Tag: recorde

  • Brasil tem o julho mais quente em 62 anos e bate recorde global

    Brasil tem o julho mais quente em 62 anos e bate recorde global

    O Brasil viveu o mês de julho mais quente desde que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) começou a registrar as temperaturas em 1961.

    Segundo o órgão, a média das temperaturas máximas e mínimas do país ficou 2,6°C acima da média histórica, superando o recorde anterior de 2014, quando a diferença foi de 2,4°C.

    O recorde de calor no Brasil reflete uma situação global, já que o planeta também teve o mês mais quente do registro histórico, segundo dados divulgados pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). A temperatura média global em julho foi 0,93°C superior à média do século 20, batendo o recorde de 2016 por 0,01°C.

    As áreas que registraram maior aumento de temperatura no Brasil foram o sul da Amazônia, o Centro-Oeste e o Sul. Em ao menos seis capitais – Rio Branco, Porto Velho, Cuiabá, Campo Grande, Curitiba e Florianópolis – as médias de temperaturas máximas e mínimas do mês ficaram acima do esperado. Em Cuiabá, por exemplo, a temperatura média foi de 28°C, sendo que a normal climatológica é de 23,9°C.

    A previsão para os próximos três meses também aponta para um aumento nas temperaturas médias entre 1°C e 1,5 ºC, principalmente no Norte e no Centro-Oeste. Segundo o Inmet, isso se deve à influência do fenômeno La Niña, que provoca um resfriamento das águas do Pacífico e altera os padrões de chuva e vento na América do Sul.

    O aumento das temperaturas tem impactos diretos na saúde humana, na biodiversidade e na produção agrícola. Além disso, contribui para agravar a crise hídrica que afeta diversas regiões do país, especialmente o Sudeste e o Centro-Oeste. A falta de chuvas reduz os níveis dos reservatórios das hidrelétricas e aumenta o risco de apagões e racionamento de energia.

    Segundo o órgão, a média das temperaturas máximas e mínimas do país ficou 2,6°C acima da média histórica, superando o recorde anterior de 2014, quando a diferença foi de 2,4°C.

    O recorde de calor no Brasil reflete uma situação global, já que o planeta também teve o mês mais quente do registro histórico, segundo dados divulgados pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). A temperatura média global em julho foi 0,93°C superior à média do século 20, batendo o recorde de 2016 por 0,01°C.

    As áreas que registraram maior aumento de temperatura no Brasil foram o sul da Amazônia, o Centro-Oeste e o Sul. Em ao menos seis capitais – Rio Branco, Porto Velho, Cuiabá, Campo Grande, Curitiba e Florianópolis – as médias de temperaturas máximas e mínimas do mês ficaram acima do esperado. Em Cuiabá, por exemplo, a temperatura média foi de 28°C, sendo que a normal climatológica é de 23,9°C.

    A previsão para os próximos três meses também aponta para um aumento nas temperaturas médias entre 1°C e 1,5 ºC, principalmente no Norte e no Centro-Oeste. Segundo o Inmet, isso se deve à influência do fenômeno La Niña, que provoca um resfriamento das águas do Pacífico e altera os padrões de chuva e vento na América do Sul.

    O aumento das temperaturas tem impactos diretos na saúde humana, na biodiversidade e na produção agrícola. Além disso, contribui para agravar a crise hídrica que afeta diversas regiões do país, especialmente o Sudeste e o Centro-Oeste. A falta de chuvas reduz os níveis dos reservatórios das hidrelétricas e aumenta o risco de apagões e racionamento de energia.

  • Embarque de soja do Brasil bate recorde em abril e supera 10 milhões de toneladas

    Embarque de soja do Brasil bate recorde em abril e supera 10 milhões de toneladas

    O Brasil exportou mais de 10 milhões de toneladas de soja em abril, um recorde histórico para o mês, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume representa um aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado e de 19% em relação a março deste ano.

    A soja é o principal produto da pauta exportadora brasileira e tem sido beneficiada pela forte demanda da China, o maior comprador mundial da oleaginosa. Além disso, a safra brasileira foi recorde neste ano, com uma produção estimada em 135,5 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O ritmo acelerado dos embarques de soja também reflete a melhora na logística do país, que tem investido em novos terminais portuários e ferrovias para escoar a produção agrícola. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 83 milhões de toneladas de soja em 2023, um crescimento de 5% em relação a 2022.

    A soja é um dos principais produtos do agronegócio brasileiro e tem um impacto positivo na balança comercial do país. Em abril, as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) somaram US$ 7,2 bilhões, um aumento de 43% em relação ao mesmo mês de 2022. O saldo comercial do setor foi de US$ 6,8 bilhões, o maior da série histórica.

    O desempenho da soja mostra a força e a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa e tem conquistado novos mercados com qualidade e sustentabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    A soja é o principal produto da pauta exportadora brasileira e tem sido beneficiada pela forte demanda da China, o maior comprador mundial da oleaginosa. Além disso, a safra brasileira foi recorde neste ano, com uma produção estimada em 135,5 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O ritmo acelerado dos embarques de soja também reflete a melhora na logística do país, que tem investido em novos terminais portuários e ferrovias para escoar a produção agrícola. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 83 milhões de toneladas de soja em 2023, um crescimento de 5% em relação a 2022.

    A soja é um dos principais produtos do agronegócio brasileiro e tem um impacto positivo na balança comercial do país. Em abril, as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) somaram US$ 7,2 bilhões, um aumento de 43% em relação ao mesmo mês de 2022. O saldo comercial do setor foi de US$ 6,8 bilhões, o maior da série histórica.

    O desempenho da soja mostra a força e a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa e tem conquistado novos mercados com qualidade e sustentabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Sonda solar da NASA quebra recorde de aproximação do Sol

    Lançada em agosto, a sonda solar da missão Parker Solar Probe, da NASA, tinha como objetivo “tocar o Sol” para que pudéssemos compreender melhor os ventos solares, os locais de origem das explosões solares e outros mistérios sobre o comportamento da nossa estrela.

    Este foi o primeiro objeto feito pela humanidade a entrar na atmosfera do Sol e se tornou a que mais se aproximou da estrela.

    Nesta segunda-feira (29), a agência espacial comunicou que a Parker bateu o recorde atual de 42,73 milhões de quilômetros da superfície do Sol, e que a espaçonave continua gradualmente diminuindo sua órbita em torno da estrela.

    A distância final que a missão pretende chegar da superfície do Sol é de 6,16 milhões de quilômetros.

    O recorde anterior foi estabelecido pela sonda Helios 2 alemã-americana em abril de 1976.

    “Faz apenas 78 dias desde que a sonda solar Parker foi lançada, e agora chegamos mais perto de nossa estrela do que qualquer outra espaçonave da história”, disse o gerente de projeto Andy Driesman.

    Além do notável resultado registrado em distância, também foi estabelecido o recorde de velocidade de naves que viajam ao Sol, alcançando 247 mil km/h.

    Durante 7 anos de missão, a sonda deve completar 24 órbitas em torno da estrela se aproximando a cerca de 3,8 milhões de quilômetros da sua superfície, além de mergulhar na coroa — a áurea plasmática que é ainda mais quente que a superfície do Sol.

    Um cartão de memória com os nomes de mais de 1,1 milhão de pessoas que se inscreveram para “viajar” ao Sol também está a bordo da sonda, que possui uma proteção térmica de carbono.

    A primeira coleta de dados deve ser recebida pela NASA já em dezembro. Com informações da Sputnik Brasil.