com perda auditiva profunda, de acordo com um estudo publicado na revista Scientific Reports.

    Os pesquisadores desenvolveram um método não invasivo para mapear a via auditiva humana, que é responsável por processar os sons que chegam aos nossos ouvidos.

    A perda auditiva sensorioneural (SNHL) é um tipo de perda auditiva que ocorre quando as células ciliadas da cóclea ou o nervo auditivo são danificados. A SNHL pode ser congênita, ou seja, presente desde o nascimento, ou adquirida ao longo da vida. A SNHL congênita tem aumentado em prevalência nas últimas duas décadas, afetando cerca de 1 em cada 1000 recém-nascidos.

    Os tratamentos primários para a SNHL profunda são a implantação coclear e a implantação no tronco cerebral auditivo, que consistem em dispositivos eletrônicos que estimulam a cóclea ou o núcleo coclear, respectivamente. Esses tratamentos podem restaurar parcialmente a audição e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, nem todos os pacientes se beneficiam igualmente desses tratamentos, e alguns fatores podem influenciar o resultado da cirurgia.

    Um desses fatores é a condição do nervo coclear e do ouvido interno, que podem apresentar malformações ou deficiências em alguns casos de SNHL congênita. Essas anomalias podem afetar negativamente o desenvolvimento da rede auditivo-linguística, que é essencial para a compreensão e produção da fala. Por isso, é importante avaliar a integridade da via auditiva central antes de decidir o tipo de implante mais adequado para cada paciente.

    O estudo investigou as vias auditiva e linguística em 23 crianças com menos de seis anos, sendo 10 com audição normal e 13 com SNHL profunda. Os pesquisadores usaram técnicas de neuroimagem avançadas para segmentar, rastrear e analisar as fibras nervosas nas vias auditiva e linguística. Eles observaram uma menor densidade de fibras nervosas nas crianças com SNHL profunda, especialmente na via auditiva inferior central e na via linguística esquerda. Eles também sugerem que a via linguística é mais sensível às malformações do ouvido interno e/ou às deficiências do nervo coclear do que a via auditiva central.

    Os resultados do estudo podem contribuir para o diagnóstico precoce e o planejamento cirúrgico dos pacientes com SNHL profunda. Além disso, podem auxiliar na reabilitação pós-operatória, monitorando o progresso dos pacientes e adaptando as intervenções terapêuticas às suas necessidades individuais.

    Os pesquisadores desenvolveram um método não invasivo para mapear a via auditiva humana, que é responsável por processar os sons que chegam aos nossos ouvidos.

    A perda auditiva sensorioneural (SNHL) é um tipo de perda auditiva que ocorre quando as células ciliadas da cóclea ou o nervo auditivo são danificados. A SNHL pode ser congênita, ou seja, presente desde o nascimento, ou adquirida ao longo da vida. A SNHL congênita tem aumentado em prevalência nas últimas duas décadas, afetando cerca de 1 em cada 1000 recém-nascidos.

    Os tratamentos primários para a SNHL profunda são a implantação coclear e a implantação no tronco cerebral auditivo, que consistem em dispositivos eletrônicos que estimulam a cóclea ou o núcleo coclear, respectivamente. Esses tratamentos podem restaurar parcialmente a audição e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, nem todos os pacientes se beneficiam igualmente desses tratamentos, e alguns fatores podem influenciar o resultado da cirurgia.

    Um desses fatores é a condição do nervo coclear e do ouvido interno, que podem apresentar malformações ou deficiências em alguns casos de SNHL congênita. Essas anomalias podem afetar negativamente o desenvolvimento da rede auditivo-linguística, que é essencial para a compreensão e produção da fala. Por isso, é importante avaliar a integridade da via auditiva central antes de decidir o tipo de implante mais adequado para cada paciente.

    O estudo investigou as vias auditiva e linguística em 23 crianças com menos de seis anos, sendo 10 com audição normal e 13 com SNHL profunda. Os pesquisadores usaram técnicas de neuroimagem avançadas para segmentar, rastrear e analisar as fibras nervosas nas vias auditiva e linguística. Eles observaram uma menor densidade de fibras nervosas nas crianças com SNHL profunda, especialmente na via auditiva inferior central e na via linguística esquerda. Eles também sugerem que a via linguística é mais sensível às malformações do ouvido interno e/ou às deficiências do nervo coclear do que a via auditiva central.

    Os resultados do estudo podem contribuir para o diagnóstico precoce e o planejamento cirúrgico dos pacientes com SNHL profunda. Além disso, podem auxiliar na reabilitação pós-operatória, monitorando o progresso dos pacientes e adaptando as intervenções terapêuticas às suas necessidades individuais.

