Tag: Segurança

  • TikTok: por que o app está sendo proibido em empresas e governos?

    TikTok: por que o app está sendo proibido em empresas e governos?

    O TikTok é uma rede social que permite criar e compartilhar vídeos curtos de até 60 segundos. O aplicativo é um sucesso entre os jovens e já tem mais de 2 bilhões de downloads no mundo todo.

    Mas nem tudo são flores para a plataforma chinesa, que enfrenta uma série de restrições e acusações de vários países ocidentais.

    Um dos principais motivos para o banimento do TikTok em empresas e governos é a preocupação com a segurança dos dados dos usuários. O app é acusado de coletar muitas informações pessoais, como localização, contatos, álbum de fotos, interação com outros apps e até mesmo o modelo do aparelho onde o app foi instalado. Esses dados poderiam ser usados para espionagem ou manipulação pelo governo chinês, que é o dono da empresa ByteDance, responsável pelo TikTok.

    Alguns países que já proibiram o uso do TikTok em dispositivos oficiais ou da administração pública são: Estados Unidos, França, Austrália e Reino Unido. A medida não afeta toda a população, mas apenas os funcionários públicos que trabalham na área de segurança nacional ou que tenham acesso a dados sensíveis. A proibição também vale para as escolas públicas nos EUA.

    O TikTok nega as acusações e diz que não compartilha os dados dos usuários com o governo chinês. A empresa afirma que respeita as leis e regulamentos dos países onde atua e que tem políticas de privacidade e segurança rigorosas. A rede social também diz que é vítima de um boicote por parte dos governos ocidentais, que querem impedir o crescimento de uma empresa asiática no mercado global.

    O banimento do TikTok pode ter consequências negativas para a plataforma, que pode perder usuários e receita com publicidade. Além disso, pode abrir espaço para concorrentes que oferecem serviços semelhantes, como o Instagram Reels ou o YouTube Shorts. Por outro lado, pode ser uma oportunidade para o TikTok se adaptar às exigências dos países e melhorar sua transparência e confiabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4, Link 5.

    Mas nem tudo são flores para a plataforma chinesa, que enfrenta uma série de restrições e acusações de vários países ocidentais.

    Um dos principais motivos para o banimento do TikTok em empresas e governos é a preocupação com a segurança dos dados dos usuários. O app é acusado de coletar muitas informações pessoais, como localização, contatos, álbum de fotos, interação com outros apps e até mesmo o modelo do aparelho onde o app foi instalado. Esses dados poderiam ser usados para espionagem ou manipulação pelo governo chinês, que é o dono da empresa ByteDance, responsável pelo TikTok.

    Alguns países que já proibiram o uso do TikTok em dispositivos oficiais ou da administração pública são: Estados Unidos, França, Austrália e Reino Unido. A medida não afeta toda a população, mas apenas os funcionários públicos que trabalham na área de segurança nacional ou que tenham acesso a dados sensíveis. A proibição também vale para as escolas públicas nos EUA.

    O TikTok nega as acusações e diz que não compartilha os dados dos usuários com o governo chinês. A empresa afirma que respeita as leis e regulamentos dos países onde atua e que tem políticas de privacidade e segurança rigorosas. A rede social também diz que é vítima de um boicote por parte dos governos ocidentais, que querem impedir o crescimento de uma empresa asiática no mercado global.

    O banimento do TikTok pode ter consequências negativas para a plataforma, que pode perder usuários e receita com publicidade. Além disso, pode abrir espaço para concorrentes que oferecem serviços semelhantes, como o Instagram Reels ou o YouTube Shorts. Por outro lado, pode ser uma oportunidade para o TikTok se adaptar às exigências dos países e melhorar sua transparência e confiabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4, Link 5.

  • Investimento em criptomoedas: Oportunidade ou Risco?

    Investimento em criptomoedas: Oportunidade ou Risco?

    Antes de decidir investir em criptomoedas, é importante compreender o que são e como funcionam.

