Tag: Rita Lee

  • Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    A cantora Rita Lee, que anunciou em maio de 2021 que foi diagnosticada com câncer de pulmão, morreu nesta segunda-feira (8).

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

  • Rita Lee: a trajetória da rainha do rock brasileiro que nos deixou aos 75 anos

    Rita Lee: a trajetória da rainha do rock brasileiro que nos deixou aos 75 anos

    Rita Lee foi uma das maiores cantoras e compositoras da história da música brasileira, que morreu nesta segunda-feira (8), aos 75 anos.

    Ela foi diagnosticada com câncer de pulmão em 2021 e vinha fazendo tratamentos contra a doença. Rita ajudou a incorporar a revolução do rock à explosão criativa do tropicalismo, formou a banda brasileira de rock mais cultuada no mundo, os Mutantes, e criou canções na carreira solo com enorme apelo popular sem perder a liberdade e a irreverência. Sempre moderna, Rita foi referência de criatividade e independência feminina durante os quase 60 anos de carreira. O título de “rainha do rock brasileiro” veio quase naturalmente, mas ela achava “cafona” – preferia “padroeira da liberdade”.

    Rita Lee Jones nasceu em São Paulo, em 31 de dezembro de 1947. O pai, Charles Jones, era dentista e filho de imigrantes dos EUA. A mãe, a italiana Romilda Padula, era pianista, e incentivou a filha a estudar o instrumento e a cantar com as irmãs. Aos 16 anos, Rita integrou um trio vocal feminino, as Teenage Singers, e fez apresentações amadoras em festas de escolas. O cantor e produtor Tony Campello descobriu as cantoras e as chamou para participar de gravações como backing vocals.

    Em 1964 ela entrou em um grupo de rock chamado Six Sided Rockers que, depois de algumas mudanças de formações e de nomes, deu origem aos Mutantes em 1966. O grupo foi formado inicialmente por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. A banda foi fundamental no movimento tropicalista, que uniu a psicodelia aos ritmos brasileiros e se tornou um marco na música brasileira.

    Em 1972, Rita deixou os Mutantes e iniciou uma carreira solo que teve diversos sucessos como “Agora só falta você”, “Ovelha negra”, “Lança perfume”, “Flagra”, “Erva venenosa”, “Amor e sexo” e “Reza”. Ela também se destacou como escritora, lançando livros como “Dr. Alex”, “Amiga Ursa” e sua autobiografia.

    Rita Lee foi uma artista que marcou gerações com sua música, sua personalidade e sua defesa da liberdade e dos animais. Ela nos deixou um enorme legado que será sempre lembrado.

    Ela foi diagnosticada com câncer de pulmão em 2021 e vinha fazendo tratamentos contra a doença. Rita ajudou a incorporar a revolução do rock à explosão criativa do tropicalismo, formou a banda brasileira de rock mais cultuada no mundo, os Mutantes, e criou canções na carreira solo com enorme apelo popular sem perder a liberdade e a irreverência. Sempre moderna, Rita foi referência de criatividade e independência feminina durante os quase 60 anos de carreira. O título de “rainha do rock brasileiro” veio quase naturalmente, mas ela achava “cafona” – preferia “padroeira da liberdade”.

    Rita Lee Jones nasceu em São Paulo, em 31 de dezembro de 1947. O pai, Charles Jones, era dentista e filho de imigrantes dos EUA. A mãe, a italiana Romilda Padula, era pianista, e incentivou a filha a estudar o instrumento e a cantar com as irmãs. Aos 16 anos, Rita integrou um trio vocal feminino, as Teenage Singers, e fez apresentações amadoras em festas de escolas. O cantor e produtor Tony Campello descobriu as cantoras e as chamou para participar de gravações como backing vocals.

    Em 1964 ela entrou em um grupo de rock chamado Six Sided Rockers que, depois de algumas mudanças de formações e de nomes, deu origem aos Mutantes em 1966. O grupo foi formado inicialmente por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. A banda foi fundamental no movimento tropicalista, que uniu a psicodelia aos ritmos brasileiros e se tornou um marco na música brasileira.

    Em 1972, Rita deixou os Mutantes e iniciou uma carreira solo que teve diversos sucessos como “Agora só falta você”, “Ovelha negra”, “Lança perfume”, “Flagra”, “Erva venenosa”, “Amor e sexo” e “Reza”. Ela também se destacou como escritora, lançando livros como “Dr. Alex”, “Amiga Ursa” e sua autobiografia.

    Rita Lee foi uma artista que marcou gerações com sua música, sua personalidade e sua defesa da liberdade e dos animais. Ela nos deixou um enorme legado que será sempre lembrado.

  • Biografia de Rita Lee será transformada em filme

    Agora toda a vida da icônica Rita Lee irá saltar das páginas da sua biografia para um filme. “Uma Autobiografia” foi lançado em 2016 pela Globo Livros será adaptado para o cinema, contando tudo sobre a vida da cantora.

    A notícia foi divulgada pela colunista Mônica Bergamo jornal Folha de S. Paulo e compartilhada pela Biônica Filmes, responsável pela produção do longa-metragem.

    No livro, Rita Lee lembra episódios de sua infância, o início da carreira, o período no grupo Oos Mutantes, a prisão na década de 1970, o casamento e os filhos com Roberto de Carvalho.