  • Saiba quando e por que levar seu filho ao urologista

    Saiba quando e por que levar seu filho ao urologista

    Muitos pais se perguntam quando devem levar seus filhos ao urologista, o médico especialista em saúde masculina.

    A resposta é: pelo menos uma vez por ano, a partir do fim da infância e do começo da adolescência, por volta dos 12 ou 13 anos.

    Essa é a recomendação de alguns especialistas que consultamos, como o Dr. Carlos Sacomani, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo. Ele explica que essa é uma fase importante para prevenir e tratar problemas que podem afetar a fertilidade e a qualidade de vida dos meninos no futuro.

    Um desses problemas é a varicocele, que é uma dilatação das veias que drenam o sangue dos testículos. A varicocele pode causar dor, diminuição do tamanho dos testículos e redução da produção de espermatozoides. Segundo o Dr. Sacomani, a varicocele é uma das principais causas de infertilidade masculina e afeta cerca de 15% dos homens.

    Outro motivo para levar os meninos ao urologista é orientar e prevenir as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), que podem ser transmitidas por meio de relações sexuais sem proteção. As DSTs mais comuns são a sífilis, a gonorreia, a clamídia, o HPV e o HIV. Essas doenças podem causar sintomas como corrimento, ardor, verrugas, feridas e até mesmo câncer.

    O Dr. Sacomani recomenda que os meninos adolescentes e pré-adolescentes vão ao urologista antes de iniciar a vida sexual, para receber orientações sobre o uso correto do preservativo e sobre os riscos e as consequências das DSTs. Ele também alerta que muitas DSTs podem ser assintomáticas, ou seja, não apresentam sinais visíveis, mas podem causar danos irreversíveis à saúde se não forem tratadas adequadamente.

    Portanto, não deixe de levar seu filho ao urologista regularmente. Assim, você estará cuidando da saúde dele e contribuindo para que ele tenha uma vida sexual saudável e responsável no futuro.

    A resposta é: pelo menos uma vez por ano, a partir do fim da infância e do começo da adolescência, por volta dos 12 ou 13 anos.

    Essa é a recomendação de alguns especialistas que consultamos, como o Dr. Carlos Sacomani, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo. Ele explica que essa é uma fase importante para prevenir e tratar problemas que podem afetar a fertilidade e a qualidade de vida dos meninos no futuro.

    Um desses problemas é a varicocele, que é uma dilatação das veias que drenam o sangue dos testículos. A varicocele pode causar dor, diminuição do tamanho dos testículos e redução da produção de espermatozoides. Segundo o Dr. Sacomani, a varicocele é uma das principais causas de infertilidade masculina e afeta cerca de 15% dos homens.

    Outro motivo para levar os meninos ao urologista é orientar e prevenir as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), que podem ser transmitidas por meio de relações sexuais sem proteção. As DSTs mais comuns são a sífilis, a gonorreia, a clamídia, o HPV e o HIV. Essas doenças podem causar sintomas como corrimento, ardor, verrugas, feridas e até mesmo câncer.

    O Dr. Sacomani recomenda que os meninos adolescentes e pré-adolescentes vão ao urologista antes de iniciar a vida sexual, para receber orientações sobre o uso correto do preservativo e sobre os riscos e as consequências das DSTs. Ele também alerta que muitas DSTs podem ser assintomáticas, ou seja, não apresentam sinais visíveis, mas podem causar danos irreversíveis à saúde se não forem tratadas adequadamente.

    Portanto, não deixe de levar seu filho ao urologista regularmente. Assim, você estará cuidando da saúde dele e contribuindo para que ele tenha uma vida sexual saudável e responsável no futuro.

  • Como lidar com a crise de regulação em pessoas com autismo

    Como lidar com a crise de regulação em pessoas com autismo

    Você já se sentiu tão sobrecarregado, irritado ou angustiado que não conseguiu controlar suas emoções ou seu comportamento?

    Essa situação é chamada de crise de regulação e pode acontecer com qualquer pessoa, mas é especialmente comum em pessoas com autismo.

    O autismo é um transtorno do desenvolvimento que afeta a forma como a pessoa se comunica, se relaciona e interage com o mundo. Uma das características do autismo é a dificuldade em processar e responder aos estímulos sensoriais, como sons, luzes, cheiros, toques, etc. Esses estímulos podem ser muito intensos ou desagradáveis para a pessoa com autismo, causando desconforto, dor ou medo.

    Além disso, a pessoa com autismo pode ter dificuldade em entender e expressar suas próprias emoções e as dos outros, o que pode gerar frustração, ansiedade ou raiva. Essas emoções podem se acumular e se tornar insuportáveis, levando a pessoa a ter uma crise de regulação.

