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  • Aviões norte-americanos realizam operação de vigilância perto das bases russas na Síria

    Sete aviões militares da Força Aérea dos EUA realizaram uma operação de vigilância no Mediterrâneo Oriental perto da costa da Síria, onde se localizam a base aérea russa de Hmeymim e a base de abastecimento e manutenção da Marinha russa em Tartus.

    Segundo os dados de monitorização da aviação militar, publicados pelo Mil Radar, trata-se de seis aviões de patrulha antissubmarino P-8A Poseidon que decolaram da base aérea de Sigonella na ilha italiana de Sicília e da aeronave de reconhecimento eletrônico EP-3E ARIES II, que decolou da base na ilha grega de Creta.

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    Anteriormente, o canal de televisão norte-americano CNBC, com referência a uma fonte familiarizada com a situação, informou que os EUA consideram oito instalações sírias como alvos potenciais de seu ataque. Entre elas estão dois aeródromos militares, um centro de pesquisa e uma usina que alegadamente está relacionada à produção de armas químicas.

    O presidente dos EUA Donald Trump ainda não tomou uma decisão final sobre como Washington responderá ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma, informou a Casa Branca. Trump, por sua vez, declarou na sua conta no Twitter que o ataque contra a Síria “pode ser muito em breve, ou não tão em breve assim”.

    Reportagens publicadas na semana passada sobre um ataque de forças do governo envolvendo armas químicas levaram os EUA e seus aliados a culpar Damasco e iniciar os preparativos para uma possível resposta militar. O governo sírio negou as acuações.

    O Centro Russo de Reconciliação na Síria enviou inspetores a Douma, não encontrando nenhum rastro de uso de armas químicas. Moscou pediu uma investigação independente do incidente. Com informações da Sputnik Brasil

  • Macron: França tem provas que governo sírio usou armas químicas

    O presidente francês Emmanuel Macron declarou que a França tem provas que o governo sírio usou armas químicas na cidade de Douma na semana passada.

    “Temos provas que na semana passada foram utilizadas armas químicas. E foram utilizadas pelo regime de [Bashar] Assad”, declarou o líder francês em entrevista ao canal TF1.

    Segundo Macron, a França tomará decisão sobre a Síria após verificar as informações sobre o suposto ataque químico.

    “Precisaremos de tomar decisões em devido tempo, quando o julgarmos mais útil e eficiente”, acrescentou Macron.
    Mais cedo, Paris e Washington apelaram a que se dê “uma resposta dura e conjunta” ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma, pelo qual o Ocidente culpa o governo sírio.

    Conforme a Constituição, o presidente francês tem o direito de lançar operações militares sem aprovação do parlamento. Na quarta-feira (11), Le Figaro comunicou que, caso a França decida atacar, isso será feiro a partir do território francês e não de bases no Oriente Médio.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, por sua vez, recuou nesta quinta-feira (12) das suas afirmações provocatórias no Twitter avisando a Rússia que se prepare para ataques na Síria e fez uma nova postagem dizendo que um tal ataque ao país árabe “pode acontecer muito em breve ou nada em breve”. Com informações da Sputnik Brasil

  • Trump: ‘Nunca disse quando aconteceria um ataque contra Síria’

    O presidente dos EUA, Donald Trump declarou que o ataque contra Síria “poderia ser muito em breve, ou não tão em breve assim”.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, assegurou em sua página do Twitter, que nunca marcou a data certa para lançar uma ofensiva contra Síria como represália ao suposto ataque químico reportado na cidade de Douma.

    Eu nunca disse quando aconteceria um ataque contra a Síria. Poderia ser em breve, ou não tão em breve assim! De qualquer forma, os Estados Unidos sob minha administração fizeram um ótimo trabalho quanto à libertação da região do Daesh (organização terrorista proibida em vários países, incluindo na Rússia). Então, onde está o nosso “Obrigado, América?”.

    Previamente, Trump escreveu no Twitter que a Rússia deveria estar pronta para enfrentar novos e “inteligentes” mísseis disparados contra a Síria.

    Em resposta a questão se a recente advertência do presidente dos EUA dificulta o planejamento de uma resposta estadunidense ou representa ameaça para a segurança nacional, a Casa Branca se declarou: “Não, de modo algum”, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders.

    O presidente estadunidense culpou Damasco do suposto ataque químico de 7 de abril, apesar dos investigadores da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) ainda não terem começado a investigação oficial. Na terça-feira (10), a OPAQ prometeu enviar um grupo de especialistas próprios à cidade síria. Por Sputnik Brasil

  • Submarinos, radares e aviões: Rússia se prepara para possível ataque estadunidense à Síria

    O Ministério da Defesa da Rússia já elaborou uma lista de medidas a que militares russos podem recorrer em caso de uma escalada do conflito na Síria, escreve o jornal Kommersant.