    Criptomoedas, como o Bitcoin, Ethereum e Ripple, são ativos digitais cada vez mais populares e vêm atraindo a atenção de investidores de todo o mundo. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre se vale a pena investir nessas moedas virtuais.

    Antes de decidir investir em criptomoedas, é importante compreender o que são e como funcionam. Criptomoedas são moedas digitais baseadas em tecnologia de blockchain, o que as torna descentralizadas e seguras. Além disso, elas permitem transações rápidas e seguras, sem a necessidade de intermediários financeiros.

    Ao mesmo tempo, o mercado de criptomoedas é altamente volátil, com preços que podem oscilar rapidamente. Além disso, a falta de regulamentação pode aumentar o risco de fraude e roubo.

    Por essas razões, é importante pesquisar e entender bem as criptomoedas antes de investir. É recomendável escolher as moedas com um histórico de desempenho estável e uma equipe de desenvolvimento sólida. Além disso, é importante não colocar todo o seu dinheiro em uma única criptomoeda e diversificar a carteira de investimentos.

    Se você decidir investir em criptomoedas, é importante manter-se informado sobre o mercado e as tendências. Além disso, é importante seguir as práticas de segurança, como armazenar suas moedas em carteiras seguras e não compartilhar informações pessoais com terceiros desconhecidos.

    Em resumo, investir em criptomoedas pode ser uma oportunidade interessante, mas também é um investimento de alto risco. É importante pesquisar e entender bem as criptomoedas antes de tomar uma decisão de investimento e seguir as práticas de segurança adequadas.

    Criptomoedas, como o Bitcoin, Ethereum e Ripple, são ativos digitais cada vez mais populares e vêm atraindo a atenção de investidores de todo o mundo. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre se vale a pena investir nessas moedas virtuais.

    Antes de decidir investir em criptomoedas, é importante compreender o que são e como funcionam. Criptomoedas são moedas digitais baseadas em tecnologia de blockchain, o que as torna descentralizadas e seguras. Além disso, elas permitem transações rápidas e seguras, sem a necessidade de intermediários financeiros.

    Ao mesmo tempo, o mercado de criptomoedas é altamente volátil, com preços que podem oscilar rapidamente. Além disso, a falta de regulamentação pode aumentar o risco de fraude e roubo.

    Por essas razões, é importante pesquisar e entender bem as criptomoedas antes de investir. É recomendável escolher as moedas com um histórico de desempenho estável e uma equipe de desenvolvimento sólida. Além disso, é importante não colocar todo o seu dinheiro em uma única criptomoeda e diversificar a carteira de investimentos.

    Se você decidir investir em criptomoedas, é importante manter-se informado sobre o mercado e as tendências. Além disso, é importante seguir as práticas de segurança, como armazenar suas moedas em carteiras seguras e não compartilhar informações pessoais com terceiros desconhecidos.

    Em resumo, investir em criptomoedas pode ser uma oportunidade interessante, mas também é um investimento de alto risco. É importante pesquisar e entender bem as criptomoedas antes de tomar uma decisão de investimento e seguir as práticas de segurança adequadas.

  • Maioria dos crimes cibernéticos na América Latina aconteceram no Brasil


    País corresponde a 56% dos crimes, seguido pelo México. América Latina registrou mais de 20,5 milhões de ciberataques.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Empresa cria drone de segurança que voa dentro de casa


    Equipamento patrulha sua casa enquanto você estiver fora e também pode ser usado para ver se você esqueceu algum aparelho ligado ou uma janela aberta.

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  • Coronel Carlos Renato Machado Paim é o novo Secretário Nacional de Segurança Pública

    Coronel Carlos Renato Machado Paim é o novo Secretário Nacional de Segurança Pública

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  • Usuário de marca-passo e prótese metálica pode ser dispensado de passar por detector

    Usuários de marca-passo ou próteses metálicas poderão ser dispensados de passar por equipamentos que empregam radiação eletromagnética ou de detecção de metais. A possibilidade está no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 62/2018, que aguarda análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

    Hoje, não existe uma lei específica sobre o tema. Locais que usam o dispositivo definem as condições do acesso dessas pessoas por meio de comunicados ou regulamentos internos.