    A crise de regulação pode se manifestar de diferentes formas, dependendo da pessoa e da situação. Alguns exemplos são: gritos, choros, agressividade, autolesão, isolamento, fuga, etc. Esses comportamentos podem ser uma forma da pessoa tentar se proteger, se acalmar ou chamar a atenção.

    A crise de regulação pode ser desencadeada por vários motivos, como mudanças na rotina, expectativas não atendidas, conflitos interpessoais, problemas de saúde, fome, sono, etc. Cada pessoa com autismo tem seus próprios gatilhos e sinais de alerta que indicam que ela está prestes a entrar em crise.

    Por isso, é importante conhecer e respeitar as características, as preferências e as necessidades de cada pessoa com autismo. Assim, é possível prevenir ou reduzir as situações que podem provocar uma crise de regulação e oferecer o apoio adequado para a pessoa se recuperar.

    Mas como fazer isso na prática? Aqui vão algumas dicas:

    • Crie um ambiente seguro e tranquilo para a pessoa com autismo. Evite ruídos, luzes ou odores fortes que possam incomodar a pessoa. Providencie um espaço onde ela possa se isolar ou se refugiar se precisar.

    • Mantenha uma rotina estruturada e previsível para a pessoa com autismo. Avise com antecedência sobre qualquer mudança ou novidade que possa ocorrer. Use recursos visuais, como calendários, agendas ou pictogramas, para ajudar a pessoa a se organizar e a se preparar para o que vai acontecer.

    • Respeite o tempo e o espaço da pessoa com autismo. Não force a pessoa a fazer algo que ela não queira ou não consiga. Dê opções e deixe que ela escolha o que prefere. Não invada o espaço pessoal da pessoa sem sua permissão. Não toque ou abrace a pessoa sem seu consentimento.

    • Use uma linguagem simples e clara com a pessoa com autismo. Evite ironias ou sarcasmos que possam confundir ou ofender a pessoa. Não faça perguntas ou ordens complexas ou ambíguas que possam aumentar a tensão da pessoa. Seja direto e objetivo no que quer dizer.

    • Mostre empatia e compreensão pela pessoa com autismo. Não julgue ou critique a pessoa pelo seu comportamento. Não minimize ou ignore seus sentimentos. Reconheça e valide suas emoções. Demonstre que você está ali para ajudar e apoiar.

    • Tente distrair a pessoa com autismo com algo que ela goste ou se interesse. Ofereça um brinquedo, um jogo, uma música, um vídeo ou qualquer outra coisa que possa chamar sua atenção e acalmá-la. Evite atividades que possam estimular ainda mais a pessoa ou gerar mais conflitos.

    • Ensine a pessoa com autismo a reconhecer e expressar suas emoções de forma adequada. Use recursos visuais, gestos, palavras ou desenhos para ajudar a pessoa a identificar e nomear seus sentimentos. Incentive a pessoa a usar estratégias de comunicação alternativa, como cartões, sinais ou dispositivos eletrônicos, se ela tiver dificuldade em falar.

    • Estimule a pessoa com autismo a praticar atividades físicas, respiratórias ou relaxantes que possam aliviar o estresse e melhorar o bem-estar da pessoa. Por exemplo, caminhar, correr, pular, dançar, respirar fundo, contar até dez, abraçar um travesseiro, etc. Descubra o que funciona melhor para a pessoa e incentive-a a fazer isso quando se sentir sobrecarregada.

    Essas são algumas sugestões que podem ajudar a lidar com a crise de regulação em pessoas com autismo. No entanto, é importante lembrar que cada pessoa é única e tem suas próprias características e necessidades. Por isso, é essencial conhecer bem a pessoa com autismo e buscar orientação profissional quando necessário.

    Essa situação é chamada de crise de regulação e pode acontecer com qualquer pessoa, mas é especialmente comum em pessoas com autismo.

    O autismo é um transtorno do desenvolvimento que afeta a forma como a pessoa se comunica, se relaciona e interage com o mundo. Uma das características do autismo é a dificuldade em processar e responder aos estímulos sensoriais, como sons, luzes, cheiros, toques, etc. Esses estímulos podem ser muito intensos ou desagradáveis para a pessoa com autismo, causando desconforto, dor ou medo.

    Além disso, a pessoa com autismo pode ter dificuldade em entender e expressar suas próprias emoções e as dos outros, o que pode gerar frustração, ansiedade ou raiva. Essas emoções podem se acumular e se tornar insuportáveis, levando a pessoa a ter uma crise de regulação.

    A crise de regulação pode se manifestar de diferentes formas, dependendo da pessoa e da situação. Alguns exemplos são: gritos, choros, agressividade, autolesão, isolamento, fuga, etc. Esses comportamentos podem ser uma forma da pessoa tentar se proteger, se acalmar ou chamar a atenção.

