Tag: Selic

  • Mercado reduz expectativa de inflação e dólar para 2023

    Mercado reduz expectativa de inflação e dólar para 2023

    O mercado financeiro reduziu pela segunda semana consecutiva a expectativa de inflação para 2023, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (31/7).

    A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,90% para 4,84%, ainda acima da meta central de 4,25% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

    A expectativa para o câmbio também foi revisada para baixo, com o dólar encerrando o ano a R$ 4,91, ante R$ 4,97 na semana anterior. O mercado manteve a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,24% e da taxa básica de juros (Selic) em 12%.

    O Boletim Focus é uma pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com as principais instituições financeiras do país. O objetivo é coletar as projeções dos analistas sobre os principais indicadores econômicos do país.

    A inflação tem sido um dos principais desafios para a política econômica do governo, que tem adotado medidas de ajuste fiscal e monetário para tentar conter a alta dos preços. Em junho, o IPCA registrou uma variação de 0,35%, acumulando 3,77% no ano e 8,35% em 12 meses.

    O Banco Central tem elevado a Selic desde março deste ano, quando iniciou um ciclo de aperto monetário para combater as pressões inflacionárias. A taxa básica de juros está atualmente em 10,25% ao ano e deve subir mais 0,75 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que começa nesta terça-feira (1º/8).

    O mercado espera que a Selic chegue a 12% até o final do ano e permaneça nesse patamar até o final de 2023. A taxa de juros é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para influenciar a atividade econômica e o nível de preços.

    O crescimento econômico também tem sido afetado pela crise sanitária provocada pela pandemia da Covid-19, que reduziu a demanda e a oferta de bens e serviços. O PIB brasileiro caiu 4,1% em 2022, a maior queda da série histórica iniciada em 1996.

    Para este ano, o mercado espera uma recuperação da economia, impulsionada pela vacinação da população e pelo avanço das reformas estruturais. A projeção é que o PIB cresça 2,24%, abaixo da estimativa do governo, que é de 3,5%.

    O câmbio também tem refletido as incertezas domésticas e internacionais. O dólar tem se valorizado frente ao real em meio às turbulências políticas, fiscais e sanitárias no Brasil e à expectativa de retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos.

    A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira (28/7) cotada a R$ 5,11, acumulando uma alta de 0,86% no mês e de 0,23% no ano. O mercado espera que o dólar se desvalorize até o final do ano e feche a R$ 4,91. Para 2023, a projeção é que a moeda fique em R$ 5.

    A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,90% para 4,84%, ainda acima da meta central de 4,25% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

    A expectativa para o câmbio também foi revisada para baixo, com o dólar encerrando o ano a R$ 4,91, ante R$ 4,97 na semana anterior. O mercado manteve a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,24% e da taxa básica de juros (Selic) em 12%.

    O Boletim Focus é uma pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com as principais instituições financeiras do país. O objetivo é coletar as projeções dos analistas sobre os principais indicadores econômicos do país.

    A inflação tem sido um dos principais desafios para a política econômica do governo, que tem adotado medidas de ajuste fiscal e monetário para tentar conter a alta dos preços. Em junho, o IPCA registrou uma variação de 0,35%, acumulando 3,77% no ano e 8,35% em 12 meses.

    O Banco Central tem elevado a Selic desde março deste ano, quando iniciou um ciclo de aperto monetário para combater as pressões inflacionárias. A taxa básica de juros está atualmente em 10,25% ao ano e deve subir mais 0,75 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que começa nesta terça-feira (1º/8).

    O mercado espera que a Selic chegue a 12% até o final do ano e permaneça nesse patamar até o final de 2023. A taxa de juros é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para influenciar a atividade econômica e o nível de preços.

    O crescimento econômico também tem sido afetado pela crise sanitária provocada pela pandemia da Covid-19, que reduziu a demanda e a oferta de bens e serviços. O PIB brasileiro caiu 4,1% em 2022, a maior queda da série histórica iniciada em 1996.