    O chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, disse em março que, se houver uma ameaça à vida dos militares russos na Síria, a Rússia abrirá fogo tanto contra os mísseis, como contra seus portadores, ou seja, contra os destróieres e porta-aviões dos EUA. Esta é uma medida extrema que foi anunciada publicamente e que foi reiterada de novo ao comando militar dos Estados Unidos, segundo comunicou uma fonte militar ao Kommersant.

    Para demonstrar a sua prontidão, a Marinha russa já delimitou uma zona perto da costa síria, onde se planeja realizar exercícios militares: a zona será fechada para navegação de 11 a 12, de 17 a 19 e de 25 a 26 de abril.
    O grupo naval da Marinha russa no mar Mediterrâneo conta com cerca de 15 navios de guerra e de apoio. Entre eles, as fragatas com mísseis de cruzeiro Admiral Gregorovich e Admiral Essen, assim como os submarinos Varshavyanka e Schuka-B.

    Além disso, na Síria foram posicionados aviões antissubmarino Il-38N, acrescenta o jornal.

    Segundo os dados, a situação na região mediterrânica está sendo monitorada 24 horas por dia por radares terrestres e pelo avião de alerta precoce A-50, que estão vigiando os movimentos do porta-aviões estadunidense USS Donald Cook, capaz de lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk.

    Os sistemas S-400 e Pantsir protegem a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus, mas, segundo as fontes no Ministério da Defesa russo, nenhuma dessas estruturas “deve ser atingida, caso contrário, as consequências seriam catastróficas”.

    Negociações em curso

    Ao mesmo tempo, de acordo com o Kommersant, Moscou espera receber dos EUA as coordenadas dos alvos que o Pentágono planeja atacar, tal como aconteceu antes do bombardeamento da base síria de Shayrat em 7 de abril de 2017. A medida é necessária para excluir a mínima possibilidade de baixas entre os militares russos. Segundo o jornal, Moscou também mantém negociações fechadas entre o Estado-Maior russo e o Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos.
    O exército russo também está em contato com a OTAN através da Turquia, disse o chefe do Comitê de Defesa da Duma (câmara baixa do parlamento russo), Vladimir Shamanov. Mas, advertiu também que a Rússia “tem armas dignas, e se os EUA as quiserem pôr à prova, então terão uma resposta”.

    Anteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou, no Twitter, lançar ataques aéreos contra a Síria, advertindo a Rússia que se preparasse, pois atacaria o país árabe com mísseis “bons, novos e ‘inteligentes’”. Com informações da Sputnik Brasil

  • Submarinos britânicos carregados com mísseis são enviados à Síria para iniciar ataques

    De acordo com o jornal britânico Daily Telegraph, os submarinos britânicos receberam ordens de se mover dentro do alcance dos mísseis da Síria, já que os ataques contra o regime de Assad são esperados para quinta-feira à noite.

    A publicação informou que a ordem foi emitida pela primeira-ministra britânica Theresa May e que ela convocou ministros para uma reunião de gabinete de emergência para discutir como a Grã-Bretanha responderá ao ataque químico de Douma.

    Embora se espere que May tenha a aprovação para participar dos ataques aéreos liderados pelos EUA, a agência sugeriu que se faça uma discussão com os EUA e a França antes que a decisão final seja tomada.
    Após o ataque de sábado, a primeira-ministra insistiu que “todas as indicações são de que o regime sírio era responsável” e que “o uso continuado de armas químicas pela Síria não pode passar sem ser contestado”.

    Enquanto os submarinos britânicos receberam ordens para se aproximarem da Síria, o Telegraph informou que o presidente sírio, Bashar Assad, também está dirigindo aeronaves e veículos para longe das bases que provavelmente serão alvejadas.

    A reportagem segue a advertência do presidente dos EUA, Donald Trump, para que a Rússia e a Síria “se preparem” para um ataque com mísseis. Trump observou que o ataque envolveria mísseis que serão “bons e novos”. Com informações da Sputnik Brasil

  • May pode autorizar participação britânica em ataques na Síria sem aprovação do Parlamento

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, “parece pronta” para participar de ações militares na Síria, atualmente sendo considerada pelos EUA e pelas forças da Coalizão. May pode tomar a decisão de atacar mesmo sem a aprovação do Parlamento do país, informou a BBC, citando fontes familiarizadas com a situação.

    De acordo com essas mesmas fontes, May considera necessário agir com urgência. Além disso, ela não quer adiar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, e procura evitar a obstrução causada pelo processo de aprovação do Parlamento.