    A crise de regulação pode ser desencadeada por vários motivos, como mudanças na rotina, expectativas não atendidas, conflitos interpessoais, problemas de saúde, fome, sono, etc. Cada pessoa com autismo tem seus próprios gatilhos e sinais de alerta que indicam que ela está prestes a entrar em crise.

    Por isso, é importante conhecer e respeitar as características, as preferências e as necessidades de cada pessoa com autismo. Assim, é possível prevenir ou reduzir as situações que podem provocar uma crise de regulação e oferecer o apoio adequado para a pessoa se recuperar.

    Mas como fazer isso na prática? Aqui vão algumas dicas:

    • Crie um ambiente seguro e tranquilo para a pessoa com autismo. Evite ruídos, luzes ou odores fortes que possam incomodar a pessoa. Providencie um espaço onde ela possa se isolar ou se refugiar se precisar.

    • Mantenha uma rotina estruturada e previsível para a pessoa com autismo. Avise com antecedência sobre qualquer mudança ou novidade que possa ocorrer. Use recursos visuais, como calendários, agendas ou pictogramas, para ajudar a pessoa a se organizar e a se preparar para o que vai acontecer.

    • Respeite o tempo e o espaço da pessoa com autismo. Não force a pessoa a fazer algo que ela não queira ou não consiga. Dê opções e deixe que ela escolha o que prefere. Não invada o espaço pessoal da pessoa sem sua permissão. Não toque ou abrace a pessoa sem seu consentimento.

    • Use uma linguagem simples e clara com a pessoa com autismo. Evite ironias ou sarcasmos que possam confundir ou ofender a pessoa. Não faça perguntas ou ordens complexas ou ambíguas que possam aumentar a tensão da pessoa. Seja direto e objetivo no que quer dizer.

    • Mostre empatia e compreensão pela pessoa com autismo. Não julgue ou critique a pessoa pelo seu comportamento. Não minimize ou ignore seus sentimentos. Reconheça e valide suas emoções. Demonstre que você está ali para ajudar e apoiar.

    • Tente distrair a pessoa com autismo com algo que ela goste ou se interesse. Ofereça um brinquedo, um jogo, uma música, um vídeo ou qualquer outra coisa que possa chamar sua atenção e acalmá-la. Evite atividades que possam estimular ainda mais a pessoa ou gerar mais conflitos.

    • Ensine a pessoa com autismo a reconhecer e expressar suas emoções de forma adequada. Use recursos visuais, gestos, palavras ou desenhos para ajudar a pessoa a identificar e nomear seus sentimentos. Incentive a pessoa a usar estratégias de comunicação alternativa, como cartões, sinais ou dispositivos eletrônicos, se ela tiver dificuldade em falar.

    • Estimule a pessoa com autismo a praticar atividades físicas, respiratórias ou relaxantes que possam aliviar o estresse e melhorar o bem-estar da pessoa. Por exemplo, caminhar, correr, pular, dançar, respirar fundo, contar até dez, abraçar um travesseiro, etc. Descubra o que funciona melhor para a pessoa e incentive-a a fazer isso quando se sentir sobrecarregada.

    Essas são algumas sugestões que podem ajudar a lidar com a crise de regulação em pessoas com autismo. No entanto, é importante lembrar que cada pessoa é única e tem suas próprias características e necessidades. Por isso, é essencial conhecer bem a pessoa com autismo e buscar orientação profissional quando necessário.

  • Como a infeção pelo novo coronavírus pode desencadear doenças autoimunes

    Como a infeção pelo novo coronavírus pode desencadear doenças autoimunes

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revela que a infeção pelo novo coronavírus pode desencadear a produção de autoanticorpos, moléculas que atacam o próprio organismo e estão relacionadas com doenças autoimunes.

    Os autoanticorpos podem contribuir para a gravidade da COVID-19 e para o desenvolvimento de sintomas pós-COVID, como fadiga, dor e inflamação.

    Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 147 pacientes com COVID-19, desde casos leves até críticos, e compararam-nas com amostras de 157 pessoas saudáveis. Eles descobriram que os pacientes com COVID-19 tinham níveis mais elevados de autoanticorpos do que os indivíduos saudáveis, e que esses níveis aumentavam com a idade e com a gravidade da doença.

    Os autoanticorpos encontrados nos pacientes com COVID-19 eram capazes de reconhecer e atacar diferentes tipos de células e tecidos do corpo humano, como as células endoteliais, que revestem os vasos sanguíneos, as plaquetas, que participam da coagulação do sangue, e as células imunológicas, que defendem o organismo contra infecções. Esses alvos podem explicar alguns dos sintomas e complicações da COVID-19, como a formação de trombos (coágulos) nos vasos sanguíneos, a trombocitopenia (redução do número de plaquetas) e a tempestade de citocinas (reação inflamatória exagerada).

