Tag: saúde pública

  • Número de atendimentos por hipertensão cresce 44%

    Número de atendimentos por hipertensão cresce 44%

    A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que afeta milhões de brasileiros e é uma das principais causas de infarto, AVC e insuficiência renal.

    Segundo dados da Agência Brasil, o número de atendimentos por hipertensão cresceu 44% em São Paulo nos primeiros meses de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    A hipertensão arterial ocorre quando a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, fazendo com que o coração tenha que trabalhar mais para bombear o sangue pelo corpo. A pressão arterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg) e considera-se hipertensão quando os valores são iguais ou superiores a 140/90 mmHg.

    A doença é hereditária em 90% dos casos, mas também pode ser influenciada por fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo, estresse, consumo excessivo de sal e álcool, entre outros. Muitas vezes, a hipertensão não causa sintomas, por isso é importante medir a pressão regularmente e consultar um médico cardiologista para fazer o diagnóstico e o tratamento adequados.

    A boa notícia é que a hipertensão arterial pode ser prevenida e controlada com hábitos de vida saudáveis, como manter o peso ideal, praticar atividade física regularmente, reduzir o consumo de sal e alimentos processados, evitar o fumo e o álcool, controlar o estresse e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    A hipertensão arterial é uma doença grave que tem prevenção e tratamento eficazes. Cuide da sua saúde e previna-se!

    Segundo dados da Agência Brasil, o número de atendimentos por hipertensão cresceu 44% em São Paulo nos primeiros meses de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    A hipertensão arterial ocorre quando a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, fazendo com que o coração tenha que trabalhar mais para bombear o sangue pelo corpo. A pressão arterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg) e considera-se hipertensão quando os valores são iguais ou superiores a 140/90 mmHg.

    A doença é hereditária em 90% dos casos, mas também pode ser influenciada por fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo, estresse, consumo excessivo de sal e álcool, entre outros. Muitas vezes, a hipertensão não causa sintomas, por isso é importante medir a pressão regularmente e consultar um médico cardiologista para fazer o diagnóstico e o tratamento adequados.

    A boa notícia é que a hipertensão arterial pode ser prevenida e controlada com hábitos de vida saudáveis, como manter o peso ideal, praticar atividade física regularmente, reduzir o consumo de sal e alimentos processados, evitar o fumo e o álcool, controlar o estresse e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    A hipertensão arterial é uma doença grave que tem prevenção e tratamento eficazes. Cuide da sua saúde e previna-se!

  • Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    A poluição do ar é um fator de risco para diversas doenças respiratórias, incluindo a COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

  • Vacina contra HPV: por que é importante se imunizar?

    Vacina contra HPV: por que é importante se imunizar?

    O papilomavírus humano (HPV) é um vírus que infecta a pele e as mucosas genitais, podendo causar verrugas e câncer.Estima-se que cerca de 80% das pessoas sexualmente ativas serão infectadas pelo HPV em algum momento da vida.

    O câncer do colo do útero, o mais comum associado ao HPV, é responsável pela morte de mais de 230 mil mulheres por ano no mundo, sendo a quarta causa de morte por câncer entre as mulheres.

    A vacinação contra o HPV é a medida mais eficaz de se prevenir contra a infecção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é indicada para meninas e meninos de 9 a 14 anos, com esquema de duas doses. A vacina protege contra os tipos mais comuns e mais graves do HPV, reduzindo significativamente o risco de câncer do colo do útero e de outros tipos de câncer relacionados ao vírus.

    No entanto, a cobertura vacinal contra o HPV no Brasil ainda é baixa e apresenta grande heterogeneidade entre as regiões. Segundo um estudo publicado em 2021, apenas 7% das microregiões brasileiras alcançaram a cobertura adequada da segunda dose da vacina em 2017. Alguns fatores que podem influenciar na baixa adesão à vacina são o desconhecimento sobre o HPV e seus riscos, o medo de efeitos adversos da vacina, a falta de acesso aos serviços de saúde e a resistência de pais e responsáveis que associam a vacina à iniciação sexual precoce.

    Por isso, é importante que a população seja informada sobre os benefícios da vacinação contra o HPV e que os profissionais de saúde orientem e incentivem os adolescentes e seus familiares a se imunizarem. A vacina é segura, eficaz e recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Além da vacinação, outras medidas de prevenção contra o HPV são o uso de preservativo nas relações sexuais e a realização periódica do exame preventivo (Papanicolau) pelas mulheres.

    A vacinação contra o HPV é um direito e um dever de todos que querem se proteger contra esse vírus e suas complicações. Não deixe de se vacinar e de levar seus filhos para se vacinarem. Juntos, podemos eliminar o câncer do colo do útero no Brasil e no mundo.

    O câncer do colo do útero, o mais comum associado ao HPV, é responsável pela morte de mais de 230 mil mulheres por ano no mundo, sendo a quarta causa de morte por câncer entre as mulheres.

    A vacinação contra o HPV é a medida mais eficaz de se prevenir contra a infecção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é indicada para meninas e meninos de 9 a 14 anos, com esquema de duas doses. A vacina protege contra os tipos mais comuns e mais graves do HPV, reduzindo significativamente o risco de câncer do colo do útero e de outros tipos de câncer relacionados ao vírus.

    No entanto, a cobertura vacinal contra o HPV no Brasil ainda é baixa e apresenta grande heterogeneidade entre as regiões. Segundo um estudo publicado em 2021, apenas 7% das microregiões brasileiras alcançaram a cobertura adequada da segunda dose da vacina em 2017. Alguns fatores que podem influenciar na baixa adesão à vacina são o desconhecimento sobre o HPV e seus riscos, o medo de efeitos adversos da vacina, a falta de acesso aos serviços de saúde e a resistência de pais e responsáveis que associam a vacina à iniciação sexual precoce.

    Por isso, é importante que a população seja informada sobre os benefícios da vacinação contra o HPV e que os profissionais de saúde orientem e incentivem os adolescentes e seus familiares a se imunizarem. A vacina é segura, eficaz e recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Além da vacinação, outras medidas de prevenção contra o HPV são o uso de preservativo nas relações sexuais e a realização periódica do exame preventivo (Papanicolau) pelas mulheres.

    A vacinação contra o HPV é um direito e um dever de todos que querem se proteger contra esse vírus e suas complicações. Não deixe de se vacinar e de levar seus filhos para se vacinarem. Juntos, podemos eliminar o câncer do colo do útero no Brasil e no mundo.

  • Leishmaniose: o que é, como se transmite e como se prevenir

    Leishmaniose: o que é, como se transmite e como se prevenir

    A leishmaniose é uma doença causada por protozoários do gênero Leishmania, transmitidos por insetos vetores chamados flebotomíneos ou mosquitos-palha.

    Existem dois tipos principais de leishmaniose: a tegumentar, que afeta a pele e as mucosas, e a visceral, que atinge os órgãos internos.

    A leishmaniose é considerada uma doença negligenciada, pois afeta principalmente populações pobres e vulneráveis, com baixo acesso aos serviços de saúde. No Brasil, a leishmaniose está presente em todas as regiões, sendo mais comum nas áreas rurais e periurbanas. No entanto, nos últimos anos, houve uma expansão da doença para áreas urbanas, devido a fatores como desmatamento, migração, urbanização desordenada e presença de animais domésticos infectados.

    Os sintomas da leishmaniose variam de acordo com o tipo e a gravidade da infecção. A leishmaniose tegumentar pode causar lesões na pele, que podem cicatrizar espontaneamente ou evoluir para formas mais graves, como a leishmaniose mucosa, que destrói as mucosas do nariz e da boca. A leishmaniose visceral pode provocar febre, emagrecimento, anemia, aumento do fígado e do baço, hemorragias e imunodeficiência. Se não tratada adequadamente, a leishmaniose visceral pode levar à morte.

    O diagnóstico da leishmaniose é feito por meio de exames laboratoriais que detectam a presença do parasita ou de anticorpos no sangue ou nos tecidos afetados. O tratamento é feito com medicamentos específicos, que devem ser administrados sob supervisão médica. O tratamento é gratuito e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

    A prevenção da leishmaniose depende do controle dos vetores e dos reservatórios da doença, que podem ser animais silvestres ou domésticos, como cães e gatos. Algumas medidas de proteção individual são o uso de repelentes, mosquiteiros e telas nas janelas, além de evitar os horários e locais de maior atividade dos insetos transmissores. Também é importante manter o ambiente limpo e evitar o acúmulo de lixo orgânico.

    A leishmaniose é uma doença grave, mas que pode ser prevenida e tratada. Para saber mais sobre a leishmaniose no Brasil, consulte os sites do Ministério da Saúde (https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral) e da Fundação Oswaldo Cruz (https://portal.fiocruz.br/doenca/leishmaniose).

    Existem dois tipos principais de leishmaniose: a tegumentar, que afeta a pele e as mucosas, e a visceral, que atinge os órgãos internos.

    A leishmaniose é considerada uma doença negligenciada, pois afeta principalmente populações pobres e vulneráveis, com baixo acesso aos serviços de saúde. No Brasil, a leishmaniose está presente em todas as regiões, sendo mais comum nas áreas rurais e periurbanas. No entanto, nos últimos anos, houve uma expansão da doença para áreas urbanas, devido a fatores como desmatamento, migração, urbanização desordenada e presença de animais domésticos infectados.