    Para este ano, o mercado espera uma recuperação da economia, impulsionada pela vacinação da população e pelo avanço das reformas estruturais. A projeção é que o PIB cresça 2,24%, abaixo da estimativa do governo, que é de 3,5%.

    O câmbio também tem refletido as incertezas domésticas e internacionais. O dólar tem se valorizado frente ao real em meio às turbulências políticas, fiscais e sanitárias no Brasil e à expectativa de retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos.

    A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira (28/7) cotada a R$ 5,11, acumulando uma alta de 0,86% no mês e de 0,23% no ano. O mercado espera que o dólar se desvalorize até o final do ano e feche a R$ 4,91. Para 2023, a projeção é que a moeda fique em R$ 5.

  • Como escapar dos juros altos do cartão de crédito e limpar o seu nome

    Como escapar dos juros altos do cartão de crédito e limpar o seu nome

    Os juros do cartão de crédito estão nas alturas. Segundo o Banco Central, a taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu para 455,1% ao ano em maio, a maior desde outubro de 2016.

    via GIPHY

    Isso significa que se você deixar uma dívida de R$ 1.000 no cartão, em um ano ela vai virar R$ 5.551!

    Mas o que é o rotativo do cartão de crédito? É o crédito que você usa quando não paga o valor total da sua fatura e fica com um saldo devedor em aberto. Esse saldo é corrigido pelos juros do cartão, que são os mais caros do mercado financeiro.

    Para evitar essa armadilha, o ideal é sempre pagar o valor integral da fatura ou, se não for possível, pagar o máximo que puder. Além disso, você deve saber que o rotativo só pode ser acionado uma vez por cada cliente. Após 30 dias, o banco é obrigado a parcelar automaticamente o saldo devedor com juros menores. Portanto, fique atento ao seu extrato e negocie as melhores condições com o seu banco.

    Mas por que os juros do cartão são tão altos? Uma das razões é a taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 4,25% ao ano. A Selic tem influência em todas as taxas de juros, mas não de forma direta, pois cada banco tem sua própria estratégia comercial e leva em conta outros fatores, como o risco de inadimplência, os custos operacionais e a concorrência.

    Falando em inadimplência, se você está com o nome sujo por causa de dívidas no cartão ou em outros produtos financeiros, uma boa notícia: o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil, começou a valer última segunda-feira (17) e prevê que os bancos retirem da lista de negativados os nomes de devedores pessoa física com pendências de até R$ 100. Essa medida pode beneficiar cerca de 3 milhões de brasileiros e facilitar o acesso ao crédito.

    Portanto, se você quer sair do vermelho e ter mais controle sobre as suas finanças, aproveite essa oportunidade e renegocie as suas dívidas com o seu banco. E lembre-se: use o cartão de crédito com responsabilidade e planejamento!

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    Isso significa que se você deixar uma dívida de R$ 1.000 no cartão, em um ano ela vai virar R$ 5.551!

    Mas o que é o rotativo do cartão de crédito? É o crédito que você usa quando não paga o valor total da sua fatura e fica com um saldo devedor em aberto. Esse saldo é corrigido pelos juros do cartão, que são os mais caros do mercado financeiro.

    Para evitar essa armadilha, o ideal é sempre pagar o valor integral da fatura ou, se não for possível, pagar o máximo que puder. Além disso, você deve saber que o rotativo só pode ser acionado uma vez por cada cliente. Após 30 dias, o banco é obrigado a parcelar automaticamente o saldo devedor com juros menores. Portanto, fique atento ao seu extrato e negocie as melhores condições com o seu banco.

    Mas por que os juros do cartão são tão altos? Uma das razões é a taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 4,25% ao ano. A Selic tem influência em todas as taxas de juros, mas não de forma direta, pois cada banco tem sua própria estratégia comercial e leva em conta outros fatores, como o risco de inadimplência, os custos operacionais e a concorrência.