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    No começo do dia, o líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, exigiu uma votação parlamentar para sinalizar um potencial ataque militar contra a Síria, informou a emissora Sky News. Ele pediu a May para “levar todos os países, incluindo os EUA e a Rússia, bem como os estados vizinhos, à mesa em Genebra a buscar uma solução política”.
    A postura dura segue o acordo de terça-feira alcançado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron, estipulando que a comunidade internacional deveria responder ao suposto ataque químico na cidade de Douma. Por Sputnik Brasil

  • Grupo de ataque dos EUA, liderado por USS Harry S. Truman, se dirige ao Mediterrâneo

    O jornal norte-americano, Stars and Stripes, revelou nesta terça-feira que um grupo de ataque naval dos EUA, liderado pelo porta-aviões USS Harry S. Truman, está se dirigindo para o mar Mediterrâneo, para atuar na costa da Europa e do Oriente Médio.

    “O grupo de ataque Harry Truman partirá nesta quarta-feira da base militar naval de Norfolk, Virgínia, para Oriente Médio e Europa”, informa a publicação.

    Segundo o jornal, o grupo será composto também pelo cruzador de mísseis guiados USS Normandy, pelos destróiers USS Arleigh Burke, USS Bulkeley, USS Forrest Sherman e USS Farragut. Mais tarde o grupo receberá reforços dos destróiers USS Jason Dunham e USS Sullivans.

    Os navios de guerra transportarão um total de 6,5 mil militares.

    A fragata alemã F221 Hessen também deve se unir ao grupo.
    Os objetivos e eventuais alvos militares ainda não foram anunciados pelos EUA.

    A partida do grupo naval de ataque acontece depois de uma série de declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre eventuais medidas de retaliação ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma. Washington e seus aliados já parecem ter um culpado — Bashar Assad. Mesmo antes do fim das investigações do incidente. Com informações da Sputnik Brasil

  • Médicos de Douma desmentem ter atendido pacientes com sinais de envenenamento químico

    Os médicos da cidade síria de Douma, onde supostamente aconteceu um ataque químico, afirmaram não terem recebido pacientes com sinais de envenenamento químico, comunicou nesta segunda-feira (9), o Centro Russo para a Reconciliação na Síria.

    “Os representantes do centro falaram com os médicos e funcionários do hospital da cidade de Douma. Eles desmentiram as informações sobre os alegados pacientes com sinais de envenenamento químico”, lê-se no comunicado do centro russo.

    Além disso, representantes russos comunicaram que o médico do hospital de Douma, Yasser Abdul Majid, contou que “nem no fim de semana, nem anteriormente, desde o início das ações militares na Síria, eles não receberam pessoas com envenenamento químico”.

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    Segundo o médico, citado pelo Centro Russo para a Reconciliação síria, todas as pessoas atendidas “tinham traumas comuns, fraturas, ferimentos por estilhaços e por balas”. As palavras do médico foram confirmadas pelo motorista da ambulância, Ahmed Saur, que há muitos anos trabalha na região. De acordo com ele, nunca viu essas vítimas de ataque químico.

    Anteriormente, os médicos do Crescente Vermelho Árabe Sírio (SARC) também não confirmaram as informações sobre o atendimento de pacientes com sinais de envenenamento químico. No dia 7 de abril, várias mídias, citando fontes militares da área, acusaram Damasco do alegado ataque com bomba de cloro gasoso na cidade de Douma, situada em Ghouta Oriental, o que supostamente resultou na morte de dezenas de civis.

    Por sua vez, as autoridades sírias vêm negando todas as acusações, afirmando ter avisado que os radicais na área estavam planejando provocações com o uso de armas químicas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o presidente da França, Emmanuel Macron, concordaram em coordenar uma resposta conjunta ao suposto uso de armas químicas na Síria. Por sua vez, a Rússia e o Irã condenaram as acusações, qualificando as acusações como infundadas. Por Sputnik.

  • Avião russo cai na Síria e deixa 32 pessoas mortas

    O avião de transporte militar russo An-26 o caiu em solo sírio na manhã desta terça-feira (06/03), ao tentar aterrissar no aeródromo sírio de Hmeymin. A tragédia acabou vitimando 32 pessoas – 26 passageiros e 6 tripulantes.

    O acidente ocorreu porque a aeronave colidiu com a terra a uma distância de 500 metros da pista de aterrissagem.

    “Em 6 de março, aproximadamente às 15h (9h, no horário de Brasília), um avião de transporte russo sofreu acidente no momento em que efetuava a aterrissagem no aeródromo sírio de Hmeymim. Segundo dados preliminares, a bordo estavam 26 passageiros e 6 tripulantes. Todos morreram”, diz a nota do Ministério da Defesa russo.

    De acordo com relatos locais, o avião não foi atingido por fogo.