Tag: Rússia

  • Rússia ameaça bloquear o Facebook caso a rede social não cumpra as regras

    A lei russa exige que todas as redes sociais movam dados de usuários russos para a Rússia. Assim, o Facebook também é obrigado a remover todas as informações proibidas, de acordo com o chefe da agência reguladora russa para internet Roskomnadzor, Aleksandr Zharov.

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    “Se nenhuma das medidas for tomada pelo Facebook ou se algumas delas não forem cumpridas, ou se o Estado russo não for informado da intenção de fazê-lo, obviamente haverá uma questão de bloqueio”, disse Zharov ao jornal Izvestia.

    O site da rede profissional LinkedIn já foi banido na Rússia por se recusar a cumprir a legislação. O popular mensageiro Telegram foi bloqueado na Rússia depois de se recusar a fornecer ao Serviço de Segurança Federal (FSB) da Rússia chaves para descriptografar suas mensagens.

    O FSB disse que o Telegram é amplamente usado por terroristas. O trabalho da Amazon e do Google na Rússia também está em questão, afirmou Zharov. A Roskomnadzor enfrentou problemas para bloquear o Telegram, já que está usando a Amazon e os servidores na nuvem do Google.

    A Roskomnadzor baniu 16 milhões de endereços IP usados pelo Telegram, incluindo os fornecidos pelo Google e pela Amazon. As ações da agência levaram a sérios distúrbios na Internet russa, e vários sites que usam a hospedagem da Amazon foram bloqueados acidentalmente.

    Zharov negou esta informação, dizendo que 99,9% dos sites inocentes permanecem intocados pelo regulador. O Telegram continua a funcionar como de costume.

    “O presidente do Telegram, Pavel Durov, tem usado as capacidades do Google e da Amazon para contornar a proibição da Roskomnadzor. Ninguém jamais tentou persistentemente contornar o bloqueio”, disse à RT o conselheiro presidencial para questões da Internet, German Klimenko.

    O conselheiro disse que os problemas com websites hospedados pela Amazon aconteceram porque seus proprietários não pagaram a taxa de US$ 5 por um grupo único de endereços IP e estavam usando endereços IP públicos em vez de uma versão paga barata. Com informações da Sputnik Brasil

  • Torcedor russo atira um ‘galo’ contra o técnico de seu time

    Durante uma partida de futebol da segunda divisão do campeonato de futebol da Rússia, um torcedor atirou um galo para ofender o técnico do clube.

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    O fato curioso aconteceu durante uma partida no domingo (16) entre os clubes Luch-Energiya Vladivostok e o FC Fakel Voronezh, disputada na cidade de Voronezh, que fica a cerca de 500km ao sul de Moscou.

    O torcedor do Energiya Vladivostok se aproximou da beira do campo a partir da arquibancada e atirou o animal para dentro das quatro linhas. A galinha bateu asas e caiu sobre o gramado do campo.

    A intenção do torcedor era ofender o técnico do clube, Aleksandr Grigoryan. Na Rússia, a palavra “Galo” é uma ofensa que quer dizer “traidor”. Ao que parece, o motivo da ofensa teria sio o fato do técnico ter ido dirigido a equipe rival, o SKA Khabarovsky, e depois retornado ao clube.

    Além do animal atirado no campo, a torcida também gritava “Grigoryan é um galo” nas arquibancadas.
    O técnico, que é armênio, afirmou à RT que ele tem sido alvo de uma campanha de ódio de um certo grupo de torcedores, e que não para de receber mensagens e vídeos com ofensas em seu celular.

    O time de Grigoryan perdeu a partida por 3×1 para os donos da casa e o torcedor pode ser preso. Por Sputnik Brasil.

  • Por que submarinos russos venceriam em qualquer duelo com inimigos?

    Na península de Kamchatka submarinos russos simularam uma espécie de duelo. Ao comentar as manobras em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov contou como, para ele, poderia se desenrolar a situação em condições de combate reais.

    Os submarinos nucleares Vladimir Monomakh e Aleksandr Nevsky realizaram manobras na península de Kamchatka simulando um duelo, comunicou em coletiva de imprensa o chefe do Departamento de Informação do Distrito Militar Oriental para a Frota do Pacífico, capitão-de-fragata Nikolai Voskresensky.

    “De acordo com o plano da preparação militar, o cruzador submarino nuclear estratégico Vladimir Monomakh, treinando ações do submarino inserido em agrupamento, efetuou busca e vigilância de um submarino do suposto inimigo. Do lado opositor esteve atuando outro cruzador estratégico — o Aleksandr Nevsky”, disse ele.
    Conforme Voskresensky, as tripulações dos cruzadores estratégicos, “encenando uma situação de duelo”, efetuaram manobras de ataque e contra-ataque com uso de armas e meios hidroacústicos.

    Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov comentou estes exercícios.

    “Treinamentos desse tipo com submarinos continuam atuais porque não se exclui que em sequência de algum conflito global ou local os submarinos possam se encontrar. Nesse caso, a única arma de luta destes submarinos são os torpedos”, disse o analista.

    Ele acrescentou que se um dos submarinos atinge o outro, ele priva de fato o possível adversário de certas vantagens no combate futuro. Conforme Leonkov, exercícios desses são necessários tanto na Rússia como nos EUA.

    Segundo ele, em circunstâncias reais durante a realização de tais “duelos” há algumas particularidades: “Os nossos submarinos do projeto Yasen têm um torpedo-míssil único que, ao contrário dos torpedos convencionais, supera a distância de 50 quilômetros até o submarino do inimigo hipotético com uma velocidade surpreendente.”

    Leonkov ressaltou que o torpedo inicia o movimento debaixo d’água, supera a maior parte da distância pelo ar, atingindo velocidade até 3.000 km/h, e depois ataca do ar para a água. Os adversários da Rússia não têm tais armas. “Por isso, há mais chances que em um ‘duelo’ de submarinos vença o nosso submarino”, concluiu. Com informações da Sputnik Brasil

  • Secretário-geral da ONU: ‘Guerra Fria está de volta’

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, advertiu o Conselho de Segurança da organização de que as tensões no Oriente Médio representam uma ameaça à paz global e pediu às partes envolvidas que evitem a escalada militar iminente na Síria.

    Em seu discurso, proferido nesta sexta-feira, Guterres disse que muitos conflitos no Oriente Médio mergulharam a região no caos que ameaça a paz e a segurança. No entanto, estes incluem não apenas conflitos regionais, como a divisão entre xiitas e sunitas, ou o conflito palestino-israelense, e também o confronto entre a Rússia e o Ocidente.

    “A Guerra Fria está de volta”, disse Guterres.

    “Os mecanismos e salvaguardas para lidar com os riscos de escalada que existiam no passado não parecem mais estar presentes”, disse ele.

    Mas a situação na Síria representa “a mais séria ameaça à paz e segurança internacionais”, alertou o político.

    “Na Síria, vemos confrontos e guerras indiretas envolvendo vários exércitos nacionais, vários grupos armados de oposição, muitas milícias nacionais e internacionais, combatentes estrangeiros de todo o mundo e várias organizações terroristas”, destacou.

    Guterres lamentou o fracasso do Conselho de Segurança esta semana para emitir um mandato para investigar relatos de uso de armas químicas na Síria e ofereceu seu apoio à inspeção da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), atualmente em curso na cidade de Duma. Além disso, ele convocou os membros do Conselho para superar suas diferenças e começar a agir de acordo com sua posição.

    “O aumento das tensões e a incapacidade de chegar a um compromisso no estabelecimento de um mecanismo de responsabilização ameaçam levar a uma escalada militar total”, alertou ele.

    “Em meus contatos com vocês, especialmente com os membros permanentes do Conselho de Segurança, reiterei minha profunda preocupação com os riscos do impasse atual e sublinhei a necessidade de evitar que a situação saia do controle.”

    Durante toda a semana, os EUA e seus aliados estão decidindo se recorrem à força militar para retaliar o governo sírio pelo suposto ataque com armas químicas na cidade de Douma.

    A Rússia, por outro lado, afirma que o incidente na localidade síria foi uma farsa e alega possuir “dados irrefutáveis” que confirmam a sua versão, como afirmou nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov. Com informações da Sputnik Brasil

  • Tribunal determina bloqueio do Telegram na Rússia

    Tribunal moscovita do distrito Tagansky permitiu que Roskomnadzor bloqueasse aplicativo Telegram imediatamente no território da Rússia.

    A sessão do tribunal durou menos de uma hora depois o juiz saiu para sala de deliberação, informa correspndente da Sputnik presente no local.

    Segundo representantes do Roskomnadzor (Serviço Federal de Vigilância na Área das Comunicações, Tecnologias da Informação e Mass Media)e do Serviço de Segurança da Rússia (FSB), a recusa do Telegram de apresentar as chaves criptográficas aos serviços especiais ameaça os interesses do país e sociedade e pode favorecer terroristas.

    O aplicativo permanecerá bloqueado até que seus criadores apresentem as chaves criptográficas, detalharam no tribunal.