    Pelo projeto, pessoas com marca-passo que comprovem essa condição com atestado médico não deverão ser obrigadas a passar pelos detectores, já que a radiação pode afetar o funcionamento dos aparelhos, trazendo riscos à saúde. Essas pessoas poderão, no entanto, ser submetidas a revista individualizada em sala reservada, sendo o revistador do mesmo sexo do revistado.

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    As mesmas regras se aplicam às pessoas com próteses que contenham metal, mas para elas a revista individualizada é obrigatória. Desta forma, será resguardada a segurança do ambiente que se quer proteger sem constrangimentos, diz a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) na justificativa de sua proposta.

    O projeto determina que os equipamentos de detecção deverão conter sinalização de advertência sobre os possíveis riscos para a saúde dos usuários de aparelho de marca-passo.

    O texto aguarda o relatório do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) na CAS. Por Agência Senado.

  • Comercialização de spray de pimenta para proteção pessoal poderá ser autorizada

    A fabricação, a importação e a comercialização do spray de pimenta para uso como arma não letal, para proteção pessoal, ficarão autorizadas se for aprovado o Projeto de Lei do Senado (PLS) 113/2018, que aguarda designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O objetivo é que sobretudo as mulheres possam se proteger de crimes, segundo o autor da proposta, senador Wilder Morais (DEM-GO).

    O spray de pimenta, gás pimenta ou gás OC (de Oleorresina Capsicum) irrita os olhos e causa lacrimejo, dor e mesmo cegueira temporária. Atualmente, no Brasil, seu uso é restrito a forças de segurança pública.

    Pelo PLS, poderão comprar o spray as pessoas maiores de idade que apresentarem documento oficial com foto. O estabelecimento comercial precisará de autorização emitida pelo governo federal para a comercialização e deverá manter, pelo prazo mínimo de 12 meses, banco de dados com o registro cadastral dos compradores.

    Proteção das mulheres

    Segundo o autor do PLS, senador Wilder Morais (DEM-GO), para defender verdadeiramente a mulher não bastam marchas e campanhas educativas. “É preciso combater os criminosos e permitir que ela seja a sua primeira proteção, que ela possa também lutar pela própria vida e dignidade quando o Estado tiver falhado em protegê-la antes”, argumenta.

    Como o projeto é terminativo na CCJ, caso aprovado, segue direto para a Câmara dos Deputados, a não ser que haja recurso para que seja votado no Plenário do Senado. Caso sancionada, a matéria ainda terá que ser regulamentada pelo Executivo federal para entrar em vigor. Com informações da Agência Senado.

  • Profissionais da imprensa condenam violência contra jornalistas e radialistas

    Nos últimos 12 anos, 38 jornalistas foram assassinados no Brasil por cumprir a sua tarefa de informar ao público de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), mas apenas 10 desses crimes foram solucionados. Em audiência sobre violência contra jornalistas, promovida nesta segunda-feira (7) pelo Conselho de Comunicação Social (CCS), profissionais da área lamentaram os números elevados de casos de intimidação, censura e violência física contra comunicadores e condenaram a impunidade.

    Adauto Soares, coordenador de Comunicação e Informação da Representação da Unesco no Brasil, observou que há 25 anos a Assembleia Geral da ONU proclamou 3 de maio como Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, em uma tentativa de conscientizar o mundo para a luta a favor do direito de informar. Jornalistas continuam, no entanto, sendo mortos por investigar, denunciar e contar histórias, acrescentou.

    — Os assassinatos de jornalistas acontecem em todos os estados. Tanto nas periferias, quanto nas grandes cidades, no Nordeste, no Norte, nas regiões de fronteira – apontou.

    No Brasil, um profissional foi assassinado no ano passado. Foram registrados 82 casos de violência não letal em 2017, queda de 52% em relação ao ano anterior, conforme dados sintetizados pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) com base em informações da Unesco e da ONG Repórteres sem Fronteiras. Embora os dados indiquem uma redução nos casos de violência, o problema está longe de uma solução segundo Paulo Tonet Camargo, presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

    — Não é alentador porque enquanto houver violência contra um jornalista que for não podemos tolerar. É um ataque à liberdade de imprensa – disse.