    Os autoanticorpos também podem persistir no organismo após a recuperação da COVID-19 e causar danos a longo prazo. Os pesquisadores acompanharam 19 pacientes por até seis meses após a alta hospitalar e observaram que os níveis de autoanticorpos permaneceram elevados ou até aumentaram em alguns casos. Isso pode estar relacionado com o aparecimento de sintomas pós-COVID, que afetam cerca de 10% dos pacientes recuperados.

    O estudo sugere que os autoanticorpos podem ser usados como marcadores ou alvos terapêuticos para pacientes com COVID-19 grave ou outras patologias. Os pesquisadores propõem que sejam realizados testes para detectar os autoanticorpos nos pacientes com COVID-19 e que sejam desenvolvidas estratégias para bloquear ou remover os autoanticorpos do sangue. Eles também alertam para a necessidade de monitorar os pacientes recuperados da COVID-19 para prevenir ou tratar possíveis doenças autoimunes.

    Os autoanticorpos podem contribuir para a gravidade da COVID-19 e para o desenvolvimento de sintomas pós-COVID, como fadiga, dor e inflamação.

    Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 147 pacientes com COVID-19, desde casos leves até críticos, e compararam-nas com amostras de 157 pessoas saudáveis. Eles descobriram que os pacientes com COVID-19 tinham níveis mais elevados de autoanticorpos do que os indivíduos saudáveis, e que esses níveis aumentavam com a idade e com a gravidade da doença.

    Os autoanticorpos encontrados nos pacientes com COVID-19 eram capazes de reconhecer e atacar diferentes tipos de células e tecidos do corpo humano, como as células endoteliais, que revestem os vasos sanguíneos, as plaquetas, que participam da coagulação do sangue, e as células imunológicas, que defendem o organismo contra infecções. Esses alvos podem explicar alguns dos sintomas e complicações da COVID-19, como a formação de trombos (coágulos) nos vasos sanguíneos, a trombocitopenia (redução do número de plaquetas) e a tempestade de citocinas (reação inflamatória exagerada).

    Os autoanticorpos também podem persistir no organismo após a recuperação da COVID-19 e causar danos a longo prazo. Os pesquisadores acompanharam 19 pacientes por até seis meses após a alta hospitalar e observaram que os níveis de autoanticorpos permaneceram elevados ou até aumentaram em alguns casos. Isso pode estar relacionado com o aparecimento de sintomas pós-COVID, que afetam cerca de 10% dos pacientes recuperados.

    O estudo sugere que os autoanticorpos podem ser usados como marcadores ou alvos terapêuticos para pacientes com COVID-19 grave ou outras patologias. Os pesquisadores propõem que sejam realizados testes para detectar os autoanticorpos nos pacientes com COVID-19 e que sejam desenvolvidas estratégias para bloquear ou remover os autoanticorpos do sangue. Eles também alertam para a necessidade de monitorar os pacientes recuperados da COVID-19 para prevenir ou tratar possíveis doenças autoimunes.

  • Parceria entre Governo de Minas, Fiemg e Iveco deve atrair investimentos e tecnologia para o setor automotivo

    Parceria entre Governo de Minas, Fiemg e Iveco deve atrair investimentos e tecnologia para o setor automotivo

    O Governo de Minas, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e o Grupo Iveco, assinaram um acordo de cooperação para atrair investimentos para a indústria automotiva.

    O acordo foi assinado pelo governador Romeu Zema, pelo presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, e pelo presidente mundial da Iveco, Gerrit Marx, durante uma visita à sede da empresa na cidade italiana. A comitiva mineira também contou com a participação do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, e do presidente da Codemge, Dante de Matos.

    O governador Zema destacou a importância da parceria para o desenvolvimento econômico e social de Minas Gerais. “A Iveco é uma empresa que já tem uma história de sucesso em nosso estado, gerando empregos, renda e desenvolvimento. Com esse acordo, queremos ampliar essa relação e trazer mais investimentos, mais tecnologia e mais oportunidades para os mineiros”, afirmou.

    O presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, ressaltou o papel da entidade na articulação entre o poder público e a iniciativa privada para fomentar a indústria mineira. “A Fiemg tem como missão defender os interesses da indústria e promover o seu crescimento sustentável. Por isso, estamos apoiando essa parceria que vai beneficiar toda a cadeia produtiva do setor automotivo em Minas Gerais”, disse.

    O presidente mundial da Iveco, Gerrit Marx, agradeceu a confiança do Governo de Minas e da Fiemg e afirmou que a empresa tem planos de expansão no estado. “A Iveco é uma empresa que investe no futuro e que busca sempre oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para os seus clientes. Temos orgulho de fazer parte da história de Minas Gerais e queremos continuar contribuindo para o seu desenvolvimento”, declarou.

