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  • Como os smartphones afetam o cérebro das crianças

    Como os smartphones afetam o cérebro das crianças

    Especialistas explicam os riscos do uso de telas por bebês e crianças pequenas e dão orientações para os pais navegarem no mundo digital sem culpa.

    Deixar ou não que crianças pequenas usem telas como smartphones e tablets? Segundo especialistas, o uso precoce pode trazer problemas para o sono, desenvolvimento motor e até para o cérebro das crianças.

    O que acontece no cérebro de uma criança que usa telas?

    Pesquisadores descobriram que o tempo em frente às telas pode atrasar o desenvolvimento cerebral e motor de bebês e crianças pequenas. Isso ocorre porque, até os 3 anos, o cérebro depende de experiências no mundo real para aprender a entender formas, objetos e interações sociais. Quando uma criança passa muito tempo assistindo a vídeos ou jogando, ela deixa de explorar o ambiente ao seu redor, o que impacta seu aprendizado.

    Por exemplo, estudos mostram que crianças de 2 anos têm dificuldade em transferir o que veem na tela para a vida real. Em um experimento, crianças assistiram a um vídeo mostrando onde um brinquedo foi escondido, mas não conseguiram encontrá-lo depois. Já aquelas que viram o esconderijo ao vivo não tiveram problemas. Isso é conhecido como deficiência de vídeo.

    Imagem: Freepik

    Outras consequências preocupantes

    O uso de telas também está associado a outros problemas:

    • Sono ruim: O tempo em telas pode atrapalhar o sono, fundamental para o desenvolvimento do cérebro.
    • Atraso motor: Menos tempo engatinhando, pulando e escalando pode prejudicar o equilíbrio e até habilidades cognitivas, como memória e linguagem.
    • Saúde física: Pesquisadores notaram que crianças pequenas com mais tempo de tela tendem a ter índice de massa corporal (IMC) mais alto, o que pode aumentar o risco de obesidade e diabetes tipo 2 no futuro.

    “Não use telas como recompensa ou conforto”, alertam especialistas

    Um erro comum é usar telas para acalmar ou recompensar crianças. Isso pode dificultar o aprendizado de regulação emocional, fazendo com que a criança recorra aos dispositivos sempre que estiver frustrada ou entediada. “É como dar doces como prêmio: cria uma dependência emocional”, explica Sabina Pauen, psicóloga e pesquisadora do desenvolvimento infantil.

    Como os pais podem lidar com as telas?

    Especialistas recomendam evitar telas para crianças menores de 2 anos e limitar o uso a, no máximo, uma hora por dia após os 3 anos — sempre com supervisão dos pais. Mais importante, os adultos devem usar as telas de forma consciente.

    “Se você precisa usar o celular na frente do seu filho, explique o que está fazendo e reserve momentos de interação sem distrações”, aconselha Pauen. Além disso, videochamadas com familiares, como avós, são uma exceção, pois ajudam a manter vínculos emocionais importantes.

    Um equilíbrio possível

    Apesar das preocupações, os especialistas não acreditam que os pais devam entrar em pânico. “O mais importante é o equilíbrio”, explica Pauen. Em vez de proibir completamente, ela sugere que os pais usem as telas como uma ferramenta ocasional e educativa, sem substituir as experiências reais, como brincar ao ar livre ou ler um livro juntos.

    Vivemos em um mundo digital, e adaptar-se a ele é inevitável. Mas, quando se trata de crianças pequenas, o velho ditado ainda vale: tudo tem seu tempo.

    Fontes: Link, Link 2.


    Deixar ou não que crianças pequenas usem telas como smartphones e tablets? Segundo especialistas, o uso precoce pode trazer problemas para o sono, desenvolvimento motor e até para o cérebro das crianças.

    O que acontece no cérebro de uma criança que usa telas?

    Pesquisadores descobriram que o tempo em frente às telas pode atrasar o desenvolvimento cerebral e motor de bebês e crianças pequenas. Isso ocorre porque, até os 3 anos, o cérebro depende de experiências no mundo real para aprender a entender formas, objetos e interações sociais. Quando uma criança passa muito tempo assistindo a vídeos ou jogando, ela deixa de explorar o ambiente ao seu redor, o que impacta seu aprendizado.

    Por exemplo, estudos mostram que crianças de 2 anos têm dificuldade em transferir o que veem na tela para a vida real. Em um experimento, crianças assistiram a um vídeo mostrando onde um brinquedo foi escondido, mas não conseguiram encontrá-lo depois. Já aquelas que viram o esconderijo ao vivo não tiveram problemas. Isso é conhecido como deficiência de vídeo.

    Imagem: Freepik

    Outras consequências preocupantes

    O uso de telas também está associado a outros problemas:

    • Sono ruim: O tempo em telas pode atrapalhar o sono, fundamental para o desenvolvimento do cérebro.
    • Atraso motor: Menos tempo engatinhando, pulando e escalando pode prejudicar o equilíbrio e até habilidades cognitivas, como memória e linguagem.
    • Saúde física: Pesquisadores notaram que crianças pequenas com mais tempo de tela tendem a ter índice de massa corporal (IMC) mais alto, o que pode aumentar o risco de obesidade e diabetes tipo 2 no futuro.

    “Não use telas como recompensa ou conforto”, alertam especialistas

    Um erro comum é usar telas para acalmar ou recompensar crianças. Isso pode dificultar o aprendizado de regulação emocional, fazendo com que a criança recorra aos dispositivos sempre que estiver frustrada ou entediada. “É como dar doces como prêmio: cria uma dependência emocional”, explica Sabina Pauen, psicóloga e pesquisadora do desenvolvimento infantil.