    Para Ana Dubeux, diretora de Redação do Correio Braziliense, a intolerância e a falta de compreensão sobre o papel do jornalista são algumas das razões que explicariam os ataques aos profissionais de comunicação.

    — Nossa principal missão é informar e não agradar. E muitas pessoas querem ser agradadas. Essa não é nossa função. Não é para isso que a gente trabalha. Sem liberdade de imprensa, a democracia não existe – disse.

    A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga, afirmou que até 2013 os profissionais de imprensa eram perseguidos principalmente por políticos, incomodados com notícias desfavoráveis a eles, mas desde então, com o boom de manifestações e protestos, cresceram os casos de agressões feitas por policiais e manifestantes. Ela também denunciou o descaso das empresas de comunicação com a segurança dos profissionais e criticou a impunidade:

    — A impunidade é o combustível da violência – criticou.

    Os ataques contra a imprensa têm tornado mais difícil o trabalho dos profissionais de comunicação, conforme apontou Gulíver Leão, presidente da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert).

    — Os profissionais estão sendo proibidos até de se aproximar de manifestações. A imprensa é apenas a mensageira, noticia fatos, mas o que vemos é a imprensa sendo colocada como vilã – disse.

    Durante o seminário, o presidente do Conselho de Comunicação Social, Murillo de Aragão, afirmou que o colegiado vai trabalhar para buscar soluções para o problema. Com informações da Agência Senado.

  • Europa proíbe WhatsApp para menores de 16 anos

    Segundo informa a Agência Reuters, o WhatsApp aumentou de 13 para 16 a idade mínima para que seus usuários possam usar o aplicativo. A mudança faz parte de uma grande atualização dos termos de serviços e políticas de privacidade do app na Europa.

    Os usuários que entrarem no aplicativo precisarão confirmar que têm 16 anos ou mais. A empresa não afirmou como pretende confirmar a veracidade dos dados fornecidos pelos usuários. No entanto, dada a quantidade relativamente pequena de dados que ela coleta de seus usuários, é possível que ela aceite a idade auto-declarada.

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    Além disso, a empresa também prepara outras mudanças para se adequar às novas leis europeias como permitir, no futuro próximo, que seus usuários façam download de todos os dados que o WhatsApp tem sobre eles.

    As novas regras começam a valer no dia 25 de maio, por enquanto apenas na Europa. Em relação ao resto do mundo, a idade mínima para usar o aplicativo não deve ser alterada.

  • PF e Secretaria de Segurança do Paraná definem esquema para chegada de Lula

    A poucas horas do fim do prazo para a apresentação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Polícia Federal, representantes da instituição vão se reunir no início da tarde com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná com o objetivo de definir o esquema de segurança para a chegada dele.

    Por enquanto, na frente do prédio da Superintendência da Polícia Federal, a movimentação é grande apenas de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas. Há poucos populares no local. Mas a PF deixou à disposição durante todo o dia a equipe de Controle de Distúrbio Civil, do Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI).

    Segundo o chefe da Custódia da PF, Jorge Chastalu Filho, “a instituição fez um planejamento visando a atender a esta demanda”. “Há algum tempo estamos trabalhando nela. E está tudo preparado, mas há circunstâncias que não podem ser reveladas”, afirmou. Chastalu Filho falou ainda sobre o espaço onde Lula deve ficar: “É uma sala simples, bastante humanizada, um ambiente bastante agradável de ficar, conheço o ambiente, tem um banheiro dentro. Sobre o banho de sol ainda não está definido como será, mas ele não terá acesso aos outros presos.”

    A cerca de 10 quilômetros do prédio, apoiadores de Lula se reúnem no Diretório Estadual do PT em vigília à espera de um posicionamento do ex-presidente ou de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STFJ) sobre o habeas corpus protocolado pela defesa dele. Por: Agência Brasil