    Os sintomas da leishmaniose variam de acordo com o tipo e a gravidade da infecção. A leishmaniose tegumentar pode causar lesões na pele, que podem cicatrizar espontaneamente ou evoluir para formas mais graves, como a leishmaniose mucosa, que destrói as mucosas do nariz e da boca. A leishmaniose visceral pode provocar febre, emagrecimento, anemia, aumento do fígado e do baço, hemorragias e imunodeficiência. Se não tratada adequadamente, a leishmaniose visceral pode levar à morte.

    O diagnóstico da leishmaniose é feito por meio de exames laboratoriais que detectam a presença do parasita ou de anticorpos no sangue ou nos tecidos afetados. O tratamento é feito com medicamentos específicos, que devem ser administrados sob supervisão médica. O tratamento é gratuito e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

    A prevenção da leishmaniose depende do controle dos vetores e dos reservatórios da doença, que podem ser animais silvestres ou domésticos, como cães e gatos. Algumas medidas de proteção individual são o uso de repelentes, mosquiteiros e telas nas janelas, além de evitar os horários e locais de maior atividade dos insetos transmissores. Também é importante manter o ambiente limpo e evitar o acúmulo de lixo orgânico.

    A leishmaniose é uma doença grave, mas que pode ser prevenida e tratada. Para saber mais sobre a leishmaniose no Brasil, consulte os sites do Ministério da Saúde (https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral) e da Fundação Oswaldo Cruz (https://portal.fiocruz.br/doenca/leishmaniose).

  • Sífilis na gestação: um problema de saúde pública no Brasil

    Sífilis na gestação: um problema de saúde pública no Brasil

    A sífilis é uma doença infecciosa que pode trazer complicações graves para a saúde da gestante e do bebê. De acordo com um estudo realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Fiocruz, a prevalência de sífilis em gestantes no Brasil tem aumentado nos últimos anos.

    Os resultados indicam que em 2019, a taxa de detecção de sífilis em gestantes foi de 10,3 casos para cada mil nascidos vivos. Isso representa um aumento significativo em relação aos anos anteriores, evidenciando a necessidade de intensificar as políticas de prevenção e diagnóstico precoce da doença.

    O tratamento adequado da sífilis na gestação é fundamental para evitar complicações para o bebê, como a sífilis congênita. É importante que as gestantes realizem o pré-natal corretamente e que sejam testadas para as DSTs, como a sífilis.

    A prevenção é a melhor forma de combater a sífilis na gestação. O uso de preservativos nas relações sexuais e a realização de exames regulares são medidas importantes para garantir a saúde da gestante e do bebê.

    Os resultados indicam que em 2019, a taxa de detecção de sífilis em gestantes foi de 10,3 casos para cada mil nascidos vivos. Isso representa um aumento significativo em relação aos anos anteriores, evidenciando a necessidade de intensificar as políticas de prevenção e diagnóstico precoce da doença.

    O tratamento adequado da sífilis na gestação é fundamental para evitar complicações para o bebê, como a sífilis congênita. É importante que as gestantes realizem o pré-natal corretamente e que sejam testadas para as DSTs, como a sífilis.

    A prevenção é a melhor forma de combater a sífilis na gestação. O uso de preservativos nas relações sexuais e a realização de exames regulares são medidas importantes para garantir a saúde da gestante e do bebê.

  • Piso da Enfermagem: entenda a proposta que busca valorizar os profissionais da saúde

    Piso da Enfermagem: entenda a proposta que busca valorizar os profissionais da saúde

    O Piso da Enfermagem é uma proposta que tem ganhado destaque na mídia e na sociedade brasileira. Trata-se de um projeto de lei que busca estabelecer um salário mínimo para os profissionais de enfermagem em todo o país.

    A medida é vista como uma forma de valorizar os profissionais da área da saúde, que desempenharam um papel fundamental na linha de frente do combate à pandemia de Covid-19. A proposta prevê um salário mínimo nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, que atualmente recebem salários muito abaixo do ideal.

    Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), a implementação do Piso da Enfermagem seria uma forma de corrigir as distorções salariais existentes na categoria e garantir uma remuneração justa e digna para esses profissionais.

    Além disso, a medida também é vista como uma forma de atrair novos profissionais para a área da enfermagem, que tem enfrentado uma carência de mão de obra nos últimos anos.

    A proposta do Piso da Enfermagem ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas já conta com o apoio de diversos setores da sociedade e da própria classe dos enfermeiros.

    A medida é vista como uma forma de valorizar os profissionais da área da saúde, que desempenharam um papel fundamental na linha de frente do combate à pandemia de Covid-19. A proposta prevê um salário mínimo nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, que atualmente recebem salários muito abaixo do ideal.

    Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), a implementação do Piso da Enfermagem seria uma forma de corrigir as distorções salariais existentes na categoria e garantir uma remuneração justa e digna para esses profissionais.