    Como os pais podem lidar com as telas?

    Especialistas recomendam evitar telas para crianças menores de 2 anos e limitar o uso a, no máximo, uma hora por dia após os 3 anos — sempre com supervisão dos pais. Mais importante, os adultos devem usar as telas de forma consciente.

    “Se você precisa usar o celular na frente do seu filho, explique o que está fazendo e reserve momentos de interação sem distrações”, aconselha Pauen. Além disso, videochamadas com familiares, como avós, são uma exceção, pois ajudam a manter vínculos emocionais importantes.

    Um equilíbrio possível

    Apesar das preocupações, os especialistas não acreditam que os pais devam entrar em pânico. “O mais importante é o equilíbrio”, explica Pauen. Em vez de proibir completamente, ela sugere que os pais usem as telas como uma ferramenta ocasional e educativa, sem substituir as experiências reais, como brincar ao ar livre ou ler um livro juntos.

    Vivemos em um mundo digital, e adaptar-se a ele é inevitável. Mas, quando se trata de crianças pequenas, o velho ditado ainda vale: tudo tem seu tempo.

    Fontes: Link, Link 2.


  • FeverPhone: o aplicativo que transforma seu smartphone em um termômetro preciso

    FeverPhone: o aplicativo que transforma seu smartphone em um termômetro preciso

    O FeverPhone é um aplicativo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, que usa a tela sensível ao toque e os sensores de temperatura da bateria do seu telefone para estimar sua temperatura com precisão comparável a alguns termômetros comerciais.

    O FeverPhone é fruto de um projeto de pesquisa que começou em 2019, quando os pesquisadores perceberam que os smartphones poderiam ser usados como termômetros sem a necessidade de adicionar novos componentes. Eles criaram um modelo de aprendizado de máquina que usa os dados coletados pela tela e pela bateria para calcular a temperatura corporal das pessoas.

    Para testar o aplicativo, os pesquisadores realizaram um estudo com 37 pacientes em um departamento de emergência de um hospital em Seattle. Eles compararam as estimativas do FeverPhone com as medidas de quatro termômetros comerciais: um termômetro oral, um termômetro auricular, um termômetro temporal e um termômetro infravermelho. Os resultados mostraram que o FeverPhone teve uma precisão média de 0,22°C, o que está dentro dos limites aceitáveis pela Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos.

    O aplicativo pode ter diversas aplicações para a saúde pública, especialmente em áreas com poucos recursos ou em situações de alta demanda por termômetros, como em uma pandemia. Por exemplo, o aplicativo pode ser usado para monitorar a temperatura de pessoas em quarentena ou isolamento domiciliar, ou para rastrear possíveis casos de febre em locais públicos, como aeroportos ou escolas.

    Os pesquisadores também estão investigando se o aplicativo pode funcionar com outros dispositivos, como smartwatches ou pulseiras inteligentes, que também possuem sensores de temperatura. Eles esperam que o FeverPhone possa se tornar uma ferramenta acessível e confiável para medir a temperatura corporal e auxiliar no diagnóstico e prevenção de doenças.

    Fonte: Link.

    O FeverPhone é fruto de um projeto de pesquisa que começou em 2019, quando os pesquisadores perceberam que os smartphones poderiam ser usados como termômetros sem a necessidade de adicionar novos componentes. Eles criaram um modelo de aprendizado de máquina que usa os dados coletados pela tela e pela bateria para calcular a temperatura corporal das pessoas.

    Para testar o aplicativo, os pesquisadores realizaram um estudo com 37 pacientes em um departamento de emergência de um hospital em Seattle. Eles compararam as estimativas do FeverPhone com as medidas de quatro termômetros comerciais: um termômetro oral, um termômetro auricular, um termômetro temporal e um termômetro infravermelho. Os resultados mostraram que o FeverPhone teve uma precisão média de 0,22°C, o que está dentro dos limites aceitáveis pela Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos.

    O aplicativo pode ter diversas aplicações para a saúde pública, especialmente em áreas com poucos recursos ou em situações de alta demanda por termômetros, como em uma pandemia. Por exemplo, o aplicativo pode ser usado para monitorar a temperatura de pessoas em quarentena ou isolamento domiciliar, ou para rastrear possíveis casos de febre em locais públicos, como aeroportos ou escolas.

    Os pesquisadores também estão investigando se o aplicativo pode funcionar com outros dispositivos, como smartwatches ou pulseiras inteligentes, que também possuem sensores de temperatura. Eles esperam que o FeverPhone possa se tornar uma ferramenta acessível e confiável para medir a temperatura corporal e auxiliar no diagnóstico e prevenção de doenças.

    Fonte: Link.

  • Brasil é o quarto país em volume de venda de celulares

    O mercado brasileiro de smartphones mostrou resultados positivos em 2017, depois de dois anos consecutivos de queda. Por: Radioagência Nacional

  • Veja os 10 smartphones mais procurados na internet em 2017

    Em 2017, quando o assunto foi comprar um celular, as buscas na internet se resumiram a marcas como Samsung e Motorola, segundo uma pesquisa realizada pelo site comparador de preços, “Zoom”.

    Já os modelos mais procurados foram o Galaxy J7 Prime de 32 GB, seguido pelo Moto G5 de 32 GB.

    Além dessas duas fabricantes, também aparecem na lista a Lenovo, com o Vibe K6 de 32 GB, e a LG, com K10 TV Digital de 16 GB.

    Confira a lista completa: