Tag: reforma da Previdência

  • Aposentadoria especial por periculosidade: o que muda com a nova regra aprovada pelo Senado

    Aposentadoria especial por periculosidade: o que muda com a nova regra aprovada pelo Senado

    O Senado aprovou no dia 10 de maio um projeto de lei complementar que regulamenta a aposentadoria especial por periculosidade, um benefício concedido aos trabalhadores que exercem atividades expostas a agentes nocivos à saúde ou a risco pelo perigo inerente à profissão.

    A proposta, de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM), segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

    A aposentadoria especial por periculosidade estava pendente desde a reforma da Previdência de 2019, que extinguiu esse direito e deixou para uma lei complementar definir os critérios de acesso. O projeto aprovado pelo Senado estabelece uma lista de agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, que será definida pelo Poder Executivo, e uma carência de 180 meses de contribuições para os segurados do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).

    Além disso, o projeto diferencia os requisitos para os segurados que se filiaram ao RGPS antes e depois da reforma da Previdência. Para os filiados antes da reforma, há três possibilidades de aposentadoria especial, dentro da sistemática de pontos. A primeira é a soma de idade e tempo de contribuição de 66 pontos, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é a soma de 76 pontos, com 20 anos de exposição. A terceira é a soma de 86 pontos, com 25 anos de exposição.

    Para os filiados depois da reforma, não há o sistema de pontos, mas regras de idade mínima. A primeira é de 55 anos de idade, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é de 58 anos de idade, com 20 anos de exposição. A terceira é de 60 anos de idade, com 25 anos de exposição.

    O projeto também obriga as empresas a readaptarem os profissionais que atingirem o tempo máximo de exposição aos agentes nocivos, garantindo-lhes estabilidade no emprego. Além disso, prevê multa para as empresas que não mantiverem registros atualizados das atividades exercidas pelos trabalhadores.

    A proposta foi elogiada pelos senadores como uma forma de garantir segurança jurídica e justiça social aos trabalhadores que exercem atividades perigosas ou insalubres. O relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), senador Esperidião Amin (PP-SC), acatou parcialmente 17 das 47 emendas recebidas e apresentou um substitutivo ao texto original.

    A proposta, de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM), segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

    A aposentadoria especial por periculosidade estava pendente desde a reforma da Previdência de 2019, que extinguiu esse direito e deixou para uma lei complementar definir os critérios de acesso. O projeto aprovado pelo Senado estabelece uma lista de agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, que será definida pelo Poder Executivo, e uma carência de 180 meses de contribuições para os segurados do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).

    Além disso, o projeto diferencia os requisitos para os segurados que se filiaram ao RGPS antes e depois da reforma da Previdência. Para os filiados antes da reforma, há três possibilidades de aposentadoria especial, dentro da sistemática de pontos. A primeira é a soma de idade e tempo de contribuição de 66 pontos, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é a soma de 76 pontos, com 20 anos de exposição. A terceira é a soma de 86 pontos, com 25 anos de exposição.

    Para os filiados depois da reforma, não há o sistema de pontos, mas regras de idade mínima. A primeira é de 55 anos de idade, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é de 58 anos de idade, com 20 anos de exposição. A terceira é de 60 anos de idade, com 25 anos de exposição.

    O projeto também obriga as empresas a readaptarem os profissionais que atingirem o tempo máximo de exposição aos agentes nocivos, garantindo-lhes estabilidade no emprego. Além disso, prevê multa para as empresas que não mantiverem registros atualizados das atividades exercidas pelos trabalhadores.

    A proposta foi elogiada pelos senadores como uma forma de garantir segurança jurídica e justiça social aos trabalhadores que exercem atividades perigosas ou insalubres. O relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), senador Esperidião Amin (PP-SC), acatou parcialmente 17 das 47 emendas recebidas e apresentou um substitutivo ao texto original.