    “A posição do Telegram continua sendo a mesma — exigências do FSB de apresentar as mensagens pessoais dos usuários não correspondem à Constituição e não são baseadas nas leis. Além disso, essas exigências não podem ser cumpridas por razões técnicas. A exigência de bloquear é infundada e ilegítima”, declarou representante da organização responsável pela defesa do caso.

    Pavel Durov destacou várias vezes que o aplicativo é a favor da inviolabilidade da vida privada e liberdade de expressão, sendo assim, não pode cumprir exigências do Roskomnadzor. Com informações da Sputnik Brasil

  • Submarinos, radares e aviões: Rússia se prepara para possível ataque estadunidense à Síria

    O Ministério da Defesa da Rússia já elaborou uma lista de medidas a que militares russos podem recorrer em caso de uma escalada do conflito na Síria, escreve o jornal Kommersant.

    O chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, disse em março que, se houver uma ameaça à vida dos militares russos na Síria, a Rússia abrirá fogo tanto contra os mísseis, como contra seus portadores, ou seja, contra os destróieres e porta-aviões dos EUA. Esta é uma medida extrema que foi anunciada publicamente e que foi reiterada de novo ao comando militar dos Estados Unidos, segundo comunicou uma fonte militar ao Kommersant.

    Para demonstrar a sua prontidão, a Marinha russa já delimitou uma zona perto da costa síria, onde se planeja realizar exercícios militares: a zona será fechada para navegação de 11 a 12, de 17 a 19 e de 25 a 26 de abril.
    O grupo naval da Marinha russa no mar Mediterrâneo conta com cerca de 15 navios de guerra e de apoio. Entre eles, as fragatas com mísseis de cruzeiro Admiral Gregorovich e Admiral Essen, assim como os submarinos Varshavyanka e Schuka-B.

    Além disso, na Síria foram posicionados aviões antissubmarino Il-38N, acrescenta o jornal.

    Segundo os dados, a situação na região mediterrânica está sendo monitorada 24 horas por dia por radares terrestres e pelo avião de alerta precoce A-50, que estão vigiando os movimentos do porta-aviões estadunidense USS Donald Cook, capaz de lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk.

    Os sistemas S-400 e Pantsir protegem a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus, mas, segundo as fontes no Ministério da Defesa russo, nenhuma dessas estruturas “deve ser atingida, caso contrário, as consequências seriam catastróficas”.

    Negociações em curso

    Ao mesmo tempo, de acordo com o Kommersant, Moscou espera receber dos EUA as coordenadas dos alvos que o Pentágono planeja atacar, tal como aconteceu antes do bombardeamento da base síria de Shayrat em 7 de abril de 2017. A medida é necessária para excluir a mínima possibilidade de baixas entre os militares russos. Segundo o jornal, Moscou também mantém negociações fechadas entre o Estado-Maior russo e o Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos.
    O exército russo também está em contato com a OTAN através da Turquia, disse o chefe do Comitê de Defesa da Duma (câmara baixa do parlamento russo), Vladimir Shamanov. Mas, advertiu também que a Rússia “tem armas dignas, e se os EUA as quiserem pôr à prova, então terão uma resposta”.

    Anteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou, no Twitter, lançar ataques aéreos contra a Síria, advertindo a Rússia que se preparasse, pois atacaria o país árabe com mísseis “bons, novos e ‘inteligentes’”. Com informações da Sputnik Brasil

  • Submarinos britânicos carregados com mísseis são enviados à Síria para iniciar ataques

    De acordo com o jornal britânico Daily Telegraph, os submarinos britânicos receberam ordens de se mover dentro do alcance dos mísseis da Síria, já que os ataques contra o regime de Assad são esperados para quinta-feira à noite.

    A publicação informou que a ordem foi emitida pela primeira-ministra britânica Theresa May e que ela convocou ministros para uma reunião de gabinete de emergência para discutir como a Grã-Bretanha responderá ao ataque químico de Douma.

    Embora se espere que May tenha a aprovação para participar dos ataques aéreos liderados pelos EUA, a agência sugeriu que se faça uma discussão com os EUA e a França antes que a decisão final seja tomada.
    Após o ataque de sábado, a primeira-ministra insistiu que “todas as indicações são de que o regime sírio era responsável” e que “o uso continuado de armas químicas pela Síria não pode passar sem ser contestado”.

    Enquanto os submarinos britânicos receberam ordens para se aproximarem da Síria, o Telegraph informou que o presidente sírio, Bashar Assad, também está dirigindo aeronaves e veículos para longe das bases que provavelmente serão alvejadas.