    Além disso, a medida também é vista como uma forma de atrair novos profissionais para a área da enfermagem, que tem enfrentado uma carência de mão de obra nos últimos anos.

    A proposta do Piso da Enfermagem ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas já conta com o apoio de diversos setores da sociedade e da própria classe dos enfermeiros.

  • Cannabis medicinal gratuita pelo SUS: São Vicente inaugura centro de saúde pública pioneiro

    Cannabis medicinal gratuita pelo SUS: São Vicente inaugura centro de saúde pública pioneiro

    O primeiro centro de saúde pública no estado de São Paulo a fornecer terapias gratuitas à base de plantas medicinais, incluindo cannabis, foi inaugurado em São Vicente.

    A lei, sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas em 31 de janeiro de 2023, autoriza a distribuição gratuita de medicamentos à base de canabidiol (CBD) na rede pública de saúde do estado. Os medicamentos deverão ter o registro prévio na Anvisa e serão distribuídos a pacientes com laudo e prescrição médica, além de um atestado comprovando que essas pessoas não têm condições de comprar a medicação. A Secretaria de Estado da Saúde será responsável por implementar as diretrizes da lei.

    O CBD é uma substância extraída da planta cannabis, que não possui efeitos psicoativos e é usada em tratamentos para pessoas com autismo, alzheimer, parkinson e epilepsia, além de doenças e síndromes raras. O custo médio do remédio é de R$ 1.500.

    O centro de saúde pública de São Vicente é o primeiro a oferecer terapias gratuitas à base de plantas medicinais, incluindo cannabis, no estado. O objetivo é ampliar o acesso dos pacientes que necessitam desse tipo de tratamento e que não podem arcar com os custos.

    O centro conta com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas e psicólogos, que avaliam cada caso e prescrevem as terapias mais adequadas. Além da cannabis, o centro também oferece outras plantas medicinais, como camomila, erva-cidreira e hortelã.

    O centro de saúde pública de São Vicente segue o exemplo do CEC – Centro de Excelência Canabinóide – localizado na cidade de São Paulo, que é o primeiro centro focado em cannabis medicinal do Brasil. O CEC atua na área educacional, com cursos e palestras sobre o tema, e também na área clínica, com uma equipe de médicos especialistas e certificados em medicina canabinóide.

    A lei, sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas em 31 de janeiro de 2023, autoriza a distribuição gratuita de medicamentos à base de canabidiol (CBD) na rede pública de saúde do estado. Os medicamentos deverão ter o registro prévio na Anvisa e serão distribuídos a pacientes com laudo e prescrição médica, além de um atestado comprovando que essas pessoas não têm condições de comprar a medicação. A Secretaria de Estado da Saúde será responsável por implementar as diretrizes da lei.

    O CBD é uma substância extraída da planta cannabis, que não possui efeitos psicoativos e é usada em tratamentos para pessoas com autismo, alzheimer, parkinson e epilepsia, além de doenças e síndromes raras. O custo médio do remédio é de R$ 1.500.

    O centro de saúde pública de São Vicente é o primeiro a oferecer terapias gratuitas à base de plantas medicinais, incluindo cannabis, no estado. O objetivo é ampliar o acesso dos pacientes que necessitam desse tipo de tratamento e que não podem arcar com os custos.

    O centro conta com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas e psicólogos, que avaliam cada caso e prescrevem as terapias mais adequadas. Além da cannabis, o centro também oferece outras plantas medicinais, como camomila, erva-cidreira e hortelã.

    O centro de saúde pública de São Vicente segue o exemplo do CEC – Centro de Excelência Canabinóide – localizado na cidade de São Paulo, que é o primeiro centro focado em cannabis medicinal do Brasil. O CEC atua na área educacional, com cursos e palestras sobre o tema, e também na área clínica, com uma equipe de médicos especialistas e certificados em medicina canabinóide.

  • Palmas realiza exames para prevenir tipos de câncer que acometem homens e mulheres

    Quatorze milhões de novos casos de câncer serão diagnosticados no mundo.

    A previsão é da Organização Mundial de Saúde que calcula também a morte de mais de 8 milhões de pessoas anualmente vítimas dessa doença.

    Durante todo esse mês, os órgãos de saúde vão intensificar as ações em prol da prevenção e diagnóstico. Mulheres e homens fazem parte do público-alvo e as cores rosa e azul representam o movimento.

    Alessandro Pantoja, diretor da atenção básica da Secretaria Municipal de Saúde de Palmas, explicou que na capital as ações serão unificadas.

    Uma vez na semana, as unidades de saúde vão receber o público-alvo da campanha.

    Aessandro Pantoja ainda lembrou que durante todo o ano a comunidade deve procurar as unidades de saúde para buscar a prevenção.

    Para saber os horários e quais unidades vão atender durante à noite, basta que os usuários do SUS busquem informações no posto mais próximo de casa.