    Investimentos da Iveco em Minas

    A Iveco é uma empresa do Grupo CNH Industrial, que possui 12 marcas globais e atua nos segmentos de máquinas agrícolas, equipamentos de construção, veículos comerciais e motores. A empresa tem uma fábrica em Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais, onde produz caminhões leves, médios e pesados, ônibus urbanos e rodoviários e veículos militares.

    A empresa já investiu R$ 600 milhões em Minas nos últimos três anos e pretende investir em tecnologia com a instalação de um novo centro técnico de desenvolvimento de motores da FPT Industrial, outra marca do grupo CNH Industrial. Além disso, a empresa pretende prospectar empresas parceiras para se localizarem no estado, criando um polo industrial automotivo.

    Visita à fábrica da Iveco em Turim

    Durante a visita à sede da Iveco em Turim, a comitiva mineira conheceu as instalações da fábrica da empresa e os novos motores e tecnologias desenvolvidos pela empresa. Entre eles, estão o caminhão elétrico Nikola Tre, fruto de uma parceria entre a Iveco e a startup americana Nikola Motor Company, e a van elétrica Daily Electric, que oferece autonomia de até 200 km e zero emissão de poluentes.

    A comitiva também assistiu a uma apresentação sobre os projetos de mobilidade sustentável da empresa, como o uso de biometano como combustível alternativo, o desenvolvimento de veículos híbridos e o uso de inteligência artificial para otimizar a gestão de frotas.

    O acordo foi assinado pelo governador Romeu Zema, pelo presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, e pelo presidente mundial da Iveco, Gerrit Marx, durante uma visita à sede da empresa na cidade italiana. A comitiva mineira também contou com a participação do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, e do presidente da Codemge, Dante de Matos.

    O governador Zema destacou a importância da parceria para o desenvolvimento econômico e social de Minas Gerais. “A Iveco é uma empresa que já tem uma história de sucesso em nosso estado, gerando empregos, renda e desenvolvimento. Com esse acordo, queremos ampliar essa relação e trazer mais investimentos, mais tecnologia e mais oportunidades para os mineiros”, afirmou.

    O presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, ressaltou o papel da entidade na articulação entre o poder público e a iniciativa privada para fomentar a indústria mineira. “A Fiemg tem como missão defender os interesses da indústria e promover o seu crescimento sustentável. Por isso, estamos apoiando essa parceria que vai beneficiar toda a cadeia produtiva do setor automotivo em Minas Gerais”, disse.

    O presidente mundial da Iveco, Gerrit Marx, agradeceu a confiança do Governo de Minas e da Fiemg e afirmou que a empresa tem planos de expansão no estado. “A Iveco é uma empresa que investe no futuro e que busca sempre oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para os seus clientes. Temos orgulho de fazer parte da história de Minas Gerais e queremos continuar contribuindo para o seu desenvolvimento”, declarou.

    Investimentos da Iveco em Minas

    A Iveco é uma empresa do Grupo CNH Industrial, que possui 12 marcas globais e atua nos segmentos de máquinas agrícolas, equipamentos de construção, veículos comerciais e motores. A empresa tem uma fábrica em Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais, onde produz caminhões leves, médios e pesados, ônibus urbanos e rodoviários e veículos militares.

    A empresa já investiu R$ 600 milhões em Minas nos últimos três anos e pretende investir em tecnologia com a instalação de um novo centro técnico de desenvolvimento de motores da FPT Industrial, outra marca do grupo CNH Industrial. Além disso, a empresa pretende prospectar empresas parceiras para se localizarem no estado, criando um polo industrial automotivo.

    Visita à fábrica da Iveco em Turim

    Durante a visita à sede da Iveco em Turim, a comitiva mineira conheceu as instalações da fábrica da empresa e os novos motores e tecnologias desenvolvidos pela empresa. Entre eles, estão o caminhão elétrico Nikola Tre, fruto de uma parceria entre a Iveco e a startup americana Nikola Motor Company, e a van elétrica Daily Electric, que oferece autonomia de até 200 km e zero emissão de poluentes.

    A comitiva também assistiu a uma apresentação sobre os projetos de mobilidade sustentável da empresa, como o uso de biometano como combustível alternativo, o desenvolvimento de veículos híbridos e o uso de inteligência artificial para otimizar a gestão de frotas.

  • Catolicismos jurídicos: como entidades religiosas atuam contra o aborto no Brasil e no mundo

    Catolicismos jurídicos: como entidades religiosas atuam contra o aborto no Brasil e no mundo

    O aborto é um tema polêmico e controverso no Brasil, onde é considerado crime em quase todas as situações.