    A reportagem segue a advertência do presidente dos EUA, Donald Trump, para que a Rússia e a Síria “se preparem” para um ataque com mísseis. Trump observou que o ataque envolveria mísseis que serão “bons e novos”. Com informações da Sputnik Brasil

  • May pode autorizar participação britânica em ataques na Síria sem aprovação do Parlamento

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, “parece pronta” para participar de ações militares na Síria, atualmente sendo considerada pelos EUA e pelas forças da Coalizão. May pode tomar a decisão de atacar mesmo sem a aprovação do Parlamento do país, informou a BBC, citando fontes familiarizadas com a situação.

    De acordo com essas mesmas fontes, May considera necessário agir com urgência. Além disso, ela não quer adiar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, e procura evitar a obstrução causada pelo processo de aprovação do Parlamento.

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    Air France muda rotas de voo devido aos possíveis ataques dos EUA na Síria
    Jornalistas russos retornando de Ghouta Oriental são atacados por grupo desconhecido

    No começo do dia, o líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, exigiu uma votação parlamentar para sinalizar um potencial ataque militar contra a Síria, informou a emissora Sky News. Ele pediu a May para “levar todos os países, incluindo os EUA e a Rússia, bem como os estados vizinhos, à mesa em Genebra a buscar uma solução política”.
    A postura dura segue o acordo de terça-feira alcançado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron, estipulando que a comunidade internacional deveria responder ao suposto ataque químico na cidade de Douma. Por Sputnik Brasil

  • Air France muda rotas de voo devido aos possíveis ataques dos EUA na Síria

    A companhia aérea francesa Air France está mudando rotas para alguns de seus vôos devido aos temores de possíveis ataques com mísseis norte-americanos na Síria, disse o porta-voz da companhia aérea à Sputnik nesta quarta-feira (11).

    Na terça-feira (10), a agência de controle de tráfego aéreo da Europa emitiu uma notificação para a área de controle do Mediterrâneo Oriental/Nicosia FIR que ataques aéreos à Síria podem ocorrer nas próximas 72 horas.

    A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA, na ingla em inglês) afirmou as companhias aéreas devem levar em essa questão em consideração quando planejarem operações na área.

    “A Air France levou em consideração as recomendações da EASA e ajustou os planos de voo para as rotas que poderiam ser afetadas. Isso diz respeito principalmente a Beirute e Tel Aviv”, disse o porta-voz.
    A companhia aérea francesa geralmente segue as recomendações dos reguladores nacionais e internacionais, observou o porta-voz.

    Mais cedo nesta quarta-feira (11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, via Twitter, que a Rússia deveria se preparar para um ataque com mísseis dos EUA contra a Síria. Trump fez sua ameaça após relatos sobre um suposto ataque químico na cidade síria de Douma, no sábado (8).

    Os Estados Unidos e a União Europeia disseram acreditar que o ataque foi perpetrado pelas forças do presidente sírio Bashar Assad. Damasco, por sua vez, negou firmemente essas alegações.

    Além disso, o ministro das Relações Exteriores da Síria teria convidado a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ, na sigla em inglês) a visitar a área do suposto ataque.
    A Rússia também refutou os relatórios sobre o uso de produtos químicos na área de Ghouta Oriental, onde Douma está localizada, dizendo que seu Centro de Reconciliação Síria não encontrou vestígios de substâncias perigosas na área.

    Além disso, Moscou disse que já tinha conhecimento da possibilidade de provocações com o uso de produtos químicos, visando culpar o governo de Assad. Por Sputnik Brasil

  • Jornalistas russos retornando de Ghouta Oriental são atacados por grupo desconhecido

    Um ônibus, transportando jornalistas russos, que estavam retornando de Ghouta Oriental, foi atacado a tiros por um grupo de desconhecidos, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.

    “No dia 11 de abril, cerca de 18h20 [de Moscou] (12h20 no horário de Brasília), ônibus com jornalistas russos, que retornavam após produzir material sobre Ghouta Oriental [na Síria], foi atacado com armas de fogo por pessos desconhecidas”, informou o comunicado.

    O órgão revelou que, em consequência do ataque, o correspondente da emissora NTV, Aleksei Ivlev, o cinegrafista da emissora Russia 1, Mikhail Vitkin, e o cinegrafista da emissora Zvezda, Vladislav Dodonov, receberam “ferimentos leves nas pernas”.
    “Todos os jornalistas foram atendidos imediatamente no local por médicos do Centro Russo de Reconciliação. Não há risco de vida”, assegurou o ministério da Defesa.

    Os jornalistas foram evacuados para um hospital, onde poderão contar com tratamento adequado aos ferimentos, completou o comunicado militar russo. Por Sputnik Brasil