    Falando em inadimplência, se você está com o nome sujo por causa de dívidas no cartão ou em outros produtos financeiros, uma boa notícia: o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil, começou a valer última segunda-feira (17) e prevê que os bancos retirem da lista de negativados os nomes de devedores pessoa física com pendências de até R$ 100. Essa medida pode beneficiar cerca de 3 milhões de brasileiros e facilitar o acesso ao crédito.

    Portanto, se você quer sair do vermelho e ter mais controle sobre as suas finanças, aproveite essa oportunidade e renegocie as suas dívidas com o seu banco. E lembre-se: use o cartão de crédito com responsabilidade e planejamento!

  • Inflação em 2023 deve superar 6%, segundo Boletim Focus

    Inflação em 2023 deve superar 6%, segundo Boletim Focus

    A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve fechar o ano de 2023 acima de 6%, segundo a mediana das expectativas dos economistas do mercado consultados pelo Banco Central.

    De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24), a projeção para o IPCA em 2023 subiu pela terceira semana consecutiva, passando de 6,01% para 6,04%. Essa é a segunda vez que a estimativa ultrapassa a marca dos 6% no ano.

    A meta de inflação para 2023, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,25% e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. A alta da inflação reflete os efeitos da crise hídrica, da alta dos combustíveis e dos alimentos e da desvalorização cambial sobre os preços.

    Apesar da maior pressão inflacionária vista pelo mercado, a expectativa para a taxa básica de juros da economia (Selic) foi mantida em 12,50% ao ano para o fim de 2023. O mesmo acontece com a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que ficou em 0,96%. Já a previsão para o dólar foi de R$ 5,20 para o fim deste ano e R$ 5,25 para o próximo.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24), a projeção para o IPCA em 2023 subiu pela terceira semana consecutiva, passando de 6,01% para 6,04%. Essa é a segunda vez que a estimativa ultrapassa a marca dos 6% no ano.

    A meta de inflação para 2023, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,25% e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. A alta da inflação reflete os efeitos da crise hídrica, da alta dos combustíveis e dos alimentos e da desvalorização cambial sobre os preços.

    Apesar da maior pressão inflacionária vista pelo mercado, a expectativa para a taxa básica de juros da economia (Selic) foi mantida em 12,50% ao ano para o fim de 2023. O mesmo acontece com a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que ficou em 0,96%. Já a previsão para o dólar foi de R$ 5,20 para o fim deste ano e R$ 5,25 para o próximo.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Inflação dispara e supera o teto da meta em 2023, aponta Focus

    Inflação dispara e supera o teto da meta em 2023, aponta Focus

    O relatório Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (17), mostrou que o mercado financeiro está cada vez mais pessimista com a inflação no Brasil.

    A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,90% para 6,01%, a décima segunda alta consecutiva. Com isso, a inflação supera o teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de até 4,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

    O relatório também elevou a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2023 de 0,84% para 0,85%, indicando uma recuperação modesta da economia após a crise provocada pela pandemia de covid-19. Por outro lado, a expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, permaneceu em 12,75% ao ano para o fim de 2023, o que significa que o Banco Central terá que continuar elevando os juros para tentar conter a inflação.

    O relatório Focus é baseado nas projeções de mais de 100 instituições financeiras consultadas pelo Banco Central sobre os principais indicadores econômicos. O documento é divulgado toda segunda-feira e serve como referência para as decisões de política monetária do BC.

    A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,90% para 6,01%, a décima segunda alta consecutiva. Com isso, a inflação supera o teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de até 4,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

    O relatório também elevou a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2023 de 0,84% para 0,85%, indicando uma recuperação modesta da economia após a crise provocada pela pandemia de covid-19. Por outro lado, a expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, permaneceu em 12,75% ao ano para o fim de 2023, o que significa que o Banco Central terá que continuar elevando os juros para tentar conter a inflação.

    O relatório Focus é baseado nas projeções de mais de 100 instituições financeiras consultadas pelo Banco Central sobre os principais indicadores econômicos. O documento é divulgado toda segunda-feira e serve como referência para as decisões de política monetária do BC.

  • Mercado vê espaço para novo corte da Selic em 2020

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