    Apesar de alguns avanços na legislação e na jurisprudência, que garantiram o direito ao aborto em casos de anencefalia, estupro e risco de vida para a gestante, ainda há muita resistência e pressão de setores conservadores da sociedade para impedir a ampliação desse direito.

    Um desses setores é o campo jurídico católico, formado por associações, institutos, fundações e pessoas que se identificam com a religião católica e que usam o direito como instrumento de atuação política e social. Essas entidades e indivíduos se mobilizam nos tribunais, no legislativo, na mídia e na academia para defender os valores e os interesses da Igreja Católica, especialmente em relação ao aborto e outras questões de gênero e sexualidade.

    Um estudo recente, intitulado “Cartografia dos Catolicismos Jurídicos”, mapeou 19 entidades jurídicas católicas que atuam no Brasil com esse perfil. O estudo foi realizado pelo Grupo de Pesquisa em Direito, Gênero e Identidade (GEDGI), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e contou com o apoio da Fundação Ford.

    O objetivo do estudo foi identificar quem são, como se organizam, o que defendem e como se articulam essas entidades, que têm influência sobre as decisões judiciais e as políticas públicas relacionadas ao aborto no país. O estudo também analisou as conexões dessas entidades com movimentos internacionais conservadores, que buscam frear os avanços dos direitos humanos das mulheres e das minorias sexuais e de gênero.

    Entre as principais conclusões do estudo, destacam-se:

    • Ativismo antiaborto de entidades católicas: As entidades jurídicas católicas se opõem à descriminalização do aborto em qualquer circunstância, inclusive nos casos já previstos em lei. Elas também contestam a legalidade e a legitimidade das normas técnicas do Ministério da Saúde que regulamentam o atendimento às mulheres que sofrem violência sexual ou que têm gravidez de risco. Essas entidades participam de ações judiciais, audiências públicas, consultas públicas, manifestações e campanhas contra o aborto. Algumas delas também oferecem assistência jurídica gratuita às mulheres que são processadas ou denunciadas por praticar aborto.

    • Influência da família Gandra: Uma das famílias mais influentes no campo jurídico católico é a família Gandra, composta pelo jurista Ives Gandra Martins e seus filhos Angela Gandra Martins e Ives Gandra Martins Filho. Eles são membros de instituições católicas conservadoras, como o Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) e a União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP), e participam de debates, publicações e eventos contra o aborto e outras pautas progressistas. Ives Gandra Martins é considerado um dos maiores expoentes do direito constitucional no Brasil e tem grande prestígio entre os magistrados. Angela Gandra Martins é secretária nacional da Família no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Ives Gandra Martins Filho é ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e já foi cotado para o Supremo Tribunal Federal (STF).

    • Articulação com o governo Bolsonaro: Algumas entidades e pessoas ligadas ao campo jurídico católico integraram ou apoiaram o ex-presidente Bolsonaro, que tem uma agenda antiaborto. A deputada federal Chris Tonietto (PSL-RJ) é um exemplo. Ela é presidente da União Brasileira dos Juristas Católicos (UBRAJUC) e da Frente Parlamentar Mista Contra o Aborto. Ela também é autora de projetos de lei que visam restringir ainda mais o acesso ao aborto legal no Brasil, como o que propõe a criminalização do aborto em caso de anencefalia e o que proíbe o uso de recursos públicos para financiar organizações que defendem o aborto. Além disso, ela é uma das principais defensoras do ex-presidente Bolsonaro no Congresso Nacional e na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19.

    • Conexão com movimentos internacionais: As entidades jurídicas católicas brasileiras também se conectam com organizações e iniciativas conservadoras de outros países, como a Ordo Iuris, da Polônia, e o Consenso de Genebra, promovido pelo governo Trump. A Ordo Iuris é uma fundação que atua na defesa dos valores cristãos e da família tradicional na Europa e no mundo. Ela é responsável por elaborar projetos de lei que visam proibir o aborto em qualquer situação na Polônia, um dos países mais restritivos do continente. O Consenso de Genebra é uma declaração assinada por 32 países, incluindo o Brasil, que se comprometem a defender a vida desde a concepção e a soberania nacional sobre as questões de saúde reprodutiva. A declaração é uma reação ao consenso internacional que reconhece o aborto como um direito humano das mulheres.

    O estudo “Cartografia dos Catolicismos Jurídicos” é uma importante contribuição para o debate público sobre o aborto no Brasil e no mundo. Ele revela como entidades religiosas usam o direito como uma ferramenta de intervenção política e social, buscando impor seus valores e interesses a toda a sociedade. O estudo também alerta para os riscos que essas entidades representam para os direitos humanos das mulheres e das minorias sexuais e de gênero, que estão sob constante ameaça de retrocessos e violações.

    Fonte: Link.

