Tag: soja

  • Johanna Döbereiner: a cientista que revolucionou a soja brasileira

    Johanna Döbereiner: a cientista que revolucionou a soja brasileira

    Você sabia que a soja, um dos principais produtos agrícolas do Brasil, deve muito do seu sucesso a uma cientista que nasceu na Tchecoslováquia?

    Seu nome era Johanna Döbereiner, e ela foi a responsável por descobrir uma forma de fazer a soja produzir seu próprio adubo, economizando bilhões de dólares e aumentando a produtividade das lavouras.

    Johanna chegou ao Brasil em 1946, fugindo da Segunda Guerra Mundial. Ela se formou em agronomia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e começou a trabalhar na Embrapa Agrobiologia, onde se dedicou aos estudos com bactérias que vivem nas raízes das plantas e que são capazes de capturar o nitrogênio do ar e transformá-lo em um nutriente essencial para o crescimento vegetal. Esse processo é chamado de fixação biológica de nitrogênio (FBN).

    Johanna descobriu que algumas plantas, como a soja, podem se beneficiar dessa interação com as bactérias, dispensando o uso de fertilizantes químicos que são caros e poluentes. Ela desenvolveu uma técnica para inocular as sementes de soja com as bactérias adequadas, garantindo que elas se estabelecessem nas raízes e fornecessem o nitrogênio necessário para a planta. Essa técnica sustentável fez o Brasil reduzir o uso de fertilizantes químicos nas lavouras de soja, o que provocou uma economia de mais de US$ 2 bilhões por ano na cultura e ajudou a impulsionar o país como um dos maiores produtores do grão.

    Johanna também liderou a pesquisa na Embrapa Agrobiologia e orientou bolsistas que hoje estão espalhados pelo Brasil inteiro, contribuindo para o desenvolvimento da ciência e da agropecuária nacional. Ela recebeu inúmeros prêmios e homenagens, sendo reconhecida mundialmente pelo seu trabalho. Johanna foi uma mulher de personalidade forte, que enfrentou diversos obstáculos e sempre acreditou na busca pelo conhecimento como forma de melhorar a vida das pessoas. Ela foi uma das pioneiras nos estudos com FBN em gramíneas e suas descobertas foram fundamentais para o avanço da agricultura tropical.

    Johanna Döbereiner faleceu em 2000, aos 76 anos, deixando um legado de pesquisa e inovação que continua inspirando gerações de cientistas e agricultores. Ela foi uma das responsáveis por transformar a soja brasileira em um dos maiores sucessos da história da agricultura mundial.

    Seu nome era Johanna Döbereiner, e ela foi a responsável por descobrir uma forma de fazer a soja produzir seu próprio adubo, economizando bilhões de dólares e aumentando a produtividade das lavouras.

    Johanna chegou ao Brasil em 1946, fugindo da Segunda Guerra Mundial. Ela se formou em agronomia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e começou a trabalhar na Embrapa Agrobiologia, onde se dedicou aos estudos com bactérias que vivem nas raízes das plantas e que são capazes de capturar o nitrogênio do ar e transformá-lo em um nutriente essencial para o crescimento vegetal. Esse processo é chamado de fixação biológica de nitrogênio (FBN).

    Johanna descobriu que algumas plantas, como a soja, podem se beneficiar dessa interação com as bactérias, dispensando o uso de fertilizantes químicos que são caros e poluentes. Ela desenvolveu uma técnica para inocular as sementes de soja com as bactérias adequadas, garantindo que elas se estabelecessem nas raízes e fornecessem o nitrogênio necessário para a planta. Essa técnica sustentável fez o Brasil reduzir o uso de fertilizantes químicos nas lavouras de soja, o que provocou uma economia de mais de US$ 2 bilhões por ano na cultura e ajudou a impulsionar o país como um dos maiores produtores do grão.

    Johanna também liderou a pesquisa na Embrapa Agrobiologia e orientou bolsistas que hoje estão espalhados pelo Brasil inteiro, contribuindo para o desenvolvimento da ciência e da agropecuária nacional. Ela recebeu inúmeros prêmios e homenagens, sendo reconhecida mundialmente pelo seu trabalho. Johanna foi uma mulher de personalidade forte, que enfrentou diversos obstáculos e sempre acreditou na busca pelo conhecimento como forma de melhorar a vida das pessoas. Ela foi uma das pioneiras nos estudos com FBN em gramíneas e suas descobertas foram fundamentais para o avanço da agricultura tropical.

    Johanna Döbereiner faleceu em 2000, aos 76 anos, deixando um legado de pesquisa e inovação que continua inspirando gerações de cientistas e agricultores. Ela foi uma das responsáveis por transformar a soja brasileira em um dos maiores sucessos da história da agricultura mundial.

  • Embarque de soja do Brasil bate recorde em abril e supera 10 milhões de toneladas

    Embarque de soja do Brasil bate recorde em abril e supera 10 milhões de toneladas

    O Brasil exportou mais de 10 milhões de toneladas de soja em abril, um recorde histórico para o mês, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume representa um aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado e de 19% em relação a março deste ano.

    A soja é o principal produto da pauta exportadora brasileira e tem sido beneficiada pela forte demanda da China, o maior comprador mundial da oleaginosa. Além disso, a safra brasileira foi recorde neste ano, com uma produção estimada em 135,5 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O ritmo acelerado dos embarques de soja também reflete a melhora na logística do país, que tem investido em novos terminais portuários e ferrovias para escoar a produção agrícola. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 83 milhões de toneladas de soja em 2023, um crescimento de 5% em relação a 2022.

    A soja é um dos principais produtos do agronegócio brasileiro e tem um impacto positivo na balança comercial do país. Em abril, as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) somaram US$ 7,2 bilhões, um aumento de 43% em relação ao mesmo mês de 2022. O saldo comercial do setor foi de US$ 6,8 bilhões, o maior da série histórica.

    O desempenho da soja mostra a força e a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa e tem conquistado novos mercados com qualidade e sustentabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    A soja é o principal produto da pauta exportadora brasileira e tem sido beneficiada pela forte demanda da China, o maior comprador mundial da oleaginosa. Além disso, a safra brasileira foi recorde neste ano, com uma produção estimada em 135,5 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O ritmo acelerado dos embarques de soja também reflete a melhora na logística do país, que tem investido em novos terminais portuários e ferrovias para escoar a produção agrícola. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 83 milhões de toneladas de soja em 2023, um crescimento de 5% em relação a 2022.

    A soja é um dos principais produtos do agronegócio brasileiro e tem um impacto positivo na balança comercial do país. Em abril, as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) somaram US$ 7,2 bilhões, um aumento de 43% em relação ao mesmo mês de 2022. O saldo comercial do setor foi de US$ 6,8 bilhões, o maior da série histórica.

    O desempenho da soja mostra a força e a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa e tem conquistado novos mercados com qualidade e sustentabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Preços de venda da soja cresce entre quase 30% no primeiro semestre deste ano

    Levantamento foi feito pela Consultoria Datagro

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    Fonte: Brasil 61


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui