Tag: Reino Unido

  • Arquivos secretos mostram que Reino Unido achava que URSS e China tinham tecnologias alienígenas

    Os arquivos secretos, denominados “Arquivo X britânico”, revelaram que o Ministério da Defesa britânico passou meio século caçando OVNIs, motivado pela preocupação de que a União Soviética ou a China já tivessem obtido tecnologia alienígena.

    Segundo documentos obtidos recentemente pelo investigador David Clarke, entre 1947 e 1997 os serviços de inteligência britânicos tinham duas divisões focadas em investigar relatos e supostos testemunhos de OVNIs.

    No início deste mês, Clarke obteve cópias dos relatórios da divisão de Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP, na sigla em inglês) do Ministério da Defesa britânico.

    De acordo com o relatório da UAP, a Força Aérea Real estava “particularmente interessada em qualquer nova tecnologia […]”, informou o site news.com.au em 2 de julho. Os documentos também revelaram que o governo britânico estava interessado em encontrar OVNIs para usar suas tecnologias contra os inimigos durante a Guerra Fria, que ocorreu entre 1945 e 1990 entre os países socialistas aliados à União Soviética e as potências ocidentais lideradas pelos EUA.

    “Apesar de os documentos terem sido parcialmente censurados, eles não podem esconder o fato de que os militares britânicos queriam se apoderar da tecnologia OVNI — ou do que eles próprios chamaram de ‘nova tecnologia em armamentos’”, disse Clarke à edição Sun.

    “Os arquivos revelam que eles estavam desesperados por obter essa tecnologia — de onde quer que viesse — antes dos russos ou chineses”, acrescentou.

    Nick Pope, um ex-funcionário que trabalhou para o Ministério da Defesa do Reino Unido entre 1985 e 2006, disse que tem trabalhado com seus ex-colegas para garantir que os arquivos desse projeto do governo britânico sejam revelados ao público.

    “Liderei o projeto de OVNIs do governo britânico e estou satisfeito por vários ufólogos terem obtido documentos sobre meu antigo trabalho”, disse ao Sputnik Internacional.

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    Pope também confirmou que o governo britânico sabia das pesquisas russas e chinesas relacionadas com os OVNIs e estava tentando desenvolver suas próprias tecnologias militares alienígenas. Os britânicos queriam obter algumas “novas tecnologias bélicas” dos ONVIs, por exemplo, uma espécie de arma de energia direcionada, acrescentou o especialista.

    “Se tal coisa fosse possível, evidentemente não queríamos que os russos ou os chineses fossem os primeiros a apoderar-se dela. Embora eu não caracterize isso como uma corrida para adquirir ‘armas alienígenas’, o que fizemos foi provavelmente tão estranho como qualquer coisa que você pode ver em episódios do Arquivo X [uma popular série de televisão dedicada às investigações de casos envolvendo fenômenos paranormais]”, observou ele.

    Segundo o investigador de OVNIs John Tenney, os documentos recentemente obtidos revelam que, enquanto os principais governos do mundo continuam dizendo às populações que não há razão para terem receio de fenômenos alienígenas, os próprios governos estão realmente interessados e ativamente engajados em um processo contínuo de pesquisa.

    “Durante décadas, governos, autoridades e a mídia descrevem os que estão interessados em fenômenos ligados a OVNIs como pessoas irracionais, delirantes ou paranoicas, enquanto, ao mesmo tempo, gastam milhões de dólares dos contribuintes investigando os mesmos fenômenos e as consequências que esses fenômenos podem ter”, concluiu Tenney. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Submarinos britânicos carregados com mísseis são enviados à Síria para iniciar ataques

    De acordo com o jornal britânico Daily Telegraph, os submarinos britânicos receberam ordens de se mover dentro do alcance dos mísseis da Síria, já que os ataques contra o regime de Assad são esperados para quinta-feira à noite.

    A publicação informou que a ordem foi emitida pela primeira-ministra britânica Theresa May e que ela convocou ministros para uma reunião de gabinete de emergência para discutir como a Grã-Bretanha responderá ao ataque químico de Douma.

    Embora se espere que May tenha a aprovação para participar dos ataques aéreos liderados pelos EUA, a agência sugeriu que se faça uma discussão com os EUA e a França antes que a decisão final seja tomada.
    Após o ataque de sábado, a primeira-ministra insistiu que “todas as indicações são de que o regime sírio era responsável” e que “o uso continuado de armas químicas pela Síria não pode passar sem ser contestado”.

    Enquanto os submarinos britânicos receberam ordens para se aproximarem da Síria, o Telegraph informou que o presidente sírio, Bashar Assad, também está dirigindo aeronaves e veículos para longe das bases que provavelmente serão alvejadas.

    A reportagem segue a advertência do presidente dos EUA, Donald Trump, para que a Rússia e a Síria “se preparem” para um ataque com mísseis. Trump observou que o ataque envolveria mísseis que serão “bons e novos”. Com informações da Sputnik Brasil

  • May pode autorizar participação britânica em ataques na Síria sem aprovação do Parlamento

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, “parece pronta” para participar de ações militares na Síria, atualmente sendo considerada pelos EUA e pelas forças da Coalizão. May pode tomar a decisão de atacar mesmo sem a aprovação do Parlamento do país, informou a BBC, citando fontes familiarizadas com a situação.

    De acordo com essas mesmas fontes, May considera necessário agir com urgência. Além disso, ela não quer adiar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, e procura evitar a obstrução causada pelo processo de aprovação do Parlamento.

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    No começo do dia, o líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, exigiu uma votação parlamentar para sinalizar um potencial ataque militar contra a Síria, informou a emissora Sky News. Ele pediu a May para “levar todos os países, incluindo os EUA e a Rússia, bem como os estados vizinhos, à mesa em Genebra a buscar uma solução política”.
    A postura dura segue o acordo de terça-feira alcançado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron, estipulando que a comunidade internacional deveria responder ao suposto ataque químico na cidade de Douma. Por Sputnik Brasil