    Apesar de alguns avanços na legislação e na jurisprudência, que garantiram o direito ao aborto em casos de anencefalia, estupro e risco de vida para a gestante, ainda há muita resistência e pressão de setores conservadores da sociedade para impedir a ampliação desse direito.

    Um desses setores é o campo jurídico católico, formado por associações, institutos, fundações e pessoas que se identificam com a religião católica e que usam o direito como instrumento de atuação política e social. Essas entidades e indivíduos se mobilizam nos tribunais, no legislativo, na mídia e na academia para defender os valores e os interesses da Igreja Católica, especialmente em relação ao aborto e outras questões de gênero e sexualidade.

    Um estudo recente, intitulado “Cartografia dos Catolicismos Jurídicos”, mapeou 19 entidades jurídicas católicas que atuam no Brasil com esse perfil. O estudo foi realizado pelo Grupo de Pesquisa em Direito, Gênero e Identidade (GEDGI), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e contou com o apoio da Fundação Ford.

    O objetivo do estudo foi identificar quem são, como se organizam, o que defendem e como se articulam essas entidades, que têm influência sobre as decisões judiciais e as políticas públicas relacionadas ao aborto no país. O estudo também analisou as conexões dessas entidades com movimentos internacionais conservadores, que buscam frear os avanços dos direitos humanos das mulheres e das minorias sexuais e de gênero.

    Entre as principais conclusões do estudo, destacam-se:

    • Ativismo antiaborto de entidades católicas: As entidades jurídicas católicas se opõem à descriminalização do aborto em qualquer circunstância, inclusive nos casos já previstos em lei. Elas também contestam a legalidade e a legitimidade das normas técnicas do Ministério da Saúde que regulamentam o atendimento às mulheres que sofrem violência sexual ou que têm gravidez de risco. Essas entidades participam de ações judiciais, audiências públicas, consultas públicas, manifestações e campanhas contra o aborto. Algumas delas também oferecem assistência jurídica gratuita às mulheres que são processadas ou denunciadas por praticar aborto.

    • Influência da família Gandra: Uma das famílias mais influentes no campo jurídico católico é a família Gandra, composta pelo jurista Ives Gandra Martins e seus filhos Angela Gandra Martins e Ives Gandra Martins Filho. Eles são membros de instituições católicas conservadoras, como o Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) e a União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP), e participam de debates, publicações e eventos contra o aborto e outras pautas progressistas. Ives Gandra Martins é considerado um dos maiores expoentes do direito constitucional no Brasil e tem grande prestígio entre os magistrados. Angela Gandra Martins é secretária nacional da Família no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Ives Gandra Martins Filho é ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e já foi cotado para o Supremo Tribunal Federal (STF).

    • Articulação com o governo Bolsonaro: Algumas entidades e pessoas ligadas ao campo jurídico católico integraram ou apoiaram o ex-presidente Bolsonaro, que tem uma agenda antiaborto. A deputada federal Chris Tonietto (PSL-RJ) é um exemplo. Ela é presidente da União Brasileira dos Juristas Católicos (UBRAJUC) e da Frente Parlamentar Mista Contra o Aborto. Ela também é autora de projetos de lei que visam restringir ainda mais o acesso ao aborto legal no Brasil, como o que propõe a criminalização do aborto em caso de anencefalia e o que proíbe o uso de recursos públicos para financiar organizações que defendem o aborto. Além disso, ela é uma das principais defensoras do ex-presidente Bolsonaro no Congresso Nacional e na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19.

    • Conexão com movimentos internacionais: As entidades jurídicas católicas brasileiras também se conectam com organizações e iniciativas conservadoras de outros países, como a Ordo Iuris, da Polônia, e o Consenso de Genebra, promovido pelo governo Trump. A Ordo Iuris é uma fundação que atua na defesa dos valores cristãos e da família tradicional na Europa e no mundo. Ela é responsável por elaborar projetos de lei que visam proibir o aborto em qualquer situação na Polônia, um dos países mais restritivos do continente. O Consenso de Genebra é uma declaração assinada por 32 países, incluindo o Brasil, que se comprometem a defender a vida desde a concepção e a soberania nacional sobre as questões de saúde reprodutiva. A declaração é uma reação ao consenso internacional que reconhece o aborto como um direito humano das mulheres.

    O estudo “Cartografia dos Catolicismos Jurídicos” é uma importante contribuição para o debate público sobre o aborto no Brasil e no mundo. Ele revela como entidades religiosas usam o direito como uma ferramenta de intervenção política e social, buscando impor seus valores e interesses a toda a sociedade. O estudo também alerta para os riscos que essas entidades representam para os direitos humanos das mulheres e das minorias sexuais e de gênero, que estão sob constante ameaça de retrocessos e violações.

    Fonte: Link.