  • Reforma da Previdência deve ser votada em 17 de abril

    Segundo o deputado Felipe Francischini (PSL-PR), a Reforma da Previdência será votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara até 17 de abril.

    Acompanhado de deputados e líderes do partido, ele se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, para definir o posicionamento da legenda.

    Confira na reportagem de Marcelo Gueddes.

  • Bolsonaro negocia reforma da Previdência com parlamentares

    O presidente eleito Jair Bolsonaro se reúne hoje (8), pela manhã, com parlamentares no apartamento funcional dele em Brasília, para negociar a parte da reforma da Previdência. A finalidade é garantir a aprovação ainda este ano de algumas propostas de tramitação mais simples no Congresso Nacional.

    Em meio a dificuldades pela falta de consenso no Congresso Nacional, Bolsonaro indicou ontem (7) que a negociação passa por buscar a aprovação de medidas que não alterem a Constituição.

    Segundo o presidente eleito, a aprovação da reforma da reforma da Previdência é um avanço também para buscar soluções para as contas públicas. “O que queremos é votar alguma coisa o quanto antes”, ressaltou Bolsonaro em entrevista ontem.

    Pontos

    A aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) depende do apoio de dois terços dos 513 deputados e 81 senadores, em dois turnos de votação em cada Casa, antecedida por um processo de negociação. A demora é certa pela tradição do Congresso.

    Portanto, a equipe de Bolsonaro pode deixar para uma segunda etapa eventuais mudanças sobre a fixação da idade mínima. O presidente eleito afirmou em várias ocasiões ser favorável à definição de idade mínima para aposentadoria para o setor público, consideradas as exceções.

    A reforma da Previdência é tema constante das reuniões de Bolsonaro e sua equipe. Também nas conversas que manteve ontem (7) com os presidentes Michel Temer e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), o assunto veio à tona.

    Agricultura

    Também pela manhã, Bolsonaro vai se reunir com a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) confirmada como a primeira mulher ministra do seu governo. Ontem (7) ele mesmo confirmou o nome dela para o Ministério da Agricultura.

    Tereza Cristina teve o nome indicado pela bancada ruralista no Congresso Nacional reúne aproximadamente 260 parlamentares.

    Engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina é presidente da Frente Parlamentar de Agropecuária (FPA) e tem uma longa trajetória no setor. Ela foi secretária de Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul durante o governo de André Puccinelli (MDB).

    Retorno

    Após as reuniões com os parlamentares em Brasília, Bolsonaro retorna ainda hoje para o Rio de Janeiro. A previsão é que na próxima semana ele desembarque novamente na capital federal.

    Na quarta-feira (14), o presidente eleito deve se reunir com os 27 governadores – eleitos e reeleitos – em Brasília. A disposição é para fechar o chamado pacto federativo.

  • Próximo governo terá de concluir reformas, diz o presidente Temer

    O presidente Michel Temer afirmou hoje (7) que o próximo presidente eleito no Brasil terá de concluir as reformas que não foram finalizadas em seu governo, como a reforma da Previdência Social.

    “Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir”, disse o presidente, em discurso durante o 28º Congresso e Expo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), na capital paulista.

    Temer destacou a importância do setor para a economia, como responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, pela geração de 300 mil empregos diretos e por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país). Ele disse que os profissionais do setor atuam com dinamismo e agilidade, contribuindo para a recuperação da economia brasileira.

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    Rota 2030

    O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos e trabalhadores do setor na elaboração do Programa Rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva, com total atenção à expectativa dos consumidores. Segundo Temer, o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com melhor qualidade, segurança, tecnologia e eficiência energética.

    O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, também presente ao evento, ressaltou o lançamento do Programa Rota 2030, no início do mês passado. Marcos Jorge estima que, nos próximos 15 anos, o país terá carros mais eficientes e seguros. “Um dos grandes pilares é o estimulo à modernização do setor, fundamental para a recuperação da economia brasileira.” Por Agência Brasil.